Os direitos do consumidor endividado no Brasil

Os direitos do consumidor endividado no Brasil

Quando se trata de dívidas, muitos consumidores se encontram em situações de preocupação e incerteza. No entanto, poucos sabem que existem leis no Brasil que protegem os direitos do consumidor endividado. Conhecer esses direitos é essencial para evitar abusos por parte de credores e garantir uma negociação justa para quem busca se reorganizar financeiramente.

Neste texto, você encontrará informações importantes sobre os direitos garantidos por lei ao consumidor endividado, quais práticas são consideradas abusivas e como proceder para evitar situações constrangedoras. Além disso, vamos explorar como utilizar essas informações para negociar suas dívidas de forma segura e eficaz.

1. Proteção aos consumidores garantida por lei

No Brasil, os direitos do consumidor endividado estão garantidos, principalmente, pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), mas também por outras legislações, como a Lei Complementar nº 166/2019, que regula o Cadastro Positivo. Esses dispositivos legais têm como objetivo principal proteger a parte mais vulnerável na relação de consumo, ou seja, o consumidor.

Entre os principais pontos abordados no CDC, destacam-se:

  • O direito à informação clara e adequada sobre os serviços financeiros contratados, incluindo taxas de juros, tarifas e encargos;
  • A proibição de práticas abusivas e de cobrança indevida;
  • A garantia de que as cobranças sejam feitas de forma respeitosa, sem causar constrangimento ao consumidor.

Esses direitos se aplicam a todos que possuem débitos, seja com bancos, financeiras, ou lojas de crédito. Por isso, é fundamental que o consumidor tenha total ciência de como usá-los a seu favor.

2. As práticas de cobrança: O que diz a lei?

O momento da cobrança de uma dívida pode ser sensível para o consumidor, mas a legislação brasileira é clara ao proteger o cidadão contra práticas consideradas abusivas. De acordo com o Artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor, nenhuma cobrança pode expor o devedor ao ridículo ou a situações vexatórias.

O que é permitido?

  • Informar o consumidor sobre a dívida por meio de canais adequados, como telefone, e-mail e correspondência;
  • Negociar condições de pagamento de forma amigável e transparente;
  • Dar ciência sobre as condições dos contratos e demonstrar os valores cobrados.

O que é proibido?

  • Cobranças realizadas em horários inconvenientes, como no período da noite ou durante finais de semana;
  • Ameaças, intimidações ou uso de linguagem ofensiva durante o contato;
  • Exposição pública da dívida, como envio de cartas abertas ou publicação das informações do devedor.

Caso o consumidor se sinta constrangido ou lesado, ele tem o direito de denunciar essas práticas aos órgãos competentes, como o Procon ou até mesmo ao Ministério Público.

3. Cobranças indevidas e Juros Abusivos

Outro aspecto importante diz respeito à proteção contra cobranças indevidas ou taxas abusivas. Muitas vezes, os consumidores não percebem que contratos financeiros incluem juros excessivos ou tarifas irregulares. De acordo com a lei, qualquer pagamento realizado indevidamente por parte do consumidor deve ser reembolsado em dobro, conforme prevê o Artigo 42, parágrafo único, do CDC.

Além disso, os financiamentos de veículos, imóveis ou empréstimos devem cobrar juros dentro dos limites permitidos pela legislação — caso contrário, você pode questionar a prática judicialmente.

Como reconhecer cobranças abusivas?

  • Taxas disfarçadas: Cobrança de valores como “tarifas administrativas” que o contrato não menciona de forma clara.
    Juros acima do mercado: Cobrança de taxas muito superiores às médias praticadas para aquele tipo de crédito.
  • Mudanças contratuais sem consentimento: Alterações nos valores e condições de pagamento sem a anuência do consumidor.

Uma boa forma de se proteger contra essas práticas é contar com especialistas para analisar os contratos em busca de irregularidades.

4. Renegociação de dívidas: O direito ao acordo justo

Quando o consumidor encontra dificuldade para quitar suas dívidas, ele tem o direito de buscar uma renegociação amigável. Segundo o CDC, as condições para o pagamento devem ser claras, e ambas as partes devem estar cientes das condições do acordo.

Além disso, nenhuma empresa pode forçar o consumidor a aceitar propostas inviáveis ou que coloquem sua sobrevivência financeira em risco. Durante a renegociação, é importante observar:

  • Taxas de juros reduzidas em relação ao contrato original;
  • Parcelamento flexível, ajustado à capacidade de pagamento do consumidor;
  • Negociação de descontos para pagamento à vista ou quitação antecipada.

É válido lembrar que os credores também estão interessados em resolver a dívida de forma prática, uma vez que a inadimplência não é vantajosa para eles. Por isso, o consumidor deve usar esse ponto a seu favor durante a negociação.

5. Dívidas em atraso e cadastro de inadimplentes

Outro tema que gera dúvidas é o Cadastro de Inadimplentes. Muitas vezes, consumidores não sabem que existem regras específicas sobre quando seu nome pode ou não ser inscrito nos serviços de proteção ao crédito, como Serasa ou SPC Brasil.

O que a lei diz?

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o consumidor inadimplente deve ser notificado formalmente antes de ter seu nome incluído em qualquer cadastro de negativação.

Essa notificação deve chegar com prazo razoável, permitindo que o consumidor regularize a dívida antes da negativação do CPF. Além disso, os órgãos precisam retirar o nome do consumidor desses cadastros em até 5 dias úteis após a quitação da dívida.

 Caso isso não aconteça, o consumidor pode acionar o credor judicialmente e solicitar danos morais.

6. Como agir em caso de abusos ou irregularidades

Se o consumidor endividado se deparar com práticas abusivas ou cobranças indevidas, é crucial saber como agir para garantir seus direitos. Alguns passos importantes incluem:

  1. Reúna provas: Documente todas as comunicações, como mensagens e ligações feitas pelos credores.
  2. Negocie: Antes de tomar medidas legais, tente resolver o problema diretamente com a empresa credora.
  3. Procure os órgãos de proteção ao consumidor: Caso não seja possível resolver a situação amigavelmente, registre uma reclamação no Procon ou em plataformas como o Consumidor.gov.br.
  4. Consulte um advogado: Para cobranças abusivas ou cobranças de valores indevidos, buscar apoio jurídico especializado pode ser necessário para sinalizar irregularidades.

Conheça e use seus direitos!

Conhecer os direitos é o primeiro passo para uma relação mais saudável com suas dívidas e credores. Protegido pela legislação brasileira, o consumidor endividado tem respaldo para evitar abusos, renegociar dívidas de maneira justa e garantir um caminho seguro para sair do vermelho.

Se você precisa de ajuda para revisar contratos ou negociar dívidas de forma eficiente, conte com especialistas no assunto. No OBomAcordo.com, analisamos minuciosamente seu caso, buscando eliminar cobranças indevidas e reduzir os valores devidos. Faça uma simulação gratuita agora mesmo e descubra como podemos ajudar você a recuperar seu equilíbrio financeiro!

Invista no seu direito à organização financeira. Afinal, começar o ano com o nome limpo e as contas equilibradas é possível quando se conhece os direitos e se busca o suporte certo.

 

Como organizar seus gastos para o fim do ano?

Como organizar seus gastos para o fim do ano?

O fim do ano é uma época marcada por celebrações especiais, como as confraternizações realizadas em empresas, o tão aguardado “amigo secreto” e, claro, a troca de presentes. Mesmo durante os períodos desafiadores de isolamento social causados pela pandemia, as tradições persistiram, com os presentes sendo enviados de forma remota e os encontros acontecendo virtualmente. No entanto, com o aumento dos preços provocado pela inflação, ficou ainda mais importante monitorar o uso do dinheiro e evitar gastos desnecessários. Pesquisar promoções e optar pela hora certa de comprar pode ser uma grande aliada para economizar.

No entanto, mais do que buscar descontos, é essencial adotar um planejamento financeiro ao longo do ano, independentemente das crises ou do período de festas de final de ano. Vale lembrar que todos desejam iniciar o novo ano livres de dívidas e, quem sabe, com uma reserva financeira. Mas, como organizar-se para alcançar esses objetivos de maneira prática?

Para começar, é importante enfatizar que não é necessário adotar métodos extremos ou viver com um orçamento extremamente limitado. Encontrar o equilíbrio financeiro é essencial para uma vida tranquila e sustentável. O caminho para uma boa relação com o dinheiro pode não ser imediato, mas, com mudanças simples de hábito, é possível obter grandes resultados ao longo do tempo. Neste artigo, compartilharemos algumas dicas úteis que você pode implementar imediatamente e logo perceber os benefícios em sua vida financeira.

1. Reconheça suas limitações financeiras

Aprender a viver com o que se tem é uma das habilidades mais importantes quando se trata de organização financeira. Embora seja tentador desejar além dos limites, isso frequentemente resulta em problemas financeiros significativos. Por mais que o processo de aceitar essa realidade possa não ser fácil, ele é necessário. Ao controlar seus desejos, você evita gastos não planejados e reduz significativamente o risco de contrair dívidas além de sua capacidade de pagamento. Essa prática, quando desenvolvida, traz uma maturidade financeira que se reflete em decisões mais conscientes e equilibradas.

Palavras de transição como “além disso”, “no entanto” e “por mais que” ajudam na estruturação do texto, trazendo fluidez à leitura e sinalizando os pontos principais.

2. Elimine o supérfluo

Quem nunca pensou: “Se minha renda fosse maior, eu não teria tantos problemas financeiros“? No entanto, o fato é que mesmo quem ganha bem pode acabar endividado caso ultrapasse os limites de seu orçamento. Por isso, a chave para uma boa organização financeira é identificar e eliminar os gastos que não são realmente necessários.

As festas de fim de ano, geralmente, dão margem para exageros: uma ceia mais elaborada, roupas mais caras e muitos presentes para amigos e familiares. Apesar disso, é importante ter cautela. Antes de realizar essas compras, avalie o que realmente cabe em sua realidade financeira. Gastar além do que é permitido pelo orçamento pode gerar arrependimentos logo no início do ano seguinte. Então, priorize o essencial e evite sufocos desnecessários.

3. O Cartão de crédito: Vilão ou herói?

O cartão de crédito é constantemente motivo de debates quando o assunto é organização financeira. A resposta para a famosa pergunta sobre sua vilania ou bondade depende exclusivamente de como ele é utilizado. Embora o pagamento à vista seja a melhor opção na maioria dos casos, há situações em que o crédito pode ser um aliado estratégico — especialmente para evitar a falta de liquidez no mês.

No entanto, muitos consumidores acabam utilizando o cartão de maneira indiscriminada, parcelando compras sem considerar os impactos no orçamento. Como resultado, o comprometimento do salário no pagamento dessas parcelas dificulta a manutenção de uma rotina financeira equilibrada. Tornar-se responsável no uso do crédito é fundamental para evitar dependência ou complicações.

4. Crie uma lista de prioridades

A melhor maneira de não se perder financeiramente é organizar seus gastos separando o essencial do que pode ser adiado ou mesmo descartado. Considere, por exemplo, que despesas como compras de supermercado, contas de água, luz e internet são indispensáveis. Já outras, como refeições frequentes fora de casa ou aquisições por impulso, podem ser evitadas.

Outra sugestão prática é colocar todas as despesas em uma planilha ou aplicativo de controle financeiro. Ordenar os gastos por prioridade — começando pelos indispensáveis — contribui para maior clareza e controle do orçamento. Além disso, essa prática ajuda a enxergar com mais facilidade onde podem ser feitos ajustes para economizar.

5. Poupar dinheiro é o segredo para estabilidade

Ter o hábito de poupar deve ser encarado como um dos pilares da educação financeira. Isso porque uma reserva de emergência proporciona maior segurança para lidar com imprevistos, sem comprometer o orçamento mensal. Além disso, ao reservar uma parcela do orçamento regularmente, é possível planejar metas maiores, como a compra de um imóvel ou a realização de uma viagem.

Mesmo que o início pareça desafiador, é importante priorizar a construção desse hábito, nem que seja com pequenas quantias. Poupar é um sinal de inteligência financeira e pode tirar você de apertos no futuro. Afinal, ter um “colchão financeiro” é sinônimo de equilíbrio e tranquilidade.

6. Fique de olho em contratos e Juros Abusivos

Embora muitos consumidores estejam atentos às pequenas despesas, poucos se dão conta de que boa parte das cobranças indevidas podem estar escondidas nos contratos de financiamentos. Tarifas excessivas, juros abusivos e taxas não regulamentadas são práticas frequentemente aplicadas por financeiras e bancos, elevando o custo efetivo das operações.

Uma boa forma de evitar prejuízos é revisar seus contratos. Caso identifique alguma irregularidade, procure ajuda profissional. Empresas especializadas, como a nossa, oferecem serviços para analisar minuciosamente esses contratos e identificar cobranças indevidas. Ao reduzir ou eliminar encargos abusivos, você pode diminuir o valor das parcelas e recuperar o controle sobre sua vida financeira.

Interessado em descobrir o quanto sua dívida pode ser reduzida? Realize agora mesmo uma simulação gratuita em nosso site ou entre em contato com nossos consultores pelas redes sociais. Estamos sempre prontos para ajudar você!

Dicas finais para fechar o ano no azul

  • Planeje com antecedência: Comece a organizar os gastos do fim do ano o quanto antes. Isso inclui listar os presentes que deseja comprar, definir um orçamento para a ceia e prever possíveis deslocamentos.
  • Evite o efeito “manada”: Muitos consumidores são atraídos por promoções tentadoras de última hora, o que pode resultar em compras desnecessárias. Seja estratégico: saiba exatamente o que você precisa.
  • Negocie sempre: Principalmente em tempos de inflação alta, buscar melhores condições de pagamento ou descontos pode fazer uma grande diferença no orçamento.

Por fim, lembre-se: educação financeira não é um processo instantâneo, mas o resultado de esforços contínuos. Desenvolver uma relação consciente com o dinheiro exige paciência e disciplina, mas os benefícios vão além de simples economias, impactando positivamente todos os aspectos da vida. Aproveite este momento para começar a aplicar as mudanças necessárias e transformar a forma como você lida com suas finanças!

Entenda a diferença entre Serasa e SPC

Entenda a diferença entre Serasa e SPC

Quando o assunto é nome sujo, muita gente ainda se confunde entre Serasa e SPC. Afinal, os dois são citados como se fossem a mesma coisa. Porém, apesar de ambos estarem relacionados ao histórico de crédito do consumidor, suas funções não são idênticas. É aqui que surge a dúvida: afinal, qual é a diferença entre Serasa e SPC? Entender isso pode ajudar — e muito — quem está tentando organizar a vida financeira e até limpar o nome. Vamos desvendar este mistério juntos?

 

O que é o Serasa?

O Serasa surgiu em 1968, em São Paulo, para centralizar informações sobre crédito no Brasil. Com o tempo, ele cresceu e se tornou um dos maiores bureaus de crédito do país.

Na prática, o Serasa armazena e organiza dados sobre dívidas, financiamentos, cartões de crédito, protestos em cartório e muito mais. Ou seja, quando alguém deixa de pagar uma conta e a empresa responsável comunica essa pendência, o Serasa registra essa informação.

Além disso, o famoso Serasa Score foi desenvolvido para mostrar a pontuação de cada consumidor. Esse número vai de 0 a 1000 e indica a chance de alguém pagar suas contas em dia. Quanto maior o score, mais confiança o mercado deposita no consumidor.

O que é o SPC?

Já o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) é um sistema criado e administrado pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDLs). A ideia surgiu para ajudar o comércio a reduzir prejuízos com clientes inadimplentes.

De forma simples, quando uma loja concede crédito (aquele famoso “pagar em 10 vezes sem juros”) e o cliente não cumpre com o combinado, a pendência pode ser registrada no SPC. Assim, outros comerciantes conseguem ter acesso à informação e tomar decisões mais seguras antes de liberar crédito.

Portanto, enquanto o Serasa tem uma atuação mais ampla, abrangendo bancos, financeiras e serviços em geral, o SPC nasceu voltado principalmente para o comércio varejista.

Principais diferenças entre Serasa e SPC

Agora que já entendemos o que cada um representa, vamos às diferenças que realmente importam:

  1. Origem e administração:
    • O Serasa foi criado por bancos e é atualmente controlado por uma empresa multinacional de análises de crédito.
    • O SPC é administrado pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas, voltado ao comércio.

  2. Abrangência dos dados:
    • O Serasa reúne informações de bancos, financeiras, concessionárias de serviços (como água e energia), além de registros cartoriais.
    • O SPC foca especialmente nas dívidas relacionadas ao comércio, como crediário de lojas.

  3. Ferramentas oferecidas:
    • O Serasa oferece score de crédito, relatórios detalhados e até propostas de negociação com credores.
    • O SPC, por sua vez, é mais usado por lojistas para consulta rápida sobre a situação de um consumidor.

  4. Consulta de CPF:
    • Tanto no Serasa quanto no SPC, o próprio consumidor ou as empresas credoras fazem a consulta.
    • Porém, em cada sistema, as informações disponíveis podem variar, dependendo da origem da dívida.

Por que essa confusão acontece?

A confusão entre Serasa e SPC acontece porque ambos têm a mesma finalidade: proteger empresas contra a inadimplência e organizar informações sobre crédito. Quando alguém diz “meu nome foi para o SPC”, pode estar se referindo tanto ao SPC quanto ao Serasa. Para o consumidor, o efeito é praticamente o mesmo: restrição de crédito e dificuldade em conseguir financiamentos ou parcelamentos.

É como se fossem duas “bibliotecas” diferentes, mas ambas armazenassem livros sobre o mesmo tema: a vida financeira do consumidor.

O impacto de ter o nome negativado

Independente de estar no Serasa ou no SPC, o resultado é semelhante: o crédito fica limitado.

Você pode ter cartões cancelados, financiamentos negados e até planos de telefonia recusados. Em resumo, as empresas passam a enxergar o consumidor como alguém de risco.

Mas atenção: nem todas as dívidas aparecem nos dois órgãos.

 Uma pendência pode aparecer apenas no Serasa ou somente no SPC, dependendo de quem a comunica. É por isso que, muitas vezes, o consumidor consulta um sistema e não encontra nada, mas descobre restrições no outro.

Como consultar sua situação no Serasa e no SPC

Para evitar surpresas desagradáveis, você precisa consultar o CPF regularmente.

  • Consulta no Serasa: pode ser feita gratuitamente pelo site ou aplicativo Serasa. Além da situação do CPF, é possível visualizar o score e até negociar dívidas diretamente na plataforma.

  • Consulta no SPC: também pode ser realizada online, por meio do site do SPC Brasil. Algumas consultas exigem pagamento, mas oferecem acesso detalhado ao histórico.

Ao fazer essas consultas, o consumidor ganha clareza sobre sua situação e pode agir com mais rapidez.

É possível limpar o nome?

Sim! Tanto no Serasa quanto no SPC, você consegue limpar seu nome. Para isso, você precisa renegociar ou quitar a dívida registrada. Em alguns casos, o próprio órgão oferece campanhas de renegociação com descontos e condições especiais.

Também é importante entender que a lei impede qualquer dívida de permanecer nos cadastros por mais de 5 anos. Depois desse prazo, o órgão deve retirar o nome automaticamente, mesmo que você ainda não tenha pago o valor. Porém, isso não elimina a dívida; o credor apenas deixa de usar esse débito como restrição de crédito.

Como evitar cair novamente na inadimplência

Entender a diferença entre Serasa e SPC é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em manter as contas em dia para não cair novamente em situações de inadimplência. Para isso, você pode adotar algumas atitudes simples:

  • Montar um orçamento familiar realista;
  • Priorizar o pagamento das contas essenciais;
  • Evitar compras por impulso;
  • Usar o cartão de crédito com cautela;
  • Criar uma reserva de emergência.

Com disciplina, é possível não apenas sair do vermelho, mas também construir uma vida financeira mais saudável.

Serasa e SPC não são inimigos, mas ferramentas

No fim das contas, você não deve enxergar Serasa e SPC como vilões. Eles são apenas ferramentas usadas pelo mercado para avaliar riscos. A diferença entre ambos está na origem e no foco de atuação, mas, para o consumidor, o objetivo é o mesmo: indicar se há dívidas pendentes.

Portanto, conhecer esses sistemas, monitorar o CPF e agir rapidamente diante de qualquer pendência são atitudes essenciais. Assim, o poder de decisão fica nas suas mãos, e não nas mãos dos credores. Afinal, informação é a melhor arma para conquistar a tão sonhada liberdade financeira.

 

Os 6 maiores erros cometidos pelas pessoas endividadas

Os 6 maiores erros cometidos pelas pessoas endividadas

Estar endividado não é exatamente o sonho de consumo de ninguém, mas acredite: muita gente acaba nessa situação sem perceber. As parcelas parecem pequenas, o cartão de crédito é usado como uma extensão da renda, e, quando se nota, o orçamento já está comprometido. O problema é que, em vez de buscar soluções, alguns comportamentos acabam sendo repetidos e tornam a situação ainda mais difícil. Pensando nisso, listamos aqui os 6 maiores erros cometidos pelas pessoas endividadas — e, claro, como evitá-los. Preparado para se identificar (um pouquinho) e já mudar de atitude?

1. Ignorar a realidade financeira

Um dos erros mais comuns é simplesmente fingir que a dívida não existe. O boleto chega, a fatura aparece, mas o pensamento é: “depois eu vejo isso”. Essa atitude pode até aliviar momentaneamente, mas os juros não param de crescer. Quando a situação é ignorada, o problema se multiplica em silêncio.
Por isso, encarar a realidade é fundamental. Uma planilha deve ser criada, ou, se preferir, aplicativos de finanças podem ser usados. Somente quando todos os valores são colocados no papel é que o tamanho da dívida é realmente revelado.

2. Continuar gastando como se nada tivesse acontecido

Outro erro clássico cometido pelas pessoas endividadas é manter o mesmo padrão de consumo, como se a dívida não estivesse ali. Viagens, jantares caros e compras por impulso continuam sendo feitos, e o buraco só aumenta.
Aqui, a palavra-chave é prioridade. É preciso entender que, até que a dívida seja controlada, alguns luxos precisarão ser deixados de lado. Isso não significa viver mal, mas sim reorganizar escolhas. Trocar o restaurante por um jantar em casa ou a viagem internacional por um passeio local já pode representar uma grande economia.

3. Usar o cartão de crédito sem controle

Ah, o cartão de crédito… para muitos, um grande aliado; para outros, o pior inimigo. Quem está endividado costuma cometer o erro de continuar usando o cartão sem nenhum planejamento. Muitas pessoas enxergam o limite como dinheiro disponível e esquecem que aquilo vira dívida lá na frente. O resultado aparece rápido: juros altíssimos, uma bola de neve financeira e muito estresse.

A solução está no uso consciente. Sempre que possível, evite o cartão enquanto estiver endividado. Quando você faz compras à vista, enxerga melhor o que realmente consegue pagar. Além disso, negociar a fatura ou buscar alternativas com juros menores pode ser um caminho inteligente.

4. Não buscar renegociação da dívida

Muitos acreditam que as condições de pagamento são imutáveis, mas esse é um engano. As dívidas podem — e devem — ser renegociadas. Um erro cometido por pessoas endividadas é simplesmente continuar pagando juros abusivos, sem sequer tentar uma conversa com o banco ou a instituição credora.
Renegociações podem reduzir taxas, aumentar prazos e até eliminar cobranças indevidas. Feiras de negociação e programas oficiais também são alternativas interessantes. É verdade que a iniciativa exige coragem, mas o resultado pode representar um grande alívio para o bolso.

5. Falta de planejamento para sair da dívida

Muitas pessoas endividadas querem resolver tudo de uma vez, como se houvesse uma fórmula mágica para quitar tudo em 30 dias. O problema é que esse impulso acaba levando a novas frustrações. Sem planejamento, você acaba abandonando o esforço no meio do caminho.
O correto é traçar metas realistas. Dividir o valor total da dívida em parcelas que realmente cabem no orçamento é uma forma mais inteligente de agir. Assim, cada pequena conquista é celebrada, e a motivação é mantida.

6. Não criar uma reserva de emergência

Pode parecer contraditório falar de reserva para quem já está endividado, mas esse é um erro enorme. Sem uma quantia guardada, qualquer imprevisto — como um problema de saúde ou o conserto do carro — leva a novas dívidas. Pessoas endividadas muitas vezes vivem nesse ciclo porque nunca possuem um “colchão financeiro” para emergências.
Começar pequeno já faz diferença. Guardar até 5% da renda, mesmo durante o processo de quitação, pode evitar que situações inesperadas comprometam ainda mais o orçamento.

Como reverter esses erros

Agora que você já conhece os maiores erros, a boa notícia é simples: você pode corrigir todos eles. O primeiro passo é reconhecer o problema e ter disposição para mudar seus hábitos. Depois disso, você precisa aplicar disciplina e organização no dia a dia. Não basta saber o que fazer; é a prática que realmente transforma a sua realidade. Vale lembrar que não existe milagre financeiro. A saída das dívidas é um processo gradual, mas cada ação consciente aproxima o objetivo final.

O impacto positivo da mudança de hábitos

Quando você evita esses erros, começa a alcançar resultados expressivos. A tranquilidade volta, as noites de sono ficam livres de preocupação e até os relacionamentos familiares ganham mais saúde. Afinal, poucas coisas pesam tanto quanto discussões frequentes sobre dinheiro.
Além disso, ao sair das dívidas, um novo ciclo pode começar: o da construção de patrimônio. Investimentos, planejamento para o futuro e conquistas de longo prazo tornam-se possíveis.

Estar endividado não é motivo de vergonha. O que realmente importa é a atitude tomada a partir de agora. Evitar esses seis erros já representa metade do caminho percorrido em direção à liberdade financeira.
Portanto, respire fundo, olhe para sua realidade com clareza e comece a mudar hábitos ainda hoje. Afinal, como se costuma dizer: quem controla o dinheiro é você — ou ele acabará controlando sua vida.

 

5 formas criativas de reduzir os gastos da família e sobrar dinheiro

5 formas criativas de reduzir os gastos da família e sobrar dinheiro

Economizar dinheiro em família pode parecer uma missão impossível, digna de filmes de ação, mas tudo fica mais simples quando usamos a estratégia certa. O orçamento doméstico não precisa ser um inimigo — ele pode se tornar um grande aliado. Para isso, basta adotar pequenas mudanças no dia a dia e logo perceber resultados expressivos no fim do mês. Preparado para descobrir cinco formas criativas de reduzir os gastos da família sem abrir mão da qualidade de vida? Então, vamos juntos!

1. O poder da organização financeira com seu dinheiro

A primeira arma contra os gastos desnecessários é a organização do seu dinheiro. Crie uma planilha ou, se preferir, use aplicativos de controle financeiro. Ao registrar cada despesa, você identifica rapidamente os chamados “vilões invisíveis do orçamento”. Pequenos gastos — como o café diário fora de casa ou o streaming que quase nunca usamos — se acumulam ao longo do mês e criam um grande rombo no orçamento. Além disso, estabeleça metas claras, como reduzir a conta do supermercado em 15% ou guardar uma quantia fixa para a reserva da família. Assim, o esforço ganha propósito e a disciplina se mantém com mais facilidade na organização do seu dinheiro.

2. Compras inteligentes: a lista como aliada

Quem nunca foi ao supermercado “só para pegar duas coisinhas” e voltou com um carrinho cheio? Pois é, acontece nas melhores famílias. Para evitar esse cenário, faça uma lista de compras antes de sair de casa. Assim, fica mais fácil ignorar as tentações dos corredores.
Além disso, comparadores de preços podem ser usados para garantir que o melhor valor seja encontrado. Muitos mercados oferecem promoções em dias específicos, e aproveitá-las pode fazer diferença. Outra dica criativa é planejar cardápios semanais. Quando você pensa nas refeições com antecedência, evita desperdícios e garante mais economia.

3. O lazer que não pesa no bolso

Aqui vai uma confissão: diversão não precisa ser sinônimo de gastar muito. Passeios em parques, noites de filmes em casa com pipoca ou até atividades culturais gratuitas podem render memórias inesquecíveis. A palavra-chave é criatividade. Em vez de jantares caros em restaurantes, que tal um desafio culinário em família? Cada um prepara um prato e a refeição se transforma em um evento divertido. Além de ser mais barato, aproxima todos e ainda ensina habilidades novas. Dessa forma, a família aproveita os momentos de lazer intensamente, sem sentir culpa no bolso.

4. Assinaturas e serviços esquecidos

Esse é um ponto sensível: muitas famílias pagam por serviços que quase não utilizam. Por isso, revise periodicamente as plataformas de streaming, academias, revistas digitais e aplicativos de assinatura. Quando um serviço deixa de ser aproveitado, o melhor a fazer é cancelar.

Use uma regra prática: se você não utiliza um serviço pelo menos duas vezes por semana, provavelmente não vale a pena mantê-lo. Redirecione esse valor para algo realmente útil, como a poupança da família ou um fundo para viagens. Afinal, deixar dinheiro parado em assinaturas esquecidas é como deixar a água escorrer pelo ralo.

5. Pequenas mudanças, grandes resultados

Muitas vezes, a economia está nos detalhes. Lâmpadas de LED, por exemplo, podem reduzir significativamente o gasto de energia. Eletrodomésticos usados de forma consciente também fazem diferença: nada de abrir a geladeira a cada cinco minutos ou deixar carregadores na tomada sem necessidade.
Na cozinha, os alimentos podem ser reaproveitados. Você pode transformar restos de arroz em bolinhos e aproveitar os legumes quase esquecidos na geladeira para preparar sopas ou refogados. Essas pequenas atitudes, quando somadas, têm um impacto enorme na conta final. E o melhor: ainda contribuem para a sustentabilidade.

O valor da participação de todos

Nenhuma dessas dicas terá efeito se apenas uma pessoa na casa tentar aplicá-las. A economia familiar deve ser encarada como um projeto coletivo. Envolver as crianças, por exemplo, pode ser uma oportunidade de ensinar desde cedo a importância do consumo consciente.
Jogos podem ser criados: quem conseguir apagar mais luzes desnecessárias durante a semana ganha um prêmio simbólico. Ou ainda, cada membro da família pode ficar responsável por sugerir uma forma criativa de economizar no mês. Dessa forma, todos participam e a motivação é mantida.

O que não fazer ao tentar economizar dinheiro

É importante destacar que economizar não significa privar-se de tudo. Cortes radicais e mal planejados podem gerar frustração e fazer com que a pessoa abandone o hábito rapidamente. A ideia não é viver em restrição, mas sim gastar melhor. Produtos de qualidade não devem ser trocados por opções de baixa durabilidade apenas pelo preço. Afinal, o barato que sai caro é um velho conhecido das famílias. O segredo está em equilibrar custo e benefício.

O impacto de longo prazo nas finanças

Quando a família aplica essas cinco formas criativas de reduzir os gastos, os resultados aparecem muito além da conta bancária. Todos ganham mais tranquilidade financeira, brigam menos por dinheiro e convivem de forma mais harmoniosa. Além disso, a economia gerada pode impulsionar sonhos maiores — como viagens, reformas ou investimentos no futuro dos filhos. É como plantar uma árvore: o esforço inicial parece pequeno, mas, com o tempo, todos aproveitam a sombra e os frutos.

Reduzir os gastos da família não precisa ser um peso. Com organização, criatividade e participação de todos, a economia entra na rotina de forma leve e até divertida. O segredo é planejar, envolver a família inteira e enxergar o dinheiro como uma ferramenta para conquistar sonhos — e não como uma fonte de preocupação.
Agora que você conhece essas cinco formas criativas de economizar, qual delas vai aplicar primeiro na sua casa?

Como se preparar para não gastar à toa na Black Friday de 2025

Como se preparar para não gastar à toa na Black Friday de 2025

A Black Friday de 2025 já começa a aparecer no calendário de muitos consumidores, e a expectativa é sempre a mesma: descontos irresistíveis, oportunidades únicas e a sensação de que se pode comprar tudo o que antes parecia inacessível. No entanto, entre promoções relâmpago e banners piscando na tela do celular, a chance de gastar além do necessário é enorme. Por isso, uma boa preparação deve ser feita com antecedência, para que a data seja aproveitada sem arrependimentos futuros.

O perigo do impulso na Black Friday

Quem nunca se sentiu tentado por aquele “desconto de 70%” em um produto que nem estava na lista de desejos? O marketing existe para convencer — e na Black Friday, as estratégias ficam ainda mais agressivas. Muitas pessoas compram por impulso em poucos segundos e passam semanas se arrependendo. Para escapar dessa armadilha, reconheça que nem todas as ofertas valem a pena. Algumas lojas ainda aumentam os preços antes da data, por isso o consumidor precisa ficar atento e se proteger.

Faça uma lista de prioridades para Black Friday

Antes de se perder entre anúncios tentadores, elabore uma lista clara com os itens realmente necessários e planejados há algum tempo. Assim, você evita desejos momentâneos e mantém a organização. Pense em categorias como tecnologia, eletrodomésticos, roupas ou até viagens. Ao definir prioridades, você favorece o consumo consciente e mantém o orçamento sob controle.

Defina um orçamento e cumpra-o

Estabelecer um limite de gastos pode parecer simples, mas é aí que muitos consumidores se perdem. Uma planilha, um aplicativo financeiro ou até mesmo um papel colado na geladeira podem servir como lembrete. O importante é que o valor estipulado não seja ultrapassado. Esse limite deve ser pensado com base na realidade financeira, e não na emoção do momento. Afinal, um desconto só vale a pena se não comprometer o pagamento das contas básicas no mês seguinte.

Pesquise antes da Black Friday

Uma das maiores falhas de quem compra nessa data é confiar apenas no preço exibido no dia. No entanto, pesquisas antecipadas devem ser feitas. Comparadores de preços e histórico de valores ajudam a identificar se o desconto é real ou apenas maquiagem. Muitos sites oferecem gráficos com a variação de preço nos últimos meses, e essa informação deve ser utilizada como arma contra falsas promoções. Assim, o consumidor terá a certeza de que está aproveitando um bom negócio.

Evite o “barato que sai caro”

Quem nunca comprou algo só porque estava em promoção e depois deixou encostado? Produtos que não têm utilidade acabam ocupando espaço e gerando arrependimento. Por isso, cada compra deve ser avaliada com a seguinte pergunta: “Se não estivesse em promoção, eu compraria?”. Caso a resposta seja negativa, o ideal é deixar o item de lado. Essa simples reflexão pode salvar o orçamento.

Use a tecnologia a seu favor

Você pode preparar suas listas de desejos nos aplicativos de compras antes do evento. Assim, acompanhar apenas os produtos de interesse fica muito mais fácil. Também vale ativar alertas de preço para receber avisos quando o valor realmente cair. Essa estratégia ajuda a evitar o hábito de “passear” por sites e marketplaces, onde a tentação de comprar algo fora da lista costuma ser maior.

Compre com consciência e estratégia

Na Black Friday, o consumidor preparado não é aquele que compra mais, mas o que escolhe melhor. Produtos que trazem retorno no longo prazo, como eletrodomésticos de qualidade, itens de trabalho ou até cursos de capacitação, podem ser considerados investimentos. Já objetos supérfluos, mesmo com desconto, não trazem real benefício. Ao refletir sobre a utilidade e a durabilidade de cada item, a compra se torna muito mais estratégica.

Lembre-se de que o objetivo é economizar

É comum que a euforia do momento faça esquecer o verdadeiro propósito da Black Friday: economizar. Se o gasto final ultrapassar o previsto, todo o esforço perderá o valor. Por isso, encare o planejamento não como uma limitação, mas como uma forma de conquistar liberdade para aproveitar descontos sem culpa. Você sentirá o saldo positivo no bolso e também na tranquilidade de manter as contas em dia, sem dívidas por impulso

Quando não comprar também é vitória

Pode parecer estranho, mas muitas vezes a melhor escolha é não comprar nada. Isso acontece quando os preços não estão realmente atrativos ou quando nenhum item da lista tem desconto relevante. Resistir à pressão social e às propagandas insistentes também representa uma forma de vitória. Afinal, guardar o dinheiro ou usá-lo em um momento mais adequado é sempre uma decisão inteligente.

Na Black Friday de 2025, você estará no comando — desde que siga o planejamento à risca. Organize sua lista, respeite o orçamento e tenha paciência: esses passos farão toda a diferença. Lembre-se: o consumidor consciente não compra tudo, compra certo. Assim, seu bolso agradece e a sensação de vitória vem naturalmente.

 

Termo de confissão de dívidas: O que é e como funciona

Termo de confissão de dívidas: O que é e como funciona

Todo mundo em algum momento da vida já recebeu alguma ligação ou um e-mail de cobrança sobre a dívida, não é mesmo? Mas você já ouviu falar no termo de confissão de dívida? já enviou um para alguém?

O termo de confissão nada mais é que uma promessa de pagamento da dívida. No qual a pessoa que está endividada e a empresa fecha um acordo para realizar a negociação. Caso o indivíduo não arque com as responsabilidades, terá consequências sérias. 

O que significa confissão de dívida?

A confissão é um documento que firma o acordo entre as duas partes, empresa e endividado. Nessa confissão de dívida, deverá conter detalhes de como acontecerá essa negociação de quitação do débito em aberto.

Realmente é como se fosse uma confissão mesmo, onde aquele que deve realmente assume que possui dívidas, porém existe o interesse em pagar essas pendências. 

A pessoa que está com dívidas pode decidir enviar o documento de confissão para a empresa credora, se responsabilizando por conta própria quitar as suas pendências. Além disso, deve discriminar no documento o valor total da dívida, além das condições de pagamento que mais se enquadram na sua realidade, e quantidade de parcelas.

Porém, a empresa credora também pode tomar essa iniciativa de mandar esse termo de confissão da dívida para o endividado, a diferença é que a empresa credora estará indo atrás para tentar recuperar o valor pendente. 

Esse documento tem o mesmo valor que qualquer outro documento jurídico, contém cláusulas e também precisam de assinaturas para formalizar o acordo. E independente de qual das partes tenha tomado a iniciativa de enviar o termo, ambas as partes devem estar cientes e concordar com o acordo.

Para que serve o Termo de Confissão da dívida?

O principal objetivo desse documento é formalizar juridicamente o pedido de tentar fechar um acordo e pagar os débitos. E caso não seja cumprido esse acordo, o credor pode usar como cobranças para multas, juros e até mesmo penhora de bens.

Por isso não deve ser deixado nada de lado no momento de preencher esse documento. As principais coisas que devem conter são: o valor total e o das parcelas, as formas e os prazos de pagamento, enfim, todos os detalhes da negociação.  

Quando deve ser utilizado

O termo deve ser usado quando não existe outro documento que prove a existência da dívida. Como o termo de reconhecimento de dívida é válido juridicamente, então ele acaba se tornando a principal comprovação de uma pendência.

Uma outra alternativa a ser usada é a empresa usar o termo de confissão caso não tenha conseguido um retorno nas tentativas de cobranças por e-mail ou telefone. Dessa forma então, a empresa envia o termo de confissão.

Como o termo de confissão de dívidas pode ajudar quem quer limpar o nome? 

O termo de confissão é uma forma de negociação, sendo assim, aquele que estiver inadimplente e tentar uma negociação através disso, consegue solicitar uma limpeza de nome após sucesso na negociação.

Além disso, o inadimplente deve colocar os valores que conseguem pagar, assim como a forma de pagamento também é o melhor dia para pagamento. Porém, é importante ter comprometimento com essa negociação, ou então as penalidades serão ainda maiores. 

É por isso que hoje existem outras maneiras de negociar a sua dívida atrasada, por exemplo um acordo de dívidas. Ao realizar o acordo, você não necessariamente estará ligada com a justiça, temos formas de realizar isso de maneira extrajudicial. 

Como fazer um termo de reconhecimento de dívida? 

Para fazer um termo de reconhecimento de dívida, o mais recomendado é que você busque por um advogado que prepare o documento para você, afinal, é um contrato completo onde são necessárias cláusulas que formalizam todo o processo.  

Para começar, inclua todas as informações de identificação dos sujeitos do termo, que são: Credor (empresa que está cobrando a dívida) e devedor (pessoa inadimplente que contraiu a dívida).  

Além disso, são necessários os seguintes dados:  

1 – Identificação das partes: Nomes completo, nacionalidade, estado civil, profissão, data de nascimento, RG, CPF, CNPJ e endereços do credor e do devedor 

2 – Informações sobre a dívida: valor total, origem da dívida 

3 – Formas de pagamento da dívida: valor da entrada, valor das parcelas, dados bancários para pagamento 

4 – Prazos de pagamento: dia do mês que as parcelas serão pagas, dia do primeiro pagamento

5 – Consequências do não pagamento (descumprimento do termo de confissão): quais serão os juros de mora, multas, correção monetária, e regra para aplicar essas consequências (tempo de atraso por exemplo)

6 – Termos de garantias: valor de entrada, bens do devedor, etc.  

7 – Foro: informações do cartório, comarca e Foro que estão formalizando o documento 

8 – Assinaturas: do devedor, credor e de duas testemunhas  

9 – Registro em Cartório 

Tente outras maneiras de negociação

Se você está inadimplente  e ainda não sabe como fazer para regularizar a sua situação, busque ajuda de uma empresa especializada como O Bom Acordo, que é referência em acordos e revisões contratuais. Com o Bom Acordo você tem a facilidade de ter suas dívidas negociadas de forma simples e justa.  Nossos profissionais altamente  capacitados estarão em busca de um acordo onde você só vai pagar o que a lei permite.

Somos especialistas em negociação de dívidas em atraso, por isso negociamos todos os tipos de dívidas, como cartão de crédito, empréstimos, entre outros…

Entre em contato com um de nossos especialistas em  direitos do consumidor.

 

 

Perguntas e respostas sobre revisão de Juros Abusivos

Perguntas e respostas sobre revisão de Juros Abusivos

Acompanhamos que os juros abusivos tem sido se não a maior, mas está dentre uma das maiores reclamações dos consumidores por aí quando se trata de contrato bancário de financiamento de imóvel ou veículo, ou então de empréstimo. Os juros são sempre muito elevados e considerados por muitos tribunais como abusivos.

A Ação Revisional irá tratar apenas sobre a questão dos juros abusivos?

Primeiramente, vamos deixar claro que esse tipo de processo pelo qual estamos falando que é a ação revisional é totalmente legal perante a lei. Esse tipo de serviço fará a revisão e análise de cláusula por cláusula com um profissional que apurará o valor real de cobrança. Geralmente, os contratos que recebem análises têm relação direta com instituições financeiras (bancos) e firmam-se entre os bancos e o consumidor.

Para quem não entende do assunto, pode encontrar dificuldades em entender realmente tudo que pode ser revisto no contrato. Podemos dizer que os principais ganchos de análise no contrato passou por uma restrita busca por:

  • Eliminar todas as cláusulas irregulares ou que sejam abusivas
  • Tentar reduzir o valor final da dívida ou de cada parcela
  • Pedir a devolução de tudo aquilo cuja cobrança foi indevida
  • Evitar que o bem seja penhorado ou então que vá a leilão como uma forma de quitar a dívida

Esses são só alguns pontos básicos da análise, mas isso pode mudar dependendo do contrato em questão. E como mencionamos no início, esse é um direito constitucional garantido pelo art. 5º, XXXV da Constituição Federal.

Isso quer dizer então que qualquer pessoa física ou jurídica tem pleno direito de pedir a revisão dos seus contratos bancários, se de alguma forma se sentirem lesados.

Todas as operações realizadas por instituições financeiras têm que existir um contrato firmado entre as partes. Sendo assim, caso haja alguma irregularidade o consumidor pode pedir a revisão de juros judicialmente, ou extrajudicialmente se preferir. Os contratos mais comuns a passarem por revisão são:

  • De Financiamento de Veículos (Motocicletas, Carros, Caminhões, Máquinas Agrícolas);
  • Contratos de Empréstimo Pessoal;
  • De  Cartão de Crédito;
  • Contratos  de Cheque Especial ou Capital de Giro.

Quais as possíveis irregularidades podem ser encontradas na revisão de juros?

Pode até não acreditar, mas existem muitas irregularidades nos contratos de financiamentos imobiliários e veiculares. Como temos experiências nesse âmbito, conhecemos muitas das irregularidades encontradas.

  • Juros Abusivos

Só pode haver cobrança de juros sobre juros caso haja previsão expressa no contrato. Porém, algumas instituições se aproveitam da ingenuidade de seus consumidores e omitem a existência dessa cobrança. Com isso, está omissão torna irregular a capitalização dos juros e a cobrança, portanto, pode ser reclamada processualmente.

  • Tarifas de Abertura de Crédito

As tarifas de cadastro, tarifas de abertura de crédito ou então tarifa de emissão de carnê, são taxas inventadas e indevidas. Geralmente, os agentes incluem essa tarifa e acham um novo nome para elas para dessa forma tentar burlar.

Sendo assim então, a cobrança dessas taxas acaba se tornando ilegal, e isso é um abuso contra o consumidor. Repassar estas despesas a quem está utilizando o serviço podemos dizer que você irá fazer uma refeição e o estabelecimento cobrará pelo prato e talheres.

Qual é o prazo da revisão de juros?

Bom, se tratando de processo judicial não há como estabelecer um prazo exato. Então um tempo certo para regularizar essa situação é impossível, porque o andamento de algumas etapas desse processo depende mais do consumidor do que da consultoria.

A liminar, por exemplo, pode demorar de 15 a 45 dias para emissão. Após isso, os próximos passos irão depender dos recursos necessários para dar andamento no processo. Além disso, o prazo de revisão pode ser diminuído quando o banco aceita a proposta feita pela consultoria.

Durante o processo eu posso vender ou transferir o veículo?

Isso não será possível acontecer. Durante o processo, o dono e proprietário do veículo fica impedido de transferir ou vender. No financiamento, o veículo é uma forma fiduciária, sendo assim, só será possível vendê-lo após a realização de todo o pagamento do veículo.

Outra dúvida que costuma ficar na cabeça de muitos é se é possível entrar com a revisão de juros caso existam parcelas em aberto. Esse direito de entrar com uma ação revisional tem garantia no momento que você assina o contrato de financiamento.

Então, não existe qualquer impedimento para se ir adiante com isso, basta que exista um contrato bancário e que este contrato contenha irregularidades. Podemos descobrir essa cobrança porque o mercado pratica uma média. Qualquer valor muito acima dessa média caracteriza uma cobrança de taxa abusiva, o que a torna irregular.

Nesse artigo, listamos todas as possibilidades para analisar seu contrato de financiamento e ajustar as parcelas ao valor correto para colocá-las em dia. No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato com intuito de eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

Você pode fazer agora mesmo uma simulação gratuita acessando o nosso site. Descubra, dentro de poucos instantes, o quanto podemos reduzir dos seus valores em aberto. Se preferir, entre em contato com um de nossos consultores por meio de nossas redes sociais e Facebook, estamos sempre dispostos para te ajudar.
Achou interessante? Você pode fazer sua análise entrando em contato com um de nossos especialistas.

Planilhas de gestão financeira podem facilitar sua renda mensal

Planilhas de gestão financeira podem facilitar sua renda mensal

Já virou rotina se assustar com o valor da sua conta bancária vendo que não está sendo compatível com seu orçamento no final do mês. Em um contexto de crise econômica e aumento dos produtos, é comum que essa instabilidade faça parte da rotina do trabalhador. Porém, nada que chegue a tirar o seu sono de tanta preocupação.

Se acaso chegar a esse ponto, veja alguns tipos de planilhas de gestão financeira e escolha a que mais se adéqua ao seu estilo de vida financeiro.

Uma planilha com controle financeiro pessoal pode salvar sua vida financeira e você aí perdendo tempo se afundando cada vez mais em dívidas. Você pode, ainda, não ter se dado conta da importância e como pode ajudar a organizar seus gastos mensais e a movimentação do seu dinheiro. A pergunta que fica é: mas qual aplicativo ou planilha financeira é o ideal? No decorrer deste artigo, iremos listar algumas opções e você poderá escolher a melhor que se enquadra para o seu perfil.

Controle e organização dos seus gastos

Primeiramente, organização é a palavra-chave para quem pretende adquirir o mínimo de educação financeira que seja. Esqueça aquelas desculpazinhas de “tive que comprar porque era muito importante” ou “estava baratinho não vai fazer falta”. Além disso, para uma planilha ser realmente importante e efetiva, você precisa seguir fielmente o plano. Insira todos os seus gastos nela sem deixar escapar nada. Entenda uma coisa, a mudança deve começar por você, a partir da mudança pelo seu comportamento sua vida financeira irá mudar.

De forma geral, todas as planilhas de gestão financeira seguem um método para inserir todas as suas receitas e/ou despesas. Sendo assim, o cálculo do saldo disponível fique ali para seu acesso. Além disso, essas planilhas de gestão financeira ajudam e muito a visualizar onde e com o que está sendo gasto seu dinheiro.

Controle Financeiro

Essa planilha de controle financeiro tem como principal objetivo mapear todas as suas finanças e também seus investimentos. Para isso, nós indicamos a planilha do Mobills. Essa planilha é bem simples e perfeita para quem não gosta de complicar ou ficar lançando seus gastos detalhadamente. O Mobills é um sistema de controle financeiro pessoal ‘online’ que te ajuda a organizar seu orçamento. Você pode registrar despesas e receitas e, dessa forma saberá exatamente onde o seu dinheiro está indo. Desse jeito, a intenção é você nunca gastar mais do que deveria e nem olhar para a fatura do seu cartão de crédito e se assustar com o valor que deve pagar.

Inicialmente desenvolvido apenas para smartphones Android, o aplicativo cresceu para a Web e agora também pode ser usado nos dispositivos iOS.

Investimentos

A planilha de investimento é uma forma de te ajudar a controlar todos os investimentos realizados. Através dessa ferramenta é possível você acompanhar o retorno que está tendo ou o prejuízo. Além disso, consultas sobre o mercado financeiro podem ser realizadas através dessa planilha sobre investimentos.

Orçamento familiar

Infelizmente isso só mostra como as famílias brasileiras estão despreparadas com relação a sua renda mensal. Dessa forma então, a planilha familiar mostra um panorama das finanças da família para você se preparar.

Planilha de controle financeiro da sua empresa

Para você que é autônomo ou tem uma pequena empresa, separe todas as suas contas pessoais das contas da sua empresa. Assim, você mantém o controle do fluxo de caixa da empresa sem misturar receitas e despesas suas ou da família e arriscar ficar no descontrole.

Por isso, uma opção de planilha para esse fim é a da Contabilizei, com layout simples e fácil de entender.

Agora não tem mais desculpa para não trabalhar no seu controle financeiro, hein? Temos certeza de que pelo menos uma dessas planilhas financeiras se adéqua às suas necessidades. E se você começar pelas mais simples, vai perceber que não tem segredo para usar e conseguir controlar bem a renda da sua família!

Caso não tenha mencionado, se está sofrendo com algum problema com seu financiamento nós podemos te ajudar.

Foi notificado e está sofrendo Busca e Apreensão? No O Bom Acordo você conta com uma equipe composta pelos profissionais mais qualificados do mercado que prestarão todo o auxílio necessário para revisar o seu contrato e reduzir as parcelas do seu financiamento. Dessa forma será eliminado todo e qualquer tipo de cobranças indevidas como Taxas Irregulares e valores de Juros Exorbitantes.

E para você que deseja Quitar o Financiamento pagando o menor preço ou recebeu ameaças de Busca e Apreensão do Veículo, mas não sabe como proceder, também conta com serviços fundamentais para lhe ajudar com estes problemas.

Portanto, não perca mais tempo! Acesse agora mesmo nosso site e descubra as melhores soluções financeiras para regularizar sua dívida. Se preferir, entre em contato agora mesmo com um de nossos atendentes através de nossas redes sociais e Facebook.

 

Juros de cartão de crédito. Quanto é possível reduzir a dívida?

Juros de cartão de crédito. Quanto é possível reduzir a dívida?

Os juros do cartão de crédito representam a modalidade mais cara dentre as opções bancárias. Além disso, são os responsáveis por boa parte do endividamento das famílias brasileiras e colocam o país no ranking da cobrança de juros mais altos. Sabemos identificar que esse fator é bem preocupante, mas grande parte da população infelizmente não consegue identificar essas abusividades. Com isso, acabam se perdendo em dívidas até virar uma bola de neve e não conseguir arcar mais.

O uso do cartão de crédito cabe somente a você avaliar se ele é mais vantajoso ou não para sua vida financeira. O que iremos te ajudar hoje é descobrir se é possível se livrar desses juros, para que essa opção não tome quase que 80% das suas dívidas.

Para isso, é preciso saber identificar a existência de cobranças indevidas na fatura do seu cartão, para então reclamar e poder entrar com seus direitos.

O que são os juros abusivos no cartão de crédito?

São consideradas abusivas quando vão além da média que está sendo estipulada pelo Banco Central. Ou seja, se a instituição financeira está com taxas bem superiores às do BC isso já não é um bom sinal.

Para explicar melhor, o Bacen costuma divulgar com frequência as taxas que as instituições financeiras podem e devem cobrar nas suas modalidades. O objetivo é que dessa forma se consiga melhorar a economia e parar com as abusividades. Com isso, teoricamente a população deveria ter mais poder econômico, e principalmente, em momentos de crises, isso ajudaria a movimentar melhor o mercado.

Porém, as entidades não necessariamente seguem à risca os valores estipulados (e isso não significa que estão erradas). O problema está quando não tomam como base o valor estipulado e cobram, além disso. As instituições bancárias costumam ter uma prática média entre elas para cada setor, tornando esse ciclo bem competitivo. Então sua função é pesquisar e escolher por aquele que lhe oferecer as melhores taxas e tarifas.

Quando nós falamos sobre os juros abusivos no cartão de crédito, é óbvio que estamos nos referindo a valores que fogem da normalidade, assim como já mencionamos. Mas o grande X da questão é: como saber identificar se essa cobrança é realmente irregular?

 

Identificando se a cobrança é indevida:

Para isso, você pode conferir uma tabela que mostra as taxas médias doBanco Central (use apenas essa instituição como parâmetro). É importante consultar no momento que você adquiriu a dívida. Para te ajudar, clique aqui e confira a lista.

Para identificar alguns dos valores que estão sendo praticados por pelo menos três instituições e dividir pela mesma quantidade. Vamos colocar um exemplo a seguir, com base nas tarifas disponíveis no Banco Central praticadas pelas instituições.

9,79+ 12,09+13,39+12,86+12,14 = 60,27 (agora divide pela quantidade de instituições listada acima) = 12,054% a.m

Com isso, tire de lição que tudo o que foge muito da média de mercado, pode ser considerado abusivo e passivo de reivindicação.

O que fazer se eu suspeitar que estou com uma taxa abusiva?

A resposta para essa pergunta é uma avaliação extremamente detalhada. É fundamental realizar uma minuciosa análise do contrato de modo a encontrar qualquer irregularidade, seja ela uma tarifa indevida ou então uma cobrança de juros abusivos. Ao realizar a busca por uma empresa especializada nesse serviço, é importante existir sinceridade entre cliente e a empresa. Nenhum detalhe pode passar, com isso, deve-se repassar para sua assessoria, tudo do acordo entre cliente e instituição financeira. Dessa forma será possível elaborar a melhor maneira de recorrer.

Como uma empresa especializada nesse ramo, sabemos que o processo pode ser bem burocrático e exige muita perícia. Além disso, é preciso uma vasta experiência na área contratual do cliente. Por achar um processo um pouco difícil de se acreditar, recorrer e reverter a situação, muitas pessoas não vão atrás dos seus direitos. Isso porque acreditam “não valer a pena” se desdobrar para elucidar os fatos, ou então, que entrar na justiça será custoso e não renderá bons frutos.

Mas saiba que esse é um dos maiores erros que você pode cometer, tendo em vista que dessa forma vai acabar não conseguindo mais arcar com a dívida e se afundar na lista de inadimplentes! Afinal, ao contratar nossa empresa séria e comprometida com o seu caso, todo o processo ficará sob nossa responsabilidade. Além de encontrarmos o caminho mais rápido e eficiente para sanar sua dívida.

O que fazemos:

No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato. O objetivo é eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

Você pode fazer agora mesmo uma simulação gratuita acessando o nosso site. Descubra, dentro de poucos instantes, o quanto podemos reduzir dos seus valores em aberto. Mas, se preferir, entre em contato com um de nossos consultores através de nossas redes sociais e Facebook, estamos sempre dispostos para te ajudar.

Achou interessante? Você pode fazer sua análise entrando em contato com um de nossos especialistas. Estamos à disposição. Para escrevermos este artigo, utilizamos como base um artigo de mesmo título publicado no site do Banco Central do Brasil.