Taxa de Juros – Expectativas 2023: economia e Selic

Taxa de Juros – Expectativas 2023: economia e Selic

A taxa de juros para 2023 funciona como um balizador, garantindo equilíbrio para as transações, evitando cobranças abusivas e fortalecendo o mercado financeiro. 

Justamente por isso, é essencial entender quais são as provisões para este ano. Permitindo um controle maior das finanças e se preparando para negócios. 

Taxa Selic – O que é e o que esperar?

Selic é a taxa básica de juros usada no Brasil, funcionando como base para a economia. Não à toa, a cada alteração, o assunto volta a aparecer em todos os canais de notícias. Seja sua estabilidade ou redução/aumento. 

Atualmente, a taxa é de 13,75% ao ano, mantendo-se a mesma de dezembro. 

O mais importante aqui é entender como essa taxa afeta no seu bolso. Portanto, sempre que a Selic cai, os bancos reduzem as taxas de juros, tornando o crédito mais acessível. Por outro lado, a inflação faz a Selic subir e, com isso, os preços também são elevados. 

Como resultado, muitos brasileiros esperam a baixa dessa taxa para solicitar empréstimos ou fazer financiamentos. Já que os juros tendem a ser menores, apresentando condições mais vantajosas. 

Então, no cenário atual, a expectativa da economia é uma elevação da inflação, Selic e PIB. Ao mesmo tempo, com a previsão de que o IPCA fique em 5,08%, com baixa ao longo dos meses, coloca uma perspectiva positiva par ao futuro. 

Na prática, se os números seguirem as previsões, ao final de 2023, a taxa Selic estava em torno de 11,75% a 11,50%, segundo matéria publicada na CNN Brasil

Mas, como o cenário ainda é de incertezas, principalmente com a troca presidencial, muitos outros cálculos serão necessário. 

No aspecto político, dois indicadores importantes que podem mudar o cenário da Selic incluem as discussões acerca da PEC do Estouro, bem como a chefia da Fazenda. 

Taxa de juros no Banco Central 

O Banco Central é responsável por definir médias de taxas de juros e ainda regulamentar uma série de questões. Como evitar cobranças abusivas nos financiamentos veiculares através de ações revisionais (quando solicitadas pelos consumidores), revisando cláusulas de contrato. 

No ano passado, por exemplo, o movimento de encerramento do ciclo da alta de juros foi importante para delimitar a Selic, que estava a 2% ao mês. 

Dessa forma, o Banco Central faz o controle dos preços, para que a inflação fique dentro da meta. 

Em contraponto, diversos riscos avaliados pelo Banco capazes de influenciar no que está por vir do mercado. Como as pressões inflacionárias do mundo, com os choques de commodities e o desabastecimento de gás da Europa, riscos fiscais e o hiato entre PIB e PIC Potencial, etc. 

Enfim, podemos dizer que as instituições financeiras do Brasil, principalmente os grandes bancos, estão a favor do cenário, com a balança pendendo para seus serviços e produtos. 

Investimentos 2023 – Melhores opções considerando taxa de juros atual 

Diante do cenário atual, e das incertezas sobre a Selic, muitos brasileiros ficam em dúvida sobre investir ou não, bem como onde colocar as apostas durante o ano. 

Assim, considerando a Selic, os investimentos de renda fixa podem garantir um bom retorno e baixíssimo risco, decorrente da movimentação dos juros. 

Já para os investidores dos títulos indexados à inflação, a previsão é de valorização, já que (mesmo em queda) está acima do limite superior. 

Com a transição do Governo, muitos especialistas indicam que os títulos com taxas pré-fixadas são os com melhor rentabilidade. Segundo Idean Alves, a alta prevista para os próximos meses é positiva para esses investidores. 

A taxa de juros para fundos de renda fixa global e hedge cambial também são interessantes, já que não coloca você na variação do câmbio.

Enfim, podemos dividir as melhores opções de investimentos considerando o cenário atual em categorias.  Nos investimentos de renda fixa, temos:

  • Tesouro Selic; 
  • Tesouro IPCA+; 
  • Títulos Bancários, como LCA e CDB. 

Por outro lado, os melhores fundos imobiliários para este ano são RECR11 – REC RECEBÍVEIS IMOBILIARIOS e TRXF11 – TRX Real Estate. 

Mas aqueles que preferem o mercado de ações, o ideal é ficar a par das notícias que estão por vir. A expectativa é que empresas que tenham maiores níveis de alavancagem e/ou modelo de negócio frágil, tenham resultados mais problemáticos. 

Como resultada, aquelas que pagam dividendos ou com um perfil defensivo, se mostram mais interessantes para investidores. Afinal, oferecem maior estabilidade, segurança e um retorno financeiro mais elevado. Dentre elas, podemos destacar: 

  • BBAS3 – Banco do Brasil;
  • UM/MUTC34 – Micron Technology;
  • ALSO3 – Aliance Sonae. 

Taxa de Juros – Expectativas 2023: Vale a pena financiar veículos no cenário atual? 

Diante desse cenário, você pode ficar na dúvida sobre investir no sonho da casa ou veículo próprio, já que essas taxas são usadas como base nos negócios. 

Via de regra, a principal informação que você deve ter é que, quanto maior a Selic, maior é o custo de crédito. Ou seja, quando essa taxa está muito alta, mais você pagará por aquele financiamento. 

Isso acontece porque as instituições financeiras, neste cenário, precisam de mais recursos para conseguir liberar crédito ao público, encarecendo o serviço. Como isso é repassado para o consumidor que solicita o crédito, tudo fica mais caro. 

Imagina, por exemplo, que uma pessoa X empresta dinheiro ao banco, investindo internamente. Neste caso, o banco tem a taxa de juros que será paga para esse investidor e mais a taxa que vai ganhar ao emprestar esse dinheiro para você. No final, é o consumidor que paga pela transação.  

Desse modo, os especialistas, como Miguel Ribeiro de Oliveira, apontam que agora não é a melhor hora para financiar, principalmente contratos de longo prazo. 

Para aqueles que vão comprar coisas essenciais, como substituir a geladeira quebrada, as taxas ainda estarão presentes, mas é um pagamento que dura a média de 6 meses.

Já para financiar uma casa ou carro, o financiamento pode levar 30 anos, fazendo com que a taxa de juros seja insustentável. Dessa forma, o ideal é esperar, ao menos, 6 meses e reavaliar as opções. 

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7 dúvidas comuns no financiamento veicular:

7 dúvidas comuns no financiamento veicular

Sendo um dos negócios práticos e amplamente vistos atualmente, ainda existem  dúvidas comuns no financiamento veicular que deixam muitos consumidores perdidos no momento de assinar um contrato ou avaliar uma oportunidade. 

Dessa forma, reunimos aqui tudo o que você pode estar se questionando sobre o tema. Logo, é possível evitar erros na hora da esperada compra ou mesmo se preparar para os pagamentos dos próximos meses. Confira! 

1-Principais tarifas cobradas no financiamento (legais) 

Primeiramente, vamos a alguns custos que estarão presentes no seu contrato, seguindo a lei para financiamentos: 

  • IOF: imposto sobre as operações financeiras que é direcionado ao governo, sendo uma taxa única de 0,38% + 3% anual, sobre o valor do veículo; 
  • Tarifa de Avaliação do Bem: se você for fazer negócio com o seu veículo, o banco pode cobrar uma taxa para avaliá-lo; 
  • TAC: a tarifa de abertura de cadastro só pode ser cobrada se você não tiver um relacionamento com o banco, caso contrário, é abusiva. 

Cabe destacar que pode haver cobrança de outras tarifas, sendo necessário observar cada contrato. 

2- Dúvidas comuns no financiamento veicular: existe idade mínima ou máxima 

Essa é uma questão pouco discutida pelos bancos. Isso porque, segundo a legislação geral, não existem nenhuma lei que determine idade mínima/máxima. 

Ao mesmo tempo, o Código de Defesa do Consumidor fala sobre a não discriminação baseada na idade. 

Entretanto, a regra geral (e interna) das instituições financeiras é que a idade mínima é de 18 anos (mais facilmente aos 20), onde é observado relações de trabalho e renda. 

Já a idade máxima é de 70 anos, considerando a expectativa de vida do brasileiro. Nesses casos, é comum que o banco solicite um avalista com parentesco de primeiro grau com o financiador. 

3- Fatores que alteram os juros

Entre as dúvidas comuns no financiamento veicular se refere as taxas e o que altera o valor pago ou definido em contrato. Sendo assim, os principais fatores são: 

  • Idade do veículo: em geral, quanto mais velho o carro, mais caro os juros, já que ele tem maiores chances de apresentar defeitos; 
  • Parcelas: o parcelamento altera os juros, assim, se dividir em mais vezes, as taxas tendem a aumentar; 
  • Entrada: muitos bancos só realizam financiamento com entradas, outros não. De qualquer maneira, ao dar esse valor, os juros costumam ser menores. 

Da mesma forma, muitos bancos avaliam o score de crédito, uma forma de considerar o consumidor como bom ou mau pagador. Logo, scores mais altos, frequentemente, recebem ofertas melhores, com juros menores. 

4- Adiantamento de parcelas entre as dúvidas comuns no financiamento veicular 

O adiantamento de parcelas é uma possibilidade, bastante comum com o fim do ano, quando muitos trabalhadores recebem o 13º salário, das férias e outros montantes. 

Nesse caso, cada instituição pode fazer isso de uma maneira. A mais comum delas é através dos boletos, pagando as últimas parcelas. 

Inclusive, ao fazer isso, você tem o abatimento dos juros. Já que o pagamento é realizado antes da data de vencimento. Esse abatimento é sempre proporcional, reduzindo o custo total do seu veículo. 

5- Posso financiar um carro se já tiver um empréstimo ou outro financiamento 

Essa é uma dúvida bastante comum, mas a resposta pode variar bastante. 

Na regra geral, um empréstimo/financiamento não impede outro. Mas é preciso que os valores, somados, não comprometam mais que 30% de quanto você ganha. 

Essa é uma medida que visa evitar o atraso nos pagamentos das parcelas e outros problemas, já que comprometer demais o orçamento pode gerar alguns prejuízos. Em alguns casos, os bancos reavaliam o empréstimo que já existe, reajustando os valores. 

Dessa forma, também existem algumas exceções. Por exemplo, se você tiver um score muito alto ou já tiver pagado mais da metade do empréstimo/financiamento, o próximo serviço pode comprometer até 50% da renda. Isso porque, em teoria, logo você terminará aquela parceria. Em todo caso, é preciso avaliar o que realmente é benéfico para o seu bolso. 

6- O que acontece se deixar de pagar as parcelas? 

Com as crises que assolam o país, elevando o desemprego, muitos deixam de pagar os financiamentos. Afinal, há outras preocupações vigentes. 

Quando isso acontece, o banco entende que você está em posse de um bem que (ainda) não lhe pertence. Como resultado, pode solicitar a busca e apreensão do veículo

Isso pode ser nos primeiros dias após o primeiro atraso ou mesmo demorar meses. Já que cada instituição financeira segue uma burocracia interna. 

Entretanto, isso não é interessante nem para você, nem para o banco. Então, se notar que as contas não estão fechando, o ideal é conversar com a instituição o quanto antes, buscando maneiras de regularizar essa condição. 

Geralmente, os bancos oferecem novos contratos de financiamento (o que também eleva os juros, reduzindo valor mensal da parcela). Portanto, avalie cuidadosamente se vale a pena antes de assinar qualquer documento. 

7- Juntando renda e autônomos entre as dúvidas comuns no financiamento veicular 

Por fim, vale dizer que você pode declarar a sua renda com a de terceiros na hora de fazer um financiamento. Essa medida é comum para conseguir veículos melhores e mais novos ou evitar negativas do banco.

No caso, é preciso que a relação seja de união estável ou casamento. Não sendo válido para irmãos, pais ou outros. 

Além disso, autônomos podem realizar financiamento de veículos normalmente, desde que cumpra com os requisitos solicitados pela instituição financeira. Como score, valor de entrada, etc. 

Dessa forma, ao contrário do que muitos pensam, o financiamento não se trata de um serviço difícil de ser acessado, mas burocrático. Ou seja, existem regras e etapas a serem cumpridas. 

No caso dos autônomos, por exemplo, é comum que as particularidades de um empréstimo/financiamento sejam as mesmas de pessoa jurídica. Como resultado, é comum que os bancos solicitem extratos bancários, para comprovar a renda. 

Enfim, é importante que, antes de fazer qualquer negócio, você tire todas as suas dúvidas sobre o funcionamento e contrato. Isso vai te ajudar a manter as contas em dia, ter o seu bem em mãos e resolver qualquer questão que surgir no caminho.

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Juros abusivos: confira as cláusulas de contrato

Juros abusivos: confira as cláusulas de contrato

Identificar juros abusivos significa entender e conferir as cláusulas do contrato, sabendo exatamente o que está expresso nesse documento. Mas também se prevenir diante de fraudes que, muitas vezes, são disfarçadas de itens obrigatórios por uma empresa ou instituição financeira. 

Aliás, mesmo quando o documento é lido na íntegra, é possível que você identifique após assinar e firmar um negócio, que algo está errado ou mesmo duvidoso. Sendo essa uma questão que leva a ação revisional. 

Pensando nisso, aqui vamos ensinar você a entender melhor quais são os seus direitos diante de um contrato com cláusulas abusivas, mas também o que fazer para evitar que isso aconteça. Já que pode custar caro. 

Identificando juros abusivos

Identificar juros abusivos não é uma tarefa simples e rápida, principalmente se você não tem o hábito de conferir todas as informações de um contrato, anotar, fazer contas e rever valores. 

Porém, você pode começar de uma maneira simples: nunca assine nada sem saber o valor real do que está por trás daquele documento. 

Um exemplo simples está no financiamento de veículos. Que é uma maneira efetiva para muitos terem o tão sonhado carro próprio. 

Neste cenário, é sabido que os juros pode dobrar o valor de um utilitário, mesmo os mais simples, já que há essa parceria entre você e o banco (para financiar). 

Então, se o carro custava R$ 30 mil a vista ou R$ 30.500 parcelado em 12 vezes, ao financiar, o valor chega a R$ 50 mil. Claro que existe a vantagem de serem parcelas baixas, por vários anos. Porém, ao terminar de pagar esse bem, você terá perdido mais que R$ 20 mil, já que o carro será mais antigo e terá desvalorizado no mercado. 

Retomando a questão da identificação, não existe uma tabela exata sobre o assunto. Mas, uma regra é: observe o que outros bancos estão cobrando. 

Sempre que uma instituição financeira está oferecendo “mais condições”, fique atento ao valor final.

O que costuma acontecer é que algumas empresas disfarçam os juros abusivos de condições mais acessíveis para você  cliente veja  apenas o valor inicial. 

Juros abusivos: Exemplo prático 

Suponha que você esteja pensando em um financiamento veicular e esteja comparando dois bancos. O carro vale em torno de R$ 25 mil. 

No primeiro banco, a condição oferecida é de um juros de 12% ao ano, sendo 1% ao mês. Entretanto, o máximo de meses para pagamento são doze e o valor final do veículo é de R$ 28 mil. Ou seja, a média de R$ 2 mil ao mês. 

Já no segundo banco, eles oferecem até 48 meses para pagamento do mesmo veículo. Entretanto, a taxa de juros é de 25%. Logo, o valor final do carro é R$ 31.250, uma parcela de R$ 651 ao mês. 

Neste exemplo, temos é claro que muitos vão optar pelo segundo banco, já que não conseguem arcar com as parcelas do primeiro. Porém, será preciso que você pague R$ 3.250 a mais. Isso sem contar a desvalorização do veículo. 

O que fazer? 

A primeira regra para que você  identificar juros abusivos é fazer essa conta destacada acima. Seja na hora de procurar um carro ou banco para financiamento, bem como se já tiver um contrato assinado. 

Segundo o Banco Central, para financiamento de veículos, a taxa mensal média cobrada é de 0,74% até 3,64%. Se for superior, já é abusivo. Em alguns casos, mesmo sendo inferior a isso, pode haver reduções, principalmente se outros bancos estiverem com uma taxa muito inferior. 

Juros abusivos: Confira as cláusulas de contrato

Cláusulas de contrato abusiva são todas aquelas que deixam você, ou qualquer outro consumidor, em desvantagem. Isso considerando um contrato, que é uma parceria entre você e outra pessoa/empresa. 

Justamente por isso, pode-se anular muitas dessas cláusulas.

Assim, é preciso observar se essas regras do contrato, de alguma maneira, atenua ou elimina a responsabilidade do fornecedor. Ou mesmo se impossibilita a sua ação. 

Isso acontece porque a lei define que é preciso ter um equilíbrio nessa relação. Ou seja, ambas as partes têm direitos e deveres, mas nenhuma deve anular a outra. 

Um exemplo clássico acontece no financiamento de veículos. Onde muitas garagens dizem que oferecem apenas a garantia para motor e câmbio. 

Porém, é obrigatório que todos os bens vendidos tenham 90 dias de garantia, para o bem todo. Já que alguns vícios ocultos dependem do uso para serem descobertos. 

Sendo assim, ao colocar isso no contrato,  pode anular  a cláusula, cabendo a empresa pagar pelo defeito ou ressarcir o consumidor (caso ele já tenha pago pelo concerto). 

Dessa forma, a regra é observar as cláusulas e se identificar desvantagem exagerada, ofensa aos princípios jurídicos, restrição de direitos ou outras questões. Converse com a empresa. 

Mas, se isso não adiantar para resolução do problema, vá atrás dos seus direitos  procure um advogado. 

Já as penalidades e sanções dependem do que é constatado pela justiça. Quando comprovada ação de má-fé, por exemplo, além da cláusula ser anulada, a empresa pode ter de pagar por danos morais ao consumidor. 

Dicas para fugir dos juros e cláusulas abusivas

Por fim, vale destacar algumas dicas importantes para evitar contratos que, futuramente, possam ser considerados abusivos. Anote: 

Sempre faça a conta

A regra básica de qualquer transação é fazer as contas e descobrir os valores reais que serão pagos. Em suma, quanto maior o tempo de pagamento, mais altos são os juros. 

De qualquer maneira, avalie isso cuidadosamente.

Nunca assine um contrato sem entendê-lo 

Pode parecer estranho dizer isso, mas muitos ainda assinam um contrato sem ler e entender o que tem naquele documento. Um erro que pode custar caro. 

Sendo assim, pegue o contrato, leia, entenda e questione o que está escrito ali. Ou mesmo leve para um profissional que possa lhe ajudar neste processo. 

Desconfie de ofertas 

Sempre que a oferta de uma instituição financeira apresenta uma oferta que parece “incrível”, é melhor ficar atento. Em todo caso, lembre-se que a empresa quer lucro em cima de um contrato. 

Ou seja, ela não vai firmar uma parceria onde estará em desvantagem.

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Como funciona o financiamento veicular: valores e contratos

Como funciona o financiamento veicular: valores e contrato

Entender como funciona o financiamento veicular  é ir além da perspectiva de que se trata de um tipo de empréstimo e considerar regras, dicas e vantagens ou desvantagens da modalidade. 

Por isso, separamos aqui tudo o que você precisa saber sobre essa modalidade de negócio. Incluindo motivos que levam a uma negativa dos bancos e financeiras. Confira! 

 

Como funciona o financiamento veicular? 

Primeiramente, vamos à parte teórica e prática desse negócio. 

Assim, o financiamento é um tipo de empréstimo no qual você estabelece uma relação com instituições financeiras, como os bancos. Sejam elas públicas ou do setor privado. 

Inclusive, pode ser solicitado para veículos novos ou usados, e de qualquer tipo. Como um carro comum, motos, caminhões e outros. 

Basicamente, é definido um contrato onde o valor total é apresentado para que você o pague em parcelas, acrescidas dos juros. 

Na prática, o financiamento significa que a instituição financeira pagou pelo veículo, liberando-o para você usar. Mas, para que seja seu, você deve arcar com os custos do contrato. 

Justamente por isso, se você deixar de pagar as parcelas, o banco pode solicitar a apreensão do veículo. Neste caso, cada instituição tem regras e até prazos.

Algumas esperam um único dia e outras tentam renegociar, mesmo que você tenha atrasado três pagamentos. 

 

Por que o banco não faz financiamento no meu nome? 

Se você procurou uma instituição para realizar um financiamento veicular e não conseguiu, é provável que não cumpra alguns dos requisitos básicos (e gerais) de crédito. 

De forma geral, o banco realiza uma avaliação do perfil de cada cliente. A partir dessas informações,  ele faz uma revisão dos riscos. O resultado garante uma resposta positiva ou negativa quanto ao financiamento. 

Portanto, os principais requisitos que você deve cumprir são: 

Idade mínima 

Salvo casos excepcionais, as instituições financeiras liberam financiamentos apenas para maiores de 20 anos. Já que, antes disso, é provável que você não tenha nenhum bom histórico financeiro. 

Além disso, a idade máxima para realizar o financiamento é de 70, considerando os dados do IBGE.  Só que isso nem sempre é falado abertamente pelas empresas. 

Renda e score 

O score de crédito indica aos bancos se você tem potencial para ser  um bom pagador ou não. Geralmente, aqueles que têm um score muito baixo (ou estão negativados), não conseguem um financiamento. 

Além disso, precisa comprovar renda. Afinal, o banco quer saber que você tem condições de pagar as parcelas em dia. 

E existem regras para conseguir um financiamento veicular? 

Na prática, as regras são básicas, e os requisitos principais são idade e renda. Entretanto, cada instituição/empresa pode seguir padrões mais específicos. 

Por exemplo, alguns oferecem condições melhores sempre que o cliente dá um valor de entrada ou parcela em menos vezes. 

As instituições financeiras também consideram a idade do carro (quanto mais velho, mais difícil), seguros inclusos, tempo de uso daquele carro (quilometragem), marcas (as mais tradicionais  são mais fáceis de financiar), etc. 

Cabe destacar ainda que existem responsabilidades que cabem ao banco e  outras ao vendedor do veículo. 

Por exemplo, o vendedor deve comunicar a venda ao Detran em até 30 dias,  dar suporte em caso de problemas,  garantia de 90 dias, etc. 

Já as instituições financeiras ficam responsáveis por tudo o que se refere ao financiamento. Como recebimento mensal, taxas e juros, serviços adicionais que forem contratados, etc. 

Sendo assim, o que se refere ao valor financiado, é de responsabilidade dos bancos. Já o que se refere ao veículo, é de responsabilidade do vendedor.

Inclusive, todos os carros têm 90 dias de garantia (incluindo vícios), valendo para o carro todo. Porém, é de sua responsabilidade fazer a transferência de propriedade. 

Vantagens e desvantagens do financiamento veicular 

A realidade é que praticamente todos os negócios tem seus  prós e contras, devendo ser avaliados cuidadosamente. Isso tudo considerando a sua capacidade de pagamento e mais. 

Desse modo, as principais vantagens são: 

  • Você terá o bem mais rapidamente; 
  • Pode negociar parcelas que consiga pagar; 
  • Muitas vezes o banco permite pagamentos antecipados com descontos; 
  • Financiamentos melhores em casos de entrada e/ou de outros bens como garantia.

Já as principais desvantagens são: 

  • Você terá de arcar com as parcelas e juros por um determinado período; 
  • É burocrático e não é liberado para todos; 
  • Desvalorização do dinheiro e bem, quando o financiamento é muito longo; 
  • Muitos contratos têm cláusulas abusivas. 

Dicas: como evitar problemas no financiamento 

Por fim, separamos algumas dicas práticas de como ter mais vantagens na hora de fazer um financiamento veicular e considerar diferentes aspectos desse negócio. Tome notas: 

Regularize sua situação financeira 

Antes de mais nada, se você tem dívidas, contas atrasadas e/ou muito altas, bem como uma instabilidade nas finanças, precisa acertar isso. 

Dessa forma, você evita prejuízos no futuro. Por isso, faça simulações com diferentes instituições. Não é segredo que cada instituição financeira tem suas taxas e regras.

Justamente por isso, o ideal é simular o financiamento em, ao menos, 3. Com esses dados, compare e veja qual delas é a mais interessante. 

Sempre leve um mecânico para ver o carro 

Principalmente para carros semi-novos/usados, é indispensável levar um mecânico de sua confiança para avaliar o veículo. 

Com isso, você pode descobrir problemas que não tinha visto antes. Também confira os documentos, sabendo se aquele já foi danificado. Fora isso, há a garantia de 90 dias do carro todo. 

Financiamento veicular: Nunca assine o contrato sem rever todo o documento 

Todos os contratos de financiamento veicular (e outros), devem ser avaliados de forma tranquila e completa. Muitas vezes, é indicado levar até um profissional. 

Isso porque, não é incomum que algumas instituições adicionem serviços/taxas extras (como seguros que você não quer contratar) e até taxas abusivas sobre o valor. Só assine quando tiver certeza do negócio. 

Arque com todas as parcelas e converse com o banco 

Enfim, deixar de pagar não é uma opção. 

Porém, se as coisas começarem a ficar difíceis, converse com o banco  e tente renegociar o quanto antes. Geralmente, isso significa mais juros, mas evita a perda do veículo ou mesmo que seu nome acabe negativado.

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Compras parceladas: Confira os principais erros

Compras parceladas: Confira os principais erros

Compra parcelada: O cartão de crédito funciona da simples forma “compre agora, e pague depois”. Isso significa então que o valor que gastará na compra não será pago naquele momento, apenas no mês seguinte quando receber a fatura. Parece uma opção simples e bem vantajosa, não é mesmo? Mas alertamos que se não for usado da maneira certa, essa opção nem sempre será vantajosa.

 

Você bate o olho na vitrine e vê aquele produto desejado, no mesmo momento já pensa em comprar, só que o valor não combina em nada com o que pode pagar no momento.

 

É nesta hora de dúvida entre o que deve ou não fazer que você vê o vendedor vindo em sua direção e tenta de todas as formas te convencer a comprar, e muitas vezes nem pensa direito e acaba decidindo comprar sem pensar no prejuízo financeiro que isso pode lhe causar.

Quando falamos que “é melhor prevenir do que remediar” pode parecer uma frase meio clichê, mas é a mais pura verdade, inclusive, costuma funcionar muito bem quando se trata de evitar gastar o dinheiro e passar o mês no vermelho. Afinal, como já mencionamos em artigos anteriores publicados em nosso blog, o melhor caminho é você fugir dos elevados juros do parcelamento.

 

Mas como isso é possível?

 

É o que você vai descobrir hoje com nossas dicas!

 

Muitas vezes, a surpresa com o desconto fala mais alto e fazem os olhinhos até brilharam, mas infelizmente isso acaba resultando em compras impulsivas. Por isso, a importância de se questionar se aquele item é fundamental para a vida ou se é um desejo momentâneo.

Claro que para a maioria das pessoas isso pode ser uma das tarefas mais difíceis no momento, por isso, já foi motivo de pauta para ser abordada em nosso Blog.

 

E para saber como conseguir esse equilíbrio financeiro e como resistir a essas tentações de sair gastando sem ter controle, clique aqui.

 

Grande parte das compras parceladas acontece na base da empolgação momentânea, que provavelmente não fazia parte do seu planejamento. O artigo de hoje busca, em primeiro lugar, alertar você, quanto ao perigo de fazer parcelamentos sem se policiar de alguns riscos que pode encontrar. Após analisar sua vida financeira no momento, você viu que terá mesmo que parcelar a sua dívida no cartão de crédito.

Aí surge a dúvida de como se deve evitar dores de cabeça após essa decisão? Continue aqui conosco e veja nossas dicas.

  • Primeiro de tudo, não faça um planejamento financeiro incorreto!

Um  dos  maiores erros do consumidor  na  hora  de  fazer  compras  parceladas  é  não  calcular  direito  o impacto  que essa compra   terá  no  seu  orçamento  familiar, resultando no aperto financeiro.  Acontece  com  mais frequência do que você pode imaginar.

Isso  aumenta  ainda  mais  durante  o  fim  de  ano,  época,  na  qual,  os  brasileiros  tendem  a realizar  compras  parceladas  acreditando  que  serão  capazes  de  arcar  com  as  aquisições feitas  no  Natal, mas  esquecem  que  o  mês  seguinte  conta  com  IPVA  e  IPTU,  além  do retorno das aulas das crianças e vários outros gastos que passam a dificultar o pagamento das prestações adquiridas, o que leva ao endividamento, e todos nós sabemos que o começo de ano é sempre o mais apertado financeiramente.

  • Evite acumular muitas parcelas

O ideal mesmo é não voltar a usar o cartão até que todas as suas dívidas sejam quitadas. Se você parcelar o cartão de crédito no mês anterior e continuar realizando novas compras, é bem provável que perca o controle e acabe se endividando. Para evitar dores de cabeça, “aposente” o cartão até estar com as parcelas quitadas e o limite do cartão inteiro novamente.

 

Não conferir o impacto dos juros nas compras parceladas também é um grande erro.

Outro erro clássico de quem opta por essa modalidade de compras é não conferir o impacto dos  juros  no  preço  do  objeto  adquirido  quando  ele  é  parcelado.

Muitas  vezes,  os  juros podem chegar até mesmo a dobrar o valor do objeto quando comparado o valor à vista, e no final das contas você acaba quase pagando o valor de dois produtos!

 

Tome cuidado adicional com o parcelamento realizado pelo cartão de crédito ou mesmo por cheques pré-datados, pois as duas modalidades de crédito quando não quitadas levam o consumidor a ter pela frente juros extremamente elevados, comprometendo a situação financeira em algumas vezes por muitos anos. Compras parceladas muitas vezes é um mau sinal. Porém muita  gente  considera  um  maior  número  de  parcelas  um  sinal  positivo  para  fechar  um negócio.

 

Parcelar suas compras não é necessariamente ruim, mas quanto menos parcelas, menos juros serão incididos no valor de compra e melhor vai ser para o cliente. Além disso, quanto mais parcelas, maior o risco de inadimplência e eventuais problemas jurídicos posteriores e o tempo que ficará pagando.

 

Não comprometa grande parte da sua renda em parcelas mensais

 

O comprometimento de renda pode se tornar um problema difícil de controlar quando não há o controle e qualquer tipo de cuidados com a saúde financeira da sua família.

Mas como resolver isso e lidar melhor com seu limite de gastos dentro do mês? Segundo especialistas, o ideal é que o pessoal não comprometa mais do que 5% da sua renda mensal com o pagamento de compras parceladas, para não correr um risco grave de endividamento futuramente.

 

Erros  comuns  na  hora  de  fazer  compras  parceladas como  esses  costumam  ser rotineiros para as pessoas que têm o hábito de usar cartão de crédito ­ e não é preciso ter vergonha disso. Basta estudar e se preparar para que eles não se repitam.

Porém, às vezes, por mais que tenhamos força de vontade, não conseguimos resolver certas situações sozinhas.

 

Esperamos que esse artigo tenha te ajudado de alguma forma a evitar os erros no momento das parcelas e manter o controle financeiro. E se toda situação já tiver saído do seu controle, conte com O Bom Acordo para colocar sua vida financeira de volta nos trilhos. 

 

Financiamento: o que pode estar deixando mais caro

Veja o que pode estar deixando seu financiamento mais caro

Hoje em dia umas das principais formas de se conseguir conquistar seja um imóvel ou um veículo é através do financiamento. Porém, o medo de parcelas altas impossibilita muitas pessoas até mesmo de tentar

 

.Não é incomum que muitas pessoas que financiam um carro ou moto acabam atrasando o pagamento das parcelas e se afundando em dívidas. Porém, existem saídas para reduzir o valor do financiamento de veículos e algumas coisas que podem estar encarecendo para serem tomadas antes de assinar o contrato ou após iniciar o pagamento das parcelas.

 

Uma grande parte das pessoas que nos procuram para o serviço de ação revisional, acredita que as Taxas Abusivas são as grandes responsáveis por fazer um financiamento aumentar o seu valor. De fato, esse pensamento não está tão errado, essas taxas são um dos problemas, mas não as grandes responsáveis. No artigo de hoje, vamos explicar todo esse universo das cobranças que não podem ser feitas, vamos tomar por exemplo, os financiamentos veiculares.

Com certeza você já ouviu alguém usando a expressão “é só a ponta do iceberg”, e fazendo uso dessa expressão já conhecida, vamos te dizer que, em um financiamento veicular, as Taxas Abusivas nada mais são do que a ponta do iceberg. Isso porque, por trás delas, existe um mundo imenso de cobranças com Tarifas Irregulares, Juros Excessivos, além  de seguros não autorizados que aumentam as parcelas do veículo.

Precisamos considerar também que, por outro lado, as Taxas Abusivas são um sinal de alerta para o contratante perceber que existem cobranças indevidas em seu contrato. Basta levar em consideração que, se uma financeira não se preocupa com o seu cliente a ponto de colocar Taxas Abusivas muito acima do percentual praticado no mercado em seus contratos, é óbvio que ela não será obstante em incluir também outras cobranças indevidas, e também abusivas, como Tarifas Irregulares e Juros Excessivas.

Tarifas Irregulares: O que caracteriza a irregularidade em uma tarifa

Podemos chamar de Tarifas Irregulares todo e qualquer tipo de taxa que seja diferente das taxas permitidas pelo BACEN (Banco Central do Brasil). Mas vamos exemplificar algumas delas a seguir.

  •     Tarifa de Emissão de Boleto (TEB)

Esta taxa é uma das mais comuns, mas o consumidor não deve ser cobrado por nenhuma tarifa de emissão de boleto bancário ou por qualquer outro custo que faça a parte da prestação do serviço. Muitas vezes a TEB pode ser cobrada também como Tarifa de Emissão de Carnê (TEC), e é considerada pelo Superior Tribunal de Justiça como uma Cobrança Abusiva, pois ela é parte do negócio feito entre o banco e o comerciante. Portanto, o ônus não pode ser repassado ao consumidor.

O valor pode ser contestado mesmo que esteja previsto em contrato, pois cláusulas que, como essa, estabeleçam obrigação injusta ou que coloquem o consumidor em desvantagem são consideradas abusivas e nulas.

  •     Tarifa de Abertura de Crédito (TAC)

Uma das taxas mais cobradas em contratos de financiamento é a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC), aproveitando-se da falta de informação do consumidor, muitas instituições financeiras fazem a cobrança irregular da tarifa, que é ilegal desde 2008. O Banco Central do Brasil proibiu que esta taxa seja cobrada pelas instituições financeiras. Contudo, diversas operadoras a incluem em seus acordos com outro nome. Mas de qualquer maneira, esta prática continua sendo usada ilegalmente para aumentar o lucro dos bancos.

  •     Taxa de Serviços de Terceiros

A Taxa de Serviços de Terceiros nada mais é que uma tarifa que o consumidor paga à instituição financeira para cobrir o valor pago por elas como comissão ao vendedor do contrato de financiamento. Porém a resolução nº 3.954 do Banco Central proíbe a cobrança de tarifa, comissão ou qualquer valor referente a serviços prestados por terceiros ou fornecedores de produtos. Ela ainda garante que o consumidor lesado por tal cobrança, deve reclamar com a instituição financeira para negociar a restituição do valor, podendo pedir até o dobro do valor ganho indevidamente.

  •   Tarifa de Cadastro

Essa tarifa até pode ser cobrada, contudo, apenas se o cliente não possuir relação com o banco anteriormente, como uma conta aberta ou outros empréstimos e financiamentos, por exemplo. Isto acontece porque esta taxa é cobrada para a realização de pesquisas em relação aos serviços de proteção ao crédito e outras informações para o cadastro. Vale dizer que a coleta de informações cadastrais do pretendente ao crédito somente beneficiaria a própria instituição, que através dela vê os riscos de inadimplência.

Em casos em que o cliente já possui relação com o banco e consequentemente o cadastro, considerando que a base de dados já está registrada na instituição, essa pesquisa não é necessária. O que faz com que essa cobrança seja considerada uma taxa irregular.

  •     Taxa de registro de contrato

Efetuar a cobrança da tarifa de registro de contrato em operação de financiamento também é considerado uma prática ilegal. Contudo, a confusão ocorre porque ainda existem algumas hipóteses em que esta taxa pode ser cobrada, como em alguns tipos de transações comerciais. Mesmo assim, ainda é comum encontrar instituições que possuem essa tarifa em seus contratos irregularmente, mas com um nome diferente.

  •     Seguros Não Autorizados

Além das Tarifas Irregulares, que sozinhas já causam mais estrago que as Taxas Abusivas, outra prática que aumenta consideravelmente as parcelas de um financiamento é a inclusão de seguros não autorizados. Muitos não sabem, mas você não é obrigado a aceitar nenhum seguro proposto, ou nesse caso imposto, pela financeira.

O pior de tudo é que muitos desses seguros, que são pagos às suas custas, na maioria das vezes beneficia apenas os credores. Como, por exemplo, um seguro que garante ao banco uma porcentagem das parcelas caso você perca o emprego e não consiga quitar o financiamento em dia.

Fique atento!

Você identificou alguma destas Tarifas Irregulares ou seguros não autorizados no Contrato de Financiamento de seu veículo? Não se preocupe, com a Ação Revisional de Contratos do O Bom Acordo você consegue revisar todos estes valores e eliminá-los, garantindo até a Redução das Parcelas do Financiamento. No O Bom Acordo você encontra estas e outras soluções financeiras que podem auxiliar você em momentos de aperto como em casos de Busca e Apreensão ou Acordo Quitativo (para você que quer Quitar o Financiamento com valores justos.

 

 

Ano novo, boletos de sempre: Veja como se preparar

Ano novo, boletos de sempre: Veja como se preparar

É o sonho dos brasileiros virar o ano sem dívidas, essa expectativa a maioria compartilha. Mas, se você vai virar o ano sem dívidas, eu sinto muito, mas janeiro já começa com aquelas típicas de começo do ano.

 

A lista é vasta, e para piorar são gastos altos, os principais são: impostos, como por exemplo IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) IPVA (Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores), além de mensalidades tais como universidade, matrícula escolar e até mesmo uniformes.

 

O questionamento que fica é como dar conta dessas obrigações, logo após festas de fim de ano, com presentes para toda família, ceia no natal, algumas pessoas recorrem até ao parcelamento para dar conta de tudo. 

 

Hoje trouxemos dicas valiosas para te ajudar a lidar com esse momento de começo de ano e boletos para pagar.

 

Planeje-se

 

Planejamento deve ser uma coisa que deve pegar como lição para sua vida financeira no ano inteiro. Então, aproveite que o ano está começando agora, e já inicie da maneira correta. Colocar no papel, celular ou até mesmo em uma planilha pode funcionar bastante para organizar os gastos previstos.

 

Lembre-se, não se esqueça de anotar nada. Os valores devem ser detalhados, coloque as parcelas que serão pagas, quantidades, valor, e até mesmo o custo total final da compra, caso tenha, coloque também as taxas de juros.

 

Em outra parte, coloque a renda total da família, ou seja, todo o valor que entrar no mês. Dessa forma será possível identificar qual a situação financeira, e quando pode gastar com a consciência tranquila. 

 

De certa forma é um planejamento de gastos simples, mas a maioria das famílias não o adota. Como resultado, encontra dificuldade para estudar sua situação e ter uma previsão de suas contas para o ano que entrará.

 

Impostos

 

Como já mencionamos no início do conteúdo, o IPTU e IPVA são contas de início do ano, mas a dúvida recorrente é: pagar à vista, parcelar ou usar uma parte do 13° para não fazer mais dívidas ainda?

 

Não adianta tentar evitar o inevitável. Uma hora ou outra vai ter que pagar, e se o dinheiro do 13° não for fazer falta, utilize sim para amortizar a dívida. Além disso, é preciso aguardar a divulgação oficial dos valores por estados e municípios. Feito isso, deve-se analisar se há um outro débito que, pago em parcela única, dará um desconto superior ao de ambos os impostos.

 

Faça uma reserva para imprevistos

 

Em momentos de imprevistos financeiros, contar com uma reserva de emergência é um alívio e tanto. Essa caixa de emergência pode começar a ser feita até mesmo com uma parte do 13°, pega mais uma parte da renda da família e guarda.

 

lembre-se, essas contas só serão problema se não tiver uma reserva. As famílias não planejam esses gastos com datas festivas, elas já começam o ano pagando prestações e entrando no limite da capacidade financeira e sem nenhuma margem para enfrentar imprevistos.

 

Dívida de início do ano

 

IPVA

Bem conhecido para os proprietários de automóvel, o IPVA é a sigla que significa o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores. Se você teve um automóvel recentemente e ainda não teve que arcar com os custos desse imposto, é bom já começar a se preparar, o valor deverá ser pago anualmente e costuma ser salgado.

 A porcentagem pode variar de um estado para outro e tem como referência o valor do veículo com base na tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Agora com relação ao vencimento, elas são definidas por estado.

 É importante o pagamento do IPVA para poder fazer o licenciamento do seu veículo. Caso não seja realizada a obrigatoriedade do pagamento do documento o veículo ficará sem permissão para trafegar em todo território brasileiro. Para os novatos nesse assunto, aqui vai uma dica, alguns estados oferecem bons descontos para pagamentos realizados à vista, ou até determinada data destacada do documento. Pode ser que essa opção seja melhor do que pagar de forma parcelada. 

Licenciamento do carro

Conforme mencionado acima, o licenciamento do veículo também será um item para ser acrescentado na despesa anual, mas nem todos arcam com essa conta nos primeiros meses do ano.

O calendário de pagamento do licenciamento será de acordo com o final da placa do seu veículo, então fique atento: entre no site do Detran do seu estado, verifique qual é a sua data de vencimento para não pagar multa por atraso. Outra forma também de pagamento é que em alguns estados eles oferecem a opção de fazer o pagamento junto com o IPVA do veículo, mas lembre-se, é OPCIONAL. Veja se realmente será viável ou não essa opção para você.

IPTU

IPTU é um imposto cobrado para quem tem um imóvel urbano. Podendo ser casa, apartamento, sala comercial ou qualquer outro tipo de propriedade em uma região que seja urbanizada. O IPTU dá para ser pago de forma parcelado ou então à vista, de forma à vista pode se conseguir algum desconto, assim como no IPVA,

Seguros

Os seguros de automóvel, de vida, ou então do terreno, geralmente têm renovações anuais e o pagamento pode ser realizado no começo do ano também. É importante consultar suas apólices para verificar as condições do contrato. Se estiver previsto para o começo do ano, se prepare para acrescentar na renda.

Os gastos do começo do ano não são poucos, por isso é preciso ter um planejamento financeiro bem estruturado para você conseguir arcar com todas as despesas sem ficar no vermelho e se endividar mais ainda.

Problemas com Dívidas antigas

A consultoria especializada tem a missão de auxiliar na negociação de seus débitos em aberto, eliminar quaisquer cobranças que sejam irregulares e também exigir que seja feito o ressarcimento dos pagamentos indevidos . Mas tenha em mente que isso só será possível com ajuda de profissionais qualificados, com conhecimento técnico nesse assunto, pois só dessa forma será possível identificar e recalcular qualquer irregularidade que tenha no contrato do financiamento.

 

Imposto de Renda 2023: Como declarar

Imposto de Renda 2023: Como declarar

Uma das principais obrigações da maioria dos brasileiros no começo do ano é com a realização da declaração do Imposto de Renda. Através desse documento, a pessoa realiza a quitação das suas despesas com a Receita Federal. Por esses e outros motivos precisa ficar atento e declarar o Imposto de Renda 2023.

 

Vale a pena conferir nosso artigo e se atentar quais são os pontos para preparar a declaração da forma correta. 

 

O que é Imposto de Renda?

 

O Imposto de Renda é uma cobrança realizada anualmente pelo Governo Federal com base no ganho das pessoas e empresas. Sendo assim, o seu valor será pago conforme os rendimentos que você obteve no ano base da declaração, e quando a pessoa tem um renda maior, consequentemente acaba pagando bem mais. 

 

Já que o Imposto de Renda é uma tributação aplicada para cidadãos e empresas, é dividido em duas categorias: Imposto de Renda Pessoa Física e Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Confira a seguir que explicaremos um pouco mais sobre cada um deles.

 

Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF)

 

No IRPF é sobre a renda de contribuintes que moram no país ou até mesmo fora, além disso, devem receber rendimentos de fontes no Brasil para se enquadrar nessa categoria. 

As alíquotas usadas na operação podem variar conforme a renda da pessoa, aqueles que ganham abaixo do limite estabelecido para apresentação obrigatória da declaração ficam isentos. 

 

Imposto de Renda Pessoa Jurídica  (IRPJ)

 

Já no Imposto de Renda Pessoa Jurídica, que pode ser conhecido também como PJ, é destinado para empresas brasileiras. Nesse tipo de cobrança é aplicado a alíquota sobre o lucro, pode ser presumido, arbitrado ou real. Isso irá depender do tipo de atividade que a empresa presta.

 

IRPF x IRPJ

 

Já deu para perceber que existem dois tipos de declaração de Imposto de Renda. O IRPF é relacionado para pessoas físicas.

 

Agora o IRPJ é para pessoa jurídica com uma alíquota específica sobre o lucro que for obtido. E a principal diferença é com relação ao tipo de tributação, que pode interferir no cálculo do imposto.

 

Para uma pessoa que é IRPJ, além de declarar como pessoa jurídica, deverá declarar também como pessoa física. Então não pense que se enquadrando em um ficará isento de declarar na outra modalidade.

 

Como funciona o Imposto de Renda?

 

O Imposto de Renda é pago com base em rendimentos dos brasileiros, ou retido no salário. Ainda existe uma declaração anual que a Receita Federal usa como forma de avaliação para verificar se o cidadão está pagando seus impostos de forma correta.

 

A forma a ser utilizada para realização da declaração é sempre pegando como base o ano anterior. Sendo assim então no ano de 2023 deverá ser declarado os ganhos que obteve em 2022. Além disso, é necessário declarar tudo o que ganhou no período, desde salários, aposentadoria, rendimentos de aluguel ou investimentos, como você verá adiante.

 

É importante informar que todos e quaisquer valores que você colocar na declaração precisam ser exatamente iguais aos informados nos comprovantes de pagamentos.  Caso não se lembre onde colocou, a maioria das empresas enviam esses informes por cartas, e-mails ou os disponibiliza em seus sites. Caso seja confirmado que foi pago menos imposto do que deveria, o valor deverá ser compensado.

 

Restituição do Imposto de Renda 2023

Caso você tenha que pagar mais imposto do que o necessário, você terá direito a restituição do valor. Assim , o cidadão deverá ter a quantia desenvolvida durante o ano.

 

O montante é devolvido em uma conta bancária de sua preferência de acordo com o calendário de restituição informado a cada ano. Geralmente, quem paga o IR primeiro também recebe a restituição antes. 

 

Como todo caso há uma exceção, para o Imposto de Renda 2023 não é diferente! Há casos onde dispensa-se a obrigatoriedade de declaração. Ou seja, o cidadão ou empresa não precisa declarar seus rendimentos e ganhos do ano anterior ao governo federal.

A seguir, confira quem tem direito a isenção do Imposto de Renda 2023:

  • Quem não se enquadra em nenhum dos critérios listados acima;
  • Aqueles que já consta como dependente na declaração de outra pessoa física, onde os seus rendimentos, bens e direitos já foram informados;
  • As pessoas que tiveram posse ou propriedade de bens de direito, quando os bens comuns já forem declarados pelo cônjuge ou companheiro, desde que o valor total dos seus bens não ultrapassem o valor de R$ 300.000,00 em 31 de dezembro.

Declaração Imposto de Renda Online

Como o acesso ampliado à declaração pré-preenchida por meio de todas as plataformas já estão disponíveis; novas opções de grupos de bens, dentro do formulário; e o recebimento da restituição e o pagamento de DARF por meio de Pix (se a chave do contribuinte for o CPF).

Como declarar atrasado

Para declarar o Imposto de Renda atrasado de anos retroativos podem fazer isso por meio do site oficial da Receita Federal ou até mesmo pelo Programa do Imposto de Renda.

Para isso:

  • Acessar o programa do Imposto de Renda (disponível para Android ou iOS);
  • Clicar em “Entrar com o Gov.br”;
  • Informar CPF e senha de acesso;
  • Verificar qual Imposto de Renda está atrasado;
  • Preencher a declaração do ano que está atrasado como se o estivesse fazendo regularmente, dentro do prazo;
  • Confirmar o envio dos dados retroativos.

 

Fique atento e não perca o prazo. Acompanhe aqui em nosso Blog conteúdos sobre finanças e recuperação financeira.