Elimine sua dívida seguindo esses passos

Elimine sua dívida seguindo esses passos

No post elimine sua dívida seguindo esses passos, você vai descobrir exatamente o que precisa saber para começar a dar os primeiros passos em direção a liberdade financeira.

Além disso, vai evitar que, futuramente, entre novamente nesse círculo de contas em atraso ou CPF negativado. Vamos lá!

1- Entenda qual é a sua dívida

Primeiramente, você precisa entender qual é o tamanho da sua dívida, de onde ela veio e quanto exatamente é o comprometimento disso na sua rotina.

Cabe destacar que, independentemente do motivo que o levou até ali, não adianta passar dias remoendo todo o passado, salvo se isso realmente fizer diferença.

Por exemplo, se você se endividou por gastar todo o limite do cartão de crédito e não conseguir pagar as faturas. Aonde você gastou o limite, pouco importa.

O foco é entender por que gastou tanto (geralmente pela falsa percepção de dinheiro sobrando), se é interessante continuar tendo um cartão, se você compra coisas que são importantes ou não e assim por diante.

Se você tiver mais de uma dívida, faça essa análise de forma separada e, se considerar necessário, anote.

Uma dica interessante é criar lembretes, uma lista de prioridades, organizar compras a longo prazo, saber o que precisa ou não e assim por diante.

2- Elimine sua dívida seguindo esses passos: organize todas as suas contas

Antes de pensar em qualquer tipo de economia ou pagamento, é essencial organizar tudo o que você já tem.

Sendo assim, pegue um bloco de notas, caderno ou outro e anote todas as suas contas mensais fixas. Como contas de energia, aluguel, média de mercado, carro, etc.

Em seguida, dívida essas contas conforme data de vencimento e pagamento. Suponha que você receba sempre no dia 10 e 25.

Agora, imagine que o aluguel vence no dia 16, água no dia 12, energia no dia 28 e assim por diante. Logo, faça duas colunas a primeira começa no dia 16 e vai até o dia 24 e a segunda começa no dia 25 e vai até o dia 15 do mês seguinte.

Pronto, agora, esquematize as contas dentro dessas colunas.

Isso vai facilitar o processo de entender quanto é gasto no mês com o indispensável, quando tem algum tipo de “extra” ou em que dia dá para encaixar uma nova conta.

Aqui é essencial começar a avaliar quais são suas contas e quais podem ser reduzidas.

Com isso, você já economiza onde é possível economizar. Uma dica interessante é anotar tudo: para onde vai cada centavo. Assim, fica mais fácil monitorar e evitar compras por impulso.

3-Elimine sua dívida seguindo esses passos:  Comece uma reserva de emergências

Uma das realidades de quem ganha pouco, gasta muito ou outras é que: o dinheiro nunca parece ser o suficiente. Ou seja, você está sempre com alguma conta atrasada e correndo atrás do prejuízo.

Por isso, é importante começar uma reserva de emergência. Isso funciona para evitar gastos desnecessários, mas também te prepara para o que pode acontecer.

Aqui, existem duas regras: sempre colocar algum dinheiro na reserva e nunca mexer nesse dinheiro.

Por emergência considere um remédio passado pelo médico devido uma doença, o carro que quebrou e você precisa dele para trabalhar e mais.

Dessa forma, você pode começar com o que tiver, mesmo que sejam R$ 10, coloque nessa reserva. Em seguida, pense assim: sempre que você tiver um dinheiro e pensar “posso comprar tal coisa” (que você não precisa verdadeiramente), coloque na caixa e não compre nada.

No início, isso pode parecer um pouco absurdo e causar aquela sensação de “nunca vou ser feliz”. Afinal, muitas comprinhas acontecem com a perspectiva de “eu mereço isso”.

Mas não se engane, é dessa forma que todo o seu dinheiro desaparece.

Aos poucos, isso vai se tornar um hábito, será mais fácil, causará menor “sofrimento” e você ainda organizará suas contas. Logo, poderá realizar compras que deseja de forma consciente

4- Ajuste seu padrão de vida: elimine sua dívida seguindo esses passos

Talvez essa seja uma das principais dificuldades de muitas pessoas e o motivo é simples: sempre há o desejo por algo mais.

Seja por consumismo, ideal de merecimento, hábito ou falta de domínio (e No post elimine sua dívida seguindo esses passos, você vai descobrir exatamente o que precisa saber para começar a dar os primeiros passos em direção a liberdade financeira.

Além disso, vai evitar que, futuramente, entre novamente nesse círculo de contas em atraso ou CPF negativado. Vamos lá!

1* Entenda qual é a sua dívida

Primeiramente, você precisa entender qual é o tamanho da sua dívida, de onde ela veio e quanto exatamente é o comprometimento disso na sua rotina.

Cabe destacar que, independentemente do motivo que o levou até ali, não adianta passar dias remoendo todo o passado, salvo se isso realmente fizer diferença.

Por exemplo, se você se endividou por gastar todo o limite do cartão de crédito e não conseguir pagar as faturas. Aonde você gastou o limite, pouco importa.

O foco é entender por que gastou tanto (geralmente pela falsa percepção de dinheiro sobrando), se é interessante continuar tendo um cartão, se você compra coisas que são importantes ou não e assim por diante.

Se você tiver mais de uma dívida, faça essa análise de forma separada e, se considerar necessário, anote.

Uma dica interessante é criar lembretes, uma lista de prioridades, organizar compras a longo prazo, saber o que precisa ou não e assim por diante.

2* Elimine sua dívida seguindo esses passos: organize todas as suas contas

Antes de pensar em qualquer tipo de economia ou pagamento, é essencial organizar tudo o que você já tem.  

Sendo assim, pegue um bloco de notas, caderno ou outro e anote todas as suas contas mensais fixas. Como contas de energia, aluguel, média de mercado, carro, etc.

Em seguida, dívida essas contas conforme data de vencimento e pagamento. Suponha que você receba sempre no dia 10 e 25.

Agora, imagine que o aluguel vence no dia 16, água no dia 12, energia no dia 28 e assim por diante. Logo, faça duas colunas a primeira começa no dia 16 e vai até o dia 24 e a segunda começa no dia 25 e vai até o dia 15 do mês seguinte.

Pronto, agora, esquematize as contas dentro dessas colunas.

Isso vai facilitar o processo de entender quanto é gasto no mês com o indispensável, quando tem algum tipo de “extra” ou em que dia dá para encaixar uma nova conta.

Aqui é essencial começar a avaliar quais são suas contas e quais podem ser reduzidas.

Com isso, você já economiza onde é possível economizar. Uma dica interessante é anotar tudo: para onde vai cada centavo. Assim, fica mais fácil monitorar e evitar compras por impulso.

3* Comece uma reserva de emergências

Uma das realidades de quem ganha pouco, gasta muito ou outras é que: o dinheiro nunca parece ser o suficiente. Ou seja, você está sempre com alguma conta atrasada e correndo atrás do prejuízo.

Por isso, é importante começar uma reserva de emergência. Isso funciona para evitar gastos desnecessários, mas também te prepara para o que pode acontecer.

Aqui, existem duas regras: sempre colocar algum dinheiro na reserva e nunca mexer nesse dinheiro.

Por emergência considere um remédio passado pelo médico devido uma doença, o carro que quebrou e você precisa dele para trabalhar e mais.

Dessa forma, você pode começar com o que tiver, mesmo que sejam R$ 10, coloque nessa reserva. Em seguida, pense assim: sempre que você tiver um dinheiro e pensar “posso comprar tal coisa” (que você não precisa verdadeiramente), coloque na caixa e não compre nada.

No início, isso pode parecer um pouco absurdo e causar aquela sensação de “nunca vou ser feliz”. Afinal, muitas comprinhas acontecem com a perspectiva de “eu mereço isso”.

conhecimento) sobre o próprio dinheiro, aquilo que você gasta não condiz com o quanto ganha.

A melhor forma de observar isso é considerar três aspectos:

  •       Consegue pagar suas contas em dia (considerando que recebe para isso);
  •       Tem alguma dívida que não advém de uma surpresa, como ter sido demitido ou uma doença;
  •       O seu círculo social parece estar sempre fora da sua realidade, como aquela ida a um barzinho/restaurante caro em plena quinta-feira que exige o uso do cartão de crédito.

Esses são alguns sinais que mostram que o seu estilo de vida não condiz com o seu financeiro o que, cedo ou tarde, vai causar problemas.

Assim, comece a ajustar o seu padrão conforme o que você ganha, considere o que deve eliminar da sua vida, reduzir ou (pelo menos) ser planejado.

Se você ganha um salário-mínimo, por exemplo, pode se organizar para ir a um restaurante bacana. Mas isso deve ser pensado dentro de um plano para que, aquele momento, seja de diversão e liberdade, sem comprometer o restante do seu mês ou ano.

5* É hora de falar da dívida

Com todos os passos anteriores em ação, é hora de chegar na sua dívida.

Neste instante, você deve considerar o valor total da sua dívida, quanto pode pagar por ela mensalmente e as condições que o credor oferece. Em alguns casos, pode ser interessante economizar, juntar o valor e pagar de uma vez.

Por outro lado, se é uma conta que cresce a cada dia, essa pode não ser a melhor solução.

Dessa forma, converse com a empresa credora, para qual está devendo, e veja quais são as condições que ela tem a oferecer. Coloque tudo no seu bloquinho, faça as contas e vá com calma.

É melhor esperar mais por um acordo que fazer um que não poderá cumprir.

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Financiamento de veículo: Qual é o melhor momento?

Financiamento de veículo: Qual o melhor momento para financiar

Saber qual o melhor momento para realizar o financiamento de veículo é entender que o mercado oscila ao longo do ano, mas também na passagem dos dias do mês.

Afinal, mesmo sendo um negócio amplo, ainda é um negócio o qual o foco é vender, bater metas e garantir lucratividade, bem como rotatividade das peças.

Qual o melhor momento para financiar um veículo?

Segundo alguns especialistas, os melhores meses do ano para comprar um veículo é janeiro, fevereiro e março.

Isso acontece por uma série de razões. Por exemplo, é nessa fase que as promessas do segundo semestre e do ano seguinte chegam, o que contribui para a redução no preço de alguns veículos.

Além disso, é nessa época que o final de ano, conhecido por ser uma época de compras, oficialmente termina. Logo, novas preocupações chegam nas casas e, com elas, a redução nas compras. O que incentiva as empresas a oferecem condições mais interessantes.

Da mesma maneira, é nessa época que as empresas querem dispensar o estoque antigo, das coleções anteriores.

Não à toa, é comum passar por garagens e ver aquelas placas de “queima de estoque”.

O foco das empresas nesse início de ano é garantir vendas mais rápidas, seguindo a Tabela Fipe ou mesmo abaixo.

Mas isso não significa que todos farão um bom negócio ao comprar um veículo nos primeiros três meses. Afinal, é preciso levar em contato o IPVA (se possuir outros veículos), IPTU, matrículas e material escolar, as contas do fim de ano que chegam na fatura do cartão de crédito, etc.

Portanto, tenha cuidado.

Financiamento de veículo: Meio e final de ano, vale a pena?

A partir de abril, a maioria das lojas já venderam os principais veículos que tinham o intuito de vender. Ou seja, é comum que as opções com preço baixo sejam reduzidas.

Mas, muitos brasileiros organizam as finanças apenas depois do início de ano, quando terminam de pagar as principais contas de janeiro e fevereiro, já passaram pelo carnaval e assim por diante.

Sendo assim, o ideal é ter um pouco mais de calma e considerar várias lojas, nunca fechando o primeiro “contrato” que encontrar”.

Assim, existem dois cenários bacanas:

Primeiramente, sempre opte por comprar no final do mês, quando os vendedores querem bater metas e, com isso, apresentam opções mais acessíveis para o bolso.

Em segundo plano, para aqueles que só conseguirão comprar um veículo no final do ano, o ideal é sempre esperar a época de lançamentos.

Na prática, quando as montadoras começam a anunciar os carros que chegarão no próximo ano, o valor dos modelos mais antigos é reduzido. Uma vantagem interessante para um período de muitas novidades.

Enfim, existem algumas fases sazonais que favorecem a compra de veículos, como setembro e outubro.

Também existem marcas que realizam lançamentos fora de época. Sendo assim, se souber que algo está por vir, comece a pesquisar o mercado.

Black Friday vale a pena?

A Black Friday já foi um movimento famoso no mundo inteiro por apresentar promoções imperdíveis. Mas tem perdido a força no cenário brasileiro.

Depois de alguns anos de sucesso, muitos consumidores relatam uma prática cada vez mais comum: os estabelecimentos elevam os preços nos meses que antecedem novembro e, quando a data da black chega, os preços retorno ao que eram.

Imagine uma TV que custa R$ 2 mil em julho e, quando chega novembro, está a R$ 3500. Então, a promoção da loja é um desconto de R$ 1500, voltando ao valor original que estava no meio do ano.

No mundo veicular isso também acontece, ainda que em menor escala.

Ou seja, é preciso verificar os preços ao longo dos meses, para ter certeza de estar fazendo um bom negócio. Em alguns casos, as promoções se apresentam mais interessantes após a black.

Em resumo, não existem certezas sobre as promoções. Neste cenário, vá avaliando os valores, compare e veja o que realmente cabe no seu orçamento.

Financiamento de veículo: dicas práticas

Por fim, existem algumas dicas práticas de como garantir bons negócios em qualquer época do ano.

Sempre avalie várias opções

A regra básica de qualquer compra é nunca escolher o primeiro veículo que encontrar. Ou seja, pesquise muito antes de fazer qualquer investimento.

Isso permite que você tenha várias opções de preços e veículos, bem como mais variações de equipamentos e condições de financiamento/descontos.

Tenha uma ideia do que está procurando

Muitos brasileiros chegam nas garagens sem saber exatamente o que querem ou buscam alguma coisa muito vaga, como um veículo econômico.

O resultado é que você acaba ficando a mercê dos vendedores, o que não é uma boa opção.

Assim, é importante entender quais são as suas prioridades. Seja um modelo ou algo específico. Como um hatch ou sedã, ar-condicionado, 6 airbags, etc.

Converse e entenda as condições de pagamento

Em todos os locais que pesquisar o veículo de sua escolha, avalie as facilidades ou condições que a loja oferece.

Alguns lugares trabalham com itens a pronta-entrega, outros precisam esperar o veículo chegar, alguns tem opção de personalização e outros não, e assim por diante.

Da mesma maneira, há locais que tem diversas condições especiais, financiamentos diferentes, parcelamentos diversos, descontos para entradas, entre outros aspectos.

Tudo isso é importante e vai te ajudar a fazer o melhor negócio.

Contrato: faça negócios de confiança

 Por fim, a fica básica é sempre fazer negócios em locais seguros, evitando golpes, e sempre assinar o contrato quando entender tudo o que está descrito ali.

Neste ponto, pode ser interessante conversar com um profissional, que vai avaliar se tudo o que está ali está dentro da legalidade. Sem cláusulas abusivas e taxas absurdas.

Ao receber esse contrato, verifique o valor inicial, total do financiamento, parcelas, juros, quais as condições atreladas ali e assim por diante.

Se tiver dúvidas ou qualquer desconfiança, não assine o contrato e espere!

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Quite sua dívida com o banco: dicas de negociação

Quite sua dívida com o banco: dicas de negociação

Quite sua dívida com o banco: essa é uma das principais dúvidas quando o consumidor entra no vermelho. Já que sair desse ciclo de juros não é fácil e, muitas vezes, o valor é triplicado rapidamente.

Pensando nisso, separamos aqui as principais dicas para começar a organizar essa conta e conseguir sair da negativação o mais rápido possível. Confira!

1- Descubra quanto sua dívida vale

O primeiro passo para considerar uma dívida é entender o real valor. Algo que pode ser um pouco complicado se estiver negativado há algum tempo.

Na prática, você precisa avaliar quanto começou a dever e a quanto chegou à conta.

Por exemplo, imagine que você tinha uma fatura no cartão de crédito no valor de R$ 400 e não conseguiu pagar. Geralmente, nos primeiros dias após o não pagamento, a taxa costuma ser bem alta.

Como resultado, em poucos dias, os juros podem ter chegado a R$ 100 e continuam subindo. Ou seja, os juros são acrescidos a partir do valor atualizado da fatura.

O resultado é que, ao atrasar em 30 dias, por exemplo, ao invés de pagar R$ 400, você estará pagando mais de R$ 600.

Sendo assim, avalie o valor que deixou de pagar (o original) e qual a diferença da conta atual. Claro que haverá juros a serem pagos, mas isso facilita o processo de negociação.

2- Considere o seu orçamento atual: quite sua dívida com o banco

Agora é hora de entender qual o seu orçamento. Ou seja, o quanto ganha, contas que são pagas mensal ou semanalmente, quanto fica na sua conta ao final do mês e assim por diante.

Suponha que você ganhe R$ 1500 ao mês e tenha as seguintes despesas:

  •       Aluguel: R$ 500
  •       Energia e água: R$ 100
  •       Internet: R$ 100
  •       Mercado: R$ 400

Considerando apenas esses custos, fica R$ 400 na conta. Provavelmente, esses serão destinados a outros gastos, como combustível ou ônibus, uma saída no final de semana, etc.

Ou seja, “sobrar” é quase impossível. Logo, é necessário reavaliar seus gastos para conseguir economizar um pouco.

Sabendo de tudo isso, você consegue entender quanto consegue poupar ao mês.

3- Veja se existem ofertas de negociação

Se você está negativado, o banco, terceiros ou mesmo plataformas de crédito podem ter acordos interessantes. No Serasa, por exemplo, os parceiros disponibilizam condições especiais de ofertas com descontos. Tanto para pagamentos à vista quanto parcelados.

Principalmente para dívidas antigas e com valores altos, essas podem ser opções que vão caber no seu bolso.

Inclusive, mesmo que você não aceite essas condições, pode ser interessante saber quais estão sendo oferecidas a você.

Aqui vale informar que muitas instituições financeiras “vendem” as dívidas dos clientes para terceirizadas.

Justamente por isso, o banco deixa de ligar para você e outras empresas começam a entrar em contato. Geralmente, escritórios de advocacia e assim por diante.

Nesses casos, pode ser que você encontre algumas opções de negociação, mas é melhor ficar atento antes de aceitar qualquer acordo. Verifique todas as opções!

4-  Converse com o banco

Tomar a iniciativa e conversar com o banco é uma opção que precisa entrar na sua lista de coisas a serem feitas.

Se você já tentou conversar antes e não deu certo, tenha em mente que, para a instituição financeira, não é interessante que essa conta continua a crescer.

Logo, é importante tentar novamente e manter a calma.

A princípio, mostre para o banco que você está disposto a negociar e veja quais são as opções disponíveis, aquelas que o banco está oferecendo.

Em seguida, considere essas opções e converse sobre o que você realmente pode pagar, sobre o valor inicial e o valor de juros que estão sendo cobrados e assim por diante.

A ideia é conversar de forma franca, sem aceitar acordos absurdo e que não possam ser cumpridos. Ou seja, só aceite a negociação se realmente puder arcar com aquele valor.

Em alguns casos, pode ser mais interessante esperar mais um tempo, guardar o dinheiro e dar um bom valor de entrada, reduzindo o total a ser pago.

5-  Quite sua dívida com o banco: não faça mais dívidas

Um erro comum é fazer uma nova dívida para quitar a antiga.

Por exemplo, muitos brasileiros fazem um financiamento ou empréstimo para tentar quitar a dívida. O problema é que pagam aquela conta e acabam com uma nova, muitas vezes com valor superior a antiga.

Claro que, em alguns casos, isso pode funcionar e até garantir uma ordem na vida. Mas, na maioria das vezes, isso prejudica ainda mais as finanças.

Neste aspecto, o ideal é organizar tudo e evitar qualquer outra solicitação de crédito. Faça as contas, converse com o banco e tente resolver de outras formas.

Caso tenha várias dívidas, comece por aquelas que tem um juros maior (para quitar e evitar que aumente), para depois seguir para as mais baratas.

Dívida caduca: o que significa

Se você está no vermelho já deve ter escutado algo sobre uma dívida caducar depois de 5 anos. Mas é preciso entender exatamente o que isso quer dizer, já que muitos entender de forma equivocada.

Na prática, o que acontece é que, após 5 anos de dívida aberta, a empresa credora deve retirar seu nome dos órgãos de crédito, como SPC e Serasa.

Entretanto, o credor ainda pode cobrar esse valor de forma extrajudicial.

Neste aspecto, o seu score de crédito aumenta, mas a dívida continua existindo e você ainda será cobrado por isso.

Além disso, há dívidas que prescrevem em 1 anos, como serviços de seguradoras, mas também outras que prescrevem em 2, 3 e 10 anos.

As exceções, que não prescrevem, são as dívidas são aquelas de ordem municipal, estadual e federal. Neste caso, as dívidas se tornam “ativas”.

Cabe destacar que, se você fizer um novo acordo e não arcar com o contrato, vale essa nova data, não a “antiga”.

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Mantenha a organização das finanças o ano todo seguindo essas dicas

Mantenha a organização das finanças o ano todo seguindo essas dicas

Manter a organização das finanças o ano todo é uma das tarefas mais difíceis para alguns brasileiros. Afinal, o problema não está em começar o ano, mas em garantir que os meses se mantenham tranquilos e que tudo fique em ordem. 

Justamente por isso, aqui você vai conhecer as melhores dicas para realizar um planejamento efetivo e sustentável. Sem pegadinhas e pronto para as surpresas! 

1- Organize tudo 

Primeiramente, você precisa organizar “a casa” para que tudo aconteça de forma ordenada. 

Neste caso, o primeiro passo é aproveitar o mês no qual está para colocar tudo o que puder em ordem. Neste momento, o foco não está em tentar pagar todos os atrasados ou economizar tudo o que puder. 

Então, você vai seguir esses passos: 

  • Coloque todas as suas despesas no papel; 
  • Se tiver dívidas, anote também, tudo com os valores; 
  • Tenha uma tabela mensal e coloque os gastos fixos nessa planilha; 
  • Veja quais são as contas que vão ocorrer futuramente, como licenciamento de veículos. 

Depois de organizar tudo isso, você terá um panorama geral das coisas. 

2- Organização das finanças o ano todo: listas indispensáveis 

Seja você um amante de compras de saídas para lugares incríveis ou mesmo se quiser finalmente viajar e curtir um final de semana em total tranquilidade, vai precisar de uma lista. 

Basicamente, a ideia é criar um esquema do que você quer e daquilo que você precisa, tudo por ordem de prioridade e considerando o longo prazo. 

Por exemplo, suponha que o seu microondas esteja ruim e quase parando de funcionar, isso deve ir pra lista. O mesmo vale para a roupa, ida a um restaurante que gosta e assim por diante. 

Em seguida, você vai pegar tudo o que colocou nessa lista e que envolve gastos financeiros e considerar a prioridade. 

Se você tem mais calças para trabalhar, o microondas é mais valioso que uma nova calça. 

Agora, comece a colocar todos esses itens na sua planilha ao longo do ano, sabendo que existem limites para o que vai conseguir comprar. 

Talvez, você não consiga ir em um show bacana no próximo fim de semana, já que isso vai comprometer o limite do cartão de crédito. Mas pode reservar para as férias que vai tirar lá em setembro. 

Inicialmente, isso pode parecer um pouco radical demais, porém, se não fizer dessa maneira, o ano todo vai ser “ladeira abaixo”, com as dívidas correndo atrás de você. 

3- Reservas de emergência e a felicidade que mora na tranquilidade 

Um dos segredos para ter a organização das finanças o ano todo é saber que imprevistos acontecem. Isso é natural! 

Por outro lado, também é natural estar previamente preparado para isso, considerando que nem tudo realmente está sob nosso controle. 

Dessa forma, as reservas de emergência servem para suprir esses momentos imprevisíveis sem comprometer todo o seu planejamento. 

No exemplo acima, se você tem um fogão, consegue passar algum tempinho sem o microondas. Mas se tem um único tênis para trabalhar, e ele rasga todo, não dá para ficar esperando muito. 

Aqui existem diversas maneiras de você atuar. 

Por exemplo, você pode se comprometer a pagar toda fatura do cartão de crédito, não usar mais e deixar para emergências. Em simultâneo, faz uma caixinha na sua conta bancária. 

Acredite, não é preciso economizar muito e, aquilo que tiver, vai ajudar a respirar melhor a noite. 

Lembrando que as emergências não são aquelas compulsões por fast food no meio da noite, por preguiça de cozinhar. Mas sim um pneu que furou, um tênis perdido, a geladeira que queimou, um remédio ou consulta, etc. 

E é aqui que acontece: a felicidade mora na tranquilidade. 

Quando começar a seguir essas dicas e estar preparado para eventos especiais, será capaz de se sentir melhor. Afinal, sabe que tem para onde “correr” se for necessário. 

4-  Metas e dívidas em aberto: é hora de garantir a organização das finanças o ano todo 

Essa dica se divide em duas partes. 

Para começar, você precisa definir quais são as suas metas desse ano. Desde viajar nas férias, sair no Natal, fazer uma grande compra ou mesmo pagar tudo e ter alguma reserva no banco. 

Em um segundo momento, é hora de refletir sobre as dívidas que estão em aberto. 

Assim, veja de que são essas contas, quando aconteceram, o valor e o quanto pode pagar por elas até a quitação. Caso o credor ofereça condições interessantes, pagar a vista também pode ser uma opção. 

De qualquer maneira, não faça nenhum acordo se não tiver certeza que pode arcar com ele a longo prazo. Mais vale uma conta dividida em 12 vezes, mas que não pesa no bolso, do que aquela você vai atrasar no terceiro mês. 

Com essas observações, você saberá qual o melhor caminho a seguir e pode definir quais são os passos para alcançar suas metas. 

Se o seu foco é ter R$ 3 mil guardado ao final do ano, veja quanto precisa guardar ao mês ou por semana, e já comece a colocar o plano em ação. 

Importante 

É nesse momento que você vai começar a restringir seus gastos, evitando compras desnecessárias e adotando um estilo de vida condizente com o seu salário. 

Ao mesmo tempo, se tem um negócio próprio, divida o pessoal do profissional e organize tudo. Cada um em seu bloco. 

5- Dicas finais: é hora de manter tudo o que conquistou 

Depois de seguir as dicas acima, é provável que esteja em uma condição melhor. Geralmente, o processo de mudança dói no início, mas se torna prazeroso a longo prazo. 

Como o foco aqui é organização, nem sempre será fácil e haverá muitas tentações. 

Por isso, é interessante usar apps que facilitem essa organização e quadros sempre a vista com os seus objetivos. 

Tudo isso para não esquecer que aquilo que você faz agora impacta no futuro e pode comprometer o seu grande plano. 

Lembre-se de também atualizar as planilhas, considerar mudanças que sejam positivas para o seu financeiro e iniciar uma avaliação dos seus gastos fixos. 

Você pode descobrir que dá para organizar mais ou mesmo redirecionar melhor o seu dinheiro. 

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Conta bancária conjunta e os cuidados na finanças

Conta bancária conjunta e os cuidados na finanças

Aqui vai uma pergunta para os casais, vocês têm ou já tiveram uma conta conjunta? Ou algum momento já cogitou abrir uma?

Algumas pessoas conseguem ver isso como uma forma de oficializar o plano de vida no futuro a dois do casal. A conta conjunta é diferente das tradicionais, onde cada pessoa tem a sua senha e seu cartão. Na conta conjunta as duas pessoas têm seu nome no cadastro, podem ser casais ou até mesmo pais com filhos. É possível fazer a abertura tanto de conta poupança, como corrente ou até mesmo as duas juntas.

Antigamente era muito mais utilizado essa opção, quando apenas uma pessoa no casal trabalhava e era responsável pelo sustento, e essa forma facilitava e funcionava bem. Hoje em dia, ambos trabalham ou então tem alguma forma de renda para viver, sendo assim não é mais tão utilizada, principalmente com relação aos casais mais jovens.

Existem dois tipos diferentes de conta conjunta, que são: solidária e não solidária. Mais para frente explicaremos melhor sobre cada uma delas. Logo quando se ouve conta conjunta já se pensa logo que pode ser movimentada por qualquer um dos titulares, e não está errado esse pensamento. Porém esse tipo de conta é a que chamamos de ‘solidária’, que por fim das contas pode ser movimentada por cartão de débito, cheque ou então internet banking.

Porém, existe também outra opção que dá mais segurança para as duas partes, que é a ‘conta conjunta não solidária’. Nessa opção, os dois conseguem fazer movimentação em acordos por meio de um cheque assinado por todos, pela internet, também com a assinatura digital dos dois, e presença do casal na agência bancária mesmo.

Outro ponto importante a se mencionar é que na conta conjunta é preciso que as duas partes estejam presentes para abri-la, com os documentos pessoais para registrar assinatura no contrato. Mesmo com toda segurança e garantia, nem sempre é um bom negócio ter a conta em conjunto, principalmente se esse assunto ainda é um tabu para os dois, é preciso os dois estarem bem alinhados com relação a esse assunto. 

Conta Conjunta e educação financeira

Sabe o “Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza..” será que é realmente assim mesmo que funciona? 

São recorrentes os casos em que um familiar vem a falecer e, apenas neste momento, é descoberto o montante das dívidas deixadas por ele aos seus herdeiros.

Pouco se fala sobre dinheiro dentro das relações e este também é um problema que leva ao fim de muitos relacionamentos.

Quando  não temos um gerenciamento sobre as finanças, nos tornamos  bastante suscetíveis, caindo frequentemente no impulso de comprar, gastando dinheiro com coisas desnecessárias. 

Consequentemente, essa  falta de controle faz com que  o  dinheiro acabe antes do fim do mês ou de pagar as contas fixas e na ausência de controle da renda e das despesas,

As dívidas se tornam inevitáveis, e o não pagamento delas faz com que você fique  inadimplente,  tornando a situação financeira ainda mais complicada. Nessa etapa, é possível que  você basicamente trabalhe para pagar suas dívidas e contas essenciais, se tornando refém das dívidas,  sem a possibilidade de reservar dinheiro  para os momentos de diversão e lazer.

Posso abrir uma conta conjunta sem ser casado?

Segundo o Banco Central, não é preciso ser casado ou estar em um relacionamento para conseguir abrir uma conta conjunta. Na realidade, a abertura depende das seguintes normas:

  • Casais de “papel passado”;
  • Pessoas em união estável;
  • Pessoas que apenas moram juntas (conviventes);
  • Namorados;
  • Amigos e grupos de amigos;
  • Familiares (pais, filhos, irmãos, etc.) e parentes (tios, primos, etc.);
  • Sócios de empresas;
  • Membros de associações, coletivos e entidades sem fins lucrativos em geral;
  • Quaisquer pessoas maiores de 18 anos que queiram abrir uma conta conjunta, independentemente do motivo.

Outra ponto que talvez você não saiba é que uma pessoa pode ter sua conta individual e também participar de outras contas conjuntas.

Mas e o dinheiro que está na conta, é de quem?

Perante a lei, o dinheiro que estiver ali na conta pertence a todos os titulares. A única coisa diferente é a movimentação, como bem citamos acima já existe a modalidade solidária e conta fracionária. Sendo assim, todos podem decidir se vão optar por receber seus salários nessa conta ou então realizar o recurso de transferências. Dito isso, é importante todos saberem que:

O saldo dela é compartilhado entre todos os titulares, podendo ser movimentado livremente (conta solidária) ou mediante autorização (conta fracionária).

Como abrir uma conta conjunta?

Para abrir uma conta conjunta, você deverá seguir os mesmos passos de abertura de uma conta individual que qualquer instituição financeira coloca como regra, a única diferença é que deverá ser entregue a documentação de todos os titulares que participaram da conta conjunta.

De modo geral, as instituições que oferecem essa modalidade costumam solicitar documentos pessoais como CPF, RG, comprovante de residência e também um comprovante de renda. E sem esquecer que esses documentos devem ser fornecidos por todos os titulares da conta conjunta, seja pessoalmente ou então pela internet.

Além disso, os agentes financeiros podem exigir que todos os responsáveis preencham um formulário para concluir a abertura da conta. Também existem instituições financeiras que permitem que um cliente adicione titulares à sua conta individual, transformando-a em uma conta conjunta.

Para avaliar se é uma boa opção ou não a conta conjunta só você mesmo poderá dizer isso. Além deste temos outros conteúdos aqui em nosso Blog com dicas sobre saúde financeira, análise se juros abusivos, revisão contratual e Busca e Apreensão.

 

 

Cheque Especial: Por que deve evitar esse recurso?

Cheque Especial: Por que deve evitar esse recurso?

De todas as opções disponibilizadas pelas instituições brasileiras, o cheque especial sem sombra de dúvidas é uma das mais utilizadas no Brasil. Por mais que seja uma modalidade bem utilizada, muitas pessoas não têm conhecimento de como funciona e principalmente suas regras.

Por isso, trouxemos esse conteúdo completo para explicar quais as vantagens e os pontos de atenção do cheque especial, umas das modalidades financeiras mais conhecidas do brasileiro.

Como você acha que o brasileiro relaciona o próprio dinheiro? É interessante se questionar sobre isso. Recentemente uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) apontou que 12 milhões de brasileiros têm dívidas em diferentes modalidades financeiras, e a principal delas é o Cheque Especial.

A ideia do Blog do Bom Acordo é bater um papo com você, dar dicas e apontar a direção certa financeira que você deve seguir para deixar sua vida mais tranquila. A seguir falaremos sobre tudo que engloba o Cheque Especial, limite de conta, taxas e benefícios. Confira a seguir!

O que é Cheque Especial

O cheque especial pode ser considerado como um empréstimo que fica pré-aprovado, e as instituições financeiras geralmente oferecem aos clientes como se fosse uma “cortesia”. Sendo assim, esse valor fica disponível no aplicativo para ser utilizado quando o cliente achar necessário.

Geralmente essa opção é mais utilizada quando o saldo da conta para pagamento dos boletos mensais não é suficiente. Dessa forma, a funcionalidade desse benefício faz com que muitas vezes o uso seja despercebido pelas pessoas. 

Como funciona o Cheque Especial

Bom, é importante deixar claro que esse empréstimo é feito de forma automática quando o dono da conta-corrente acaba esgotando todo o dinheiro da sua conta. Então após chegar no saldo negativo, a própria instituição libera certo valor para que a pessoa consiga pagar as suas contas e se restabelecer financeiramente.

Logicamente que nada é tão bom assim como parece, então ao ser liberado o empréstimo tenha a certeza que terá a cobrança de juros. Uma dúvida é com relação ao cálculo feito. É calculado de acordo com histórico de pagamento e salário. Além do mais, essa modalidade possui uma das maiores taxas de juros do Brasil.

Por que devo evitar o Cheque Especial?

Os juros do cheque especial nada mais é que o preço cobrado pelo banco pelo uso daquele dinheiro por certo tempo, costuma ficar na casa dos dois dígitos por mês, ultrapassando facilmente os três dígitos ao ano. Sendo assim, dá para imaginar o estrago financeiro que isso pode causar na vida de uma pessoa. O mais recomendável é que só se utilize dessa alternativa em situações de emergências e nunca como uma forma de complementar a renda.

Sabemos que imprevistos acontecem na vida pessoal, porém, é possível minimizar os danos causados pelo uso desta cara ferramenta procurando saber, de antemão, quais as taxas de juros cobradas pela instituição a qual se é cliente.

Se eu não pagar o cheque especial, o que pode acontecer?

Como qualquer outro empréstimo, esse não é diferente e você terá consequências caso isso aconteça. Você poderá ter o nome sujo e ficar impedido de ter acesso a novas linhas de crédito. Isso sem falar na taxa elevada de juros que seja incluso, a cada dia de atraso que tiver, vai virando uma bola de neve até não ver mais saída.

 Juros do cheque especial: como calcular e por que é tão alto?

Por último, mas não menos importante, vamos falar um pouco sobre a taxa de juros. Embora existam instituições financeiras que oferecem alguns dias para a utilização do cheque especial sem que seja cobrado o juros, após passar esse período, as taxas podem chegar a mais de 300% ao ano, cuidado para não cair em cobranças extremamente excessivas, essa prática é considerada crime.

A melhor forma de você se livrar da inadimplência é ter maior controle sobre suas finanças pessoais. É fundamental avaliar seus rendimentos e despesas a fim de identificar onde é possível economizar e evitar gastos desnecessários até que o orçamento fique controlado. Mas sabemos que nem sempre o erro está nas nossas atitudes, muitas vezes recorrer ajuda de especialistas é a única alternativa.

 Outras alternativas em caso de endividamento

Para especialistas em economia, as medidas são bem-vindas, porém, elas não atacam o problema estrutural do alto custo do crédito no país. Para uma solução mais eficaz, ainda falta uma política de educação financeira mais firme para que os clientes sejam reeducados financeiramente.

Se estas medidas vão diminuir o número de inadimplentes no país, só o tempo dirá. Contudo, se você está passando por problemas de dívidas com cheques especiais, cartão de crédito ou até mesmo financiamentos veiculares, nós podemos te ajudar.

No OBomAcordo.com você encontra uma equipe de especialistas a postos para lhe ajudar com todo o tipo de problema financeiro como Reabilitação de Crédito para você Limpar seu nome, regularização de débitos, regularização de financiamento e revisão quitativa para que você possa pagar pelo seu financiamento apenas o valor justo. Tudo isso trabalhado por meio de Mediações Extrajudiciais que, por serem feitas fora do âmbito jurídico, garantem maior agilidade e menos burocracia para nossos clientes.

 

PIX 2023: Veja mudanças

PIX 2023: Veja mudanças

As mudanças do Pix, anunciadas pelo Banco Central em 1º de dezembro, entraram em vigor no dia 2 de janeiro de 2023. E desde então, o limite individual por transação deixou de existir, o horário noturno passou a ser personalizado e os valores das modalidades Pix Saque e Pix Troco aumentaram.

Segundo o Banco Central, essas novas regras oferecem mais segurança no pagamento, além de uma maior flexibilidade. 

Mudanças no PIX 

Fim do limite por transação

Desde janeiro de 2023, o Pix deixou de ter um limite individual por transação e passou  a valer apenas os limites diários por período (tanto diurno como noturno). Dessa forma, se o cliente preferir poderá transferir de uma vez todo o limite do período ou então realizar em diversas vezes. Já as regras para o cliente personalizar os limites do Pix não mudaram. 

Flexibilização do limite noturno

Antes dessa atualização, o período noturno, em que os limites de transferência eram mais baixos, começavam às 20h e iam até as 6h do dia seguinte. Desde a mudança, a pessoa pode escolher se o período noturno começará às 22h, e terminará às 6h.

Pix Saque e Troco

Aumento dos valores disponíveis nas modalidades. Até agora, era possível sacar ou receber como troco R$500 via Pix durante o dia e R$100 no período da noite. As quantias passaram para R$3 mil no período diurno e R$1 mil no período noturno.

Como funciona o Pix 

O Pix estreou em novembro de 2020, e desde então vem facilitando muito a vida dos brasileiros. Esse  meio de pagamento instantâneo brasileiro permite aos usuários realizarem transações em poucos segundos e garante muita segurança no processo.

Qualquer pessoa, física ou jurídica pode fazer o pix, desde que ela tenha algum tipo de conta vinculada a uma instituição financeira. Pode ser conta-corrente, poupança ou de pagamento pré-paga.

Além disso, a plataforma do Pix é integrada com a dos bancos e instituições de pagamento participantes. O usuário não precisará fazer o download de nenhum outro aplicativo que não seja o da instituição bancária na qual ele já tem a sua própria conta.

Como usar? 

O Pix tem quatro tipos de chaves:

 

  • Número de CPF ou CNPJ;
  • Número do celular;
  • Endereço de e-mail 
  • EVP, uma sequência com números e letras a partir da qual será gerado um QR Code.

 

Não é permitido usar a mesma chave em bancos diferentes. Se você usar por exemplo seu e-mail como chave do Pix no Nubank, precisará cadastrar outro tipo de chave descrita acima se quiser se cadastrar no sistema por outra instituição.

 

Golpes através do PIX

Se, por um lado, o PIX facilitou as transações bancárias e a vida dos brasileiros, por outro, tem sido ferramenta para a aplicação de diversos golpes no ambiente digital e isso não se pode negar. Os criminosos se utilizam de técnicas, como o envio de links falsos através de e-mails, SMS ou até mesmo WhatsApp, entre outras.

 

Golpes mais frequentes 

  • Clonagem do WhatsApp: Os golpistas clonam para tentar contato com parentes e amigos pedindo dinheiro. Dessa forma, utilizam algumas justificativas para enganar as pessoas fingindo situações de emergência. 

 

  • WhatsApp falso: Neste caso, os golpistas usam alguma foto da pessoa e entram em contato com familiares e amigos se passando por ela, com a justificativa de que trocou de número, e após isso pedem dinheiro. 

 

  • Ligação falsa da instituição: Essa é uma das mais utilizadas e é importante ter muita atenção. O golpista entra em contato com a vítima informando que trabalha no banco, oferecendo ajuda para o cadastramento da chave PIX, após isso, solicita uma “transferência teste” para verificar se deu certo e com isso consegue ter acesso a dados pessoais da pessoa.

 

Aprenda a se proteger
  • Coloque em seu app ou site do banco um limite diário seguro para suas transações via Pix.
  • Não realize transações através de canais que não seja direto do seu app do banco. Como por exemplo, links e páginas similares.
  • De forma alguma clique em links ou baixe arquivos recebidos por e-mail. Sabe aquele SMS estranho que recebe às vezes? Exclua! Caso seja necessário, entre em contato com seu banco para verificar a procedência das informações recebidas
  • Ative a autenticação de duas etapas;
  • Por último, mas não menos importante. Prefira passar chaves aleatórias. Imagine só um estranho com seu CPF em mãos. Golpistas podem ter facilidade em conseguir outros dados.

Os cuidados na hora de realizar as transações não devem ser eliminados.

 

Termo de Confissão de dívidas: O que é e como funciona

Termo de Confissão de dívidas: O que é e como funciona

Todo mundo em algum momento da vida já recebeu alguma ligação ou um e-mail de cobrança sobre a dívida, não é mesmo? Mas você já ouviu falar no termo de confissão de dívida? já enviou um para alguém?

O termo de confissão nada mais é que uma promessa de pagamento da dívida. No qual a pessoa que está endividada e a empresa fecha um acordo para realizar a negociação. Caso o indivíduo não arque com as responsabilidades, terá consequências sérias. 

O que significa Confissão de Dívida?

A confissão é um documento que firma o acordo entre as duas partes, empresa e endividado. Nessa confissão de dívida, deverá conter detalhes de como acontecerá essa negociação de quitação do débito em aberto.

Realmente é como se fosse uma confissão mesmo, onde aquele que deve realmente assume que possui dívidas, porém existe o interesse em pagar essas pendências. 

A pessoa que está com dívidas pode decidir enviar o documento de confissão para a empresa credora, se responsabilizando por conta própria quitar as suas pendências. Além disso, deve discriminar no documento o valor total da dívida, além das condições de pagamento que mais se enquadram na sua realidade, e quantidade de parcelas.

Porém, a empresa credora também pode tomar essa iniciativa de mandar esse termo de confissão da dívida para o endividado, a diferença é que a empresa credora estará indo atrás para tentar recuperar o valor pendente. 

Esse documento tem o mesmo valor que qualquer outro documento jurídico, contém cláusulas e também precisam de assinaturas para formalizar o acordo. E independente de qual das partes tenha tomado a iniciativa de enviar o termo, ambas as partes devem estar cientes e concordar com o acordo.

Para que serve o Termo de Confissão da dívida?

O principal objetivo desse documento é formalizar juridicamente o pedido de tentar fechar um acordo e pagar os débitos. E caso não seja cumprido esse acordo, o credor pode usar como cobranças para multas, juros e até mesmo penhora de bens.

Por isso não deve ser deixado nada de lado no momento de preencher esse documento. As principais coisas que devem conter são: o valor total e o das parcelas, as formas e os prazos de pagamento, enfim, todos os detalhes da negociação.  

Quando deve ser utilizado

O termo deve ser usado quando não existe outro documento que prove a existência da dívida. Como o termo de reconhecimento de dívida é válido juridicamente, então ele acaba se tornando a principal comprovação de uma pendência.

Uma outra alternativa a ser usada é a empresa usar o termo de confissão caso não tenha conseguido um retorno nas tentativas de cobranças por e-mail ou telefone. Dessa forma então, a empresa envia o termo de confissão.

Como o termo de confissão de dívidas pode ajudar quem quer limpar o nome? 

O termo de confissão é uma forma de negociação, sendo assim, aquele que estiver inadimplente e tentar uma negociação através disso, consegue solicitar uma limpeza de nome após sucesso na negociação.

Além disso, o inadimplente deve colocar os valores que conseguem pagar, assim como a forma de pagamento também é o melhor dia para pagamento. Porém, é importante ter comprometimento com essa negociação, ou então as penalidades serão ainda maiores. 

É por isso que hoje existem outras maneiras de negociar a sua dívida atrasada, por exemplo um acordo de dívidas. Ao realizar o acordo, você não necessariamente estará ligada com a justiça, temos formas de realizar isso de maneira extrajudicial. 

Como fazer um termo de reconhecimento de dívida? 

Para fazer um termo de reconhecimento de dívida, o mais recomendado é que você busque por um advogado que prepare o documento para você, afinal, é um contrato completo onde são necessárias cláusulas que formalizam todo o processo.  

Para começar, inclua todas as informações de identificação dos sujeitos do termo, que são: Credor (empresa que está cobrando a dívida) e devedor (pessoa inadimplente que contraiu a dívida).  

Além disso, são necessários os seguintes dados:  

1 – Identificação das partes: Nomes completo, nacionalidade, estado civil, profissão, data de nascimento, RG, CPF, CNPJ e endereços do credor e do devedor 

2 – Informações sobre a dívida: valor total, origem da dívida 

3 – Formas de pagamento da dívida: valor da entrada, valor das parcelas, dados bancários para pagamento 

4 – Prazos de pagamento: dia do mês que as parcelas serão pagas, dia do primeiro pagamento

5 – Consequências do não pagamento (descumprimento do termo de confissão): quais serão os juros de mora, multas, correção monetária, e regra para aplicar essas consequências (tempo de atraso por exemplo)

6 – Termos de garantias: valor de entrada, bens do devedor, etc.  

7 – Foro: informações do cartório, comarca e Foro que estão formalizando o documento 

8 – Assinaturas: do devedor, credor e de duas testemunhas  

9 – Registro em Cartório 

Tente outras maneiras de negociação

Se você está inadimplente  e ainda não sabe como fazer para regularizar a sua situação, busque ajuda de uma empresa especializada como O Bom Acordo, que é referência em acordos e revisões contratuais. Com o Bom Acordo você tem a facilidade de ter suas dívidas negociadas de forma simples e justa.  Nossos profissionais altamente  capacitados estarão em busca de um acordo onde você só vai pagar o que a lei permite.

Somos especialistas em negociação de dívidas em atraso, por isso negociamos todos os tipos de dívidas, como cartão de crédito, empréstimos, entre outros…

Entre em contato com um de nossos especialistas em  direitos do consumidor.