Educação Financeira na Infância: porque é tão importante

Educação Financeira na Infância: por que é tão importante? Em primeiro lugar, em um mundo cada vez mais dominado por complexidades econômicas e desafios financeiros, a necessidade de uma sólida educação financeira desde a infância nunca foi tão urgente.

Além disso, este aprendizado vai muito além de ensinar crianças a poupar dinheiro; ou seja, trata-se de equipá-las com um conjunto de habilidades e conhecimentos que serão fundamentais para a sua vida adulta, influenciando diretamente sua capacidade de tomar decisões financeiras inteligentes, gerenciar riscos e alcançar estabilidade e prosperidade.

Educação Financeira na Infância
Educação Financeira na Infância

 O que é educação financeira infantil?

Educação financeira infantil é aquela conversa franca sobre dinheiro que acontece no chão da sala, entre jogos e brincadeiras, ou durante o jantar, quando falamos sobre o valor das coisas de um jeito simples e acessível. Não é apenas sobre poupar moedas no porquinho; é sobre abrir portas para um mundo de possibilidades, responsabilidades e sonhos.

Imagine ensinar seu pequeno não só a contar dinheiro, mas a compreender seu verdadeiro valor. É mostrar que cada moeda economizada pode ser um passo a mais em direção àquela bicicleta dos sonhos, mas também que ajudar o próximo ou investir em suas próprias ideias pode ser igualmente valioso.

A educação financeira infantil é, no fundo, uma aventura. Uma aventura que prepara as crianças para enfrentar o mundo não com medo, mas com confiança e sabedoria. É ensiná-las a fazer escolhas inteligentes, a diferenciar desejos de necessidades e a entender que, por vezes, esperar e poupar pode ser muito mais gratificante do que satisfazer um desejo imediato.

Neste cenário, o dinheiro deixa de ser um tabu ou uma fonte de preocupação. Transforma-se em uma ferramenta de aprendizado, um meio para ensinar valores como paciência, gratidão, solidariedade e planejamento. A educação financeira infantil é, portanto, uma base sólida sobre a qual as crianças podem construir não apenas sua independência financeira, mas também um futuro mais consciente e equilibrado.

Então, quando falamos sobre educação financeira para crianças, estamos falando sobre muito mais do que dinheiro. Estamos falando sobre prepará-las para a vida, com todas as suas alegrias, desafios e oportunidades. É um presente que, uma vez dado, eles levarão consigo para sempre, moldando suas vidas e as escolhas que farão no futuro.

 

Dicas para ensinar finanças para crianças e adolescentes

Ensinar finanças para crianças e adolescentes pode ser uma jornada incrivelmente gratificante, tanto para eles quanto para você. Aqui estão algumas dicas práticas para tornar esse aprendizado tanto eficaz quanto divertido:

 

  1. Comece Cedo e Mantenha Simples

Introduza conceitos financeiros básicos para crianças pequenas, como a diferença entre necessidades e desejos, e use exemplos do dia a dia para explicar como o dinheiro é ganho e gasto.

 

  1. Use Dinheiro Real em Exercícios Práticos

Deixe que eles manipulem moedas e notas. Isso pode incluir pequenas transações em lojas ou o gerenciamento de uma pequena quantia semanalmente, para que entendam o valor do dinheiro.

 

  1. Abra uma Conta Poupança

Incentive-os a abrir uma conta poupança. Isso não apenas os ensina sobre juros e poupança, mas também lhes dá um senso de responsabilidade e realização.

  1. Estabeleça Metas de Poupança

Ajude-os a definir metas de poupança para itens que desejam comprar. Isso ensina planejamento e paciência, além de dar-lhes a satisfação de alcançar seus objetivos.

 

  1. Jogos e Aplicativos de Finanças

Utilize jogos e aplicativos educativos para ensinar conceitos financeiros. Muitos jogos no mercado são projetados para ensinar gestão de dinheiro de maneira lúdica e interativa.

 

     6.Dê Exemplo

Crianças aprendem muito por observação. Gerencie suas próprias finanças de maneira responsável e converse sobre suas decisões financeiras de forma aberta, adequando a complexidade ao nível de maturidade deles.

 

  1. Incentive o Empreendedorismo

Pequenos projetos, como vender limonada ou artesanato, podem ensinar sobre custos, lucros e ética de trabalho.

 

  1. Discuta Orçamento Familiar

Envolver as crianças e adolescentes nas discussões sobre o orçamento familiar pode ser uma forma poderosa de ensinar sobre receitas, despesas e a importância de poupar.

 

  1. Ensine Sobre Crédito e Dívida

Para adolescentes, é crucial entender o conceito de crédito, juros e as consequências do endividamento. Use exemplos reais para explicar como o crédito funciona e por que é importante usar com sabedoria.

 

  1. Celebre Sucessos Financeiros

Quando eles alcançarem suas metas de poupança ou tomarem decisões financeiras inteligentes, celebre esses sucessos. Isso reforça comportamentos positivos e a importância de gerenciar dinheiro de forma eficaz.

 

Lembre-se, a chave para ensinar finanças para crianças e adolescentes é tornar o aprendizado contínuo, prático e relevante para suas vidas. Ao fazer isso, você estará equipado com as ferramentas necessárias para tomar decisões financeiras inteligentes ao longo de suas vidas.

 

E aí, pronto para transformar teorias em prática? 

E aí, percebeu o quão transformador pode ser ensinar educação financeira desde cedo? A verdade é que, ao abrirmos esse caminho para as crianças, estamos fazendo muito mais do que falar sobre dinheiro. Estamos preparando pequenos grandes pensadores para o mundo, capazes de tomar decisões inteligentes e construir um futuro financeiro sólido.

Não é só sobre poupar para aquele brinquedo desejado ou para os doces no final do mês. É sobre semear habilidades que vão germinar ao longo da vida, como responsabilidade, planejamento e valorização do esforço pessoal. Estamos falando de criar uma geração que sabe o valor de um real e, mais do que isso, entende que cada escolha financeira pode ser um passo em direção aos seus sonhos.

Então, por que é tão importante? Porque ao ensinar educação financeira na infância, estamos dando às crianças o mapa do tesouro para navegarem no mundo com mais segurança, autonomia e sabedoria. Estamos, de fato, investindo no recurso mais precioso que temos: o futuro. E acredite, esse é o tipo de investimento que tem retorno garantido.

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Os 5 principais motivos do endividamento

Os 5 principais motivos que levam pessoas a se endividarem

O endividamento é um fenômeno que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, independentemente de sua faixa etária, profissão ou condição socioeconômica. A dívida, quando não controlada, pode levar a graves consequências financeiras e emocionais, como estresse, ansiedade e até mesmo problemas de saúde. Entender os motivos que levam as pessoas a se endividarem é crucial para prevenir essa situação e promover uma vida financeira mais saudável. Neste artigo, exploraremos os cinco principais motivos que levam as pessoas a se endividarem, oferecendo insights valiosos para quem deseja evitar ou superar essa condição.

1. Falta de educação financeira leva ao endividamento

Compreensão limitada de finanças pessoais

Edividamento é umas das consequências por falta de educação financeira. Muitas pessoas não têm uma compreensão clara de conceitos básicos de finanças pessoais, como orçamento, poupança, investimentos e juros compostos. Sem esse conhecimento, é fácil cair em armadilhas financeiras e tomar decisões prejudiciais.

Planejamento financeiro inadequado

A ausência de um planejamento financeiro adequado pode resultar em gastos impulsivos e desnecessários. Muitas pessoas não fazem um orçamento mensal ou não acompanham suas despesas, o que pode levar a gastar mais do que ganham. Sem um controle efetivo sobre suas finanças, as dívidas podem se acumular rapidamente.

Ausência de poupança

A falta de um fundo de emergência é outro fator relacionado à falta de educação financeira. Sem poupança, qualquer despesa inesperada, como reparos no carro ou contas médicas, pode forçar as pessoas a recorrerem a crédito ou empréstimos, iniciando um ciclo de endividamento.

Consumo impulsivo e comportamento de compra no endividamento

Influência do marketing e publicidade

O marketing agressivo e a publicidade constante incentivam o consumo impulsivo. Ofertas de crédito fácil, promoções e campanhas publicitárias são desenhadas para estimular as pessoas a comprarem, muitas vezes sem necessidade. Esse comportamento de compra impulsiva pode levar ao acúmulo de dívidas no cartão de crédito e em financiamentos.

Pressão social e status

A pressão social e o desejo de manter um determinado status também são motivos significativos para o endividamento. Muitas pessoas sentem a necessidade de possuir bens materiais e serviços de alto custo para se sentirem aceitas em seus círculos sociais. Essa busca por status pode levar a gastos excessivos e dívidas consideráveis.

Compras emocionais

Compras impulsionadas por emoções, como tristeza, estresse ou felicidade, são comuns. As pessoas frequentemente utilizam as compras como uma forma de aliviar emoções negativas ou comemorar eventos positivos, sem considerar o impacto financeiro. Esse comportamento pode resultar em gastos além do planejado e, consequentemente, em dívidas.

3. Desemprego e perda de renda

Desemprego

A perda do emprego é uma das principais causas de endividamento. Sem uma fonte de renda regular, muitas pessoas precisam recorrer a empréstimos e crédito para cobrir suas despesas básicas, como aluguel, alimentação e contas domésticas. A falta de emprego também pode levar ao uso de poupanças e investimentos, reduzindo a capacidade financeira a longo prazo.

Redução de salário

Reduções de salário ou cortes de horas de trabalho podem criar dificuldades financeiras significativas. Quando a renda diminui, mas as despesas permanecem as mesmas ou aumentam, o endividamento pode ser uma consequência inevitável. Sem ajustes rápidos e eficazes no orçamento, as dívidas podem se acumular rapidamente.

Falta de benefícios

Em muitos casos, a perda de emprego também resulta na perda de benefícios, como seguro de saúde. Sem esses benefícios, as pessoas podem enfrentar despesas médicas elevadas, aumentando ainda mais o risco de endividamento.

4. Uso excessivo de crédito

Dependência do cartão de crédito

O uso excessivo de cartões de crédito é uma das principais causas de endividamento. Muitos indivíduos utilizam cartões de crédito para cobrir despesas diárias, acumulando dívidas que, com o tempo, podem se tornar incontroláveis devido aos altos juros. A facilidade de obter crédito pode levar ao uso irresponsável e à falta de controle sobre os gastos.

Empréstimos com juros altos

A obtenção de empréstimos com juros altos, como os empréstimos pessoais e os financiamentos de veículos, pode rapidamente aumentar o montante da dívida. Sem uma análise cuidadosa das condições do empréstimo e da capacidade de pagamento, as pessoas podem se ver presas em um ciclo de pagamento de juros, sem conseguir reduzir o saldo principal da dívida.

Refinanciamento e consolidação de dívidas

Embora o refinanciamento e a consolidação de dívidas possam ser soluções úteis para reduzir os juros e os pagamentos mensais, muitas pessoas utilizam essas opções sem um plano claro para eliminar as dívidas. Nesse sentido, isso pode levar a um ciclo contínuo de refinanciamento, onde a dívida total não é reduzida de forma significativa.

5. Despesas médicas e emergências

Emergências médicas

Do mesmo modo,despesas médicas inesperadas podem causar um impacto financeiro significativo. Além disso, mesmo com seguro de saúde, os custos associados a doenças graves, cirurgias ou tratamentos prolongados, por exemplo,  podem ser elevados. Dessa forma, sem um fundo de emergência, muitas pessoas precisam recorrer a crédito ou empréstimos para cobrir esses custos, resultando em endividamento.

Acidentes e desastres naturais

Da mesma forma, acidentes e desastres naturais, como incêndios, inundações e terremotos, podem gerar despesas inesperadas significativas. Sobretudo, a reparação de danos materiais e a substituição de bens perdidos ou danificados podem exigir grandes somas de dinheiro, e consequentemente,  levando as pessoas a se endividarem para lidar com a situação.

Falta de seguro adequado

Igualmente, a ausência de seguros adequados, como seguro de saúde, seguro de vida e seguro residencial, pode exacerbar o impacto financeiro de emergências. Além disso, sem cobertura de seguro, todas as despesas devem ser arcadas diretamente pela pessoa, aumentando o risco de endividamento.

Todavia, o endividamento é um problema complexo e multifacetado, que pode surgir por uma combinação de fatores. Além disso, A falta de educação financeira, o consumo impulsivo, a perda de renda, o uso excessivo de crédito e as despesas inesperadas são os principais motivos que levam as pessoas a se endividarem. 

Para evitar o endividamento, é essencial adotar uma abordagem preventiva, que inclui a educação financeira, o planejamento cuidadoso do orçamento, a criação de um fundo de emergência e o uso responsável do crédito. Além disso, estar preparado para lidar com imprevistos financeiros através de seguros adequados pode ajudar a mitigar o risco de endividamento. Ao entender as causas do endividamento e implementar estratégias para gerenciar as finanças pessoais de forma eficaz, é possível alcançar uma vida financeira mais saudável e estável.

Transferência de veículo: O que você precisa saber

Transferência de veículo: tudo que você precisa saber

Descubra o que é a Transferência de veículo você precisa saber compra de um veículo é um marco significativo na vida de muitas pessoas. No entanto, para que a transação seja concluída legalmente, é necessário realizar a transferência de propriedade do veículo. Dessa forma, este processo garante que o novo proprietário tenha todos os direitos e responsabilidades sobre o automóvel. A seguir, abordaremos tudo o que você precisa saber sobre a transferência de veículo, desde a documentação necessária até os prazos e taxas envolvidas.

1. O que é a transferência de veículo?

A transferência de veículo é o procedimento pelo qual a propriedade de um automóvel é legalmente limitada de uma pessoa para outra. Este processo é obrigatório sempre que um veículo é vendido, doado ou, em alguns casos, herdado. Além disso, a transferência garante que os registros do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) sejam atualizados com as informações do novo proprietário.

2. Transferência de veículo: Documentação necessária

Para realizar a transferência do veículo, é necessário reunir uma série de documentos. A lista pode variar de um estado para outro, mas, em geral, os documentos exigidos são:

  • Certificado de registro de veículo (CRV) : Também conhecido como DUT (Documento Único de Transferência), deve ser devidamente preenchido e assinado pelo vendedor e pelo comprador, com firma reconhecida em cartório.
  • Certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV) : Documento que comprova que o veículo está licenciado para circular.
  • Comprovante de pagamento de IPVA, DPVAT e eventuais multas : Todos os subsídios do veículo devem estar quitados.
  • Comprovante de residência : do novo proprietário, atualizado.
  • Documentos pessoais : RG e CPF do comprador.
  • Laudo de vistoria veicular : Realizado em empresas credenciadas pelo DETRAN para verificar a condição do veículo e confirmar se os dados estão corretos.

3. Passo a Passo da Transferência

  1. Preenchimento do CRV/DUT : O vendedor e o comprador devem preencher e inscrever-se no CRV, com firma reconhecida em cartório.
  2. Vistoria veicular : O veículo deve passar por uma vistoria em uma empresa credenciada pelo DETRAN para verificar se está em conformidade com os registros oficiais.
  3. Pagamento de taxas : É necessário pagar as taxas de transferência, que variam de acordo com o estado. Essas taxas incluem a taxa de transferência do DETRAN e, em alguns casos, a taxa de emissão de um novo CRV.
  4. Entrega da documentação : Com toda a documentação em mãos, o comprador deve comparecer ao DETRAN ou a um posto de atendimento autorizado para formalizar a transferência.
  5. Acompanhamento e conclusão : Após a entrega da documentação, o DETRAN processará a transferência. Emite-se o novo CRV em nome do comprador, e transfere-se o veículo oficialmente.

4.Transferência de veículo:  Prazos e penalidades

A legislação brasileira estipula um prazo de 30 dias para que a transferência de propriedade seja realizada após a assinatura do CRV/DUT. Nesse sentido, caso este prazo não seja cumprido, o novo proprietário estará sujeito a uma multa e pontos na carteira de habilitação. É importante, portanto, não deixar para a última hora e garantir que todos os documentos estejam em ordem para evitar contratempos.

5. Custos envolvidos

Acima de tudo, os custos para a transferência de veículo podem variar bastante dependendo do estado e da situação do veículo. Entre os principais custos, podemos destacar:

  • Taxa de transferência : Valor cobrado pelo DETRAN para processar a transferência.
  • Vistoria veicular : O custo da vistoria, realiza-se em uma empresa credenciada.
  • Reconhecimento de firma : Taxa cobrada pelo cartório para validar as assinaturas no CRV.
  • Eventuais subsídios : Fique em dia com as contas como, IPVA, DPVAT, multas e outros subsídios  para que se realize a  transferência.

6.Transferência de veículo:  Dicas para facilitar o processo

Verifique os subsídios antes da compra:

Certifique-se de que todos os subsídios do veículo estejam quitados antes de efetuar a compra.

Preencha o CRV corretamente:

Erros no preenchimento do CRV podem atrasar o processo de transferência.

Faça uma vistoria com antecedência:

 Agende e realize uma vistoria antecipadamente pode evitar imprevistos.

Guarde a cópia dos documentos:   

Mantenha a cópia de todos os documentos entregues ao DETRAN para eventuais consultas futuras.

 

Como fazer em caso de veículos de outras regiões

O processo para transferir um veículo de um estado (ou de uma cidade) tem variações de um DETRAN para o outro. De maneira geral, o procedimento é bem parecido em todas as regiões, e consiste basicamente em fazer a transferência do estado ou cidade de origem e providenciar um novo emplacamento, não costuma fugir disso.

A compra ou venda de um veículo envolve um processo simples, mas que você deve seguir corretamente, com toda a cautela e paciência. Em casos de dúvidas consulte o Detran de sua cidade.

Mesmo que você esteja diante do que pareça ser um negócio impossível de se recusar, tenha calma para fazer todas as verificações necessárias e garantir que a transferência de veículo ocorra sem problemas, melhor cautela do que sair prejudicado no final de tudo.

Considerações finais

Realizar a transferência de veículo é um passo fundamental para garantir a legalidade da transação e evitar problemas futuros. Porém, cumprir todos os requisitos e prazos é essencial para que o novo proprietário possa usufruir de seu automóvel sem preocupações. Assim, seguindo as orientações deste artigo, você estará bem preparado para realizar uma transferência de forma eficiente e tranquila.

Além disso, se tiver dúvidas específicas sobre o processo no seu estado, não hesite em consultar o site do DETRAN local ou procurar um despachante para auxiliar com a burocracia. Com a documentação correta e um pouco de planejamento, a transferência de veículo pode ser um processo simples e direto.

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Estratégias eficazes para sair do Cheque Especial

Estratégias eficazes para sair do Cheque Especial

Para Sair do Cheque Especial, é importante adotar estratégias financeiras eficazes que ajudem a equilibrar as finanças pessoais. Esse recurso pode parecer uma solução conveniente em momentos de emergência, e com isso muitas pessoas caem  armadilha do cheque especial e, quando percebem, já se vêem atoladas em dívidas. Este post tem como objetivo fornecer dicas para ajudá-lo a sair do cheque especial e recuperar o controle de suas finanças pessoais. Acompanhe!

1.  Compreenda a situação atual Para Sair do Cheque Especial:

Antes de tomar qualquer medida,entenda a extensão real do problema. Desse modo, faça um levantamento detalhado de suas finanças:

  • Saldo devedor :Primeiramente, verifique o valor total que você deve no cheque especial.
  • Taxas de juros : Em seguida, conheça as taxas de juros aplicáveis ​​ao seu cheque especial.
  • Outras dívidas :logo após, liste todas as outras dívidas que você possa ter, como cartões de crédito, empréstimos pessoais, entre outros.

Assim, com essas informações em mãos, você terá uma visão clara do seu cenário financeiro atual.

2. Negocie com o banco Para Sair do Cheque Especial:

Os bancos muitas vezes estão interessados ​​em negociar dívidas de cheque especial, pois recuperam o dinheiro emprestado para enfrentar um cliente inadimplente. Por isso, considere as seguintes ações:

  • Renegociação da dívida:  Entre em contato com o gerente do seu banco e explique sua situação. Até porque, solicitar uma renegociação da dívida, que pode incluir a redução das taxas de juros ou o parcelamento do saldo devedor.
  • Empréstimo pessoal : Avalie a possibilidade de conseguir um empréstimo pessoal com juros mais baixos para quitar o cheque especial. Essa opção pode ser vantajosa, já que os juros do empréstimo pessoal são significativamente menores.

3. Crie um orçamento realista

Um orçamento bem planejado é a chave para recuperar o controle financeiro. Por isso, siga estes passos para criar um orçamento eficaz:

Renda mensal :

Em primeiro lugar, liste todas as suas fontes de renda, incluindo salário, rendimentos extras, etc.

Despesas fixas:

Em seguida, faça a relação de todas as despesas fixas, como aluguel, contas de serviços públicos, transporte, etc.

Despesas variáveis:

Logo após, registre as despesas financeiras, como alimentação, entretenimento e outras compras, por esxemplo.

Priorizar pagamentos:

Por fim, pague o  cheque especial como prioridade no seu orçamento. Reduza gastos supérfluos e direcione esses recursos para quitar a dívida.

4.

Para Sair do Cheque Especial: Corte gastos desnecessários

Identificar e cortar gastos desnecessários é uma das estratégias mais eficazes para liberar recursos e pagar suas dívidas:

  • Assinaturas e serviços : Cancele assinaturas e serviços que você não utiliza com frequência.
  • Compras por impulso : Evite compras por impulso e faça uma lista antes de ir às compras.
  • Entretenimento : Opte por opções de entretenimento mais baratas ou gratuitas.

5.

Para Sair do Cheque Especial: Aumente sua renda

Além de cortar custos, aumentar sua renda pode acelerar o processo de saída do cheque especial:

  • Trabalhos freelance : Considere trabalhos freelance ou projetos temporários que possam complementar sua renda.
  • Venda de itens : Venda itens que você não usa mais, como roupas, eletrônicos e móveis.
  • Educação e capacitação : Investigue em cursos e capacitações que possam melhorar suas habilidades e abrir novas oportunidades de trabalho.

6. Estabeleça metas financeiras

Metas financeiras claras e alcançadas podem mantê-lo motivado e focado no objetivo de sair do cheque especial:

  • Metas de curto prazo : Estabeleça metas mensais, como reduzir a dívida em um determinado valor.
  • Metas de longo prazo : Planeje metas anuais, como sair totalmente o cheque especial e começar uma reserva de emergência.

7. Use aplicativos de controle financeiro

A tecnologia pode ser uma grande aliada na gestão de suas finanças. Utilize aplicativos de controle financeiro para monitorar suas despesas, categorizar gastos e acompanhar o andamento do pagamento das dívidas.

8. Eduque-se financeiramente

A educação financeira é fundamental para evitar cair novamente na armadilha do cheque especial. Procure se informar sobre finanças pessoais, leia livros, participe de cursos e workshops. Quanto mais você souber sobre gestão financeira, mais preparado estará para tomar decisões informadas e seguras.

9. Considere consultoria financeira

Se a situação for muito complicada, procurar ajuda de um consultor financeiro pode ser uma boa opção. Esse profissional pode oferecer orientação personalizada e ajudar a criar um plano detalhado para sair do cheque especial e reorganizar suas finanças.

10. Mantenha a disciplina e a paciência

Sair do cheque especial não é uma tarefa fácil e requer disciplina e paciência. Mantenha-se firme no seu plano, evite novos empreendimentos e lembre-se de que pequenos progressos são melhores do que nenhum progresso.

Sair do cheque especial e recuperar o controle financeiro é um desafio, mas com determinação, planejamento e as estratégias certas, é totalmente possível. Compreenda sua situação, negocie com o banco, crie um orçamento realista, corte gastos desnecessários, aumente sua renda e mantenha-se disciplinado. Ao seguir essas dicas, você não estará no caminho certo para uma vida financeira mais saudável e equilibrada.

Por fim, se ainda tiver dúvidas, deixe seu comentário abaixo. Em seguida, aproveite para conferir os demais posts aqui da página. Além disso, você também pode encontrar informações mais completas sobre diversos temas relacionados a finanças pessoais em nossas redes sociais. Estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn, prontos para ajudar você a alcançar seus objetivos financeiros. Estamos no Youtube, Instagram e Facebook.

Empréstimo com cartão de crédito: é uma boa opção?

Empréstimo com cartão de crédito: é uma boa opção?

O empréstimo com cartão de crédito é uma modalidade de crédito que permite aos usuários do cartão adiantar o limite disponível para realizar compras ou saques. Essa opção pode ser tentadora para quem precisa de dinheiro rápido e fácil, mas é importante avaliar se o empréstimo com cartão de crédito é realmente uma boa opção. Neste artigo, vamos explicar como funciona o empréstimo com cartão de crédito, suas vantagens e desvantagens, e se vale a pena recorrer a essa modalidade de crédito.

Como funciona ?

O empréstimo com cartão de crédito funciona de maneira bastante simples: o usuário do cartão solicita o adiantamento do limite disponível e  credita-se na fatura do cartão. O pagamento do empréstimo pode ser feito de uma só vez, na próxima fatura do cartão, ou parcelado em várias vezes, com a incidência de juros.

O valor do empréstimo com cartão de crédito geralmente é limitado a uma porcentagem do limite disponível no cartão, que pode variar de acordo com o banco emissor do cartão e o perfil do cliente. Além disso, é importante verificar as taxas de juros e as condições de pagamento antes de solicitar o empréstimo com cartão de crédito, para garantir que você será capaz de pagar o valor solicitado sem comprometer suas finanças.

Vantagens do empréstimo com cartão de crédito

O empréstimo com cartão de crédito pode ser uma opção interessante para quem precisa de dinheiro rápido e fácil. Confira algumas vantagens dessa modalidade de crédito:

1. Rapidez na liberação do crédito:

O empréstimo com cartão de crédito é uma opção rápida e prática para quem precisa de dinheiro com urgência. Assim, credita-se o valor solicitado  na fatura do cartão em poucos dias, sem a necessidade de análise de crédito ou comprovação de renda.

2. Facilidade de contratação:

Para solicitar o empréstimo com cartão de crédito, basta entrar em contato com a central de atendimento do banco emissor do cartão e solicitar o adiantamento do limite disponível. Do mesmo modo, não é necessário preencher formulários nem apresentar documentos, o que torna o processo de contratação bastante simples e prático.

3. Flexibilidade no pagamento:

O pagamento do empréstimo com cartão de créditorealiza-se de várias formas, de acordo com as condições oferecidas pelo banco emissor do cartão. O valor solicitado pode ser pago de uma só vez, na próxima fatura do cartão, ou parcelado em várias vezes, com a incidência de juros.

Desvantagens do empréstimo com cartão de crédito

Apesar das vantagens, o empréstimo com cartão de crédito também apresenta algumas desvantagens. Confira algumas delas:

1. Taxas de juros elevadas:

As taxas de juros do empréstimo com cartão de crédito costumam ser mais altas do que as de outras modalidades, como o empréstimo pessoal e o cheque especial, por exemplo. Por isso, é importante verificar as taxas de juros no Banco  Central  antes de solicitar, para garantir que você será capaz de pagar o valor solicitado sem comprometer suas finanças.

2. Risco de endividamento:

O empréstimo com cartão de crédito pode levar algumas pessoas a se endividarem além do necessário. Além disso, como o valor solicitado é creditado na fatura do cartão, é importante ter cuidado para não comprometer todo o seu limite disponível com o pagamento do empréstimo.

3. Impacto na pontuação de crédito:

O empréstimo com cartão de crédito pode impactar negativamente a sua pontuação de crédito, especialmente se você não pagar o valor solicitado dentro do prazo estabelecido. Por isso, tenha cuidade e  pague em dia e evite o  atraso  do empréstimo para que não haja comprometimento da pontuação de crédito.

Vale a pena contratar ?

O empréstimo com cartão de crédito pode ser uma boa opção para quem precisa de dinheiro rápido e fácil, no entanto,  importante que você avalie se essa modalidade de crédito é realmente a melhor opção. Por isso, verifique as taxas de juros e as condições de pagamento oferecidas pelo banco emissor do cartão antes de solicitar o empréstimo com cartão de crédito, isso garante o pagamento do valor solicitado sem comprometer suas finanças

Se você está pensando em contratar um empréstimo com cartão de crédito, vale a pena comparar as condições oferecidas por diferentes bancos e instituições financeiras, para garantir que você está fazendo a melhor escolha para o seu caso.

O empréstimo com cartão de crédito pode ser uma opção interessante para quem precisa de dinheiro rápido e fácil, contudo,  avalie se essa modalidade de crédito é realmente a melhor opção para você. Além disso, antes de solicitar , verifique as taxas de juros e as condições de pagamento oferecidas pelo banco emissor do cartão, para garantir que você será capaz de pagar o valor solicitado sem comprometer suas finanças.

Outras modalidades de empréstimos

Os empréstimos são uma forma de obter dinheiro emprestado de uma instituição financeira ou de uma pessoa física, com a obrigação de devolver o valor emprestado dentro de um prazo determinado, acrescido de juros. Bem como, existem diversos tipos de empréstimos disponíveis no mercado, cada um com suas próprias características e finalidades. Por isso, vamos apresentar os principais tipos de empréstimos e explicar as diferenças entre eles.

1. Empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é uma modalidade de crédito na qual  o cliente utiliza o valor emprestado  livremente, sem que comprove o  finalidade do empréstimo. É uma boa opção para quem precisa de dinheiro rápido e facilidade de pagamento, mas as taxas de juros costumam ser mais altas do que outras modalidades.

2. Empréstimo consignado

No empréstimo consignado desconta-se o valor das parcelas  da folha de pagamento do cliente, antes mesmo do  recebimento de seu salário ou benefício. Além disso, por oferecer mais segurança para aos credores, o consignado costuma ter taxas de juros mais baixas.

3. Empréstimo com garantia

O empréstimo com garantia é uma modalidade de crédito na qual o cliente oferece um bem como garantia de pagamento do empréstimo. É uma boa opção para quem precisa de um valor mais alto e não se importa em deixar um bem como garantia. As taxas de juros costumam ser mais baixas do que outras modalidades,  já que o risco para as instituições financeiras é menor.

4. Empréstimo para empresas

Destina-se exclusivamente para empresas,  uma modalidade voltada para investimentos no negócio. Em outras palavras, é  uma boa opção para empresas que precisam de dinheiro para expandir suas operações, comprar equipamentos ou aumentar o estoque. No entanto, as condições de pagamento podem variar de acordo com o perfil da empresa e o valor do empréstimo.

5. Antecipação de recebíveis

Nessa modalidade a empresa antecipa o recebimento de valores que seus clientes ainda não pagaram por meio da antecipação de recebíveis, uma modalidade de crédito. Uma boa opção para empresas que precisam de dinheiro rápido para pagar fornecedores, salários ou outras despesas urgentes. As taxas de juros costumam ser mais baixas do que as de outras modalidades, já que o risco para as instituições financeiras é menor.

 

6. Cheque especial

O cheque especial é uma modalidade de crédito na qual o cliente pode utilizar um valor adicional além do saldo disponível na sua conta corrente. É uma opção para emergências,  em que as  taxas de juros costumam ser  altas, se comparada a outras,   levando ao endividamento rápido se houver  descuido.

Se você gostou deste artigo e quer saber mais sobre como funciona o empréstimo com cartão de crédito, continue acompanhando o nosso blog. Temos muitas outras dicas e informações úteis para ajudar você a tomar as melhores decisões financeiras!

 

8 dicas para organizar despesas fixas e variáveis

8 dicas para organizar despesas fixas e variáveis

Nesse post, você irá conhecer mais sobre as despesas fixas e variáveis, principalmente para ter dicas que melhorem suas finanças, bem como para saber por que gastos “fora” do comum podem se tornar um problema. 

Dessa forma, fica mais simples alcançar a saúde financeira, organizando corretamente sua rotina, economizando e realizando as conquistas que sempre quis. 

Boa leitura! 

O que são despesas fixas e variáveis? 

Primeiramente, vamos definir quais são esses dois grupos de despesas que fazem parte do seu orçamento. 

As despesas fixas são aquelas que não variam e sempre são esperadas. Em outras palavras, esses são os gastos ou investimentos que farão parte da sua vida por um determinado período, geralmente longo.

Vale dizer que despesa é o termo usado para se referir a um gasto que garante a obtenção de alguma coisa. Por exemplo, conta de internet é uma despesa que garante o acesso a este serviço. 

Assim, entre as despesas fixas mais comuns estão o aluguel, contas de energia e água, telefonia, planos de saúde e assim por diante. 

Já as despesas variáveis são aquelas que sofrem uma alteração. Essa mudança pode ser no quesito valor (o quanto é gasto), bem como o período de aquisição, se é contínuo ou não. 

Por exemplo, dentro de uma loja, uma despesa variável é a comissão dos funcionários. Afinal, mesmo existindo, o valor muda mensalmente.

Na rotina comum, as principais despesas variáveis incluem a alimentação e lazer. Porém, pode englobar outros aspectos, como remédios e consultas médicas, petshops e veterinário, entre outras. Geralmente, essas despesas surgem de surpresa, oscilam a organização das finanças, pode comprometer a rotina, entre outros fatores. 

8 dicas para organizar despesas fixas e variáveis 

Sabendo o que são despesas fixas e variáveis, é hora de conferir as melhores dicas para organizar seus gastos e manter um bom controle financeiro. Vamos lá! 

1# Identifique as despesas fixas e variáveis

A primeira dica é organizar suas despesas, para saber quais delas realmente são fixas e quais são variáveis. Ou seja, faça uma planilha e separe tudo. 

Isso inclui gastos com alimentação, cartão de crédito e até aqueles lanches esporádicos. Em suma, você precisa saber onde o seu dinheiro vai parar e como exatamente paga tudo. 

Por isso, anote valores, tipos de despesas, datas de vencimento, contas que estejam em aberto, etc. Por exemplo, o pagamento de uma dívida  em três parcelas,  caracteriza-se como uma despesa fixa. 

2# Estabeleça um orçamento

Agora, é hora de definir quais serão os limites do seu orçamento mensal

Isso significa avaliar todas as despesas que anotou, definir quais orçamentos e tetos de gastos, bem como se planejar para o futuro. 

Então, comece pelas despesas fixas que não podem ser eliminadas, como aluguel e a comida do mês. Em seguida, veja se há gastos que podem ser cortados, como planos que pouco usa, reduza gastos variáveis, como aquele docinho diário que, no final do mês, levou R$100 embora. 

Preferencialmente, tente começar a criar uma poupança/caixinha para surpresas. 

3# Priorize as despesas fixas

As despesas fixas são aquelas que não podem ser adiadas ou deixadas de lado, como contas de água, luz, aluguel, etc. 

Sendo assim, devem ser priorizadas e pagas sempre em dia, para evitar cobranças – como juros e multas. 

4# Controle as despesas variáveis

Para as despesas variáveis, como alimentação fora de casa, lazer, etc., é importante estabelecer limites e controlar os gastos

Você consegue fazer isso usando planilhas de controle, definindo um teto de gastos ao mês, bem como mudando seus hábitos. Por exemplo, se sempre sente fome ao chegar do trabalho e acaba comprando alguma coisa, comece a preparar algo em casa – já deixando pronto para quando chegar. 

5# Despesas fixas e variáveis precisam de ajustes 

Os ajustes acontecem em todos os tipos de orçamentos, perfis e estilos de vida. Sendo algo natural.

Se perceber que as despesas estão acima do esperado ou tem problemas de pagamento continuamente (como atrasos), faça ajustes no orçamento. Isso pode envolver reduzir gastos desnecessários ou encontrar maneiras de economizar.

Essa dica vale para todos os tipos de despesas e, muitas vezes, é preciso buscar maneiras de alterar a maneira como gasta o seu dinheiro. Como comprar em promoções, ir a lugares mais acessíveis, etc. 

6# Mantenha registros atualizados

Registre todas as despesas, fixas e variáveis, de forma organizada e atualizada. Ou seja, nada de começar esse processo e parar no meio do caminho ou se esquecer de manter planilhas e apps atualizados. 

Isso facilita o acompanhamento do orçamento e a identificação de possíveis problemas.

7# Busque formas de reduzir custos das despesas fixas e variáveis

Principalmente para mudar a sua vida no futuro, é preciso observar o que está fazendo agora e ter atitudes diferentes

Então, busque maneiras de reduzir os custos das despesas fixas, como renegociar contratos ou buscar fornecedores mais baratos. Para as despesas variáveis, como lazer e alimentação, busque alternativas mais econômicas.

8# Entenda por que as despesas variáveis precisam de maior atenção 

Por fim, uma dica especial: é fundamental que você entenda que a falta de despesas variáveis pode  se tornam um problema.

Na prática, essas despesas podem levar você a gastos excessivos e desequilíbrio financeiro. Geralmente, as dificuldades mais destacadas pelo público incluem: 

  • Dificuldade de previsão: como as despesas variáveis mudam, pode ser difícil prever exatamente quanto será gasto em determinado período. Isso pode levar a orçamentos imprecisos e dificuldade para controlar os gastos.
  • Impacto no fluxo de caixa: Despesas variáveis que não são bem controladas tem um impacto significativo no fluxo de caixa, gerando atrasos, incertezas futuras e estresse. 
  • Risco de endividamento: se as despesas variáveis não forem controladas e seus gastos aumentarem constantemente, há um risco de você recorrer a empréstimos ou crédito para cobrir esses gastos. Isso pode levar a uma espiral de endividamento difícil de sair.
  • Falta de planejamento financeiro: por serem variáveis, nem sempre é fácil colocar esses gastos no planejamento financeiro. Ou ao menos em um plano que realmente funcione. Isso pode dificultar a realização de metas financeiras de curto e longo prazo.
  • Desperdício de recursos: gastos excessivos em despesas variáveis resultam em desperdício de recursos financeiros que poderiam ser alocados de forma mais eficiente em outras áreas. Por exemplo, você não consegue ter uma reserva para emergências, mas gasta R$100 todos os meses com lanchinhos, roupas, etc. 

Enfim, agora que você tem as melhores dicas para organizar despesas fixas e variáveis, bem como entende como os gastos precisam de atenção para não se tornar um problema, comece a mudar a sua vida. Monitore, estabeleça limites e priorize os gastos de acordo com suas necessidades e objetivos financeiros

 

Tarifas bancárias: guia facilitado

Tarifas bancárias

Nesse post, separamos o que você precisa saber sobre as tarifas bancárias. Desde para que serve esses valores até os principais tipos e a Cesta Bancária. 

Dessa forma, fica mais fácil prestar atenção e sempre conferir o que há no seu extrato, principalmente em relação as cobranças.  Boa leitura! 

O que são e por que existem tarifas bancárias? 

Primeiramente, as tarifas bancárias são os valores que os bancos cobram pela prestação de serviços relacionados às contas e operações financeiras. 

Essas tarifas são estabelecidas pelas instituições financeiras, variando conforme o tipo de conta, serviços utilizados e as políticas de cada banco. Justamente por isso, muitos clientes têm dúvidas ou nem sabem que essas cobranças existem – até precisar pagar por elas. 

As tarifas incluem, por exemplo, a manutenção da conta, emissão de extratos, transferências entre contas, saques, uso de cartões, entre outros. 

Vale dizer que cada banco possui sua própria tabela de tarifas, que deve ser disponibilizada aos clientes para consulta. Geralmente online e em contratos, aqueles que pouquíssimos clientes leem completamente. 

Então, aqui fica a dica: sempre verifique o que os contratos dizem, veja quais são os custos e, na dúvida, pergunte para um agente financeiro. 

Dica: mesmo as cobranças pequenas, aquelas de poucos centavos, acabam por significa um lucro. Imagina um banco cobrando R$ 0,20 a cada conta. Rapidamente, isso significa milhões de lucro sem qualquer gasto direto. 

E por que essas tarifas existem? 

Na prática, as tarifas bancárias servem para cobrir os custos daquilo que o banco oferece. Ou seja, para custear (e lucrar) com todos os serviços que as instituições financeiras disponibilizam para os clientes. 

Essa é uma questão importante, já que muitos brasileiros não entendem como os bancos funcionam, no sentido de oferecer uma vantagem financeira. 

Dessa forma, os bancos oferecem uma variedade de serviços e cobram para cobrir os custos operacionais associados a esses serviços. Geralmente, os serviços mais conhecidos são transferências, saques e emissão de cartões. Porém, também tem a manutenção de conta, avaliação emergencial de crédito e a lista seque. 

Alguns especialistas afirmam que há tarifas que servem como uma forma de desestimular o uso excessivo de alguns serviços. Entretanto, também podemos entender isso como um serviço mais sensível ou “perigoso” para o banco. 

Por exemplo, os juros dos cartões de crédito tendem a ser altos. 

Isso parece não fazer sentido, já que se o cliente não conseguiu pagar a fatura, como pagaria um valor superior? Porém, é isso que costuma acontecer, em uma tentativa de regularizar as finanças e tirar o nome do vermelho. 

É importante ressaltar que as tarifas bancárias são regulamentadas pelo Banco Central e devem ser transparentes. 

Isso significa que os bancos são obrigados a informar claramente quais são as tarifas cobradas e em quais situações elas são aplicadas.

Conheça as principais tarifas bancárias 

Conhecendo as tarifas bancárias, é hora de conhecer as mais comuns, para já entender por que alguns valores tendem a sair da sua conta. Veja: 

  • Manutenção de conta: taxa mensal cobrada pela manutenção da conta bancária; 
  • Tarifa de saque: cobrada quando você faz saques em caixas eletrônicos de outros bancos;
  • Transferências: taxas cobradas por transferências entre contas do mesmo banco ou bancos diferentes, bem como para transferências internacionais;
  • Extrato impresso: algumas instituições cobram por extratos impressos solicitados no banco ou enviados pelo correio;
  • Cheques: taxas relacionadas ao uso de cheques, como emissão, folhas adicionais, sustação de cheque, etc;
  • DOC e TED: taxas para transferências eletrônicas de valores para contas em outros bancos;
  • Cartão de crédito: anuidade, tarifas por atraso no pagamento, taxa de emissão de segunda via, entre outras;
  • Empréstimos e financiamentos: taxas de juros, tarifas de abertura de crédito, seguro prestamista e outras;
  • Investimentos: custódia de títulos, taxas de administração de fundos de investimento, etc. 

Vale dizer que há bancos que cobram uma taxa, mas não cobram outra. Atualmente, por exemplo, a maioria não cobra a taxa de manutenção, principalmente quando pensamos nos bancos digitais. 

Inclusive, os bancos digitais revolucionaram esse campo, oferecendo diversas vantagens para os clientes, com uma “conta mais barata” e acessível. Em todo caso, fique atento ao contrato. 

Atenção, existe a Cesta Bancária

A cesta bancária é um pacote de serviços oferecido pelos bancos incluindo um conjunto de operações bancárias básicas por um preço fixo mensal. Em outras palavras, para os serviços mais usados. 

Porém, essas operações variam conforme o banco, mas costuma incluir serviços limitados, como um volume exato de saques, transferências e extratos. Muitos desses serviços mudaram nos últimos anos, com o surgimento dos apps e Pix. 

Assim, ao aderir a uma cesta bancária, você paga uma tarifa mensal pelo pacote de serviços, o que pode ou não ser interessante para o seu perfil.

Simultaneamente, o Banco Central obriga que os bancos tenham uma Cesta Bancária gratuita, composto por: 

  • Abertura de conta: Os bancos devem oferecer a abertura de conta, conta poupança e conta de pagamento pré-paga gratuitamente.
  • Fornecimento de cartão de débito: O banco deve fornecer pelo menos um cartão de débito por titular da conta, também sem custo.
  • Realização de até quatro saques por mês: Os clientes têm direito a realizar até quatro saques por mês, inclusive por meio de guichê de caixa ou terminal de autoatendimento.
  • Realização de até duas transferências por mês: O banco deve permitir que o cliente realize até duas transferências por mês, para conta de mesma titularidade.
  • Fornecimento de até dois extratos por mês: O cliente tem direito a receber até dois extratos mensais contendo toda a movimentação da conta.
  • Consulta de saldo: O banco deve fornecer meios para que o cliente consulte gratuitamente o saldo da sua conta.
  • Compensação de cheques: Os bancos devem permitir a compensação gratuita de cheques depositados na conta do cliente.

Ou seja, você só paga se ultrapassar esse volume. Então, fique atento aos números. 

Enfim, para saber mais e acompanhar as melhores dicas, curiosidades e segredos de finanças, não deixe de conferir o nosso blog. Aqui você encontra conteúdos atualizados, novidades e mais!

3 Segredos do financiamento de veículo – 7 dicas para escolher o seu

Segredos do financiamento de veículo

Nesse post, separamos os segredos do financiamento de veículos que as empresas não te contam e as melhores dicas para escolher o seu. Inclusive, aqui o foco é ensinar mais sobre negociação e taxas. 

Afinal, são temas que sempre aparecem em conteúdos sobre o assunto, mas que raramente entram em pauta como o principal fator de interesse

Neste aspecto, você pode ou não evitar uma série de cobranças abusivas, contratos com “problemas” e mensalidades impossíveis de serem pagas no longo prazo. 

Vamos lá! 

3 Segredos do financiamento de veículo 

Primeiramente, vamos conhecer alguns dos principais segredos do financiamento de veículo que nem sempre o comprador conhece. Inclusive, há situações em que você só descobre isso após ter assinado o contrato. 

1# Negociando o preço do veículo 

Você sabia que o preço do veículo faz toda a diferença no financiamento? 

Isso por ser baseado nesse número o quanto você irá pagar no total, as parcelas, juros e assim por diante. Lembre-se que um carro no valor de R$70 mil, não sairá por este montante no financiamento, já que você irá pagar taxas e mais taxas. 

Dessa forma, é importante tentar negociar o valor daquele bem, reduzindo o total que será pago nesse negócio. 

Na prática, é tudo proporcional: quanto menor o valor do veículo, menor o valor financiado e menor o custo total. 

Aqui, separamos algumas dicas para você negociar o valor que será pago: 

  • Pesquise o valor de mercado: antes de negociar, pesquise o valor de mercado do veículo que você está interessado. Prefira usar sites especializados, como Tabela FIPE e Webmotors, que fornecem uma base de preço para veículos similares, levando em consideração ano, modelo, quilometragem e condição.
  • Esteja preparado para negociar: tenha em mente o preço máximo que está disposto a pagar pelo veículo, conforme a pesquisa que realizou. Assim, você será capaz de argumentar de forma educada e firme, mostrando que você conhece o valor do carro e está disposto a negociar.
  • Destaque pontos de negociação: em uma negociação, você deve destacar pontos importantes. Como a necessidade de pequenos reparos no veículo, a necessidade de troca de pneus, ou qualquer outro aspecto que possa justificar uma redução no preço.

2# Segredos do financiamento de veículos: prazo de pagamento 

O prazo de financiamento é um assunto que merece toda a sua atenção. 

No geral, o que vemos no mercado é que, quanto menor o tempo de pagamento, menor as taxas e melhores são as condições para você. Ou seja, é mais vantajoso. 

Claro que existem algumas situações em que isso não é possível, sendo indispensável analisar com cuidado o valor da parcela e o quanto o custo total do veículo aumenta

Por exemplo, imagine que você foi pesquisar o financiamento de um determinado veículo e uma empresa tenha apresentado duas opções: 

  • 48 parcelas de R$2 mil – Totalizando R$96 mil 
  • 112 parcelas de R$1 mil – Totalizando R$112 mil 

Claro que este é um exemplo bem “absurdo”, mas serve para notar o quanto a mais irá pagar pelo mesmo veículo, decorrente do tempo. Entretanto, você sabe que não consegue arcar com uma parcela de R$2mil, restando a outra opção. 

Sendo assim, a dica é sempre analisar o tempo de pagamento sob diversas perspectivas: 

  • Avalie os meses cuidadosamente, quanto aquilo é em anos da sua vida; 
  • Veja o custo total do veículo em cada uma das opções que lhe forem oferecidas – faça as contas com cuidado; 
  • Sempre considere mais de uma empresa, pesquise o mercado. 

3# Segredos do financiamento de veículos: Taxas, juros, descontos e abatimentos 

Por fim, um dos segredos do financiamento de veículos é ficar de olho em todo o seu contrato com muita atenção. Aqui, pode ser interessante pedir ajuda a um profissional, caso não entenda o que está dizendo. 

Inclusive, nunca confie 100% apenas naquilo que o vendedor está dizendo. Afinal, o objetivo dele é fazer você comprar. 

Assim, pesquise as taxas cobradas em cada uma das instituições, compare o que o vendedor diz com aquilo que está no contrato e veja as taxas adicionais. Como seguros, custos gerais de serviço, administrativas, etc. 

Lembre-se que você não é obrigado a contratar nenhum tipo de serviço para fazer o financiamento. Isso é uma venda casada e uma cláusula abusiva. 

Ao mesmo tempo, veja se os descontos realmente são interessantes para o seu bolso. Muitas vezes, empresas oferecem supostos abatimentos que, no custo total, não são realmente um diferencial. 

Por exemplo, há aqueles que dão o “desconto da entrada”, mas cobram isso ao longo do contrato. 

Enfim, veja os abatimentos. Estes são os descontos que você recebe por dar um valor de entrada ou “pagar adiantado”. Muitos brasileiros vão pagando as últimas parcelas quando sobra algum dinheiro e, com isso, tem descontos dos juros. 

Além disso, há diversas empresas que refazem o contrato, reduzindo as taxas. Essa opção é interessante para financiamentos muitos longos. 

7 dicas para escolher o seu 

Por fim, vamos a algumas dicas práticas para você escolher o melhor  financiamento conforme o seu perfil e necessidade. É para anotar e não esquecer. 

  1. Taxa de juros: compare as taxas de juros oferecidas por diferentes instituições financeiras. Geralmente, quanto menor a taxa de juros, melhor será o financiamento – é uma regra
  2. Prazo de pagamento: veja qual o prazo máximo para pagamento do financiamento. Um prazo mais longo pode resultar em parcelas menores, mas também pode aumentar o custo total do financiamento devido aos juros. E vice-versa.
  3. Entrada: avalie a possibilidade de oferecer uma entrada. Quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado e, consequentemente, menores serão as parcelas e os juros pagos.
  4. Flexibilidade: veja se o financiamento tem flexibilidade para antecipar parcelas ou quitar o saldo devedor antes do prazo sem cobrança de multa.
  5. Seguros e garantias: considere a necessidade de contratar seguros, como seguro de vida e seguro de veículo, que geralmente são exigidos pelos bancos para a concessão do financiamento. Fique atento a todas as cláusulas contratuais. 
  6. Reputação da instituição financeira: avalie a reputação da instituição financeira junto aos órgãos reguladores e aos consumidores para garantir que você está lidando com uma empresa confiável. o ReclameAqui é uma boa base. 
  7. Custo total do financiamento: Compare o Custo Efetivo Total (CET) de diferentes financiamentos. O CET engloba todos os custos envolvidos no financiamento, incluindo juros, taxas e seguros.

Ademais, sempre avalie sua situação financeira, faça um planejamento, tenha uma reserva para emergências e considere se este é o melhor momento para financiar. Por fim, aproveite os demais posts para aprender tudo sobre diversos assuntos e alcance a estabilidade financeira!

5 Dicas de finanças para negativados

5 Dicas de finanças para negativados

Ficou no vermelho? Então, conheça as melhores dicas de finanças para negativados e mude sua vida financeira agora mesmo, começando com passos fáceis de serem seguidos. 

Aqui, o objetivo é ensinar e mostrar que é possível realizar alterações na rotina que realmente causam um grande impacto. Inclusive, para aqueles que já estão negativados, é importante ir além do básico, já que há restrições quando pensamos em serviços de crédito. 

Vamos começar! 

1# Não faça novas dívidas 

Antes de mais nada, uma regra indispensável para aqueles que já estão no vermelho é fugir de novas dívidas. Afinal, isso pode causar um problema cada vez maior na sua vida pessoal, profissional e no seu estado emocional. 

Geralmente, aqueles que tem uma dívida tem a sensação de que, se realizarem um empréstimo, as coisas podem ser resolver. 

O problema é que, empréstimos para negativados, geralmente, tem juros altíssimos. Com isso, você paga o dobro ou mais daquele montante que emprestou do banco. 

Além disso, há a questão dos cartões de crédito

Claro que, em casos de emergência, esses serviços são uma alternativa eficiente, mas você deve lembrar que, no mês seguinte, há uma fatura a ser paga. 

Dessa forma, tenha muito cuidado ao realizar compras com esse cartão, já que os juros em casos de atraso são altos. O ideal, é evitar usar e cancelar, caso tenha taxas de anuidade. 

2# Dicas de finanças para negativados: organize e faça cortes 

Na segunda dica desse post, temos uma regra composta de dois passos. 

Assim, primeiro você deve organizar todas as suas finanças, contas e dívidas. Para isso, o ideal é colocar em uma planilha, caderno ou até na parede, em cartolinas. Isso facilita a visualização. 

Veja quais são suas contas mensais, as dívidas em aberto e anote tudo. Aqui vale até os pequenos custos diários, como aqueles momentos de lazer, café, pão e assim por diante. 

Segundamente, vem o corte dos custos desnecessários. 

Sendo assim, veja tudo o que não é essencial e realmente corte. Vale para serviços de assinatura que não usa ou usa pouco, compras impulsivas, excessos no mercado e a lista segue. 

Nesse momento, o foco é regularizar suas finanças, sendo assim, tenha em mente que é algo temporário. Porém, isso também vai ensinar você a ter um estilo que combinem melhor com o seu perfil. 

3# É hora de priorizar o pagamento das suas dívidas 

Dar prioridade para o pagamento da sua dívida é indispensável para ela deixar de existir. Afinal, sempre irão existir imprevistos, desejos, comemorações e emergências. 

Isso significa cortar gastos desnecessários e realmente começar um processo de negociação. Seja uma quitação ou pagamentos parcelados. 

Dessa forma, veja quais são as opções disponíveis para pagamento e qual delas se encaixa melhor no seu orçamento. Nunca faça um acordo que não poderá pagar, já que isso pode agravar a sua situação com a empresa. 

Além disso, consulte opções em outras plataformas. O Serasa, por exemplo, tem parceria com diversas empresas, oferecendo bons descontos em dívidas. 

Você pode estabelecer um plano de pagamento para suas dívidas, definindo quanto você pode pagar por mês para cada uma delas. Mantenha-se disciplinado em seguir esse plano.

Simultaneamente, considere a possibilidade de buscar formas de aumentar sua renda. Seja por meio de um trabalho extra, freelancer, venda de itens que não usa mais, entre outros.

4# Dicas de finanças para negativados: tudo se resume a disciplina e novos hábitos 

Uma informação pouco discutida quando o assunto é mudar sua vida financeira, é o quanto isso pode exigir de você. 

No dia-a-dia, realizamos uma série de coisas que, nem sempre, parecem um problema. Como aquele cafezinho ao sair do trabalho, um lanche a noite por ser mais “rápido” ou até aqueles docinhos extras nos dias difíceis. 

O problema é que, ao longo do mês, esses custos representam um valor alto no seu orçamento e é facilmente esquecido. Quem nunca pensou: “onde meu dinheiro foi parar?” 

Portanto, é indispensável aderir a novos hábitos e desenvolver disciplina com eles. 

Uma forma eficaz de resolver alguns desses problemas, por exemplo, é ter uma rotina organizada. Em outras palavras, saiba o que vai comer e já deixe preparado. Isso evita a compra de alimentos. 

Além disso, troque de caminho, para não passar nos lugares que sempre gasta. Como aquela padaria ou lojinha. Acredite, isso ajuda. 

Porém, mais importante ainda é a disciplina, tendo consciência dos seus gastos. Então, se questione sobre suas compras, tenha listas de compras com o que realmente precisa (e as siga) e mantenha seu orçamento anotado. 

5# Você precisa aprender a dizer não – para os outros e para si 

Entre as dicas de finanças para negativados, uma realidade é que, nem sempre, esse processo é fácil. Pelo contrário, para alguns, costuma ser difícil e demorado. 

Por isso, é importante manter-se motivado e ter muita paciência

Sair das dívidas pode levar tempo e exigir sacrifícios, mas lembre-se de que é um passo importante para alcançar estabilidade financeira e uma vida sem preocupações com dívidas. Mantenha-se focado em seu objetivo e celebre cada pequena conquista ao longo do caminho.

A questão é, como exatamente fazer isso? 

Bom, para começar, entenda quais são seus objetivos a longo prazo. Começando com a quitação das dívidas, saindo do vermelho, e seguindo para realizações. 

Você pode definir que só irá comprar um item que quer muito quando tiver o seu nome limpo. Como uma grande compra de roupas, um artigo para casa, novos livros, um celular mais moderno, etc. 

Assim, surge um aprendizado importante aqui: aprender a dizer não

Se você está no vermelho, não significa que outros estão. Logo, muitas pessoas podem te convidar para diversos eventos, nos quais o custo é alto. 

Claro que você não precisa deixar de fazer tudo o que gosta, mas precisa colocar limites em si e nos demais para arcar com suas necessidades e responsabilidades. 

Em outras palavras, terá de dizer “não” em algumas situações. 

Aqui, vale a regra de estabelecer regras. Por exemplo, você pode sair uma vez ao mês e gastar um valor X ou mesmo procurar opções que sejam mais baratas (e até gratuitas).

Não consegui realizar ação revisional de contrato, e agora?

realizar ação revisional de contrato

Não conseguir realizar a ação revisional de contrato é um medo comum entre os leitores, que não sabem o que fazer caso isso aconteça. 

Primeiramente, essa ação tem como objetivo revisar todo o seu contrato com o intuito de reduzir ou eliminar taxas e cláusulas abusivas, bem como acabar com o saldo devedor. Além disso, há situações em que cabe devolução do valor que foi pago indevidamente. 

Neste cenário, o valor das parcelas pode ser alterado, o prazo de pagamento muda e assim por diante. 

Então, saiba o que fazer diante desse acontecimento. Confira! 

Dificuldades em fazer uma ação revisional: conheça os motivos 

A princípio, existem uma série de motivos que levam um consumidor a enfrentar dificuldades em fazer uma ação revisional de contrato. Inclusive, problemas para dar os primeiros passos. 

Ou seja, você nem sempre consegue ingressar juridicamente neste processo. Dessa forma, as causas para isso incluem: 

  • Falta de base jurídica: toda ação revisional depende de fundamentos jurídicos. Logo, se não já algo sólido, isso não acontece. Por isso, o seu contrato deve ter irregularidades ou abusos para começar tudo isso; 
  • Falta de provas ou documentos: a base de uma ação revisional envolve documentos e provas da abusividade. Isso serve para sustentar toda a alegação, seja o contrato, comprovantes de pagamento, extratos, etc. Por isso é importante que você guarde tudo; 
  • Prescrição: todo contrato tem um prazo de prescrição, ou seja, deixa de valer qualquer tipo de ação. Assim, converse com um advogado e veja se o prazo ainda não expirou – no caso de contratos já finalizados; 
  • Problemas financeiros: a ação revisional pode envolver custos, caso não busque as vias gratuitas. Dessa forma, a nossa dica é buscar a Defensoria Pública, mesmo sendo um pouco mais lento, em alguns casos, evita esse problema. 

Enfim, sempre que tiver problemas com um contrato, a primeira coisa a ser feita é conversar com a empresa, esclarecendo todas as questões relacionadas ao documento. 

Porém, se não houver uma solução efetiva, siga para os meios legais. 

Por que meu nome ficou no vermelho? 

Um risco da ação revisional é que o contrato revisado pode ser considerado como inadimplente, isso até o processo ser concluído. 

Dessa forma, quando a ação for ajuizada, essa é uma consequência do processo. 

Tenha em mente que essa não é uma regra, mas uma possibilidade. 

Simultaneamente, muitos consumidores têm o CPF negativado antes da ação, decorrente da inadimplência, atrasos, problemas na comunicação e assim por diante. 

Portanto, uma dica importante é continuar pagando as parcelas durante o processo de revisão. Se isso não for possível, converse com um advogado para entender a sua situação e regularizar tudo isso. 

A negativação causa uma série de desafios, como dificuldade para conseguir crédito, redução do seu score de crédito, entre outras restrições. Logo, busque uma solução. 

Não consegui realizar ação revisional de contrato, e agora? 

Agora, chegamos à temática principal desse post. Portanto, se você não conseguir realizar ação revisional de contrato, há outras alternativas que devem ser exploradas. Vamos lá! 

Negociação direta

A primeira alternativa é fazer uma negociação direta com a instituição financeira

Na prática, explique toda sua situação e veja quais são os acordos possíveis, renegociando as condições daquele contrato. Geralmente, o foco é reduzir os custos, juros ou mudar o prazo de pagamento. 

Caso tenha dívidas em aberto, converse sobre renegociação total da conta, prazos para pagamentos do atrasado, eliminação de juros para quitação e assim por diante. 

Procurar ajuda especializada

Se possível, contrate um advogado especializado em direito do consumidor e em questões financeiras para obter orientação sobre outras opções legais disponíveis para você. 

Esses profissionais podem sugerir opções ou estratégias que ainda não foram consideradas. Além de realizarem mais facilmente acordos diretos com a empresa. 

Busca por programas de renegociação

Diversas instituições financeiras oferecem programas de renegociação de dívidas para clientes com dificuldades financeiras. 

Verifique se a sua instituição oferece essa opção e como você pode participar.

Mediação ou conciliação

Uma alternativa é conversar com a empresa por meio de uma mediação ou conciliação. Esse processo é uma alternativa eficiente que reúne as partes envolvidas no processo para discutir as soluções. 

Geralmente, a mediação envolve a apresentação de uma proposta, por você, e uma contraproposta, pela empresa. 

Busque informações sobre suas dívidas

Por fim, você deve buscar informações completas sobre a sua dívida, para realmente avaliar sua situação financeira. 

Dessa forma, veja os valores da dívida, o que está em contrato, taxas de juros e multas, bem como as opções de soluções. 

Uma dica para isso é ir até os órgãos de deseja do consumidor, como o Procon, para ter uma orientação mais clara sobre o assunto. Mesmo que não seja realizada uma ação revisional, esses locais contam com profissionais que oferecem um melhor direcionamento.  

Se você não conseguiu realizar ação revisional de contrato, siga essas dicas para tentar um novo acordo com a instituição financeira/empresa. 

Entretanto, se fez a ação e a resposta não foi a esperada, que seria vantajosa para você, há quatro opções que podem ser exploradas, como: 

  1. Revisão do processo: é importante revisar o processo e verificar se houve algum erro processual ou mesmo de fundamentação que possa ser corrigido. 
  2. Recorrer da decisão: se você acredita que a decisão judicial foi injusta, uma opção é recorrer da decisão para instâncias superiores, como o Tribunal de Justiça. 
  3. Negociar com a instituição financeira: mesmo após o resultado da ação revisional, você deve tentar negociar com a instituição financeira para buscar um acordo que seja favorável para ambas as partes. Uma renegociação da dívida pode ser uma opção viável, mais fácil e barata. 
  4. Buscar outras vias legais: conforme o caso, é possível ingressar com outras ações judiciais, como ação declaratória de nulidade de cláusulas abusivas ou uma ação indenizatória por danos materiais e morais.

Em todos os casos, é indispensável que você busque um advogado especializado, já que ele será capaz de avaliar e buscar as melhores opções. Enfim, busque uma alternativa viável para o seu problema e regularize suas finanças.