Como passar meu carro novo pro meu nome?

Como passar meu carro novo pro meu nome

A compra de um automóvel sempre significa uma enorme satisfação por estar realizando o sonho de comprar seu próprio veículo. Mas analisando por outro lado, existe também a parte burocrática que só de pensar já dá até dores de cabeça. Aqui no Blog já demos dicas de como não cair em armadilhas no seu financiamento, e até mesmo listamos as principais taxas a serem inclusas no contrato do seu financiamento, hoje, nosso intuito é te deixar por dentro de todo o processo que deve enfrentar para passar o carro para o seu nome.

 

Para evitar dores de cabeças e problemas no futuro, é importante realizar a transferência com muita atenção e cautela para não cometer erros e ter que arcar com multas, isso mesmo que você leu, caso não faça todo o processo de transferência no prazo que é estipulado (iremos falar sobre o prazo no decorrer no artigo) terá que arcar com multa. A transferência demanda da pessoa uma série de procedimentos até que enfim seja finalizado, como por exemplo despachante, que irá cobrar para realizar o serviço. Continue conosco e confira passo a passo para conseguir passar o veículo para o seu nome.

Reconhecer firma

Bom, a primeira etapa a se enfrentar é ir ao cartório mais próximo do seu bairro para fazer a autenticação do Certificado de Registro do Veículo que deverá ter a assinatura do antigo dono do veículo.

Prazo para transferir o veículo para seu nome

Falando agora sobre o prazo, após passar por essa etapa, a contar a partir da data de assinatura do CRV (Certificado de Registro do Veículo), o novo proprietário então terá um prazo de exatamente 30 dias para realizar a transferência do veículo. Caso não realize nesse prazo, deverá arcar com uma multa de classificação grave, sendo aplicados cinco pontos na CNH do atual comprador. Isso mesmo, você não leu errado, os pontos referentes a multa aplicada devem ser somados na CNH do novo dono do veículo.

 

Desde 08/05/2020, a emissão do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) passou a ser totalmente digital. E, conforme Resolução do Contran, a partir de 04/01/2021, a emissão do Certificado de Registro de Veículo também passou a ser digital, com isso, não existe mais a impressão do CRV em papel (a não ser que você pegue online e imprima em folha branca). Dito isso, saiba desde já que os dados sobre a propriedade e o licenciamento do veículo ficarão juntos em um único documento: o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e).

 

Porém, o comprador continua com a obrigação de:

*Para documento emitido até 31/12/2020: entregar na unidade de atendimento o CRV original impresso em papel moeda (documento verde) com reconhecimento de firmas utilizado na transferência.

*Para documento do veículo emitido a partir de 04/01/2021: entregar na unidade de atendimento a ATPV-e impressa com reconhecimento de firmas utilizada na transferência do veículo.

 

Importantíssimo: Não esqueça de conferir se há débitos referentes ao DPVAT, IPVA ou então multas. Para que seja realizada a transferência de forma correta, é necessário que o veículo esteja com tudo em dia.

 

Envio e quais documentos são necessários para realizar a transferência?

 

 

Existe a possibilidade de fazer este passo do processo presencialmente. Verifique e faça o agendamento junto ao Detran do seu estado. Confira como fazer de forma online.

1 – Digitalize (tire foto ou escaneie) toda a documentação necessária em um dos formatos aceitos (.pdf, .png, .jpg, .jpeg, .gif). A imagem dos documentos precisa estar com todos os campos legíveis.

2 – Acesse o site do Detran.SP e solicite a transferência de propriedade, informando os dados dos seus documentos.

3 – Após enviar, acompanhe o andamento do processo. consulte o serviço online “Acompanhamento de serviços de veículos”.

 

Para concluir a transferência, entregue o documento de transferência original sem esquecer que deve estar com firma reconhecida em uma unidade de atendimento.

Caso seja realizada de forma presencial, é importante separar os documentos com atenção para que não falte nada, dessa forma não corre o risco de dar viagem perdida por ter esquecido algum documento importante. O Detran costuma exigir os seguintes documentos para que se dê entrada na transferência de propriedade de veículo:

  • RG, CNH, CPF;(Por via das dúvidas, com a original em mãos, leve também uma cópia de um desses documentos;
  • CRV (Certificado de Registro de Veículo) assinado pelo vendedor e com firma reconhecida em cartório, conforme já mencionamos acima;
  • Comprovante de residência (importante que o comprovante esteja no nome do novo proprietário do veículo, e também emitido nos últimos seis meses);
  • Laudo de vistoria feita pelo DETRAN ou de alguma empresa credenciada de sua preferência;
  • Comprovante de pagamento das taxas referentes à transferência.

Custos de transferência

 

Acima mencionamos para levar o comprovante de pagamento das taxas referentes e pode haver dúvidas com relação a o que deverá pagar. Os custos de transferências geralmente variam de estado para estado. Então indicamos que consulte o Detran de seu estado para saber os valores vigentes. Mas de antemão, saiba que terá que arcar com o CRLV novo, serviços de cartório, vistoria e as taxas de transferência.

 

Esperamos que o artigo tenha tirado suas dúvidas com relação ao tema abordado hoje e lembre-se, O Bom Acordo é uma organização empresarial que tem como especialidade o auxílio de clientes na realização de negociação e mediação com o credor, na quitação de financiamento e na redução de débitos tanto de pessoas físicas quanto de jurídicas.

 

No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato com intuito de eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

Você pode fazer agora mesmo uma simulação gratuita acessando o nosso site e descobrir, dentro de poucos instantes, o quanto pode ser reduzido dos seus valores em aberto. Se preferir, entre em contato com um de nossos consultores por meio de nossas redes sociais e Facebook, estamos sempre dispostos para te ajudar.

Achou interessante? Você pode fazer sua análise entrando em contato com um de nossos especialistas. Estamos à disposição.

Score: entenda a pontuação que pode afetar o seu crédito

Score: entenda a pontuação que pode afetar o seu crédito

O score é usado por muitas empresas, desde bancos e outras instituições financeiras, para fazer negócios com pessoas físicas e  ele em uma relação direta com o endividamento e a inadimplência.

Mesmo hoje em dia parecendo algo comum, cuidar em manter um bom score ainda pode ser uma dificuldade. Muita gente não sabe muito bem como funciona e nem como fazer isso, ou como ele é utilizado por empresas e quais as suas vantagens e desvantagens. Hoje, você irá conhecer mais a respeito da pontuação de crédito, e dessa forma, você vai saber como aumentar os seus pontos e conseguir com maior facilidade aquele cartão de crédito ou a liberação de um empréstimo.

É extremamente importante entender como funciona esse sistema, dessa forma, quando você precisar de serviço financeiro, você poderá consultar o seu score para saber como ele está e o que vai ser possível conseguir com ele. Caso a situação dele não esteja muito agradável, com algumas práticas financeiras é possível reverter essa situação.

O que é score?

Resumidamente, o score é um sistema de pontuação que avalia o comportamento financeiro da pessoa, isso quer dizer que essa pontuação pode mostrar se se a pessoa é boa para pagar dívidas e contas em dia, ou então não tem um bom histórico nesse assunto. A pontuação do score varia de 0 a 1.000 e ela costuma mudar ao longo do tempo, de acordo com seus hábitos. Quanto mais perto de 1.000 estiver, melhor, isso pode significar que você é um bom pagador.

Você deve estar se perguntando por quem é calculada essa pontuação. É calculada por algumas empresas que são chamadas de birôs de crédito (um tipo de empresa que mostra o histórico de pagamento). O score tem como objetivo indicar o grau de confiança que os bancos podem ter em alguém no momento de aceitar um pedido de empréstimo ou liberar um cartão de crédito.

Score Baixo

Se a pessoa está com algum boleto em atraso, não tem o costume de pagar as contas em dia, ou então está com o nome sujo, pode ter certeza que o score está baixo nos birôs. Quando se encaixa nos principais fatores para fazer com que o crédito caia, é inevitável que isso não aconteça.

Quem tem um score baixo pode não apenas ter mais dificuldade para conseguir um empréstimo, mas, quando conseguir, tende a pagar juros mais altos, por exemplo, mas não significa que tenha que pagar além do permitido, cobranças de juros excessivos é uma prática considerada indevida.

Como saber qual é a sua pontuação de score de crédito?

Isso é bem simples e rápido. Dá para consultar a pontuação do seu histórico financeiro nessa lista que colocaremos abaixo:

 

  • Boa Vista;
  • Quod;
  • Serasa;
  • SPC Brasil;

Para conseguir realizar a consulta você precisará fazer um cadastro e informar alguns dos seus dados pessoais. Após isso, será possível ter acesso de maneira totalmente gratuita ao score de crédito.

 

Por que empresas consultam o Score?

O objetivo dessas empresas é terem mais informações na hora de analisar o risco de oferecer crédito para o cliente. Isso vale tanto para bancos como operadoras de cartão. As empresas contratam o serviço de consulta do Serasa para ter acesso a essas informações. Não são apenas instituições financeiras que podem consultar, até mesmo uma empresa que esteja pensando em te contratar pode achar interessante consultar seu histórico financeiro, isso é muito comum.

Quem pode consultar meu score? Veja alguns exemplos:

  • Bancos e instituições financeiras;
  • Construtoras e imobiliárias;
  • Operadoras de internet e telefonia;
  • Empresas em geral
  • Lojas de departamento;
  • Financiamentos estudantis.
  • Seguradoras de automóveis;

 

O que fazer para aumentar a pontuação?

A melhor forma de melhorar seu Score é sempre pagar as contas em dia conforme já mencionamos. Os atrasos podem fazer com que a pontuação fique menor e caia cada vez mais. Outra opção é quitar suas dívidas, que além de ser benéfico para você, pode te ajudar futuramente caso deseje pedir empréstimos para dar entrada em algo ou então solicitar um financiamento. Uma terceira opção para fazer seu score subir é antecipar faturas, isso ajuda muito.

 Cada pontuação indica um risco:

 

  • Até 300 pontos: alto risco de inadimplência;
  • Entre 300 e 700: risco médio de inadimplência;
  • Acima de 700: risco baixo.

 

Afinal, como o score pode impactar na minha vida?

Como mencionamos, o score baixo pode impactar de diversas formas e impedir de realizar até alguns sonhos pessoais. Mas listamos algumas formas que pode te prejudicar:

  • Você pode encontrar problemas para abrir uma conta no banco ou conseguir um novo cartão de crédito em seu nome;
  • Sabe o grande sonho da casa própria? Ou então ter seu tão sonhado carro, isso pode ser negado;
  • Pode ter dificuldades de conseguir um empréstimo e, mesmo que consiga, terá que pagar juros bem altos conforme já mencionamos;
  • O lado ruim de não conseguir solicitar cartão de crédito em seu nome, é que terá que fazer as compras à vista, o que muitas vezes dependendo da sua renda e contas fixas do mês acaba não sobrando verba para isso;
  • E por último, mas não menos importante, pode até ser negado em um emprego!

Bom, deu para perceber que de várias formas pode ser bem prejudicial ter um score baixo. Mas dependendo do seu problema nós podemos te ajudar.

Caso esteja precisando de ajuda em algum financiamento e esteja preso em alguma dívida, queremos te lembrar que somos especialistas nesse assunto.

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Conheça as melhores formas de financiamento para comprar um carro

Conheça as melhores formas de financiamento para comprar um carro

Financiamento, consórcio ou leasing? Hoje, você irá entender como cada uma dessas opções de financiamento funciona e qual delas pode ser a melhor opção para o seu plano em adquirir o automóvel.

No decorrer do nosso artigo vamos detalhar sobre os diferentes tipos que existem, além disso vamos detalhar as vantagens e desvantagens que você poderá encontrar em cada uma das opções listadas. Dessa forma, iremos facilitar o seu processo de escolha.

Quando é indicado o financiamento de veículos?

Além da resposta mais óbvia de ser indicado para aqueles que não tem o valor total a ser pago, antes de pensar em como financiar um carro, você precisa avaliar se a compra do automóvel é mesmo necessária. Coloque na ponta do lápis, financeiramente falando, por exemplo, se você não trabalha e nem viaja muito de carro a compra não vale a pena, porque você não irá usar tanto o automóvel, então um investimento a longo prazo como o financiamento acaba não compensando.

Agora se mesmo assim você não abre mão do conforto de ter o seu veículo, não se esqueça que os gastos vão muito além das parcelas do financiamento que terá que arcar mensalmente. Há despesas com combustível, seguro do carro, manutenções que acontecerão no decorrer dos anos e o IPVA que é cobrado anualmente, e convenhamos que não é nada barato.

Qual é a melhor opção de financiamento para comprar um carro?

Comprar um veículo é o sonho de muitos brasileiros hoje em dia, e realizá-lo pode ser menos complicado do que você imagina. Claro, com o planejamento financeiro certo e muita determinação você consegue alcançar esse sonho, mas existem algumas alternativas que podem facilitar (e até acelerar) a aquisição do seu veículo.

Vamos iniciar comparando o leasing com o financiamento, os dois têm propostas bem parecidas para quem vai precisar do veículo a curto prazo.

Existe a possibilidade de o comprador fazer um financiamento diretamente com a concessionária ou então em bancos.

Vantagens de adquirir o veículo através do financiamento – Consegue ter a retirada imediata do automóvel, coisa boa não é mesmo?

Agora falando das desvantagens do financiamento de carros – as cobranças de juros podem variar entre concessionárias e os bancos, isso você irá notar ao longo das buscas.

É bom guardar um dinheirinho para que tenha um valor para dar de entrada, dessa forma não fica tão pesado. Você também tem a opção de tentar dar o carro usado como entrada e abater no valor. Essas duas opções fazem com que você tenha acesso a juros mais baixos e o valor a ser financiado fica bem menor. Então imagine, quanto maior a entrada no valor financiado, melhor será.

Leasing

Nessa opção você paga um aluguel mensal por um certo prazo determinado para a empresa responsável por esse tipo de operação e o veículo fica no nome dela durante esse processo. Resumindo, essa forma de financiamento de carro no qual a instituição financeira vai “alugar” o veículo para você. Você terá que pagar as parcelas e só passará a ter o automóvel no seu nome após quitar a última parcela.

Vantagem de adquirir um carro por leasing – não há cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e você pode financiar até 100% do valor sem a necessidade de dar algum valor de entrada.

Desvantagem do leasing – o carro financiado por leasing só ficará em seu nome no final do contrato, quando finalizar o pagamento.

Se em algum momento falhar com os pagamentos, o veículo pode ser tomado pelo banco.

Consórcio

Em um consórcio, um grupo de interessados em adquirir um bem paga valores mensais para a administradora do consórcio. Todos os meses, ela realiza sorteios que têm como objetivo contemplar um cliente e fornecer a carta de crédito.

Vantagens do consórcio – Os principais benefícios do consórcio é a ausência de juros que um carro parcelado possui. Além disso, você pode também escolher o valor de cada mensalidade e por quanto tempo vai pagar.

Desvantagens do consórcio – Claro que como principal desvantagem dessa modalidade é impossível não destacar a possível demora para que você seja contemplado.

Como saber se os juros do Financiamento ou do Leasing estão sendo cobrados de forma excessiva?

Você agora deve estar se perguntando qual é a melhor maneira de financiar um veículo. Pois saiba que as instituições financeiras têm a liberdade para praticar valores de financiamento de carros que consideram ideal. Isso acontece porque elas levam em conta a análise do cliente, sua renda, restrições de crédito e outros requisitos.

Com estas informações, elas aplicam uma taxa de juros de acordo com o risco de inadimplência de cada pessoa. Mas, para saber se os juros do financiamento do carro são abusivos, você precisa analisar a taxa Selic informada pelo BC para cada instituição. Se for superior ao informado, você pode estar sendo vítima de um juro excessivos

Caso esteja precisando de ajuda em algum financiamento e esteja preso em alguma dívida, queremos te lembrar que somos especialistas nesse assunto.

No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato com intuito de eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

Você pode fazer agora mesmo uma simulação gratuita acessando o nosso site e descobrir, dentro de poucos instantes, o quanto pode ser reduzido dos seus valores em aberto. Se preferir, entre em contato com um de nossos consultores por meio de nossas redes sociais e Facebook, estamos sempre dispostos para te ajudar.

 

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento

Como você já deve saber, a presença de juros muito além do normal praticado pelo mercado é um dos principais fatores que contribuem para o aumento das parcelas dos financiamentos desde sempre. E cá entre nós, sabemos que qualquer aumento nas parcelas faz total diferença financeiramente no final do mês.

Podemos dizer que esses juros cobrados indevidamente são um dos maiores problemas no financiamento, mas com certeza não são os únicos problemas. O que pode acarretar em um aumento significativo nas parcelas do seu veículo, sem que ao menos perceba, são as tarifas excessivas, tarifas que em alguns casos são incluídas sem ao menos explicar o que são cada uma delas, e perante leis brasileiras algumas são proibidas.

Vamos explicar alguns critérios que as financeiras usam para se basear nas taxas de juros, são eles:

  • Risco agregado ao investimento – investimentos mais arriscados exigem juros maiores;
  • Expectativas inflacionárias;
  • Compensação pela perda de oportunidades em aplicar o dinheiro em outro investimento. A pessoa que empresta o capital, muitas vezes, deixa de fazer um investimento mais lucrativo para disponibilizar seu dinheiro a outra pessoa que precisa muito dele;
  • Custos administrativos envolvidos na operação.

O que pode ser cobrado no financiamento?

Falando agora sobre as taxas de juros cobradas nos contratos, saiba que ela será aplicada em cada uma das prestações, mas pode variar conforme a instituição financeira que o consumidor for escolher. Por isso, tenha sempre muita atenção na hora de fechar o contrato com a financeira, escolha e pesquise bem, leia e releia o contrato, não faça nada na correria, pois passará muitos anos da sua vida arcando com essas parcelas do financiamento.

Existem outras taxas menores, que devem ser conhecidas antes da assinatura do contrato. Alguns exemplos são:

  • IOF (Imposto de Operações Financeiras): representa uma cobrança anual de 3% do crédito emprestado e uma cobrança única de 0,38%;
  • TAC (Taxa de Abertura de Crédito) ou Taxa de Cadastro: cobrada para verificar se você tem alguma restrição em seu nome;
  • SPF (Seguro Proteção Financeira): é um seguro opcional, que garante a não apreensão do carro em casos de inadimplência.

Conheça algumas taxas irregulares mais utilizadas em financiamentos veiculares:

  • Tarifa de Emissão de Boleto (TEB)

Esta taxa, que às vezes pode ser cobrada também como Tarifa de Emissão de Carnê (TEF), é considerada pelo Superior Tribunal de Justiça como uma cobrança excessiva. Tendo em vista que a tarifa pela emissão de boleto ou ficha de compensação garante às instituições financeiras uma vantagem injusta nos contratos de financiamento.

  • Tarifa de Abertura de Crédito

Uma das taxas mais cobradas em contratos de financiamento é a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). Desde 2008, o Banco Central do Brasil proibiu que esta taxa seja cobrada pelas instituições financeiras. Contudo, diversas operadoras ainda incluem em seus acordos com outro nome. Mas de qualquer maneira, esta prática continua sendo usada ilegalmente para aumentar o lucro dos bancos.

  • Taxa de Serviços de Terceiros

A Taxa de Serviços de Terceiros nada mais é que uma tarifa que o consumidor paga à instituição financeira para cobrir o valor pago por elas como comissão ao vendedor do contrato de financiamento. Porém a resolução nº3.954 do Banco Central proíbe a cobrança de tarifa, comissão ou qualquer valor referente a serviços prestados por terceiros ou fornecimento de produtos.

●       Taxa de registro de contrato

Fazer a cobrança da tarifa de registro de contrato em operação de financiamento é uma prática considerada ilegal. Isso acontece porque ainda existem alguns casos em que esta taxa pode ser cobrada. Mas mesmo assim, ainda é bastante comum instituições inserirem essa tarifa, porém com nomes diferentes, o mais indicado mesmo é você questionar cada tarifa incluída no contrato.

 

Vale lembrar que os bancos não são obrigados a utilizar o valor exato em suas operações financeiras. Porém, qualquer valor discrepante que seja muito além do que o estipulado pode ser caracterizado como cobrança excessiva, e isso quem garante é o CDC. Nesse caso, o cliente tanto pode, como deve, solicitar a redução dessas tarifas e também a compensação dos valores pagos pelos Juros Excessivos até o presente dia.

Hoje trouxemos todas essas dicas, mas isso não será suficiente. A melhor maneira de você identificar essas cobranças indevidas no contrato de financiamento é contratando uma empresa que seja especializada nestes serviços. Os profissionais darão todo o suporte necessário, com revisões contratuais.

Caso esteja precisando de ajuda em algum financiamento e esteja preso em alguma dívida, queremos te lembrar que somos especialistas nesse assunto.

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Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento:

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento: Como você já deve saber, a presença de juros muito além do normal praticado pelo mercado é um dos principais fatores que contribuem para o aumento das parcelas dos financiamentos desde sempre. E cá entre nós, sabemos que qualquer aumento nas parcelas faz total diferença financeiramente no final do mês.

Podemos dizer que esses juros cobrados indevidamente são um dos maiores problemas no financiamento, mas com certeza não são os únicos problemas. O que pode acarretar em um aumento significativo nas parcelas do seu veículo, sem que ao menos perceba, são as tarifas excessivas, tarifas que em alguns casos são incluídas sem ao menos explicar o que são cada uma delas, e perante leis brasileiras algumas são proibidas.

Vamos explicar alguns critérios que as financeiras usam para se basear nas taxas de juros, são eles:

  • Risco agregado ao investimento – investimentos mais arriscados exigem juros maiores;
  • Expectativas inflacionárias;
  • Compensação pela perda de oportunidades em aplicar o dinheiro em outro investimento. A pessoa que empresta o capital, muitas vezes, deixa de fazer um investimento mais lucrativo para disponibilizar seu dinheiro a outra pessoa que precisa muito dele;
  • Custos administrativos envolvidos na operação.

O que pode ser cobrado no financiamento?

Falando agora sobre as taxas de juros cobradas nos contratos, saiba que ela será aplicada em cada uma das prestações, mas pode variar conforme a instituição financeira que o consumidor for escolher. Por isso, tenha sempre muita atenção na hora de fechar o contrato com a financeira, escolha e pesquise bem, leia e releia o contrato, não faça nada na correria, pois passará muitos anos da sua vida arcando com essas parcelas do financiamento.

Existem outras taxas menores, que devem ser conhecidas antes da assinatura do contrato. Alguns exemplos são:

  • IOF (Imposto de Operações Financeiras): representa uma cobrança anual de 3% do crédito emprestado e uma cobrança única de 0,38%;
  • TAC (Taxa de Abertura de Crédito) ou Taxa de Cadastro: cobrada para verificar se você tem alguma restrição em seu nome;
  • SPF (Seguro Proteção Financeira): é um seguro opcional, que garante a não apreensão do carro em casos de inadimplência.

Conheça algumas taxas irregulares mais utilizadas em financiamentos veiculares:

  • Tarifa de Emissão de Boleto (TEB)

Esta taxa, que às vezes pode ser cobrada também como Tarifa de Emissão de Carnê (TEF), é considerada pelo Superior Tribunal de Justiça como uma cobrança excessiva. Tendo em vista que a tarifa pela emissão de boleto ou ficha de compensação garante às instituições financeiras uma vantagem injusta nos contratos de financiamento.

  • Tarifa de Abertura de Crédito

Uma das taxas mais cobradas em contratos de financiamento é a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). Desde 2008, o Banco Central do Brasil proibiu que esta taxa seja cobrada pelas instituições financeiras. Contudo, diversas operadoras ainda incluem em seus acordos com outro nome. Mas de qualquer maneira, esta prática continua sendo usada ilegalmente para aumentar o lucro dos bancos.

  • Taxa de Serviços de Terceiros

A Taxa de Serviços de Terceiros nada mais é que uma tarifa que o consumidor paga à instituição financeira para cobrir o valor pago por elas como comissão ao vendedor do contrato de financiamento. Porém a resolução nº3.954 do Banco Central proíbe a cobrança de tarifa, comissão ou qualquer valor referente a serviços prestados por terceiros ou fornecimento de produtos.

●       Taxa de registro de contrato

Fazer a cobrança da tarifa de registro de contrato em operação de financiamento é uma prática considerada ilegal. Isso acontece porque ainda existem alguns casos em que esta taxa pode ser cobrada. Mas mesmo assim, ainda é bastante comum instituições inserirem essa tarifa, porém com nomes diferentes, o mais indicado mesmo é você questionar cada tarifa incluída no contrato.

 

Vale lembrar que os bancos não são obrigados a utilizar o valor exato em suas operações financeiras. Porém, qualquer valor discrepante que seja muito além do que o estipulado pode ser caracterizado como cobrança excessiva, e isso quem garante é o CDC. Nesse caso, o cliente tanto pode, como deve, solicitar a redução dessas tarifas e também a compensação dos valores pagos pelos Juros Excessivos até o presente dia.

Hoje trouxemos todas essas dicas, mas isso não será suficiente. A melhor maneira de você identificar essas cobranças indevidas no contrato de financiamento é contratando uma empresa que seja especializada nestes serviços. Os profissionais darão todo o suporte necessário, com revisões contratuais.

Caso esteja precisando de ajuda em algum financiamento e esteja preso em alguma dívida, queremos te lembrar que somos especialistas nesse assunto.

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A alta da Taxa Selic faz você ficar mais apertado? Entenda como funciona e para que serve

A alta da Taxa Selic faz você ficar mais apertado? Entenda como funciona e para que serve

Você provavelmente já deve ter escutado por aí sobre a “Taxa Selic” seja numa rodinha de amigos, na televisão, pela internet, talvez essa seja a palavra mais repetida quando o assunto está relacionado à economia, finanças e principalmente investimentos.

Saiba que a taxa Selic é muito importante no funcionamento do mercado econômico e merece ser estudada e compreendida nos seus mínimos detalhes por quem está interessado em investir ou então controlar mais suas finanças. Entendendo e conhecendo sobre a taxa Selic, você irá saber até que ponto pode arriscar ou não no mercado financeiro.

Para tirar todas as dúvidas sobre o que é a Taxa Selic e o impacto que ela irá trazer na sua vida, O Bom Acordo trouxe esse tema hoje para esclarecer as principais dúvidas para quem não conhece sobre ela.  Hoje, vai ficar mais fácil entender o impacto que os movimentos dessa taxa provocam na economia brasileira e, principalmente, no seu bolso.

O que é taxa Selic?

A taxa Selic representa nada mais, nada menos, que os juros básicos da economia brasileira. Resumindo, os movimentos da Selic influenciam todas as taxas de juros que são praticadas pelo país, desde as que um banco cobra ao liberar um empréstimo para alguém, ou até mesmo as que um investidor recebe ao realizar qualquer aplicação no mercado financeiro.

A taxa média dessas operações é apurada todos os dias, é chamada de Selic “efetiva”. Ela é o percentual de juros que efetivamente está sendo praticado nesse mercado. Mas existe também a Selic “meta” e provavelmente é sobre essa que você costuma ouvir falar com mais frequência no seu dia a dia, como mencionamos no comecinho do artigo.

E o que seu nome significa?

Indo direto ao ponto o significado de Selic é Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Essa taxa é usada por instituições financeiras para comprar ou vender títulos emitidos pelo Tesouro Nacional.

Impacto no crédito

A taxa Selic é uma referência para o custo das linhas de crédito em geral. Quando ela sobe no mercado, a tendência obviamente é de que os empréstimos e financiamentos fiquem acabem ficando infelizmente mais caros, ou seja, os bancos e as instituições financeiras acabam cobrando juros bem mais altos, é aí que reflete na população. Agora quando a taxa Selic cai, acontece o inverso disso que acabamos de falar.

Impacto no consumo

Quando os empréstimos e financiamentos ficam mais caros, naturalmente o nível dessas operações de consumo diminui. Por isso, com o aumento da Selic, todos esperam uma redução financeira no mercado. Na situação contrária disso que falamos agora, quando a Selic cai, o consumo no mercado costuma aumentar.

Como é definida a Selic?

A taxa Selic “meta” é definida e anunciada pelo Comitê de Política Econômica (Copom).

O Copom se reúne a cada 45 dias para decidir que Selic “meta” vai vigorar no próximo mês. As reuniões que acontecem seguem um calendário definido no ano anterior e chegam a durar cerca de dois dias. Os membros do Copom votam sobre os rumos da Selic “meta” somente depois de receber e analisar todas essas informações. A decisão do Copom é divulgada no mesmo dia, por meio de um comunicado distribuído pela internet de fácil acesso.

O que faz a Selic subir e cair?

Bom, depois que explicamos o processo para ser definida a taxa Selic, no próximo passo o Banco Central precisa agir para que a taxa efetiva se mantenha naquele patamar.

A atuação do Banco Central acontece no que se é conhecido popularmente como “mercado aberto”. Significa que, o que ele faz é comprar e vender títulos públicos federais, e com isso, aumentando ou diminuindo a oferta deles, para manter os juros próximos do valor que foi definido pelo Copom.

Vamos supor que foi definido em uma das reuniões de que a taxa Selic deve aumentar, para conseguir alcançar isso, o BC tenta vender mais títulos públicos para as instituições financeiras. Isso reflete nas taxas de juros praticadas pelas próprias instituições financeiras, pois só será interessante para elas realizar outras operações de crédito, ao invés de manter o dinheiro aplicado nos títulos públicos vendidos pelo Banco Central, se as taxas também forem maiores.

Para conseguir jogar a Selic para baixo, o Banco Central faz o contrário disso. Em vez de vender, o Banco Central procura comprar títulos públicos que as instituições financeiras já tenham na sua carteira.

Agora vamos para o mais importante, como ela afeta a sua vida?

A Selic é a taxa que serve de base para que outros bancos, sejam eles públicos ou privados, calculem seus juros, correto? Com isso, quando o governo altera a meta da Selic, as taxas praticadas pelos bancos e outras instituições financeiras devem seguir o que foi determinado.

Caso, o governo decida por diminuir a taxa de juros, o acesso ao crédito que for solicitado para as instituições financeiras acaba barateando e isso incentiva novos investimentos e consumo, fazendo com que a economia se movimente melhor.

Pensando pelos dois lados, uma economia boa é vantajosa para o país e seus cidadãos também. Vamos te explicar o motivo, pelo lado dos empresários e microempreendedores, na hora da solicitação um crédito mais barato ajuda eles no aumento de seus negócios. E vendo por outro lado, o aumento de negócios gera mais empregos. Dessa maneira então, os cidadãos terão uma maior chance de arrumar um emprego.

Por outra via agora, se a economia está ruim e a inflação começa a subir demais, o governo com isso precisará aumentar a Selic. Consequência desse ato será os empréstimos ficando ainda mais caros e a população mais endividada.

No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato com intuito de eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

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Transferência de veículo: Saiba como funciona passo a passo

Transferência de veículo: Saiba como funciona passo a passo

Neste artigo, nossa função será te ajudar a entender como o processo de transferência de veículo é realizado, você vai ficar por dentro do passo a passo desse procedimento para não ficar com nenhuma dúvida. Isso inclui, quais são os documentos necessários, os custos envolvidos nessa operação, e também algumas dicas necessárias para você se proteger de possíveis fraudes na transferência do seu veículo.

Sendo assim, você vai comprar ou vender seu veículo? Tem dúvidas sobre a transferência de veículo? Continue a sua leitura aqui para ficar por dentro de cada detalhe desse processo todo.

A transferência de veículo nada mais é que um processo de alteração de registro de propriedade de um carro, moto ou qualquer outro veículo em questão. Ela envolve a emissão do Certificado de Registro de Veículo, conhecido também por CRV, e do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo, o CRLV.

Como é feito o processo de transferência?

Antes de qualquer coisa, é necessário que a pessoa que estiver vendendo assine o CRV, depois de feito isso, a pessoa deve registrar esse documento em cartório. O comprador então, precisa reuni-lo junto com uma cópia dos seus documentos pessoais, RG, CPF, sua carteira de habilitação e também de um comprovante de residência válido, lembre-se de pegar um comprovante o mais recente possível.

Logo após essa etapa de reunir todos os documentos documentos e levar para o cartório, é preciso fazer a vistoria do veículo, que pode ser feito em uma empresa que seja credenciada ao Detran, eles emitem um laudo de transferência que será anexado ao restante da documentação para ser levado pessoalmente pelo comprador ao setor de transferência do Detran, ou então do Ciretran, esse processo para emitir o laudo é rápido e fica pronto no mesmo dia. Logo após alguns dias, o CRV é atualizado com o nome do novo dono e todas as outras informações, e o novo comprador pode pegá-lo e ser feliz de carro novo.

Essa explicação do processo de transferência foi só um resuminho, porém, mais pra frente iremos explicar com mais detalhes o passo a passo para concluir a transferência. Mas antes disso, aí vai algumas dicas importantes.

Pesquise cobranças em aberto do veículo antes de comprar

É bem simples realizar essa conferência do carro, basta acessar o site do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e colocar a placa do carro ou então o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Importante destacar que a transferência do veículo só será realizada se ele não apresentar nenhum débito.

Vistoria realizada pelo Detran

A vistoria do veículo deve ser realizada pelo Detran, o que gera mais garantia e confiança. Ela tem como objetivo verificar as condições internas do carro, se ele mantém as características originais de fábrica, se os itens obrigatórios estão em condições adequadas para realizar a venda, se a documentação está em dia e também se atende a todas as normas de trânsito.

Veja os documentos que são necessários

Assim como mencionamos no início do artigo, para ser realizada a transferência, se torna necessário ter em mãos alguns documentos. É fundamental prestar máxima atenção ao cumprimento de cada obrigação, até mesmo para não ter a viagem perdida.

Segue a lista de documentos necessários para a transferência de veículos:

  • RG ou CNH;
  • comprovante de endereço;
  • registro de que o carro não tem débitos ou dívidas;
  • comprovante de pagamento da taxa de transferência;
  • original do CRV do antigo proprietário devidamente preenchido em nome do comprador com assinatura reconhecida;
  • comprovante de pagamento da taxa de emissão do novo CRV;
  • formulário do Renavam preenchido.

 

Como Fazer em Caso de Veículos de Outras Regiões

O processo para transferir um veículo de um estado (ou de uma cidade) tem variações de um DETRAN para o outro. De maneira geral, o procedimento é bem parecido em todas as regiões, e consiste basicamente em fazer a transferência do estado ou cidade de origem e providenciar um novo emplacamento, não costuma fugir disso.

A compra ou venda de um veículo envolve um processo simples, mas que deve ser seguido corretamente, com toda a cautela e paciência. Em casos de dúvidas consulte o Detran de sua cidade.

Mesmo que você esteja diante do que pareça ser um negócio impossível de se recusar, tenha calma para fazer todas as verificações necessárias e garantir que a transferência de veículo ocorra sem problemas, melhor cautela do que sair prejudicado no final de tudo.

Embora seja possível entrar com recurso de multa caso haja infrações ligadas ao renavam do carro, o ideal é fazer um acordo registrado e assinado antes de tudo, responsabilizando quem é de direito pelo pagamento de eventuais infrações cometidas, melhor se prevenir de qualquer problema que venha aparecer no futuro.

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Saiba como sair das dívidas após pagar de juros ao banco quase o valor de um automóvel

Saiba como sair das dívidas após pagar de juros ao banco quase o valor de um automóvel

Ao realizar a compra de um carro, muitas vezes o comprador precisa dar uma certa quantia em dinheiro de entrada e financiar o restante, pois dificilmente a maioria consegue realizar a compra pagando o valor total. Ao fazer esse financiamento, no contrato será estabelecida a cobrança de uma taxa de juros da qual será necessária muita atenção nos detalhes.

Se você já chegou até aqui, provavelmente já está tendo dores de cabeça com seu financiamento e desconfia que esteja pagando mais do que deve, ou, como mencionamos, pagando só de juros quase que o valor de um veículo e vamos combinar que isso não é nada legal.

Diante da realidade na qual o país se encontra, durante a pandemia que ainda não terminou, a crise econômica do país piorou muito, para reforçar essa informação, trouxemos um dado importante, uma pesquisa por endividamento e inadimplência do consumidor, que foi realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, divulgada em abril deste ano, revela que o percentual de famílias brasileiras endividadas em março atingiu 67,3%, o segundo maior patamar dos últimos 11 anos, uma porcentagem de assustar.

Diante de tudo isso, separamos dicas que podem te ajudar, dicas básicas, porém fáceis de serem cumpridas, afinal, nossa intenção é facilitar as coisas e não complicar mais ainda.

1 – Faça uma listagem das suas dívidas:  Dessa forma, você consegue ficar ciente de cada dívida em aberto e o que será necessário fazer para começar a diminuir. O próprio site do Banco Central disponibiliza uma ferramenta chamada ‘A minha vida financeira’. Com esse aplicativo, você consegue fazer o mapeamento das suas dívidas de forma simples e objetiva.

2 – Entenda seus gastos e priorize as dívidas: Segunda questão importante é você saber e entender seus reais gastos mensais, separe o valor necessário da sua renda no mês, um valor que seja fundamental para arcar com o sustento daquele mês (alimentação, saúde, moradia). Dessa forma, o valor que restar você usará exclusivamente para quitação de suas dívidas e nada mais.

Mas tenha calma no processo, saiba que nem sempre é possível quitar tudo de um dia para outro. Se a sua dívida for pequena, você consegue se organizar para quitá-la em até no máximo dois anos, se nada sair fora do controle. Agora se a sua dívida for um pouco maior, pode ser que leve um pouco mais de tempo. Mas seja persistente, um dia irá se livrar dessa dívida.

3 – Faça a transferência de suas dívidas para instituições com menores taxas de juros: Essa dica demanda um pouco de pesquisa, mas valerá a pena pelo fato de fazer com que sua dívida diminua. No site do BC você consegue ter acesso a uma lista dos bancos e quais são as taxas utilizadas por eles. Lembrando que a cobrança de taxas/tarifas ou juros excessivos é uma prática proibida. Caso esteja sofrendo essas práticas, o direito de recorrer não será negado.

4 – Corte gastos e tente fazer uma renda extra: Se está vendo que a quantia que está entrando não tá cumprindo com os gastos mensais, corra atrás de melhorar esse problema. E o lado bom dessa opção é que depende apenas de você ir atrás para conseguir uma renda extra. Você recorrer a empréstimos com instituições financeiras vai piorar mais ainda sua situação.

5 –. Fuja de novas dívidas: Conseguiu se livrar de uma dívidas? Que ótimo! Aproveite esse alívio financeiro para se organizar melhor, não cometa o mesmo erro novamente, não se livre de uma dívida para entrar em outra.

6 – De uma atenção para sua Saúde Mental

Por último, mas não menos importante, cuide da sua saúde mental. Dinheiro pode ser muitas vezes um pouco cansativo, tentar se livrar de uma dívida interminável então nem se fala. Você precisa estar bem para conseguir colocar todas essas dicas em prática.

Não deixe momentos de dificuldades te abater e enfraquecer, coloque em mente e entenda que essa situação é por pouco tempo. Se for preciso, não hesite, busque apoio psicológico, pois cuidar da sua saúde mental, deve ser uma prioridade em sua vida.

Tente seguir nossas dicas e depois nos conte como está conseguindo colocar em prática. Esperamos que de alguma forma tenha sido útil e te ajude.

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Consórcio ou Financiamento: Descubra a diferença e qual a melhor opção

Consórcio ou Financiamento: Descubra a diferença e qual a melhor opção

Em geral, pode ser que já tenha escutado por aí para fugir das duas modalidades que são furadas. Isso porque ambas modalidades cobram taxas que fazem com que você pague muito mais caro quando comparado com uma compra que seja realizada à vista, mas a questão abordada hoje não será essa e deixaremos isso para próximas conversas.

O consórcio oferece para o comprador parcelas menores, mas também por outro lado ele irá exigir bastante paciência do comprador. Nessa modalidade o contratante do modelo depende unicamente de um sorteio para acelerar o acesso ao lote que já foi comprado. Já na questão de um financiamento, se trata de um endividamento que ficará à mercê a um longo prazo, mas que também analisando por outro lado, ele garante entrega imediata, coisa que o consórcio não oferece.

O consórcio

Em um consórcio, um grupo de interessados em adquirir um bem faz o pagamento de valores mensais para a administradora do consórcio em questão. Todos os meses, são realizados sorteios que têm como objetivo contemplar um cliente.

Bom, dito isso, no consórcio de automóvel você escolhe o valor do crédito que deseja obter e indica o período de tempo que deseja para quitar esse crédito que foi solicitado. Depois disso, você passará a fazer pagamentos do seu consórcio, mesmo que ainda não esteja com seu veículo em mãos, esse é o lado ruim quando comparado a um financiamento, mas ambos no final valem a pena.

No decorrer do período que você for fazendo o pagamento do consórcio, você pode ou não ser a pessoa sorteada para receber a chave do seu veículo. É preciso ficar muito atento nas taxas cobradas pela administradora e no reajuste que é feito nas parcelas no decorrer do seu consórcio.

Contemplação

Sorteio

Todo consorciado que pagar as suas mensalidades em dia pode ser sorteado para receber o seu bem de forma rápida.

Lances

Servem para antecipar a contemplação e é composto por um pagamento a mais, além das parcelas fixas já no mês.

Agora, vamos falar um pouco sobre o financiamento

O financiamento exige um valor mínimo de entrada, aqueles que não impõe essa condição (no caso da compra de automóveis) costumam cobrar juros maiores, o que se torna uma desvantagem. Para financiar imóveis, é preciso ter pelo menos entre 15 e/ou 20% do valor para poder dar de entrada (pode ser que algumas instituições optem por taxas menores ou parcelamentos desse valor).

Para muita gente, que está sem dinheiro na conta ou que ainda não tem um bom planejamento financeiro, isso pode ser um ponto contra o financiamento. Está passando por aperto financeiro e não sabe como reverter essa situação? Com nosso conteúdo sobre “Orçamento familiar: Como organizar as finanças de casa” você confere dicas para fazer esse plano funcionar e economizar nas contas de casa.

Continuando nossa conversa, conforme mencionamos, os consórcios, por outro lado, não exigem valor mínimo, apenas dividem o valor total da carta de crédito que você estará comprando pelo número de parcelas.

O financiamento é uma forma de empréstimo, uma dívida com juros que você assume por um tempo determinado no início do acordo. Se você for um bom ou mau pagador isso infelizmente irá interferir nas condições do financiamento. Para quem está com o nome sujo, é muito mais difícil ou mais caro conseguir boas taxas para financiar um bem.

Dicas para aumentar seu Score? Confira “Vai solicitar um empréstimo? 12 dicas para aumentar seu Score”

Por outro lado, quando as taxas de juros sobem no mercado (e isso pode acontecer), os juros ficam mais caros no financiamento e você corre um grande risco de se endividar, e isso pode acontecer simplesmente por ser uma coisa que não esperava, não estava no planejamento, então tome cuidado. Mas não precisa se preocupar, se você fechou um contrato com taxas prefixadas (com ou sem índice de correção monetária), os juros não mudam e fica mais fácil prever quanto você vai pagar em cada parcela, mas isso vai depender da forma que foi fechado o contrato.

Vamos te alertar sobre um fator no financiamento, que ele é uma forma de endividamento maior e, em caso de falta de pagamento, você estará correndo o risco a qualquer momento de perder o bem. Os carros e imóveis financiados são usados como garantia para a inadimplência e podem ser tomados para que a dívida seja quitada.

Falando sobre risco em perder o seu bem, se você está quase para perder para a Busca e Apreensão, nossos serviços podem te ajudar.

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Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar

Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar

Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar: Antes de qualquer coisa, esse serviço é exclusivo feito pelo O Bom Acordo. A grande vantagem nesse caso é que você consegue identificar todos os valores extras inclusos em seu financiamento e identificar se realmente estão sendo cobrados da maneira correta perante a lei.

Muitas pessoas optam por tentar adiantar as parcelas do financiamento do veículo com o intuito de reduzir a inclusão dos Juros Excessivos em cima delas, e acabam dando de cara com a horrível tarifa de adiantamento de contrato. E para aqueles que não sabem, esta tarifa serve exatamente para impedir que você quite o financiamento, a intenção deles é fazer você pagar ainda mais caro por toda operação.

O que muitas pessoas não sabem, é que essa também é uma taxa irregular, e isso quem está dizendo não somos nós não, é uma prática considerada ilegal pelo Banco Central. Portanto, de forma alguma isso é permitido! Com o nosso serviço de Acordo Quitativo, você terá uma equipe de profissionais especialistas em análise contratual que fará uma minuciosa revisão de todas as cláusulas deste acordo/contrato para identificar todas essas cobranças indevidas e eliminá-las da operação.

O que é e como fazer a revisão contratual

Saiba que essa operação de revisão do contrato pode ser solicitada por qualquer consumidor que desconfiar que esteja de alguma forma sendo prejudicado pela cobrança de juros excessivos, ou então alguma tarifa que seja irregular. Dito isso, existe uma espécie de assessorias que podem auxiliar o consumidor sobre quais atitudes tomar nesse momento. É importante não se precipitar e agir com bastante cautela.

Geralmente, as operações que acabam sofrendo com essas cobranças de juros altos são os financiamentos de veículos, as instituições acabam se aproveitando e incluindo algumas taxas proibidas de serem cobradas. Já abordamos aqui em nosso Blog quais são as tarifas mais incluídas e quais são verdadeiras ou não. Lembrando que é extremamente benéfico ficar por dentro, dessa forma o consumidor consegue evitar cair em furadas.

Para se livrar das taxas e tarifas desnecessárias, como mencionamos acima, é necessário agir com bastante cautela. O primeiro passo é buscar uma conciliação extrajudicial, isto significa que, entraremos em contato com o banco sem acionar o judiciário. Caso essa tentativa não tenha efeito, o consumidor poderá ser orientado a entrar com um processo judicial.

Dada a seriedade da situação por se tratar de boa parte da sua renda familiar, ao buscar por esse serviço, procure por alguma empresa que tenha esse serviço como uma referência no mercado, dessa forma você evita futuras frustrações.

Por esse motivo, antes de buscar a diminuição dos juros e a revisão de seus contratos, é importante que o consumidor dedique algum tempo para encontrar profissionais responsáveis e que realmente irão ajudá-lo e não só te encher com conversinha.

Precisando de ajuda? Converse com nosso consultor!

 

Vantagens de fazer a revisão da dívida

A revisão da dívida pode garantir vantagens em diversas situações, mas em três delas em especial são especialmente benéficas. São elas, você conseguir ter seu nome livre de dívidas novamente, exclusão dos juros excessivos e a eventual manutenção da posse do bem no caso dos financiamentos, como um automóvel, por exemplo.

  • Livre-se de juros rotativos

Outro quadro muito comum para o brasileiro é ver-se preso nos famosos juros rotativos do cartão de crédito. O consumidor está pagando uma fatura em atraso, mas por já ter se tornado um valor muito maior devido ao acúmulo de mais juros mês a mês, a quitação total demora a chegar.

Para se ter uma ideia do quanto o rotativo prejudica o orçamento, atualmente, os bancos brasileiros chegam a cobrar até 299% ao ano pelo uso desse recurso. E para se prejudicar com as finanças nessa situação é muito mais rápido do que se imagina, sempre que o consumidor deixar de pagar o cartão de crédito ou paga apenas o valor mínimo da fatura, ele é cobrado por isso e o rotativo entra em ação, saiba que se atrasar o prejuízo vai ser grande.

  • Manutenção de posse de bens

Outro contexto muito comum que pode se tornar mais fácil pela revisão da dívida é quando o consumidor estiver prestes a perder algum bem. Ao deixar de pagar um financiamento de veículo, por exemplo, esse tipo de problema pode acontecer. O banco responsável pelo contrato pode apreender esse automóvel através de um processo de busca e apreensão em caso de inadimplência.

Para casos como esse, o resultado positivo pode ser a antecipação de tutela, se deferida pelo juiz, uma medida que pode fazer com que o banco seja obrigado a interromper o processo de retomada do bem em questão.

Vale destacar, no entanto, que cada caso é único e têm peculiaridades que devem ser avaliadas individualmente pelo órgão revisor. Por esse motivo, não é possível prever quanto de juros excessivos pode ser diminuído em cada dívida, tornando de suma importância a análise contratual por uma equipe experiente e comprometida com a qualidade na prestação de serviços.

Achou interessante? Você pode fazer sua análise entrando em contato com um de nossos especialistas.

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