Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento:

Conheça antes de contratar: Fique por dentro das principais taxas do Financiamento: Como você já deve saber, a presença de juros muito além do normal praticado pelo mercado é um dos principais fatores que contribuem para o aumento das parcelas dos financiamentos desde sempre. E cá entre nós, sabemos que qualquer aumento nas parcelas faz total diferença financeiramente no final do mês.

Podemos dizer que esses juros cobrados indevidamente são um dos maiores problemas no financiamento, mas com certeza não são os únicos problemas. O que pode acarretar em um aumento significativo nas parcelas do seu veículo, sem que ao menos perceba, são as tarifas excessivas, tarifas que em alguns casos são incluídas sem ao menos explicar o que são cada uma delas, e perante leis brasileiras algumas são proibidas.

Vamos explicar alguns critérios que as financeiras usam para se basear nas taxas de juros, são eles:

  • Risco agregado ao investimento – investimentos mais arriscados exigem juros maiores;
  • Expectativas inflacionárias;
  • Compensação pela perda de oportunidades em aplicar o dinheiro em outro investimento. A pessoa que empresta o capital, muitas vezes, deixa de fazer um investimento mais lucrativo para disponibilizar seu dinheiro a outra pessoa que precisa muito dele;
  • Custos administrativos envolvidos na operação.

O que pode ser cobrado no financiamento?

Falando agora sobre as taxas de juros cobradas nos contratos, saiba que ela será aplicada em cada uma das prestações, mas pode variar conforme a instituição financeira que o consumidor for escolher. Por isso, tenha sempre muita atenção na hora de fechar o contrato com a financeira, escolha e pesquise bem, leia e releia o contrato, não faça nada na correria, pois passará muitos anos da sua vida arcando com essas parcelas do financiamento.

Existem outras taxas menores, que devem ser conhecidas antes da assinatura do contrato. Alguns exemplos são:

  • IOF (Imposto de Operações Financeiras): representa uma cobrança anual de 3% do crédito emprestado e uma cobrança única de 0,38%;
  • TAC (Taxa de Abertura de Crédito) ou Taxa de Cadastro: cobrada para verificar se você tem alguma restrição em seu nome;
  • SPF (Seguro Proteção Financeira): é um seguro opcional, que garante a não apreensão do carro em casos de inadimplência.

Conheça algumas taxas irregulares mais utilizadas em financiamentos veiculares:

  • Tarifa de Emissão de Boleto (TEB)

Esta taxa, que às vezes pode ser cobrada também como Tarifa de Emissão de Carnê (TEF), é considerada pelo Superior Tribunal de Justiça como uma cobrança excessiva. Tendo em vista que a tarifa pela emissão de boleto ou ficha de compensação garante às instituições financeiras uma vantagem injusta nos contratos de financiamento.

  • Tarifa de Abertura de Crédito

Uma das taxas mais cobradas em contratos de financiamento é a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). Desde 2008, o Banco Central do Brasil proibiu que esta taxa seja cobrada pelas instituições financeiras. Contudo, diversas operadoras ainda incluem em seus acordos com outro nome. Mas de qualquer maneira, esta prática continua sendo usada ilegalmente para aumentar o lucro dos bancos.

  • Taxa de Serviços de Terceiros

A Taxa de Serviços de Terceiros nada mais é que uma tarifa que o consumidor paga à instituição financeira para cobrir o valor pago por elas como comissão ao vendedor do contrato de financiamento. Porém a resolução nº3.954 do Banco Central proíbe a cobrança de tarifa, comissão ou qualquer valor referente a serviços prestados por terceiros ou fornecimento de produtos.

●       Taxa de registro de contrato

Fazer a cobrança da tarifa de registro de contrato em operação de financiamento é uma prática considerada ilegal. Isso acontece porque ainda existem alguns casos em que esta taxa pode ser cobrada. Mas mesmo assim, ainda é bastante comum instituições inserirem essa tarifa, porém com nomes diferentes, o mais indicado mesmo é você questionar cada tarifa incluída no contrato.

 

Vale lembrar que os bancos não são obrigados a utilizar o valor exato em suas operações financeiras. Porém, qualquer valor discrepante que seja muito além do que o estipulado pode ser caracterizado como cobrança excessiva, e isso quem garante é o CDC. Nesse caso, o cliente tanto pode, como deve, solicitar a redução dessas tarifas e também a compensação dos valores pagos pelos Juros Excessivos até o presente dia.

Hoje trouxemos todas essas dicas, mas isso não será suficiente. A melhor maneira de você identificar essas cobranças indevidas no contrato de financiamento é contratando uma empresa que seja especializada nestes serviços. Os profissionais darão todo o suporte necessário, com revisões contratuais.

Caso esteja precisando de ajuda em algum financiamento e esteja preso em alguma dívida, queremos te lembrar que somos especialistas nesse assunto.

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A alta da Taxa Selic faz você ficar mais apertado? Entenda como funciona e para que serve

A alta da Taxa Selic faz você ficar mais apertado? Entenda como funciona e para que serve

Você provavelmente já deve ter escutado por aí sobre a “Taxa Selic” seja numa rodinha de amigos, na televisão, pela internet, talvez essa seja a palavra mais repetida quando o assunto está relacionado à economia, finanças e principalmente investimentos.

Saiba que a taxa Selic é muito importante no funcionamento do mercado econômico e merece ser estudada e compreendida nos seus mínimos detalhes por quem está interessado em investir ou então controlar mais suas finanças. Entendendo e conhecendo sobre a taxa Selic, você irá saber até que ponto pode arriscar ou não no mercado financeiro.

Para tirar todas as dúvidas sobre o que é a Taxa Selic e o impacto que ela irá trazer na sua vida, O Bom Acordo trouxe esse tema hoje para esclarecer as principais dúvidas para quem não conhece sobre ela.  Hoje, vai ficar mais fácil entender o impacto que os movimentos dessa taxa provocam na economia brasileira e, principalmente, no seu bolso.

O que é taxa Selic?

A taxa Selic representa nada mais, nada menos, que os juros básicos da economia brasileira. Resumindo, os movimentos da Selic influenciam todas as taxas de juros que são praticadas pelo país, desde as que um banco cobra ao liberar um empréstimo para alguém, ou até mesmo as que um investidor recebe ao realizar qualquer aplicação no mercado financeiro.

A taxa média dessas operações é apurada todos os dias, é chamada de Selic “efetiva”. Ela é o percentual de juros que efetivamente está sendo praticado nesse mercado. Mas existe também a Selic “meta” e provavelmente é sobre essa que você costuma ouvir falar com mais frequência no seu dia a dia, como mencionamos no comecinho do artigo.

E o que seu nome significa?

Indo direto ao ponto o significado de Selic é Sistema Especial de Liquidação e Custódia. Essa taxa é usada por instituições financeiras para comprar ou vender títulos emitidos pelo Tesouro Nacional.

Impacto no crédito

A taxa Selic é uma referência para o custo das linhas de crédito em geral. Quando ela sobe no mercado, a tendência obviamente é de que os empréstimos e financiamentos fiquem acabem ficando infelizmente mais caros, ou seja, os bancos e as instituições financeiras acabam cobrando juros bem mais altos, é aí que reflete na população. Agora quando a taxa Selic cai, acontece o inverso disso que acabamos de falar.

Impacto no consumo

Quando os empréstimos e financiamentos ficam mais caros, naturalmente o nível dessas operações de consumo diminui. Por isso, com o aumento da Selic, todos esperam uma redução financeira no mercado. Na situação contrária disso que falamos agora, quando a Selic cai, o consumo no mercado costuma aumentar.

Como é definida a Selic?

A taxa Selic “meta” é definida e anunciada pelo Comitê de Política Econômica (Copom).

O Copom se reúne a cada 45 dias para decidir que Selic “meta” vai vigorar no próximo mês. As reuniões que acontecem seguem um calendário definido no ano anterior e chegam a durar cerca de dois dias. Os membros do Copom votam sobre os rumos da Selic “meta” somente depois de receber e analisar todas essas informações. A decisão do Copom é divulgada no mesmo dia, por meio de um comunicado distribuído pela internet de fácil acesso.

O que faz a Selic subir e cair?

Bom, depois que explicamos o processo para ser definida a taxa Selic, no próximo passo o Banco Central precisa agir para que a taxa efetiva se mantenha naquele patamar.

A atuação do Banco Central acontece no que se é conhecido popularmente como “mercado aberto”. Significa que, o que ele faz é comprar e vender títulos públicos federais, e com isso, aumentando ou diminuindo a oferta deles, para manter os juros próximos do valor que foi definido pelo Copom.

Vamos supor que foi definido em uma das reuniões de que a taxa Selic deve aumentar, para conseguir alcançar isso, o BC tenta vender mais títulos públicos para as instituições financeiras. Isso reflete nas taxas de juros praticadas pelas próprias instituições financeiras, pois só será interessante para elas realizar outras operações de crédito, ao invés de manter o dinheiro aplicado nos títulos públicos vendidos pelo Banco Central, se as taxas também forem maiores.

Para conseguir jogar a Selic para baixo, o Banco Central faz o contrário disso. Em vez de vender, o Banco Central procura comprar títulos públicos que as instituições financeiras já tenham na sua carteira.

Agora vamos para o mais importante, como ela afeta a sua vida?

A Selic é a taxa que serve de base para que outros bancos, sejam eles públicos ou privados, calculem seus juros, correto? Com isso, quando o governo altera a meta da Selic, as taxas praticadas pelos bancos e outras instituições financeiras devem seguir o que foi determinado.

Caso, o governo decida por diminuir a taxa de juros, o acesso ao crédito que for solicitado para as instituições financeiras acaba barateando e isso incentiva novos investimentos e consumo, fazendo com que a economia se movimente melhor.

Pensando pelos dois lados, uma economia boa é vantajosa para o país e seus cidadãos também. Vamos te explicar o motivo, pelo lado dos empresários e microempreendedores, na hora da solicitação um crédito mais barato ajuda eles no aumento de seus negócios. E vendo por outro lado, o aumento de negócios gera mais empregos. Dessa maneira então, os cidadãos terão uma maior chance de arrumar um emprego.

Por outra via agora, se a economia está ruim e a inflação começa a subir demais, o governo com isso precisará aumentar a Selic. Consequência desse ato será os empréstimos ficando ainda mais caros e a população mais endividada.

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Transferência de veículo: Saiba como funciona passo a passo

Transferência de veículo: Saiba como funciona passo a passo

Neste artigo, nossa função será te ajudar a entender como o processo de transferência de veículo é realizado, você vai ficar por dentro do passo a passo desse procedimento para não ficar com nenhuma dúvida. Isso inclui, quais são os documentos necessários, os custos envolvidos nessa operação, e também algumas dicas necessárias para você se proteger de possíveis fraudes na transferência do seu veículo.

Sendo assim, você vai comprar ou vender seu veículo? Tem dúvidas sobre a transferência de veículo? Continue a sua leitura aqui para ficar por dentro de cada detalhe desse processo todo.

A transferência de veículo nada mais é que um processo de alteração de registro de propriedade de um carro, moto ou qualquer outro veículo em questão. Ela envolve a emissão do Certificado de Registro de Veículo, conhecido também por CRV, e do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo, o CRLV.

Como é feito o processo de transferência?

Antes de qualquer coisa, é necessário que a pessoa que estiver vendendo assine o CRV, depois de feito isso, a pessoa deve registrar esse documento em cartório. O comprador então, precisa reuni-lo junto com uma cópia dos seus documentos pessoais, RG, CPF, sua carteira de habilitação e também de um comprovante de residência válido, lembre-se de pegar um comprovante o mais recente possível.

Logo após essa etapa de reunir todos os documentos documentos e levar para o cartório, é preciso fazer a vistoria do veículo, que pode ser feito em uma empresa que seja credenciada ao Detran, eles emitem um laudo de transferência que será anexado ao restante da documentação para ser levado pessoalmente pelo comprador ao setor de transferência do Detran, ou então do Ciretran, esse processo para emitir o laudo é rápido e fica pronto no mesmo dia. Logo após alguns dias, o CRV é atualizado com o nome do novo dono e todas as outras informações, e o novo comprador pode pegá-lo e ser feliz de carro novo.

Essa explicação do processo de transferência foi só um resuminho, porém, mais pra frente iremos explicar com mais detalhes o passo a passo para concluir a transferência. Mas antes disso, aí vai algumas dicas importantes.

Pesquise cobranças em aberto do veículo antes de comprar

É bem simples realizar essa conferência do carro, basta acessar o site do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e colocar a placa do carro ou então o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). Importante destacar que a transferência do veículo só será realizada se ele não apresentar nenhum débito.

Vistoria realizada pelo Detran

A vistoria do veículo deve ser realizada pelo Detran, o que gera mais garantia e confiança. Ela tem como objetivo verificar as condições internas do carro, se ele mantém as características originais de fábrica, se os itens obrigatórios estão em condições adequadas para realizar a venda, se a documentação está em dia e também se atende a todas as normas de trânsito.

Veja os documentos que são necessários

Assim como mencionamos no início do artigo, para ser realizada a transferência, se torna necessário ter em mãos alguns documentos. É fundamental prestar máxima atenção ao cumprimento de cada obrigação, até mesmo para não ter a viagem perdida.

Segue a lista de documentos necessários para a transferência de veículos:

  • RG ou CNH;
  • comprovante de endereço;
  • registro de que o carro não tem débitos ou dívidas;
  • comprovante de pagamento da taxa de transferência;
  • original do CRV do antigo proprietário devidamente preenchido em nome do comprador com assinatura reconhecida;
  • comprovante de pagamento da taxa de emissão do novo CRV;
  • formulário do Renavam preenchido.

 

Como Fazer em Caso de Veículos de Outras Regiões

O processo para transferir um veículo de um estado (ou de uma cidade) tem variações de um DETRAN para o outro. De maneira geral, o procedimento é bem parecido em todas as regiões, e consiste basicamente em fazer a transferência do estado ou cidade de origem e providenciar um novo emplacamento, não costuma fugir disso.

A compra ou venda de um veículo envolve um processo simples, mas que deve ser seguido corretamente, com toda a cautela e paciência. Em casos de dúvidas consulte o Detran de sua cidade.

Mesmo que você esteja diante do que pareça ser um negócio impossível de se recusar, tenha calma para fazer todas as verificações necessárias e garantir que a transferência de veículo ocorra sem problemas, melhor cautela do que sair prejudicado no final de tudo.

Embora seja possível entrar com recurso de multa caso haja infrações ligadas ao renavam do carro, o ideal é fazer um acordo registrado e assinado antes de tudo, responsabilizando quem é de direito pelo pagamento de eventuais infrações cometidas, melhor se prevenir de qualquer problema que venha aparecer no futuro.

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Saiba como sair das dívidas após pagar de juros ao banco quase o valor de um automóvel

Saiba como sair das dívidas após pagar de juros ao banco quase o valor de um automóvel

Ao realizar a compra de um carro, muitas vezes o comprador precisa dar uma certa quantia em dinheiro de entrada e financiar o restante, pois dificilmente a maioria consegue realizar a compra pagando o valor total. Ao fazer esse financiamento, no contrato será estabelecida a cobrança de uma taxa de juros da qual será necessária muita atenção nos detalhes.

Se você já chegou até aqui, provavelmente já está tendo dores de cabeça com seu financiamento e desconfia que esteja pagando mais do que deve, ou, como mencionamos, pagando só de juros quase que o valor de um veículo e vamos combinar que isso não é nada legal.

Diante da realidade na qual o país se encontra, durante a pandemia que ainda não terminou, a crise econômica do país piorou muito, para reforçar essa informação, trouxemos um dado importante, uma pesquisa por endividamento e inadimplência do consumidor, que foi realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, divulgada em abril deste ano, revela que o percentual de famílias brasileiras endividadas em março atingiu 67,3%, o segundo maior patamar dos últimos 11 anos, uma porcentagem de assustar.

Diante de tudo isso, separamos dicas que podem te ajudar, dicas básicas, porém fáceis de serem cumpridas, afinal, nossa intenção é facilitar as coisas e não complicar mais ainda.

1 – Faça uma listagem das suas dívidas:  Dessa forma, você consegue ficar ciente de cada dívida em aberto e o que será necessário fazer para começar a diminuir. O próprio site do Banco Central disponibiliza uma ferramenta chamada ‘A minha vida financeira’. Com esse aplicativo, você consegue fazer o mapeamento das suas dívidas de forma simples e objetiva.

2 – Entenda seus gastos e priorize as dívidas: Segunda questão importante é você saber e entender seus reais gastos mensais, separe o valor necessário da sua renda no mês, um valor que seja fundamental para arcar com o sustento daquele mês (alimentação, saúde, moradia). Dessa forma, o valor que restar você usará exclusivamente para quitação de suas dívidas e nada mais.

Mas tenha calma no processo, saiba que nem sempre é possível quitar tudo de um dia para outro. Se a sua dívida for pequena, você consegue se organizar para quitá-la em até no máximo dois anos, se nada sair fora do controle. Agora se a sua dívida for um pouco maior, pode ser que leve um pouco mais de tempo. Mas seja persistente, um dia irá se livrar dessa dívida.

3 – Faça a transferência de suas dívidas para instituições com menores taxas de juros: Essa dica demanda um pouco de pesquisa, mas valerá a pena pelo fato de fazer com que sua dívida diminua. No site do BC você consegue ter acesso a uma lista dos bancos e quais são as taxas utilizadas por eles. Lembrando que a cobrança de taxas/tarifas ou juros excessivos é uma prática proibida. Caso esteja sofrendo essas práticas, o direito de recorrer não será negado.

4 – Corte gastos e tente fazer uma renda extra: Se está vendo que a quantia que está entrando não tá cumprindo com os gastos mensais, corra atrás de melhorar esse problema. E o lado bom dessa opção é que depende apenas de você ir atrás para conseguir uma renda extra. Você recorrer a empréstimos com instituições financeiras vai piorar mais ainda sua situação.

5 –. Fuja de novas dívidas: Conseguiu se livrar de uma dívidas? Que ótimo! Aproveite esse alívio financeiro para se organizar melhor, não cometa o mesmo erro novamente, não se livre de uma dívida para entrar em outra.

6 – De uma atenção para sua Saúde Mental

Por último, mas não menos importante, cuide da sua saúde mental. Dinheiro pode ser muitas vezes um pouco cansativo, tentar se livrar de uma dívida interminável então nem se fala. Você precisa estar bem para conseguir colocar todas essas dicas em prática.

Não deixe momentos de dificuldades te abater e enfraquecer, coloque em mente e entenda que essa situação é por pouco tempo. Se for preciso, não hesite, busque apoio psicológico, pois cuidar da sua saúde mental, deve ser uma prioridade em sua vida.

Tente seguir nossas dicas e depois nos conte como está conseguindo colocar em prática. Esperamos que de alguma forma tenha sido útil e te ajude.

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Consórcio ou Financiamento: Descubra a diferença e qual a melhor opção

Consórcio ou Financiamento: Descubra a diferença e qual a melhor opção

Em geral, pode ser que já tenha escutado por aí para fugir das duas modalidades que são furadas. Isso porque ambas modalidades cobram taxas que fazem com que você pague muito mais caro quando comparado com uma compra que seja realizada à vista, mas a questão abordada hoje não será essa e deixaremos isso para próximas conversas.

O consórcio oferece para o comprador parcelas menores, mas também por outro lado ele irá exigir bastante paciência do comprador. Nessa modalidade o contratante do modelo depende unicamente de um sorteio para acelerar o acesso ao lote que já foi comprado. Já na questão de um financiamento, se trata de um endividamento que ficará à mercê a um longo prazo, mas que também analisando por outro lado, ele garante entrega imediata, coisa que o consórcio não oferece.

O consórcio

Em um consórcio, um grupo de interessados em adquirir um bem faz o pagamento de valores mensais para a administradora do consórcio em questão. Todos os meses, são realizados sorteios que têm como objetivo contemplar um cliente.

Bom, dito isso, no consórcio de automóvel você escolhe o valor do crédito que deseja obter e indica o período de tempo que deseja para quitar esse crédito que foi solicitado. Depois disso, você passará a fazer pagamentos do seu consórcio, mesmo que ainda não esteja com seu veículo em mãos, esse é o lado ruim quando comparado a um financiamento, mas ambos no final valem a pena.

No decorrer do período que você for fazendo o pagamento do consórcio, você pode ou não ser a pessoa sorteada para receber a chave do seu veículo. É preciso ficar muito atento nas taxas cobradas pela administradora e no reajuste que é feito nas parcelas no decorrer do seu consórcio.

Contemplação

Sorteio

Todo consorciado que pagar as suas mensalidades em dia pode ser sorteado para receber o seu bem de forma rápida.

Lances

Servem para antecipar a contemplação e é composto por um pagamento a mais, além das parcelas fixas já no mês.

Agora, vamos falar um pouco sobre o financiamento

O financiamento exige um valor mínimo de entrada, aqueles que não impõe essa condição (no caso da compra de automóveis) costumam cobrar juros maiores, o que se torna uma desvantagem. Para financiar imóveis, é preciso ter pelo menos entre 15 e/ou 20% do valor para poder dar de entrada (pode ser que algumas instituições optem por taxas menores ou parcelamentos desse valor).

Para muita gente, que está sem dinheiro na conta ou que ainda não tem um bom planejamento financeiro, isso pode ser um ponto contra o financiamento. Está passando por aperto financeiro e não sabe como reverter essa situação? Com nosso conteúdo sobre “Orçamento familiar: Como organizar as finanças de casa” você confere dicas para fazer esse plano funcionar e economizar nas contas de casa.

Continuando nossa conversa, conforme mencionamos, os consórcios, por outro lado, não exigem valor mínimo, apenas dividem o valor total da carta de crédito que você estará comprando pelo número de parcelas.

O financiamento é uma forma de empréstimo, uma dívida com juros que você assume por um tempo determinado no início do acordo. Se você for um bom ou mau pagador isso infelizmente irá interferir nas condições do financiamento. Para quem está com o nome sujo, é muito mais difícil ou mais caro conseguir boas taxas para financiar um bem.

Dicas para aumentar seu Score? Confira “Vai solicitar um empréstimo? 12 dicas para aumentar seu Score”

Por outro lado, quando as taxas de juros sobem no mercado (e isso pode acontecer), os juros ficam mais caros no financiamento e você corre um grande risco de se endividar, e isso pode acontecer simplesmente por ser uma coisa que não esperava, não estava no planejamento, então tome cuidado. Mas não precisa se preocupar, se você fechou um contrato com taxas prefixadas (com ou sem índice de correção monetária), os juros não mudam e fica mais fácil prever quanto você vai pagar em cada parcela, mas isso vai depender da forma que foi fechado o contrato.

Vamos te alertar sobre um fator no financiamento, que ele é uma forma de endividamento maior e, em caso de falta de pagamento, você estará correndo o risco a qualquer momento de perder o bem. Os carros e imóveis financiados são usados como garantia para a inadimplência e podem ser tomados para que a dívida seja quitada.

Falando sobre risco em perder o seu bem, se você está quase para perder para a Busca e Apreensão, nossos serviços podem te ajudar.

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Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar

Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar

Entenda como funciona uma análise contratual e como isso pode te ajudar: Antes de qualquer coisa, esse serviço é exclusivo feito pelo O Bom Acordo. A grande vantagem nesse caso é que você consegue identificar todos os valores extras inclusos em seu financiamento e identificar se realmente estão sendo cobrados da maneira correta perante a lei.

Muitas pessoas optam por tentar adiantar as parcelas do financiamento do veículo com o intuito de reduzir a inclusão dos Juros Excessivos em cima delas, e acabam dando de cara com a horrível tarifa de adiantamento de contrato. E para aqueles que não sabem, esta tarifa serve exatamente para impedir que você quite o financiamento, a intenção deles é fazer você pagar ainda mais caro por toda operação.

O que muitas pessoas não sabem, é que essa também é uma taxa irregular, e isso quem está dizendo não somos nós não, é uma prática considerada ilegal pelo Banco Central. Portanto, de forma alguma isso é permitido! Com o nosso serviço de Acordo Quitativo, você terá uma equipe de profissionais especialistas em análise contratual que fará uma minuciosa revisão de todas as cláusulas deste acordo/contrato para identificar todas essas cobranças indevidas e eliminá-las da operação.

O que é e como fazer a revisão contratual

Saiba que essa operação de revisão do contrato pode ser solicitada por qualquer consumidor que desconfiar que esteja de alguma forma sendo prejudicado pela cobrança de juros excessivos, ou então alguma tarifa que seja irregular. Dito isso, existe uma espécie de assessorias que podem auxiliar o consumidor sobre quais atitudes tomar nesse momento. É importante não se precipitar e agir com bastante cautela.

Geralmente, as operações que acabam sofrendo com essas cobranças de juros altos são os financiamentos de veículos, as instituições acabam se aproveitando e incluindo algumas taxas proibidas de serem cobradas. Já abordamos aqui em nosso Blog quais são as tarifas mais incluídas e quais são verdadeiras ou não. Lembrando que é extremamente benéfico ficar por dentro, dessa forma o consumidor consegue evitar cair em furadas.

Para se livrar das taxas e tarifas desnecessárias, como mencionamos acima, é necessário agir com bastante cautela. O primeiro passo é buscar uma conciliação extrajudicial, isto significa que, entraremos em contato com o banco sem acionar o judiciário. Caso essa tentativa não tenha efeito, o consumidor poderá ser orientado a entrar com um processo judicial.

Dada a seriedade da situação por se tratar de boa parte da sua renda familiar, ao buscar por esse serviço, procure por alguma empresa que tenha esse serviço como uma referência no mercado, dessa forma você evita futuras frustrações.

Por esse motivo, antes de buscar a diminuição dos juros e a revisão de seus contratos, é importante que o consumidor dedique algum tempo para encontrar profissionais responsáveis e que realmente irão ajudá-lo e não só te encher com conversinha.

Precisando de ajuda? Converse com nosso consultor!

 

Vantagens de fazer a revisão da dívida

A revisão da dívida pode garantir vantagens em diversas situações, mas em três delas em especial são especialmente benéficas. São elas, você conseguir ter seu nome livre de dívidas novamente, exclusão dos juros excessivos e a eventual manutenção da posse do bem no caso dos financiamentos, como um automóvel, por exemplo.

  • Livre-se de juros rotativos

Outro quadro muito comum para o brasileiro é ver-se preso nos famosos juros rotativos do cartão de crédito. O consumidor está pagando uma fatura em atraso, mas por já ter se tornado um valor muito maior devido ao acúmulo de mais juros mês a mês, a quitação total demora a chegar.

Para se ter uma ideia do quanto o rotativo prejudica o orçamento, atualmente, os bancos brasileiros chegam a cobrar até 299% ao ano pelo uso desse recurso. E para se prejudicar com as finanças nessa situação é muito mais rápido do que se imagina, sempre que o consumidor deixar de pagar o cartão de crédito ou paga apenas o valor mínimo da fatura, ele é cobrado por isso e o rotativo entra em ação, saiba que se atrasar o prejuízo vai ser grande.

  • Manutenção de posse de bens

Outro contexto muito comum que pode se tornar mais fácil pela revisão da dívida é quando o consumidor estiver prestes a perder algum bem. Ao deixar de pagar um financiamento de veículo, por exemplo, esse tipo de problema pode acontecer. O banco responsável pelo contrato pode apreender esse automóvel através de um processo de busca e apreensão em caso de inadimplência.

Para casos como esse, o resultado positivo pode ser a antecipação de tutela, se deferida pelo juiz, uma medida que pode fazer com que o banco seja obrigado a interromper o processo de retomada do bem em questão.

Vale destacar, no entanto, que cada caso é único e têm peculiaridades que devem ser avaliadas individualmente pelo órgão revisor. Por esse motivo, não é possível prever quanto de juros excessivos pode ser diminuído em cada dívida, tornando de suma importância a análise contratual por uma equipe experiente e comprometida com a qualidade na prestação de serviços.

Achou interessante? Você pode fazer sua análise entrando em contato com um de nossos especialistas.

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Conheça algumas dicas infalíveis para economizar na hora de financiar um veículo

Conheça algumas dicas infalíveis para economizar na hora de financiar um veículo

Conheça algumas dicas infalíveis para economizar na hora de financiar um veículo: Já mencionamos em alguns de nossos conteúdos aqui do Blog que a vontade em adquirir um veículo novo é um sonho de grande parte dos brasileiros. Porém, todos sabem que comprar um carro demanda uma boa quantia em dinheiro, caso seja realizado o pagamento do valor total do veículo ou, caso seja por um financiamento a longo prazo, é importante você ter conhecimento de alguns fatores importantes para evitar que o valor do veículo acabe sendo mais caro que o imaginado.

Conheça algumas dicas infalíveis para economizar na hora de financiar um veículo

Às vezes, até mesmo a cobrança de algumas taxas proibidas ou a cobrança de juros acima do valor proposto pelo BC, pode fazer o valor do veículo até dobrar. Por isso, antes de pensar sobre a melhor forma de pagamento para seu bolso, de orçar um seguro ou de cogitar qual modelo de carro escolher, é preciso se planejar financeiramente e principalmente poupar.

Ainda assim, para financiar um veículo com mais economia e sem inconvenientes, vale a pena conferir estas 5 dicas essenciais que vamos linkar no decorrer do artigo.

CDC, Leasing ou consórcio?

Conheça algumas de suas opções de financiamento:

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) trata-se do financiamento usualmente feito por instituições financeiras públicas ou privadas. O valor é negociado de acordo com o salário do comprador e o automóvel fica alienado à instituição financeira enquanto durar a operação, mas registrado no nome da pessoa que fez a compra.

Já o leasing você faz um contrato de arrendamento para usar o veículo enquanto paga as parcelas, mas o automóvel fica alienado à empresa de leasing e registrado no nome dela (empresa). Ao final do contrato de arrendamento, você decide se quer terminar de comprar o veículo ou não.

O consórcio é a opção mais barata de compra de veículos a longo prazo, pois não conta com a cobrança de impostos. Mas a melhor opção para quem deseja ter o automóvel de imediato. Isso porque quando se entra em um consórcio você passa a fazer parte de um grupo de pessoas que pretendem adquirir um bem e que contribuem mensalmente para isso. Mas só alguns integrantes do grupo são sorteados ou têm seus lances contemplados a cada mês.

  • Verifique o seu orçamento:

Um ponto bem importante é você verificar o orçamento disponível para a compra do veículo. Afinal, dificuldades para pagar o veículo podem trazer futuramente diversos problemas financeiros e até mesmo alguns problemas psicológicos.

 

O ideal é que o valor da parcela seja referente a, no máximo, um terço apenas da sua renda. No entanto, como esse valor é bastante alto, é interessante fazer simulações nas mais variadas formas de pagamento, a fim de garantir que lhe seja fornecido a menor taxa de juros e o maior conforto.

  • Procure por condições de pagamento que combinem com seu orçamento:

Um financiamento com prazos maiores e parcelas com valores não tão altos é a opção da maioria. Mas é preciso lembrar que, em geral, quanto mais parcelas, maior fica o custo total do veículo.

É importante também que você analise seu orçamento com antecedência para planejar como as parcelas do financiamento vão impactar nos seus gastos do mês, para que não acabe sendo pego de surpresa. Analise suas despesas, faça as contas, considere diferentes prazos e parcelas, compare.

  • Pense nos custos que você irá ter além do financiamento

O IPVA, licenciamento, combustível, manutenção, entre outros gastos rotineiros com o veículo, saiba que esses gastos vão muito além do financiamento. E é bom colocar na ponta do lápis tudo isso e pensar em tudo antes de comprar.

·         Cote os preços

É extremamente empolgante a sensação de ir atrás de um grande sonho, e é nesse momento que você começa a ter contato com suas novas possibilidades de compra.  Mas atenção, não caia na tentação de comprar imediatamente, seja por ansiedade ou até mesmo por pressão de um vendedor (e olhe que a pressão vem forte viu). Pesquise até ter certeza daquilo que deseja e esteja realmente 100% certo de que é a melhor escolha.

Antes de mais nada, pesquise a diferença de valores entre carros novos e usados, no modelo que você deseja adquirir. Você pode avaliar outras coisas também nesse momento, avalie o custo médio de manutenção que terá com o veículo, o preço do seguro do carro, os gastos que terá com combustível.

·         Ausência de juros

Um dos assuntos mais abordados aqui em nosso blog é sobre os Juros. E nem precisamos voltar a falar do tamanho das taxas de juros no Brasil para você ter certeza de que deve fugir dessa armadilha, não é mesmo? Realmente esse é um dos fatores principais, pois terá que arcar com ele até finalizar o pagamento do seu financiamento.

No Bom Acordo, você encontra uma equipe de peritos que vai renegociar todos os valores em aberto do seu financiamento e ainda garantir uma excelente redução dos valores ao eliminar cobranças indevidas como Taxas Irregulares e Juros Abusivos, com direito à restituição dos valores já pagos em forma de desconto.

Contudo, sabemos que é difícil pôr este plano em prática se você tiver dívidas acumuladas em seu orçamento. Pensando em te ajudar, OBomAcordo.com disponibiliza diversos serviços neste âmbito como Renegociação de Débitos e Reabilitação de Crédito para você regularizar suas dívidas e ter o Nome Limpo novamente.

Por isso, se você tem parcelas atrasadas no seu financiamento, independente de quantas, recomendamos que você faça o possível para quitá-las e, a melhor maneira, é contar com a ajuda de especialistas.

Taxa de Juro de Empréstimo: Entenda como calcular

Taxa de Juro de Empréstimo: Entenda como calcular

Taxa de Juro de Empréstimo: Entenda como calcular: Hoje, nós queremos te ensinar sobre taxa de juro de empréstimo, ajudar também a entender melhor sobre como funcionam as taxas de juros em um determinado empréstimo e como fazer o cálculo correto dos valores a serem pagos.

Toda vez que você faz a solicitação de um empréstimo na instituição financeira ou deixa de quitar uma conta no prazo estipulado, na maioria das vezes são cobrados os “juros” na parcela. Você com certeza em algum momento já ouviu falar sobre ele, mas você sabe o que eles significam? Se não sabe vamos dar uma breve explicação.

O brasileiro já está acostumado a sofrer com juros, afinal, me diz ai quem nunca sentiu no bolso o juro de alguma negociação? Seja por algum empréstimo, algum financiamento ou até mesmo no atraso de alguma fatura de conta ou cartão. Os juros são definidos de formas diferentes, tem dois tipos, os juros compostos e os juros simples.

Taxa de Juro de Empréstimo: Entenda como calcular

Juros Composto x Juros Simples

Geralmente, os juros simples pagos ou recebidos durante um determinado período são uma porcentagem fixa do valor do principal que foi emprestado ou investido.

Dois bons exemplos de empréstimos com juros simples são os empréstimos para aquisição de veículos e os juros devidos sobre linhas de crédito, como cartões de crédito.

Juros compostos

Imagine uma pessoa desorganizada financeiramente, que não conseguiu pagar as suas contas e, todo mês, a sua dívida aumenta porque os juros começam a incidir sobre os juros já existentes, essa bola de neve podemos chamar de juros compostos.

Os juros compostos geralmente são fatores importantes nas transações comerciais, investimentos ou produtos financeiros. Eles estão normalmente ligados a itens que se estendem por vários períodos ou até mesmo por anos.

Juros Simples

Já o juros simples já é calculado com base em um valor fixo que é chamado de capital inicial. Trata-se de uma porcentagem do capital inicial que é aplicada durante um certo período. Um fator importante também a se destacar é de que o valor do juros simples não se altera no decorrer dos meses, menos mal não é mesmo?!

O cálculo da taxa de juros de empréstimo

Primeiro, você precisa saber que toda operação financeira tem mais do que juros inclusos. Na maioria dos casos podem ter algumas taxas de serviços também,  taxas e encargos bem como já explicamos em artigos anteriores aqui no Blog.

Sobre as taxas de juros de empréstimos incidem 3 fatores principais:

  • juros;
  • taxa;
  • prazo de pagamento.

Quais as diferenças de juros entre os tipos de empréstimos?

Sendo bem simples e objetivo, quanto menor o risco do credor levar um calote, menor será a taxa inserida no seu empréstimo.

Empréstimo de Baixo risco

Empréstimos de baixo risco são o tipo mais seguro para o credor, geralmente costuma ter taxas de juros mais acessíveis ao solicitante do empréstimo. Isso acontece porque é dado algo como garantia em troca do valor emprestado, como por exemplo algum bem que você tenha.

Empréstimo de Médio risco

No empréstimo de médio risco nós temos taxas que são um pouco mais altas, pois não existe um bem que garanta o pagamento em caso de calote, então de alguma forma tem que compensar o risco para a instituição.

Nesse caso, podemos citar os empréstimos pessoais que não exigem garantia. Eles são aprovados com base no seu histórico financeiro, se estiver com suas contas em dia, pagar tudo na data certa, certamente será aprovado..

Empréstimo de Alto risco

Neste caso, além de não pedirem garantia alguma para serem liberados, são disponibilizados rapidamente para o solicitante.

Os mais conhecidos são os juros do cartão de crédito e do cheque especial. Seu risco é alto pois são disponibilizados automaticamente, sendo o primeiro pelo financiamento da fatura e o segundo como um crédito pré-aprovado junto à conta bancária.

O recomendável é você evitar ao máximo essa opção, pois pode acabar comprometendo boa parte do seu orçamento mensal, podendo levar ao rápido endividamento.

E como posso calcular os juros do empréstimo de um modo que seja mais fácil?

Depois de ver todos esses critérios, esperamos que você fique mais familiarizado com o mundo dos Juros, nem tudo é um bicho de 7 cabeças, agora, uma forma simples de se calcular o juro do empréstimo. Confira:

M = P (1 + i)n

M = montante;

P = principal;

i = taxa de juros;

n = número de parcelas

Nesse texto, nós explicamos o que são os juros de empréstimo, e também como eles podem ser calculados. Caso desconfie que esteja sofrendo com a cobrança de Juros Abusivos você pode recorrer e reverter essa situação. Somos especialistas nesse assunto e contamos com ótimos profissionais em nossa equipe

Como eu consigo financiar um carro?

Como eu consigo financiar um carro

Como eu consigo financiar um carro: Hoje em dia, adquirir um veículo é o sonho de boa parte dos brasileiros, quem não quer ter seu carrinho pra poder sair a hora que quiser sem ter a dependência do transporte público? Isso pelo conforto que ele pode trazer e pela praticidade de poder pegar um final de semana e fazer um passeio em família. Mas infelizmente a realidade de alguns não permite que isso aconteça sem que recorra a um financiamento.

E tudo bem recorrer ao financiamento para conseguir chegar ao objetivo, mas um financiamento tem várias questões a serem discutidas que você nem imagina, questões que para quem não entende do assunto podem ser motivos de dores de cabeça, mas hoje não, vamos tentar deixar esse assunto o mais claro possível!

Bom, o financiamento de veículos pode ser feito de muitas formas. Uma delas é direto com a instituição financeira, onde toda a parte da negociação e burocracia deve ser tratada entre você e o banco. Há também uma possibilidade de financiamento com o intermédio de uma concessionária ou montadora.

Como eu consigo financiar um carro?

Quando é indicado o financiamento de veículos?

Além da resposta mais óbvia de ser indicado para aqueles que não tem o valor total a ser pago, antes de pensar em como financiar um carro, você precisa avaliar se a compra do automóvel é mesmo necessária. Coloque na ponta do lápis, financeiramente falando, se você não trabalha e nem viaja muito de carro, a compra não vale a pena, porque você logo não irá usar tanto o automóvel, então um investimento a longo prazo como o financiamento acaba não compensando.

Agora se mesmo assim você não abre mão do conforto de ter o seu veículo, não se esqueça que os gastos vão muito além das parcelas do financiamento que terá que arcar mensalmente.

Há despesas com combustível, seguro do carro, manutenção que podem ter no decorrer dos anos e o IPVA que é cobrado anualmente, e convenhamos que não é nada barato.

Optou pelo financiamento? Saiba agora como financiar o seu veículo!

Primeiro passo, escolha a modalidade do seu financiamento! Dentre as modalidades estão: Crédito Direto ao Consumidor, Leasing e Consórcio. Entenda como funciona cada um deles.

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

O Crédito Direto ao Consumidor (CDC) é uma excelente opção de financiamento, além de ser uma das mais comuns e mais conhecidas no mercado hoje em dia. Nessa modalidade, a financeira vai emprestar o valor em dinheiro necessário para você adquirir o seu veículo. Mas é importante destacar que durante o período da dívida, você não poderá negociá-lo de maneira alguma, mesmo o carro estando no seu nome.

No CDC, as taxas e juros são negociadas no momento da assinatura do contrato e se mantêm as mesmas até a última parcela. Caso o contratante fique inadimplente, a financeira poderá entrar com uma ação judicial para tomar o carro e leiloá-lo para então poder quitar a dívida.

Leasing

Também é possível financiar um carro por meio do leasing. Nesse, você paga um aluguel mensal por um certo prazo determinado para a empresa responsável por esse tipo de operação e o veículo fica no nome dela durante esse processo. Resumindo, essa forma de financiamento de carro no qual a instituição financeira vai “alugar” o veículo para você.

Você terá que pagar as parcelas e só passará a ter o automóvel no seu nome após quitar a última parcela. As taxas também são definidas na assinatura do contrato e se mantêm as mesmas. A financeira também poderá entrar com uma ação judicial para ter o veículo de volta. Porém, nesse caso o contratante não receberá nada.

Consórcio

Em um consórcio, um grupo de interessados em adquirir um bem paga valores mensais para a administradora do consórcio. Todos os meses, ela realiza sorteios que têm como objetivo contemplar um cliente e fornecer a carta de crédito.

Bom, dito isso, no consórcio de automóvel você escolhe o valor do crédito que deseja obter e indica o período de tempo que deseja para quitar esse crédito solicitado. Depois disso, você passará a fazer o pagamento regular do seu consórcio, mesmo que ainda não esteja com seu veículo em mãos.

No decorrer do período que você for fazendo o pagamento do consórcio, você pode ser sorteado e receber a chave do seu veículo. É preciso ficar muito atento nas taxas cobradas pela administradora e no reajuste que é feito nas parcelas no decorrer do tempo.

Agora que você já conhece as modalidades, confira essas 2 dicas que vamos dar, e tente seguir elas no momento de escolher o financiamento.

– Escolher a instituição financeira

A escolha da instituição financeira também é parte importante de como financiar um carro. Normalmente, instituições com as quais você já tem relacionamento são as melhores opções para esse tipo de negociação. Mas tenha outras opções também, faça uma pesquisa de mercado para verificar as condições e taxas oferecidas por outros bancos. Você vai precisar dessas informações para negociar os juros e fechar o melhor acordo para você.

– Negociar os juros

Não tenha medo de negociar, realize uma pesquisa apurada, reúna argumentos e procure conseguir o melhor valor na instituição escolhida. Ao fim da negociação, caso outro banco tenha uma oferta melhor, não hesite em fazer a troca.

Quais são os documentos que preciso ter para solicitar um financiamento?

As instituições podem pedir um ou outro documento a mais do que os encaminhados abaixo, mas os que com certeza serão solicitados são:

  • RG (carteira de identidade).
  • CPF (Cadastro de Pessoa Física).
  • Comprovante de estado civil.
  • Comprovante de gabarito (holerite ou extratos bancários).

Lembrando que é preciso estar com o documento original em mãos e algumas cópias também vão precisar ser feitas.

Agora que você já sabe como financiar um carro, que tal colocar o que aprendeu em prática? Boa sorte no seu financiamento e fique atento aos juros. Qualquer dúvida estamos à disposição!

Renegociação de dividas: Como uma consultoria especializada pode me ajudar

negociação de divida

O financiamento do meu veículo com desconto?

Renegociação de dividas: Como uma consultoria especializada pode me ajudar: Comprou um veículo financiado e agora está com dificuldade para pagar as parcelas? Provavelmente está na hora de você negociar a sua dívida para conseguir sair do vermelho e evitar perder o seu veículo. Podemos fazer isso com a revisão de juros abusivos no seu contrato, evitando a busca e apreensão de veículos, seja caminhões, carros, pick ups, vans, etc. Você não é o único que sofre com isso, saiba que muitos passam por esse problema de não conseguir mais arcar com as parcelas do financiamento. Um dos motivos pelo qual as pessoas optam por buscar a renegociação de financiamento normalmente está atrelada à dificuldade de pagar.

Quem pode renegociar o financiamento do veículo?

Quem tem uma ou mais parcelas em atraso já pode ir atrás de buscar a renegociação. Além disso, se você já atingiu a sua capacidade limite de pagamento, comprometendo 30% ou até mais da sua renda, ou pior ainda nos casos mais graves, você já não tem mais dinheiro, então você se encaixa no perfil de renegociação do financiamento veicular.

Ao atrasar, você terá que pagar juros e multas que são as penalidades impostas geralmente pela instituição financeira. E mais, isso será uma coisa que todo mês que atrasar, você terá que pagar isso, o que pode fazer com que a parcela aumente cerca de 40%. Então, em vez de pagar 40% a mais, quem negocia consegue pagar menos.

Renegociar o financiamento pode ser tornar um bom negócio e a melhor opção para quem não quer perder o veículo!!

Apesar dos benefícios que se pode ter em correr atrás dessa ação, ainda há quem demore para procurar essa opção. A pessoa fica esperando o banco cobrar, mas, às vezes, ela demora para procurar e infelizmente isso pode resultar no aumento da dívida, piorando ainda mais a sua situação. Podemos dizer com certeza que existem alguns benefícios em uma nova negociação do financiamento. Por exemplo, a possibilidade de diminuir o valor das suas parcelas, além da chance de aumentar o prazo de pagamento do carro. Ótimo, não é?

Tanto para quem compra o carro quanto o banco financiador tem etapas a seguir nesse processo de renegociação. Por exemplo, após a pessoa pedir a renegociação do financiamento, o Bom Acordo faz uma análise do perfil do cliente e do quão bom pagador ele é para fazer uma proposta de renegociação, da qual seja viável para ambas as partes.

Renegociar o financiamento de um carro pode valer muito a pena, talvez você não saiba disso agora, mas existem momentos em que é importante você conversar com o banco sobre as condições, as parcelas e os encargos do carro financiado que existem no contrato do seu financiamento, mas geralmente o banco não te dará muita atenção, por isso a necessidade de ter um especialista ao seu lado, especialmente se já estiver com dificuldades de pagar o financiamento e com parcelas acumuladas.

Pessoas que optam sempre por financiamento de veículos a longo prazo, invariavelmente acabarão endividadas, mas essa não é a única maneira de contrair dívida hoje em dia. Muitas vezes, o endividamento de uma pessoa pode ser causado pela sua simples falta de planejamento financeiro, por algum incidente ou mesmo por abusos cometidos por instituições financeiras. Sabemos que hoje em dia, ter um planejamento financeiro pode não ser uma tarefa simples, por isso já trouxemos dicas em alguns conteúdos de nosso Blog, para conferir basta acessar https://obomacordo.com/blog/.

Mas, o que quase ninguém sabe é que as empresas de financiamento acabam usando desse fato de parcelas atrasadas para incluir em seus contratos, diversas cobranças indevidas como taxas Irregulares, tarifas excessivas e valores de Juros Abusivos que, por falta de conhecimento do cliente, acabam passando despercebidas e o mesmo paga sem ter noção que elas existem. O grande problema nisso tudo é que essas taxas são cobranças completamente ilegais, muitas vezes até fantasiosas, e servem apenas para aumentar o lucro dos bancos abusando da boa-fé, e causando muitos danos na saúde financeira do cliente.

Nesses e em outros casos, a consultoria especializada pode ajudar a renegociar a sua dívida eliminando qualquer cobrança feita irregularmente e até mesmo podemos solicitar a compensação daquilo que foi pago anteriormente, e do que está sendo cobrado nas parcelas atrasadas, em forma de desconto ou redução na dívida em aberto. Isso só é possível com ajuda de especialistas, pois só com eles é possível identificar e recalcular qualquer irregularidade presente no contrato do financiamento.

Outra vantagem que você obtém, graças à experiência destes profissionais em negociação, é a possibilidade de renegociarem os seus débitos de forma que se adequem ao seu orçamento. Seja por um parcelamento maior em que a dívida é diluída em menores prestações, ou um parcelamento menor, com desconto na dívida total pelo adiantamento do seu financiamento.

Portanto, se você não está conseguindo Quitar o Financiamento do seu Veículo, seja por conta dos altos valores pagos na parcela, por conta de irregularidades como as já citadas Taxas Irregulares, Tarifas Excessivas e Juros Abusivos, não perca mais tempo e conte com a ajuda do OBomAcordo.com.

Com mais de 27 anos de experiência no mercado e uma equipe qualificada formada pelos melhores especialistas em revisão e renegociação de contratos de financiamento, só OBomAcordo.com garante total excelência no atendimento prestado, dando a você a oportunidade para Quitar o Financiamento Pagando o Menor Valor!

Quer saber mais? Acesse nosso site oficial e realize agora mesmo uma SIMULAÇÃO GRATUITA para descobrir se você está mesmo pagando por Juros Abusivos em seu contrato e ver o quanto você economiza com OBomAcordo.com. Se preferir, pode conversar com a gente também através de nossas redes sociais e Facebook, estamos sempre a postos para sanar todas as suas dúvidas.