10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida

10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida

As 10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças são para você que acorda todos os dias pensando em como fazer o salário durar até o fim do mês, que se pergunta onde o dinheiro foi parar toda vez que olha a conta bancária, e que sonha em sair do vermelho, poupar para o futuro e, quem sabe, investir em algo grande. 

Se você se identifica, saiba que não está sozinho nessa jornada e que pequenas mudanças podem levar a grandes resultados.

Vamos juntos descobrir como transformar sua realidade financeira, passo a passo, com dicas práticas que se encaixam no seu dia a dia. Preparado para virar o jogo? Aqui vamos nós!

 

O que são finanças pessoais?

Finanças pessoais são essencialmente a gestão do dinheiro por parte de um indivíduo ou família. Esse gerenciamento envolve planejar e executar atividades relacionadas ao controle das receitas e despesas, além da tomada de decisões financeiras consideráveis.

 

Por que é importante gerenciar as finanças?

Você já parou para pensar no papel que o dinheiro desempenha em sua vida? Não é apenas sobre pagar contas ou comprar o que deseja. 

É sobre liberdade, escolhas e, acima de tudo, tranquilidade. Gerenciar suas finanças é muito mais do que um simples ato de responsabilidade; é um caminho para alcançar seus sonhos e objetivos, sejam eles quais forem.Então, por que é tão importante gerenciar as finanças? Vamos conversar sobre isso.

Imagine poder acordar todas as manhãs sem a preocupação de dívidas pendentes, sabendo exatamente para onde seu dinheiro está indo e como ele está trabalhando a seu favor. Isso soa como liberdade, não é? E é exatamente isso que uma boa gestão financeira pode te oferecer.

Construa um Futuro Seguro

Quando você gerencia suas finanças, está, na verdade, construindo um alicerce sólido para o seu futuro. Isso significa estar preparado para imprevistos, seja uma emergência médica, a necessidade de reparos em casa ou até mesmo a perda inesperada de emprego. Ter um fundo de emergência é como ter uma rede de segurança que te permite enfrentar esses desafios sem entrar em pânico.

Realize Sonhos

Todos nós temos sonhos. Talvez você queira comprar sua casa própria, viajar pelo mundo ou garantir uma educação de qualidade para seus filhos. Gerenciar suas finanças é o primeiro passo para tornar esses sonhos realidade. Ao definir metas financeiras e poupar de forma consistente, você transforma o impossível em plenamente alcançável.

Viva com Menos Estresse

O estresse financeiro é uma das principais fontes de ansiedade na vida moderna. Ele afeta não apenas sua saúde mental, mas também suas relações pessoais. Ao gerenciar suas finanças de forma eficaz, você reduz significativamente esse estresse, o que se traduz em uma vida mais feliz e saudável.

Tome Decisões Conscientes

Gerenciar suas finanças te dá clareza sobre sua situação financeira atual, permitindo que você tome decisões mais conscientes. Isso significa saber quando você pode se dar ao luxo de fazer uma compra significativa ou quando é melhor esperar. É ter controle sobre seu dinheiro, em vez de deixar que ele controle você.

Liberdade de Escolha

Por fim, mas não menos importante, gerenciar suas finanças te dá a liberdade de escolher. Isso pode significar a liberdade de escolher uma carreira que você ama, em vez de uma que apenas pague as contas. Ou a liberdade de se aposentar mais cedo e desfrutar da vida. Suas escolhas financeiras definem essas liberdades.

Em resumo, gerenciar suas finanças é essencial para viver uma vida plena e sem restrições. Não se trata apenas de números e orçamentos; trata-se de tomar as rédeas da sua vida e moldá-la da maneira que você sempre sonhou. Então, por que não começar hoje? Seu futuro eu certamente agradecerá.

Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças: Por que é importante entender  sobre o tema?

Você já parou para pensar na importância de entender sobre finanças pessoais? Em um cenário onde o endividamento das famílias brasileiras atingiu um recorde histórico em 2023, conforme apontado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a educação financeira se torna mais crucial do que nunca. Segundo a reportagem da CNN Brasil, mais de 77% das famílias estão endividadas, com o cartão de crédito sendo o principal vilão. A alta inflação e os juros elevados são fatores que agravam ainda mais essa situação.

Compreender como gerenciar suas finanças é essencial para evitar cair nas armadilhas do crédito fácil e dos juros altos. 

Saber sobre finanças pessoais é mais do que apenas lidar com dinheiro; é sobre garantir sua liberdade e tranquilidade.

Imagine poder tomar decisões financeiras com confiança, evitar dívidas que sufocam e alcançar seus sonhos sem o constante medo do “e se?”. 

Esse conhecimento te dá o poder de controlar seu futuro financeiro, evitando surpresas desagradáveis e construindo uma base sólida para você e sua família.

Fundamentalmente,  entender de finanças pessoais é o segredo para uma vida mais segura e realizada, onde suas escolhas financeiras apoiam seus objetivos de vida, não os comprometendo. É por isso que esse assunto é tão importante.

10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida

Para que a gestão das suas finanças pessoais se torne eficaz e para evitar dívidas, é fundamental a adoção de medidas estratégicas e práticas.

Essas ações são essenciais para te ajudar a manter o controle sobre o seu dinheiro, garantindo não apenas a capacidade de cobrir suas necessidades atuais, mas também de planejar e alcançar seus objetivos futuros.

Aqui estão 10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida, confira: 

  1. Crie um Orçamento Mensal

Anote todas as suas receitas e despesas. Isso te ajudará a entender para onde seu dinheiro está indo e a identificar áreas onde você pode cortar gastos.

 

  1. Fundo de Emergência

Construa um fundo de emergência que cubra de três a seis meses de despesas. Isso te protegerá em casos de imprevistos, como perda de emprego ou emergências médicas.

 

3.Evite Dívidas Desnecessárias

Antes de fazer qualquer compra a prazo ou pegar um empréstimo, pergunte-se se é realmente necessário e se há formas de economizar para comprar à vista.

 

  1. Pague Suas Dívidas

Se você já tem dívidas, crie um plano para quitá-las o mais rápido possível. Considere estratégias como a bola de neve (pagar primeiro as dívidas com menores saldos) ou a avalanche (pagar primeiro as dívidas com os maiores juros).

 

  1. Use Cartões de Crédito com Sabedoria

Cartões de crédito podem ser úteis, mas também podem levar a dívidas se não forem usados ​​com cuidado. Sempre pague o saldo total a cada mês para evitar juros.

 

  1. Invista em Educação Financeira

Quanto mais você souber sobre finanças pessoais, melhor será capaz de tomar decisões informadas. Leia livros, assista a vídeos e participe de cursos sobre o tema.

 

  1. Planeje para o Futuro

Comece a poupar para a aposentadoria o quanto antes. Considere contribuir para um plano de previdência privada ou investir em fundos de aposentadoria.

 

  1. Seguro

 Tenha seguros adequados (vida, saúde, veículo, residencial) para proteger você e sua família contra perdas financeiras significativas.

 

9.Metas Financeiras Claras

Estabeleça metas financeiras de curto, médio e longo prazo. Em suma, isso te dará algo concreto pelo qual trabalhar e ajudará a manter suas finanças nos trilhos.

 

  1. Revise Regularmente Suas Finanças

 Dedique um tempo a cada mês para revisar suas finanças. Isso te ajudará a ajustar seu orçamento conforme necessário e a manter-se focado em suas metas financeiras.

 

Gerenciar as finanças pessoais pode, de fato, ser um desafio, especialmente na ausência de conhecimento específico ou de disciplina adequada.

Contudo, ao adotar as estratégias corretas, você estará bem posicionado para melhorar significativamente a saúde das suas finanças pessoais de forma eficaz, evitando o acúmulo de dívidas e, consequentemente, conduzindo a uma vida mais tranquila e segura financeiramente.

Além disso, ao entender e aplicar esses conceitos, você não apenas melhora sua situação financeira atual, mas também constrói uma base sólida para o futuro. Portanto, comece hoje mesmo a implementar essas dicas e veja como pequenas mudanças podem resultar em grandes melhorias na sua qualidade de vida.

 

 

Dicas para Renegociação das Parcelas do Seu Veículo e Evitar que Ele Vá a Leilão

Dicas para Renegociação das Parcelas do Seu Veículo e Evitar que Ele Vá a Leilão

As Dicas para Renegociação das parcelas do seu veículo são essenciais para manter seu patrimônio e evitar problemas financeiros. Hoje em dia, muitos de nós enfrentamos dificuldades para pagar as contas, especialmente em tempos de economia instável. Felizmente, há maneiras eficazes de renegociar dívidas e garantir que você continue com seu veículo. Neste guia, aprenda algumas estratégias práticas para ajudá-lo a lidar com essa situação de forma positiva.

Boa leitura!.

 

Entenda o que é a renegociação das parcelas

Renegociar as parcelas de uma dívida pode ser um grande alívio para quem está com dificuldades financeiras. Imagine o peso de uma dívida que só cresce, enquanto as parcelas se acumulam e a pressão aumenta. A renegociação é uma solução prática para aliviar essa carga e reorganizar suas finanças.

Basicamente, renegociar as parcelas é um acordo entre você e o credor para ajustar o pagamento da dívida. Isso pode significar estender o prazo, reduzir o valor das parcelas ou até revisar os juros. O objetivo é tornar o pagamento mais compatível com sua situação financeira atual, evitando que a dívida se torne insustentável.

Para começar, entre em contato com o banco e mostre disposição para encontrar uma solução. Esteja preparado para explicar sua situação financeira e como a renegociação pode ajudar ambos os lados. Lembre-se, as empresas geralmente preferem renegociar do que lidar com uma inadimplência total.

Além de oferecer um alívio imediato, a renegociação é uma chance de reavaliar seus hábitos de consumo e planejamento financeiro. Com disciplina e um novo plano, você pode transformar um desafio em uma oportunidade de aprendizado e crescimento. Portanto, se as parcelas estão pesando no seu orçamento, considere a renegociação como uma ferramenta poderosa para retomar o controle das suas finanças.

 

Como funciona a renegociação das parcelas do veículo?

Renegociar as parcelas do veículo pode ser uma saída eficaz para quem está com dificuldades financeiras. Primeiro, você precisa avaliar sua situação financeira para entender quanto pode pagar por mês. Depois, entre em contato com o credor para discutir a possibilidade de ajustar o financiamento.

Durante essa conversa, você pode sugerir aumentar o prazo de pagamento, diminuir o valor das parcelas ou revisar os juros. Esteja pronto para mostrar documentos que comprovem sua situação atual, como comprovantes de renda e extratos bancários.

A negociação deve ser colaborativa, buscando um equilíbrio que beneficie ambos os lados. Quando chegarem a um acordo, os novos termos serão formalizados em um contrato. Leia tudo com atenção antes de assinar, para garantir que você entende todas as condições.

Cumprir os novos termos é fundamental para evitar problemas no futuro e garantir que você mantenha o veículo. Com planejamento e boa comunicação, a renegociação pode trazer o alívio financeiro e a estabilidade que você precisa.

 

Quem pode Renegociar as Parcelas?

Renegociar as parcelas de um veículo é uma opção disponível para qualquer pessoa que possua um contrato de financiamento ativo e esteja enfrentando dificuldades financeiras. O titular do contrato é quem tem o direito de iniciar esse processo, e é essencial que ele ou ela seja proativo ao perceber que os pagamentos mensais estão se tornando inviáveis.

Aqueles que ainda não estão inadimplentes, mas preveem dificuldades futuras, são incentivados a buscar a renegociação o quanto antes. Demonstrar responsabilidade e disposição para resolver a situação pode facilitar as negociações com a instituição financeira. É importante estar preparado para apresentar documentação que comprove a situação financeira atual, como comprovantes de renda e extratos bancários.

A disposição para discutir e considerar diferentes opções de ajuste no contrato, como a extensão do prazo de pagamento ou a redução das parcelas, é fundamental. Assim, qualquer pessoa que esteja disposta a se comunicar de forma aberta e apresentar uma proposta viável pode buscar a renegociação das parcelas do seu veículo, garantindo uma solução que alivie a pressão financeira e mantenha o bem em sua posse.

 

Quem pode renegociar as parcelas?

Se você tem um financiamento de veículo e está passando por dificuldades financeiras,  saiba que é possível  renegociar as parcelas. No entanto, é importante agir rapidamente se perceber que os pagamentos estão ficando difíceis.Além disso, mesmo que você ainda não esteja inadimplente, mas prevê problemas no futuro, por exemplo,  é melhor procurar a renegociação o quanto antes.

Mostre responsabilidade e disposição para resolver a situação, pois isso pode ajudar nas negociações com o banco ou a financeira. Além disso, tenha em mãos documentos que comprovem sua situação financeira, como comprovantes de renda e extratos bancários.

Esteja aberto a discutir diferentes opções, como aumentar o prazo de pagamento ou reduzir o valor das parcelas. Assim, qualquer pessoa disposta a se comunicar bem e apresentar uma proposta viável pode buscar a renegociação, aliviando a pressão financeira e, consequentemente, mantendo o veículo.

 

Dicas para renegociar as parcelas do seu veículo e evitar que ele vá a leilão

  1. Entenda sua situação financeira

Primeiro, analise suas receitas e despesas mensais. Dessa forma, você conseguirá identificar onde cortar custos e quanto pode pagar nas parcelas do carro. Além disso, ter essa clareza é essencial para negociar com confiança.

  1. Seja proativo

Não espere a situação piorar. Assim que perceber dificuldades em manter os pagamentos,por exemplo,  entre em contato com o banco ou financeira. Além disso, mostrar iniciativa pode ser positivo na negociação.

  1. Explore opções de renegociação

Converse com o credor sobre as opções de renegociação, como, por exemplo, estender o prazo, reduzir temporariamente as parcelas ou, ainda, suspender os pagamentos por um tempo. Além disso, esteja aberto a diferentes soluções que se adaptem à sua realidade.

  1. Prepare-se para a negociação

Reúna documentos importantes, como comprovantes de renda e o contrato de financiamento. Isso demonstra organização e facilita a renegociação.

  1. Considere ajuda profissional

Se a negociação não estiver progredindo, busque a ajuda de um consultor financeiro ou advogado. Eles podem oferecer orientações e mediar as conversas, aumentando suas chances de sucesso

7. Mantenha-se informado

Fique atento às condições do mercado financeiro e políticas de crédito. Informações atualizadas podem ajudar a tomar decisões informadas e aproveitar boas oportunidades de renegociação.

Seguindo essas dicas, você pode evitar que seu veículo vá a leilão e fortalecer sua saúde financeira a longo prazo. Com planejamento e disciplina, é possível superar desafios financeiros e garantir maior tranquilidade no futuro.

10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida

As 10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças são para você que acorda todos os dias pensando em como fazer o salário durar até o fim do mês, que se pergunta onde o dinheiro foi parar toda vez que olha a conta bancária, e que sonha em sair do vermelho, poupar para o futuro e, quem sabe, investir em algo grande.

Se esse é o seu caso, saiba que não está sozinho nessa jornada e que pequenas mudanças podem levar a grandes resultados.

Portanto, vamos juntos descobrir como transformar sua realidade financeira, passo a passo, com dicas práticas que se encaixam no seu dia a diaEstá preparado para virar o jogo?Então, aqui vamos nós!

 

O que são finanças pessoais?

 

Finanças pessoais são, essencialmente, a gestão do dinheiro por parte de um indivíduo ou família. Em outras palavras, esse gerenciamento envolve planejar e executar atividades relacionadas ao controle das receitas e despesas, bem como a tomada de decisões financeiras consideráveis.

 

Por que é importante gerenciar as finanças?

Você já parou para pensar no papel que o dinheiro desempenha em sua vida? Não é apenas sobre pagar contas ou comprar o que deseja. 

É sobre liberdade, escolhas e, acima de tudo, tranquilidade. Gerenciar suas finanças é muito mais do que um simples ato de responsabilidade; é um caminho para alcançar seus sonhos e objetivos, sejam eles quais forem.Então, por que é tão importante gerenciar as finanças? Vamos conversar sobre isso.

Imagine poder acordar todas as manhãs sem a preocupação de dívidas pendentes, sabendo exatamente para onde seu dinheiro está indo e como ele está trabalhando a seu favor. Isso soa como liberdade, não é? E é exatamente isso que uma boa gestão financeira pode te oferecer.

Construindo um Futuro Seguro

Quando você gerencia suas finanças, está, na verdade, construindo um alicerce sólido para o seu futuro. Isso significa estar preparado para imprevistos, seja uma emergência médica, a necessidade de reparos em casa ou até mesmo a perda inesperada de emprego. Ter um fundo de emergência é como ter uma rede de segurança que te permite enfrentar esses desafios sem entrar em pânico.

Realizando Sonhos

Todos nós temos sonhos. Talvez você queira comprar sua casa própria, viajar pelo mundo ou garantir uma educação de qualidade para seus filhos. Gerenciar suas finanças é o primeiro passo para tornar esses sonhos realidade. Ao definir metas financeiras e poupar de forma consistente, você transforma o impossível em plenamente alcançável.

Vivendo com Menos Estresse

O estresse financeiro é uma das principais fontes de ansiedade na vida moderna. De acordo com a reportagem  da TV cultura  o estresse associado ao dinheiro pode prejudicar mais a saúde do que luto e divórcio, diz pesquisa.

Ele afeta não apenas sua saúde mental, mas também suas relações pessoais. Ao gerenciar suas finanças de forma eficaz, você reduz significativamente esse estresse, o que se traduz em uma vida mais feliz e saudável.

Tomando Decisões Conscientes

Gerenciar suas finanças te dá clareza sobre sua situação financeira atual, permitindo que você tome decisões mais conscientes. Isso significa saber quando você pode se dar ao luxo de fazer uma compra significativa ou quando é melhor esperar. É ter controle sobre seu dinheiro, em vez de deixar que ele controle você.

Liberdade para Escolher

Por fim, mas não menos importante, gerenciar suas finanças te dá a liberdade de escolher. Isso pode significar a liberdade de escolher uma carreira que você ama, em vez de uma que apenas pague as contas. Ou a liberdade de se aposentar mais cedo e desfrutar da vida. Suas escolhas financeiras definem essas liberdades.

Em resumo, gerenciar suas finanças é essencial para viver uma vida plena e sem restrições. Não se trata apenas de números e orçamentos; trata-se de tomar as rédeas da sua vida e moldá-la da maneira que você sempre sonhou. Então, por que não começar hoje? Seu futuro eu certamente agradecerá.

 

 Por que é importante entender  sobre  as Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças?

 

Saber sobre finanças pessoais é mais do que apenas lidar com dinheiro; é sobre garantir sua liberdade e tranquilidade.

Imagine poder tomar decisões financeiras com confiança, evitar dívidas que sufocam e alcançar seus sonhos sem o constante medo do “e se?”. 

Esse conhecimento te dá o poder de controlar seu futuro financeiro, evitando surpresas desagradáveis e construindo uma base sólida para você e sua família.

Fundamentalmente,  entender de finanças pessoais é o segredo para uma vida mais segura e realizada, onde suas escolhas financeiras apoiam seus objetivos de vida, não os comprometendo. É por isso que esse assunto é tão importante.

10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida

Antes de mais nada, para que a gestão das suas finanças pessoais se torne eficaz e para evitar dívidas, é fundamental adotar medidas estratégicas e práticas. Além disso, essas ações são essenciais para te ajudar a manter o controle sobre o seu dinheiro, garantindo não apenas a capacidade de cobrir suas necessidades atuais, mas também de planejar e alcançar seus objetivos futuros.

Aqui estão 10 Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças Pessoais e Evitar Dívida, confira: 

  1. Crie um Orçamento Mensal

Anote todas as suas receitas e despesas. Isso te ajudará a entender para onde seu dinheiro está indo e a identificar áreas onde você pode cortar gastos.

 

  1. Fundo de Emergência

Construa um fundo de emergência que cubra de três a seis meses de despesas. Isso te protegerá em casos de imprevistos, como perda de emprego ou emergências médicas.

 

3.Evite Dívidas Desnecessárias

Antes de fazer qualquer compra a prazo ou pegar um empréstimo, pergunte-se se é realmente necessário e se há formas de economizar para comprar à vista.

 

  1. Pague Suas Dívidas

Se você já tem dívidas, crie um plano para quitá-las o mais rápido possível. Considere estratégias como a bola de neve (pagar primeiro as dívidas com menores saldos) ou a avalanche (pagar primeiro as dívidas com os maiores juros).

 

  1. Use Cartões de Crédito com Sabedoria

A princípio, cartões de crédito podem ser úteis, por outro lado, também podem levar a dívidas se não forem usados ​​com cuidado. Portanto, sempre pague o saldo total a cada mês para evitar juros.

 

  1. Invista em Educação Financeira

Quanto mais você souber sobre finanças pessoais, melhor será capaz de tomar decisões informadas. Leia livros, assista a vídeos e participe de cursos sobre o tema.

 

  1. Planeje para o Futuro

Comece a poupar para a aposentadoria o quanto antes. Considere contribuir para um plano de previdência privada ou investir em fundos de aposentadoria.

 

  1. Seguro

 Tenha seguros adequados (vida, saúde, veículo, residencial) para proteger você e sua família contra perdas financeiras significativas.

 

9.Metas Financeiras Claras

Estabeleça metas financeiras de curto, médio e longo prazo. Isso te dará algo concreto pelo qual trabalhar e ajudará a manter suas finanças nos trilhos.

 

  1. Revise Regularmente Suas Finanças

Desde já, dedique um tempo a cada mês para revisar suas finanças. Nesse sentido, isso te ajudará a ajustar seu orçamento conforme necessário e a manter-se focado em suas metas financeiras.

Gerenciar as finanças pessoais pode, de fato, ser um desafio, especialmente na ausência de conhecimento específico ou de disciplina adequada.No entanto, ao adotar as estratégias corretas, você estará bem posicionado para melhorar significativamente a saúde das suas finanças pessoais de forma eficazalém de evitar o acúmulo de dívidas e, como resultado, conduzir a uma vida mais tranquila e segura financeiramente.

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Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças
Dicas Essenciais para Gerenciar as Finanças

Crie sua planilha para ter controle no cartão de crédito em 5 passos + Dicas

Crie sua planilha para ter controle no cartão de crédito em 5 passos + Dicas

Criar uma planilha para ter controle no cartão de crédito funciona com diversas vantagens, tanto para você saber exatamente quanto está gastando, qual a origem dos gastos, regularize pendências ou organize suas finanças gerais. 

Aliás, esse método é bastante eficiente se você deseja comprar algum item de alto valor, mas está continuamente com o limite baixo. Sendo assim, trata-se de um processo usado para objetivos mais simples ou não

Pensando nisso, confira esse passo-a-passo e tenha acesso a dados que podem mudar sua perspectiva, melhorar sua saúde financeira e evitar problemas – incluindo a negativação. Vamos lá!

1# Escolha uma planilha 

O primeiro passo é escolher um programa que você consiga usar e que seja funcional, atendendo suas necessidades. 

Claro que, quando falamos no assunto, sempre surge o Excel, sendo um dos mais reconhecidos. Entretanto, muitas pessoas não sabem usar ou acham confuso demais. Se este for o seu caso, tenha em mente que se trata de um hábito. 

Em outras palavras, você consegue aprender. 

Uma outra opção é o Google Planilhas, disponível em app para o seu celular. Essa é gratuita e simples de usar, bem como simples para conectar em diversos dispositivos. 

Porém, também há outras opções, como o Zoho Sheet e o Airtable. Na dúvida, baixe e compare o visual e a usabilidade. 

2# Planilha para ter controle no cartão de crédito: é hora dos cabeçalhos 

O segundo passo é começar a criar a sua planilha, o que já exige um título. Como “gastos no cartão” ou “controle cartão de crédito”. 

Além disso, você deve escolher quais são os cabeçalhos, ou seja, as informações que serão adicionadas ali. 

Inicialmente, você pode escolher um número de colunas e aumentar posteriormente, se for necessário. Entre as informações que não devem faltar estão: 

  • Data da compra; 
  • Valor da compra; 
  • Descrição dos produtos/serviços; 
  • Forma de pagamento; 
  • Categoria – como alimentação, transporte ou lazer. 

Uma dica é sempre anotar ou colocar um destaque para compras realizadas com a fatura fechada (que serão cobradas apenas no próximo mês) ou não. 

3# Comece a preencher a sua planilha 

O terceiro passo é preencher as cédulas da sua planilha, ou seja, colocar os dados. 

Mesmo que você tenha realizado poucas compras, a dica é começar com o que está no seu cartão (que ainda será pago). Ao começar, fica mais fácil entender e direcionar seus gastos. 

Por exemplo, suponha que você tenha três compras e, seguindo a lista do passo 2#, as informações serão: 

  • Compra 1: Data – 03/04 / Valor – R$50 / Descrição – Blusa para trabalho / Forma de pagamento – Á vista / Categoria – Vestuário 
  • Compra 2: Data – 16/04 / Valor – R$220 / Descrição – Sapato / Forma de pagamento – Parcelado em 3x   / Categoria – Vestuário 
  • E Compra 3: Data – 21/04 / Valor – R$20 / Descrição – Café / Forma de pagamento – Á vista / Categoria – Alimentação 

Pronto. 

Com essa base de dados, fica mais simples começar a otimizar sua planilha, contabilizar e dividir seus gastos, bem como organizar outras compras que virão. 

4# Formatação simples para criar sua planilha para ter controle no cartão de crédito 

O quarto passo é a formatação, ou seja, usar fórmulas e funções que facilitem a sua vida. Inclusive, é importante ter em mente que esse processo não é difícil e tudo está disponível em vídeo na internet. 

Por exemplo, no Excel, você consegue usar a função “SOMA” para calcular o valor total da coluna de “valor”. Neste cenário, você insere quais linhas/colunas quer somar, por exemplo “=SOMA(C3:C26)”. 

Além disso, use as cores disponíveis para destacar áreas importantes, dividir cada uma das colunas e assim por diante. Visualmente, isso torna o processo de entender os dados muito mais simples. 

Para você que escolheu o Google Planilha, o canal Conecta Jovem publicou um vídeo de introdução bacana, com os passos básicos para começar a formatar a sua. Confira aqui para versão celular e aqui no computador. 

Dica de ouro

Uma dica especial é sempre adicionar uma área de valor máximo ou teto de gastos. Ou seja, uma última linha destacada pela questão da urgência, deixando aquela cédula da soma em vermelho, por exemplo. 

Por exemplo, na última linha ou separadamente do restante da planilha, tenha uma área de “gasto máximo”, em que todas as suas compras serão somadas. 

Ali, você verá o valor que gastou até ali, o total daquela fatura. 

Dessa forma, se o seu limite mensal é de R$300, saberá facilmente quando atingir esse limite. Lembrando que as compras parceladas precisam de maior atenção. 

5# Atualização e verificação 

Por fim, para criar planilha para ter controle no cartão de crédito, é indispensável que você atualize com todas as compras que realizar. Ou seja, nada de esquecer. 

O ideal é que você anote logo após a compra, para não esquecer e já manter o sistema com as novas informações. 

Além disso, verifique como estão seus gastos, em quais categorias se concentra ou mesmo quanto falta para atingir o teto de gastos. 

Por exemplo, ao criar essas planilhas, muitos brasileiros notam que a maior parte dos gastos são desnecessários, com lanches ao final do dia, naquela padaria que fica na volta do trabalho, no intervalo do expediente quando você se esqueceu de levar algo, etc. 

Assim, será mais fácil organizar sua vida para começar a ter uma saúde financeira efetiva, controlando e aproveitando esse cartão ao máximo. 

Dica para compras grandes 

Se você quer realizar uma compra de alto valor, há três dicas para seguir: 

  • Saiba qual a média de valor do produto/serviço, ou seja, quando aquela compra pode custar; 
  • Avalie sua situação atual e quanto pode gastar mensalmente, lembrando sempre do seu teto de gastos; 
  • Veja quanto tempo demora para ter o limite disponível considerando (1) o pagamento das faturas, (2) o limite disponível no próximo mês e (3) como o parcelamento dessa compra altera o seu limite.

Enfim, seguindo esses passos e as dicas desse post, fica mais simples alcançar a independência e usar o cartão de crédito com sabedoria, reduzindo dívidas ou evitando que elas façam parte da sua vida.  No OBomAcordo.com você encontra profissionais peritos que farão uma análise minuciosa no seu contrato com intuito de eliminar essas cobranças indevidas e reduzir as parcelas do financiamento do seu veículo.

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Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Nesse post, você confere as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano, sendo esse um dos períodos que merece atenção para que os demais meses sejam tranquilos. 

Em resumo, saber como colocar tudo em perspectiva facilita a rotina e evita que você passe o ano todo “correndo atrás do prejuízo”. 

Vamos começar! 

1# Avalie tudo o que aconteceu no ano anterior 

Para começar, uma das principais formas de conseguir reestruturar a vida financeira é avaliando os erros e acertos que você já cometeu. Portanto, considere o que acontece no ano anterior. 

Geralmente, é dessa forma que notamos os obstáculos e as dificuldades, bem como as formas mais efetivas de evitar que tudo aquilo se repita

Por exemplo, considere que você ficou com uma conta enorme com o cartão de crédito devido as compras realizadas ao longo do último ano. Logo, você entende que aquilo não deve ocorrer novamente. 

Neste cenário, é importante definir limites e metas para o uso do cartão

Em resumo, faça uma retrospectiva, anote seus erros e acertos, mudanças mais valiosas e assim por diante. 

2# Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano: faça uma lista de prioridades 

A segunda dica desse post envolve criar uma lista daquilo que é importante, em uma ordem que faça sentido para este ano. Ou seja, saiba onde suas prioridades deve estar

Essa lista de prioridades funciona como uma bússola, para você seguir um caminho bacana, reduzindo erros durante os meses do ano. 

Dessa forma, defina quais são as coisas que quer realizar este ano, as dificuldades de cada processo e outros pontos importantes. Por exemplo, se você tem uma dívida e quer quitar, coloque isso na lista e um “passo-a-passo” de como fazer isso acontecer. 

Cabe dizer que essa lista de prioridades é indispensável para eliminar gastos. Afinal, quando você sabe o que quer, fica mais fácil controlar o impulso pelas compras

No geral, a ordem de prioridade envolve, respectivamente: contas com juros mais altos, dívidas comuns no início do ano, contas mensais, reservas e outros – como viagens, presentes, etc. 

3# Reveja seus hábitos e comportamentos diários 

Entre as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano, as que não podemos deixar de citar se refere aos seus hábitos e comportamentos diários. Afinal, é no dia-a-dia que muitas contas começam. 

Na prática, a maioria dos brasileiros acaba se comprometendo nos primeiros meses do ano por gastar com coisas superficiais, levando esse problema para restante do ano.

Assim, comece a avaliar quais são seus comportamentos de compra, os hábitos diários que, muitas vezes, passam desapercebidos. 

Como comprar algo para comer todos os dias, ficar navegando por lojas e conferindo promoções (que nem estão na sua lista de prioridades). 

Além disso, há os gastos exagerados com coisas em geral (como aquela TV por assinatura com 400 canais – e você assiste há dez) deliverys, serviços de streaming que não usa, juros por pagamentos de cartões e atrasados, viagens fora do orçamento, presentes e mais. 

Sendo assim, identifique quais são seus comportamentos problema ou hábitos que impede que o seu planejamento financeiro funcione e comece a mudança agora

4# Centralize suas contas: melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Se você tem conta em mais de um banco ou usa várias contas, um erro comum é manter tudo isso separado. Geralmente, isso acontece quando você tem preferência por uma conta, recebe o salário em outra e tem um cartão de crédito em outro banco. 

Ou seja, envolve diferentes instituições financeiras

Dessa forma, opte por centralizar todas as suas contas, facilitando a avaliação das movimentações e melhorando o seu planejamento. Tanto para os gastos quanto para recebimentos. 

Quando isso não for possível, tenha uma planilha em que as duas contas são anotadas, sem esquecer nenhuma informação. 

Isso permite que você saiba onde gasta e quanto gasta, dívidas em aberto, possibilidades de economias e assim por diante. 

Importante

Se há mais pessoas na casa, como cônjuges e filhos, é importante fazer um alinhamento financeiro que envolve todas essas pessoas

Como as dicas incluem mudanças no estilo de vida, é importante que todos estejam em acordo e façam parte desse processo. 

5# A tecnologia vai te ajudar: aproveite 

Uma das melhores dicas para organizar as finanças no início do ano envolve usar a tecnologia disponível para você. Como os apps de bancos, carteiras digitais e assim por diante. 

Assim, tenha um app de anotação/organização, investimentos e simuladores, dicas e aprendizado, etc. Pesquise as opções (sempre gratuitas) e vá aos poucos escolhendo os melhores para a sua rotina. 

Alguns dos mais conhecidos incluem o Orçamento Fácil, Money Lover, Gestor de Orçamento – Gastos, Organizze, Fortuno, Minhas Economias, etc. 

Resumão para colocar em prática 

Por fim, separamos as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano considerando o que você pode começar a fazer agora mesmo. Ou seja, vamos a prática real para mudar o curso da sua vida. 

  • Defina prioridades: tudo começa quando você sabe o que quer, então, faça uma lista considerando o que é mais valioso; 
  • Planejamento financeiro: saiba quanto você ganha e onde gasta o seu dinheiro; 
  • Comece a desenvolver o controle: isso significa começar a cortas gastos, pagar suas dívidas e abandonar o cartão de crédito; 
  • Crie um passo-a-passo: de como organizar aos poucos as suas contas, mudanças de rotina a longo prazo e criação de uma reserva de emergência; 
  • Padrão de vida: o ideal é seguir um padrão abaixo do que recebe, para conseguir poupar dinheiro/fazer uma reserva de emergência. 

Ano novo, tudo de novo

Mesmo que as coisas tenham sido difíceis no último ano, a regra é não desistir, fazer mais mudanças e focar no seu crescimento e desenvolvimento pessoal. 

Dessa forma, comece tudo novamente e faça melhor dessa vez, para realmente adotar práticas que sejam funcionais e que otimizem suas contas. 

Dicas de finanças de fim de ano: saia ou evite ficar no vermelho

Dicas de finanças de fim de ano: saia ou evite ficar no vermelho

As dicas de finanças de fim de ano englobam uma série de passos que vão te ajudar na quitação de dívidas, a se preparar para gastos que saem do orçamento, bem como evitar a negativação do seu CPF. 

Diante disso, separamos tudo o que você precisa saber do assunto, mesmo com as festas prontas para acontecer. Inclusive, com uma dica especial para janeiro, que chega acabando com muitos planejamentos financeiros. 

Boa leitura! 

1# Seja realista e avalie o que pode ser feito 

Não é segredo que, por diversas vezes, você acaba por planejar uma série de coisas que acabam não sendo cumpridas. 

Isso acontece por não considerar as surpresas ou arrombos que ocorrem no orçamento, gerando gastos superiores e prejudicando a saúde da sua carteira (e sua saúde mental). 

Dessa forma, a regra é ser realista e considerar alguns aspectos, nessa exata ordem: 

  • Quanto de dinheiro você tem agora; 
  • Quanto terá quando receber o que há para ser recebido; 
  • Faça as contas e pague suas contas; 
  • Avalie quando irá receber novamente e qual será o valor; 
  • Defina quanto pode gastar com festas e presentes, definindo um valor máximo. 

A partir desses 5 passos, fica um pouco mais fácil ter algum controle, já que essa época acaba sendo um pouco mais emotiva. Inclusive, na dica abaixo, vamos falar sobre a compra de presentes e escolha das festividades. 

Retomando, aqui é importante manter a ordem no que se refere ao seu dinheiro, evitando surpresas em janeiro ou mesmo que a seu fim de ano acabe sendo ruim. 

2# Dicas de finanças de fim de ano: comprando presentes e escolhendo as festas 

Agora, vamos a questão que, anualmente, envolve um planejamento financeiro que deveria ter começado anteriormente. 

Inclusive, uma dica especial é começar a pensar no assunto desde o começo de ano. Se você começar a fazer listas, comparar preços e comprar os presentes por volta de agosto, irá economizar muito dinheiro. 

Simultaneamente, se combinar com familiares e amigos sobre as festas de fim de ano ou mesmo se escolher viajar, pode organizar a partir de março. Logo, escolhe os melhores pacotes, economiza e mais. 

Porém, como já estamos no final do ano, a dica para a escolha e compra dos presentes é seguir alguns passos práticos, confira: 

  • Faça uma lista de quem quer presentear; 
  • Escolha os presentes considerando o valor máximo que definiu previamente; 
  • Comece a procurar esses presentes e compare os preços; 
  • Considere presentear no início do ano, principalmente se encontrar um bom valor nos presentes online. 

Dica de ouro: uma dica especial é escolher pequenas lembrancinhas, como coisas que você mesmo faz ou compra em quantidade, o que sai mais barato. 

Além disso, considere que o foco não é o presente, mas mostrar o quanto se importa. E você pode fazer isso de outras formas. 

Já no quesito festas, só escolha participar daquelas que realmente cabem no seu orçamento e evite gastos desnecessários. Converse com seus amigos e familiares sobre o assunto para todos economizarem. 

3# Fique de olho nas compras por impulso e “promoções” 

Entre as dicas de finanças de fim de ano, está a atenção quanto a 2 tópicos comuns desse período. 

Em primeiro lugar, as compras por impulso. 

Geralmente, essas compras acontecem por você encontrar objetos incríveis, condições especiais ou itens que não ficam disponíveis fora dessa época. 

Porém, com a internet, você pode comparar rapidamente os valores e encontrar praticamente tudo, em qualquer dia do ano. Para isso, é preciso ficar atento. 

Uma dica é nunca sair pelas lojas sem ter uma ideia do quanto pode ou quer gastar. Sendo assim, comece avaliando os preços online, crie uma tabela e evite os grandes centros comerciais. 

Se você sempre compra por impulso, precisa começar a evitar, sair com pouco dinheiro, limitar tudo aquilo que vê e até buscar auxílio profissional. 

Em contraponto, quando falamos em promoções de fim de ano, você deve redobrar a atenção. 

Acontece que os comerciantes/empresas entendem que o volume de compras aumenta entre novembro a janeiro. Já que as pessoas “precisam comprar”. Ou seja, naturalmente gastam mais. 

Logo, muitos negócios aumentam o valor ao longo dos últimos meses do ano e, com a chegada das festividades, os valores não ficam tão acessíveis assim. 

Então, veja se o valor realmente é bom ou não e compre com consciência. 

4# Outras dicas de finanças de fim de ano na prática 

Por fim, existem algumas dicas práticas que vão lhe ajudar a garantir um fim de ano (e início) mais tranquilo. 

  • Embalagens: reutilize embalagens ou aproveite opções mais baratas; 
  • Amigo oculto/secreto: é algo simbólico, cuidado com os gastos excessivos e economize, salvo quando há pouquíssimos presentes a serem comprados; 
  • Crianças: não as leve nas compras, defina exatamente o que será comprado e crie limites; 
  • Roupas e acessórios: prefira usar aquilo que já tem, customize e evite novas compras. 

+1: dica especial para começar o ano 

Enfim, se você é daqueles que gasta no fim do ano e se esquece que janeiro traz novos gastos, como veículos e material escolar, todo cuidado é pouco. 

Dessa forma, comece agora a considerar esse aspecto agora e garanta uma reserva para o final de ano. A regra é considerar os gastos que virão e pensar no longo prazo. 

Isso significa definir o quanto irá gastar nesse final de ano, o quanto precisa economizar para janeiro e quando irá receber novamente. Tudo isso impacta em como serão as coisas.

Assim, algumas dicas valiosas incluem: 

  • Começar agora o seu planejamento financeiro para o próximo ano; 
  • Finalizar todas as contas que puder: prefira pagar tudo a gastar com o supérfluo; 
  • Lembre-se que é mais importante a sua estabilidade que a opinião de terceiros; 
  • Defina o que quer para o próximo ano, considerando o que realmente é possível; 
  • Zere tudo: aproveite o que aprendeu, deixe o negativo e foque no seu futuro. 

Enfim, agora que você conhece as dicas de finanças de fim de ano, comece a apostar nessa mudança. A nossa recomendação é fazer isso a partir de agora, sem deixar para o próximo dia ou ano e garantir maior estabilidade financeira. 

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Dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios

Dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios

No texto dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios, você vai conhecer valiosas aliadas na busca por uma estabilidade financeira.

Com estratégias inteligentes e planejamento adequado, é possível reverter uma situação aparentemente desfavorável em vantagens significativas.

Use a dívida do cartão de crédito a seu favor e descubra como transformar um desafio financeiro em uma oportunidade estratégica.

A dívida do cartão de crédito é uma realidade para muitos consumidores, mas você sabia que é possível transformar essa situação em algo positivo?

Ao adotar uma abordagem estratégica, é possível usar a dívida do cartão de crédito a seu favor e conquistar benefícios a longo prazo. 

Neste texto, exploramos os diversos meios pelos quais é possível utilizar a dívida do cartão de crédito como uma ferramenta inteligente para atender sua saúde financeira e alcançar seus objetivos. Boa leitura!

 

Dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios:  analise suas despesas e organize seu orçamento

Antes de tudo, é fundamental conhecer a sua situação financeira atual. 

Para isso, faça uma análise minuciosa de suas despesas e organize seu orçamento. 

Identifique, de maneira detalhada, onde você está gastando com excesso e encontre áreas onde é possível economizar.

 Além disso, é importante examinar cuidadosamente suas fontes de renda e avaliar seu fluxo de caixa mensal.

 Ter uma visão clara de suas finanças é o primeiro passo para utilizar a dívida do cartão de crédito a seu favor.

 

Consolide suas dívidas em um único cartão

Se você possui dívidas em diferentes cartões de crédito, considere a possibilidade de consolidá-las em um único cartão. 

Essa estratégia pode facilitar o controle e a administração das suas finanças combinando  múltiplas dívidas em uma única,  além de oferecer a oportunidade de negociar melhores condições de pagamento.

Ao consolidar suas dívidas, você terá a vantagem de ter apenas uma fatura para acompanhar, o que pode ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade.

Você também poderá acompanhar melhor seus gastos e identificar áreas onde pode economizar dinheiro.

 

Dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios:  renegocie as taxas de juros

Estar endividado pode ser uma situação difícil, mas não precisa ser. 

Se você está com dificuldades para pagar suas dívidas, entre em contato com a instituição financeira responsável pelo seu cartão de crédito e negocie as taxas de juros.

Muitas vezes, as empresas estão dispostas a reduzir as taxas para evitar a inadimplência. Isso significa que você pode economizar dinheiro com juros e pagar sua dívida mais rapidamente.

Negociar as taxas de juros é uma excelente maneira de usar a dívida a seu favor. Aproveite essa oportunidade para obter condições mais seguras e economizar dinheiro.

Dicas adicionais para negociar as taxas de juros:

  • Pesquise:

Compare as taxas de juros oferecidas por diferentes empresas antes de iniciar a negociação.

  • Esteja preparado::

Tenha em mente sua situação financeira e o que você pode oferecer ao credor.

Seja educado e gentil. Lembre-se de que você está negociando com um representante de uma empresa, não com uma pessoa.

  • Não tenha medo de solicitar a negociação:

Na pior das hipóteses,  o pior que pode acontecer é que o credor diga não. Negociar as taxas de juros pode ser uma tarefa assustadora, mas pode valer a pena. Se você está com dificuldades para pagar suas dívidas, não hesite em tentar.

 

Dívida do Cartão de Crédito: Dicas para Benefícios: utilize programas de recompensas

Muitos cartões de crédito oferecem programas de recompensas aos seus clientes. Ao utilizar o cartão para pagar suas despesas do dia a dia e quitar a dívida dentro do prazo, você pode acumular pontos, milhas ou cashback.

 Esses benefícios, por sua vez, podem ser utilizados para obter descontos em compras futuras, viajar ou mesmo pagar sua fatura, proporcionando uma vantagem adicional no uso da dívida do cartão de crédito a seu favor.

Ao aproveitar os programas de recompensas oferecidos, você está maximizando os benefícios do seu cartão de crédito, celebrando suas despesas cotidianas em oportunidades de recompensa. 

Assim, ao pagar suas contas mensais e despesas básicas, não apenas você estará gerenciando sua dívida, mas também acumulará benefícios tangíveis que podem ser usados ​​de forma estratégica em seu benefício financeiro.

 

Invista o dinheiro economizado

Ao adotar práticas de redução de gastos e economizar dinheiro, você pode utilizar esses recursos para investir e obter retorno financeiro.

Pesquise sobre opções de investimento que sejam adequadas ao seu perfil e objetivo.

 Ao fazer isso, você está ligado a dívida do cartão de crédito em uma oportunidade de crescimento financeiro.

 

Dívida do cartão de crédito: obtenha vantagens: estabeleça metas financeiras

Com um plano bem protegido, é possível transformar essa situação em uma oportunidade para melhorar a saúde financeira. Para isso, é fundamental que você estabeleça metas financeiras claras e alcançáveis.

Ao definir metas específicas, você cria um direcionamento para seus esforços e motivação para seguir em frente. Por exemplo, determine um valor mensal destinado ao pagamento da dívida. Isso ajuda a acompanhar seu progresso e ajustar suas estratégias conforme necessário.

Digamos que você tenha uma dívida de R$ 5.000 no cartão de crédito com uma taxa de juros considerável. Sua meta pode ser quitar essa dívida em 10 meses, pagando R$ 500 por mês.

A partir dessa abordagem, você saberá exatamente o que precisa fazer para atingir sua meta no prazo desejado. Além disso, é essencial ser realista e considerar sua situação financeira atual.

Se o valor da meta for muito alto em relação à sua capacidade de pagamento, é provável que você se frustre ao longo do caminho.

Lembre-se de que as metas financeiras podem ser flexíveis e ajustáveis ​​conforme sua jornada avança. Por conseguinte, o importante é sempre se manter comprometido e determinado a alcançar os objetivos que definir.

Com um plano bem elaborado e meta protegido, você estará no caminho certo para obter vantagens e superar a dívida do cartão de crédito de forma eficiente.

Além disso, é importante destacar que a disciplina financeira desempenha um papel crucial nesse processo.

Por fim, mantenha-se focado em sua meta e busque alternativas para aumentar sua renda, reduzir despesas ou até mesmo renegociar a dívida, caso seja possível.

Com resiliência e perseverança, você poderá alcançar o equilíbrio financeiro almejado e evitar futuros endividamentos, garantindo uma estabilidade econômica e duradoura.

 

Evite novas dívidas

Enquanto estiver pagando sua dívida atual, evite acumular novas dívidas no cartão de crédito.

Procure faça compras à vista ou utilize outras formas de pagamento. Dessa forma, você evitará o acúmulo de dívidas e terá mais controle sobre suas finanças.

 

Faça um acompanhamento regular

Mantenha-se atualizado sobre o saldo devedor, os prazos de pagamento e as taxas de juros.

Faça um acompanhamento regular de sua dívida para garantir que está progredindo em direção às suas metas. 

Utilize aplicativos financeiros como Guiabolso ou planilhas  para facilitar o monitoramento de suas finanças pessoais.

 

Busque orientação profissional

Se você está enfrentando dificuldades para lidar com sua dívida de cartão de crédito, não hesite em buscar orientação profissional.

 Um consultor financeiro  pode ajudá-lo a criar um plano de pagamento eficiente e oferecer dicas personalizadas para utilizar a dívida a seu favor.

 

Aprenda com a experiência

Por fim, aproveite a dívida do cartão de crédito como uma oportunidade de aprendizado. Analise os erros financeiros do passado e utilize-os como base para tomar decisões mais sábias no futuro.

Ao aprender com a experiência, você estará fortalecendo sua educação financeira evitando cair novamente em dívidas desnecessárias.

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Ação revisional: principais cuidados

Ação revisional: principais cuidados

Principais cuidados são indispensáveis ao considerar uma ação revisional. Quando se trata de revisar uma situação ou contrato, é fundamental que você esteja bem preparado e informado sobre os passos a seguir.

Neste artigo, vamos destacar os principais cuidados que você deve ter ao ingressar em uma ação revisional.

Desde a pesquisa cuidadosa sobre seus direitos e obrigações até a escolha de um profissional especializado, essas medidas garantirão que você esteja no caminho certo para alcançar o resultado desejado.

Portanto, continue lendo para conhecer os cuidados essenciais que podem fazer toda a diferença em sua ação revisional. Confira!

Quando cabe ação revisional?

Primeiramente, a ação revisional se trata de um processo ou demanda judicial. Esse processo tem como foco verificar contratos para, se necessário, fazer correções, reduzir ou mesmo extinguir o saldo devedor.

Na maioria das vezes, envolve contratos de empréstimo, financiamentos e cartões de crédito. Também é comum em cheques especiais, consórcios e alienações.

Afinal, são esses documentos que costumam apresentar algum tipo de problema. Como uma taxa de juros abusivas ou cláusulas problemáticas.

Neste cenário, vem a questão de quando cabe ação revisional, onde podemos citar os principais temas, veja:

Ação revisional: principais cuidados: Taxas de juros remuneratórios abusivas

Juros remuneratórios são aqueles que a empresa dá para compensar o saldo. Comum nos financiamentos, empréstimos e crédito em geral. Valendo para pessoas físicas e jurídicas.

Na prática, esses juros são devidos todas as vezes que você utiliza o capital de uma empresa/pessoa, sendo legais e variantes conforme o prazo de pagamento (devolução).

Além disso, esses juros são pagos no período contratado, não relacionados a inadimplência. Entretanto, existe uma média desses juros, que variam mediante o tipo de contrato. Para um financiamento veicular é um valor, para imóveis é outro.

Então, considera-se taxa abusiva quando o Banco Central estabelece um valor médio e a cobrança é feita acima desse valor.

Ação revisional: principais cuidados: venda casada

A venda casada é um problema comum nos financiamentos e empréstimos, mas, muitas vezes, aparece de forma velada.

Em síntese, se refere ao condicionamento da venda apenas quando o cliente realizar a aquisição de outro. Valendo para produtos ou serviços.

Um exemplo prático ocorre quando você vai realizar um financiamento de um veículo e a empresa acrescenta (de forma obrigatória) um seguro veicular. Ou mesmo empréstimos para imóveis que exige que você compre com uma determinada empresa.

A realidade é que  venda casada é uma prática ilegal e abusiva. Afinal, o cliente deve escolher o produto ou serviço que quer comprar, cabendo a empresa, no máximo, oferecer outros serviços, mas nunca impor isso como regra.

Não à toa, quando isso consta em contrato ou é comprovado de alguma maneira, o cliente tem o direito de receber o valor pago em dobro.

Ação revisional: principais cuidados: Anatocismo

Também chamado de capitalização, o anatocismo é a cobrança de juros sobre juros. Inclusive, é um dos temas mais polêmicos quando pensamos em juros, cobranças abusivas e quando cabe ação revisional.

Em suma, essa cobrança de juros ocorre quando há uma estimulação anterior, autorizando tal cobrança. Quando isso não acontecer, a legislação considera ilegal.

E é neste ponto que o problema surge. Muitos assinam contratos sem ver cláusulas falando sobre isso e acabam solicitando a revisão, mas legalmente não há problemas.

Em contrapartida, em algumas situações, a cobrança de juros ocorre mesmo quando não foi estipulado, configurando um processo abusivo.

Simultaneamente, há diversas formas “escondidas” de cobrar a capitalização. Como a Tabela Prince, comum em contratos habitacionais, sistema francês de amortização (juros compostos), que é ilegal.

Dessa forma, uma dica é verificar o seu contrato e observar a taxa de juros mental. Se esta for menor que a taxa de juros anual, quando multiplicada por 12, os juros são capitalizados.

T.A.C.

Não é segredo que as instituições financeiras se utilizam de siglas e/ou abreviações para ludibriar o público e facilitar o processo de aquisição financeira.

Dentre elas, vem a TAC, um juros cobrado como forma de “acobertar despesas administrativa”. Mesmo havendo uma lei especifica proibindo essa ação, considera-se como abusiva.

Isso se deve ao fato de que os bancos utilizam o lucro para as despesas com as taxas comuns. Imagine que você vai em um posto de gasolina, abastece R$ 50 e, no momento de pagar, cobrarem R$ 60. Ou seja, além do lucro em cima do valor comum cobrado, a empresa cobra um segundo juros.

Nos bancos ocorre a mesma coisa. Se a instituição já está cobrando uma taxa de juros para liberar o serviço (garantindo o lucro), não faz sentido ter uma outra taxa para possíveis despesas que, na prática, já estão sanadas.

Comissão de permanência

A comissão de permanência é uma taxa cobrada pelas instituições financeiras quando ocorre o atraso no pagamento de financiamentos e/ou empréstimos. Com um limite de 34%. Essa porcentagem se refere a soma de taxas, moratórios e juros remuneratórios.

Se antes a prática era completamente ilegal, em 2017 aprovou-se a Resolução 4.558. definindo que a cobrança é legal em situações de atraso de pagamentos obrigatórios pelo cliente, devendo estar expresso em contrato.

Por outro lado, essa taxa não deve ser cobrada após o inadimplento com base.

Agora que você já conhece algumas das situações nas quais cabe ação revisional, a recomendação é conferir o seu contrato e, preferencialmente, buscar um profissional especializado para ingressar nessa revisão.

Cuidados quando cabe ação revisional

Por fim, existem alguns cuidados práticos que você deve ter quando cabe ação revisional. Não apenas para garantir um bom resultado, mas evitar  que você se a frustre com  problemas e estresse.

Em primeiro lugar, tenha um profissional ao seu lado.

O profissional vai ajudar a identificar os problemas do contrato e entrar com a ação, recorrendo e apresentando todos os documentos.

Em segundo lugar, nunca pare de pagar o seu financiamento/empréstimo.

Esse é um erro comum e pode causar problemas para o seu bolso, devido as taxas por atraso ou mesmo a inadimplência do seu nome. Então, continue realizando os pagamentos. Confirmada a cobrança abusiva,  os valores cobrados são devolvidos a você.

Em terceiro lugar, juros altos não são necessariamente abusivos.

Um erro que pode fazer você entrar numa fria é a má educação financeira. Nesses casos, você acha que há algo errado, começa a questionar e até entra com a ação, desperdiçando tempo e dinheiro para, ao final, descobrir que não havia exatamente um problema.

Isso porque, mesmo com juros altos, eles estão dentro da lei. Daí a importância de ter um profissional especializado para conferir o documento.

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7 questões sobre financiamento veicular

7 questões sobre financiamento veicular

Neste artigo, abordaremos as 7 questões sobre financiamento veicular, as  mais comuns que surgem quando se trata de obter um financiamento para seu carro novo.

Comprar um veículo é uma decisão importante, e entender o processo de financiamento pode ajudar a tornar essa jornada mais tranquila e segura.

Se você está na dúvida sobre fazer um financiamento de carros, agora é hora de acabar com todas as dúvidas que podem surgir neste processo. incluindo o que influencia nos juros e mais.

Assim, será mais simples escolher a modalidade que cabe no seu orçamento, evitar erros que prejudicam as finanças, bem como avaliar porque algumas empresas parecem “fáceis” demais. Vamos lá!

1# 7 questões sobre financiamento veicular: renda e histórico para aprovação imediata

Se você está buscando um bom financiamento e quer uma aprovação rápida, esses dois pilares serão essenciais para todos os bancos, avaliados de forma contínua.

Assim, o primeiro fator é a renda. Em suma, os bancos consideram que aqueles com renda fixa são mais propensos a pagar as contas corretamente. Além dessa renda proveniente de um trabalho, são analisados se você tem bens no seu nome e estado civil.

Esses aspectos influenciam direta ou indiretamente na capacidade e comprometimento de pagamento.

O segundo fator é o histórico financeiro. Na prática, as instituições financeiras avaliam se você tem histórico de inadimplência, o score atual e mais.

Dessa forma, um bom pagador é aquele que não deixa as dívidas negativarem o nome, que pagam em dia, que se preocupam em manter o orçamento positivo.

2# 7 questões sobre financiamento veicular: outras opções

O financiamento é uma das opções mais comuns no cenário brasileiro. Não apenas por serem mais simples, em teoria, mas por terem maior flexibilidade.

Em suma, é nessa modalidade que você tem a retirada imediata do veículo, mas os juros são variáveis, sendo uma conta de longo prazo. Mas existem outras opções.

No leasing, por exemplo, o IOF não é cobrado e você não precisa dar um valor de entrada. Mas, isso significa que o veículo não fica no seu nome durante o processo.

Nos consórcios, não são cobrados juros, mas há taxas administrativas. O problema é que você não retira o carro na hora, salvo se tiver um valor de lance.

Justamente por isso, é importante que você avalie todas as opções de forma cuidadosa, coloque os prós e contras na conta, veja como cada uma impacta no seu orçamento mensal e, só assine qualquer contrato quando tiver certeza do que está fazendo.

3# Valor de entrada

O valor de entrada é visto, muitas vezes, como uma certa garantia.

Em síntese, muitos bancos consideram que, se você conseguiu guardar aquele montante, será capaz de arcar com suas contas e evitar que os pagamentos atrasem.

Não à toa, isso também influencia nos juros cobrados no financiamento de carros.

Assim, é comum que os financiamentos aprovados mais rapidamente sejam aqueles em que você oferece uma entrada. Além disso, quanto maior o valor de entrada, melhores as chances de fazer um bom negócio. Mas você não precisa pagar metade do valor do veículo. Entradas a partir de 10% já são positivas.

4# 7 questões sobre financiamento veicular: o que interfere nos juros

Toda atividade de crédito possui taxas de juros. Seja um financiamento ou um empréstimo. Mas, há fatores que influenciam nos valores cobrados.

Você precisa conhecer isso para fazer um bom negócio, evitando taxas que triplicam o valor do bem.

Assim, as principais variáveis são o valor de entrada, número de parcelas, histórico e comprovação de renda. Esses dois últimos entram como um aspecto de garantia para os bancos criando um canal positivo entre você e a instituição.

Já o valor de entrada, permite uma redução das taxas por “acelerar o pagamento” e criar a imagem de honraria de pagamentos. Já o número de parcelas entra na questão de: quanto mais demorar para pagar, maior o valor pago no final.

Simultaneamente, os bancos oferecem vantagens para aqueles que adiantam as parcelas, como descontos em juros, reduzindo os valores pagos. Então, se as últimas 3 parcelas somam R$ 2 mil, com o desconto você pagaria em torno de R$ 1.600, por exemplo.

5# Como garantir boas taxas de juros?

Os juros são um dos principais fatores que ocasionam a inadimplência e uma ação revisional. Algumas tentativas de regularizar a situação financeira.

Neste cenário, surge a questão de como garantir boas taxas de juros, evitando clausulas abusivas e facilitar o pagamento nos próximos meses. Então, algumas dicas práticas são:

  • Valor de entrada: reduz o valor final do financiamento de carros, bem como as taxas;
  • Número de parcelas: quanto maior o número de parcelas, mais tempo você leva para quitar o saldo e maior são os juros;
  • Valor do carro: escolher um veículo que condiz com a sua situação financeira é essencial;
  • Organize as suas finanças: organizar as contas antes de começar a financiar é essencial. A dica é organizar, adiantar pagamentos e ter um valor reservado para emergências.

6# Converse com diferentes empresas de financiamento de carros e compare

O financiamento de carros significa que você vai investir não apenas o seu dinheiro, mas tempo e dedicação. Logo, é indispensável fazer uma boa pesquisa de mercado antes de assinar qualquer contrato.

Portanto, a regra básica é conversar com diversas empresas, comparar as facilidades, taxas de juros e valor total do financiamento, bem como demais características do contrato. Tudo é importante.

Se possível, peça para um profissional acompanhar este processo, para entender as cláusulas e evitar aquelas que sejam abusivas. Afinal, existem empresas problemas por aí.

Só depois de comparar todas as informações e ter certeza absoluta de qual é a melhor, assine o contrato (sempre depois de o ler na íntegra).

7# Fique de olho nos golpes

Por fim, vale dizer que existem golpes no mercado e, acredite, alguns são tão “bem articulados”, que você pode perceber só depois de já ter caído nele.

Logo, a regra básica é começar conferindo se a empresa é real e se existem casos anteriores. Aqui o ideal é que você converse com outros clientes, veja as redes sociais e, principalmente comentários e marcações, bem como o ReclameAqui.

Ao mesmo tempo, verifique as normas e serviços, nunca assine nenhum contrato em garagens, com dados de pessoas físicas, verifique as informações que constam ali, nunca faça depósitos sem comprovantes assinados e cuidado com os boletos fantasmas.

Na dúvida se uma pessoa ou empresa parece duvidosa, cancele toda a operação. Mas, se cair em um golpe, faça um Boletim de Ocorrência o mais rápido que puder e contrate um advogado.

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Juros abusivos no contratos e compras.

Juros abusivos no contratos e compras.

Os juros abusivos em contratos e compras é uma realidade que pode acontecer em qualquer lugar. Entretanto, existem situações em que ficam mais evidentes que outras. 

Inclusive, em alguns locais, nem mesmo notam essas cobranças.. Seja por um “hábito de deixar para lá” ou mesmo por falta de conhecimento. 

Um exemplo disso são comércios em cidades pequenas, que cobram a taxa da maquininha de cartão diretamente com o cliente. Ou seja, se você comprar no Pix ou dinheiro, é um valor X, mas se comprar no cartão, é X + taxa da máquina. 

Logo, são diversas situações que nem passam a ser tão comuns, que os consumidores não percebem que se trata de uma ação danosa. 

A partir disso, separamos aqui as principais informações que você precisa ter sobre o tema. Confira!

juros abusivos em contratos e compras: como identificar 

Antes de mais nada, você precisa saber como identificar se os juros realmente são abusivos ou, no mínimo, duvidosos. Dessa maneira, é possível começar a avaliar melhor os contratos e compras que realiza.

Em resumo, sem desconfiar de determinadas cobranças, nada acontece. 

Na teoria, consideramos valores abusivos aqueles cobrados muito acima do necessário. Por exemplo, ao solicitar um empréstimo, se os juros foram demasiados acima do risco da concessão daquele valor, está incorreto. 

Entretanto, não é fácil calcular isso e, como resultado, uma medida mais prática é a média citada pela Bacen ou quando aquela instituição atua contra algum dos direitos apontados no Código de Defesa do Consumidor

Na maioria das vezes, são identificados juros abusivos em contratos de financiamento, empréstimo e cartão de crédito. Sendo contas que podem comprometer rapidamente o orçamento mensal de um brasileiro. 

Atualmente, vemos que a taxa média chega a 9% ao ano, de acordo com o Banco Central. Então, se o seu contrato tiver uma taxa de 25% ao ano, por exemplo, há medidas que podem ser tomadas. 

Além disso, você pode recorrer ao site do BB e conferir a Calculadora do Cidadão. Essa ferramenta auxilia nesse cálculo, sendo o primeiro passo de muitos para uma ação revisional. 

Nessa calculadora, há 4 campos a serem preenchidos: número de meses, taxa de juros ao mês, valor da parcela e valor financiado. Ou seja, você recebe a informação completa para lhe auxiliar nessa avaliação. 

Mas, de qualquer maneira, a recomendação geral nos casos de contratos, se houver essa desconfiança, é solicitar ajuda profissional. Dessa forma, você consegue entrar rapidamente com as medidas cabíveis. 

Comércios 

Já nos casos dos comércios físicos, varejistas e até lojas online, a recomendação geral é ficar atento no momento da compra. 

Frequentemente, as lojas não cobram juros ou taxas para compras realizadas em dinheiro ou Pix. Entretanto, em compras via cartões, principalmente em parcelamentos, a história pode mudar. 

Inclusive, essa medida já é conhecida por tentar influenciar na decisão do cliente, em compras sempre à vista. 

Conforme aponta o Supremo Tribunal de Justiça, “nenhuma loja pode cobrar mais de 12% ao ano”. Ou seja, 1% ao mês. Superior a isso, já é considerado como abusivo. 

Isso significa notar o quanto está sendo cobrado no momento da compra. 

Por exemplo, imagine que você vai comprar um notebook e parcelará em 9 vezes. No total, seria em torno de 9% de juros. Mas, ao olhar para os valores, você percebe um excedente e, fazendo as contas, chega a uma média de mais de 4% ao mês. 

Milhares de ministros/juízes já revisaram e alteraram diversos casos semelhantes a esse.

Uma dica para fazer esse cálculo é considerar a seguinte fórmula: i =J/c.t. Em síntese, temos que a taxa de juros mensais (i) é igual ao valor pago de juros (J) sobre o valor original (c) vezes a quantidade de parcelas (t). 

Exemplo prático 

Você foi comprar um celular que, se pago a vista, tem 6% de desconto. O valor original é R$ 2 mil. Quando parcelado em 5 veze, o valor final será de R$ 2387,25. Assim, temos os seguintes valores: 

  • i = ? 
  • J = R$ 387,23 (valor original subtraído do valor final) 
  • c = 2000 (valor original) 
  • t = 5 (número de parcelas) 

Dessa forma: i= 387,23 / 2000×5 > i = 387,25/10000 > i = 0,038. Para calcular em porcentagem, multiplicamos o resultado por 100. Logo, a taxa de juros é de 3,8%. Ou seja, está acima do indicado pelo Banco Central. 

Vale destacar que a maioria das lojas costumam não cobrar juros em casos de compras parceladas em pouca vezes, mas, em todo caso, sempre fique atento.  

Juros abusivos no contratos e compras: Como recorrer 

Agora que você já sabe como identificar os juros abusivos em contratos e compras, fica a dúvida de como recorrer. 

Diante disso, o primeiro passo é entrar em contato com o credor, em uma tentativa de resolver tudo de forma extrajudicial. 

Neste caso, pegue todas as informações e vá até a unidade ou entre em contato através dos meios disponíveis. Geralmente, as equipes competentes solicitam que você envie um “pedido formal” para avaliação via e-mail ou telefone.

Após isso, pode ser necessário aguardar. Além disso, mesmo em lojas físicas, esse processo vai envolver algum tempo de espera. Afinal, a maioria dos credores não está acostumado a ser “interrogado” sobre esses aspectos. 

Se após todas as conversas (ideal que guarde tudo) a resposta for negativa para o consumidor, o próximo passo é procurar um profissional. 

Neste momento, você apresentará toda as informações que reuniu para que o especialista análise esses dados, o que também inclui juros abusivos, contratos, relações, etc. 

Geralmente, muitos advogados tentam novamente entrar em contato com o credor, para tentar resolver. Inclusive, é aqui que a maioria dos acordos são feitos. 

Em suma, as empresas percebem que você não irá desistir daquela ação. Justamente por isso, para evitar maiores gastos ou mesmo a exposição daquela “má ação”. 

Entretanto, se nada disso funcionar, o próximo passo é a ação revisional, no caso dos contratos, ou a indenização por danos materiais, mais comum em compras em lojas. 

Enfim, analise seus contratos, sempre fique atento antes de comprar/assinar qualquer produto/documento e fique atento aos detalhes. Mas, se for necessário, recorra aos seus direitos. 

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