Negociação de Dívidas: Transforme Desafios Financeiros em Oportunidades

Negociação de Dívidas: Transforme Desafios Financeiros em Oportunidades

 A Negociação de Dívidas é muitas vezes vista como uma solução de última hora para que se sente pressionado pelas dívidas, mas com a estratégia certa, pode ser o começo de um futuro financeiro mais saudável e cheio de oportunidades. Neste post, entenderemos como, além de aliviar a pressão financeira imediata, a negociação de dívidas oferece a chance de redefinir o planejamento financeiro a longo prazo. Vamos explorar como transformar desafios financeiros em conquistas concretas

Entendendo a Negociação de Dívidas

A negociação de dívidas é um processo pelo qual um devedor e um credor entram em acordo para modificar os termos de uma dívida existente. Isso pode significar reduzir o montante total devido, alterar o cronograma de pagamento ou ajustar a taxa de juros. O objetivo principal é tornar o pagamento da dívida mais viável para o devedor e, ao mesmo tempo, garantir que o credor recupere pelo menos parte do empréstimo devido.

Vantagens da Negociação de Dívidas

Negociar suas dívidas pode oferecer várias vantagens significativas, tornando este processo uma ferramenta poderosa para quem busca melhorar suas finanças. Aqui estão alguns dos principais benefícios:

  1. Redução do Montante Devido: Uma das vantagens mais imediatas da negociação de dívidas é a possibilidade de reduzir o valor total que você precisa pagar. Isso ocorre quando o credor concorda em aceitar menos do que o montante devido original, em troca de um pagamento mais rápido ou em parcela única.
  2. Facilitação de Acordos de Pagamento: A negociação pode resultar em um acordo de pagamento mais flexível. Isso pode incluir estender o prazo para reduzir o valor das parcelas ou alterar a frequência dos pagamentos para melhor se ajustar ao seu fluxo de caixa.
  3. Melhoria no Score de Crédito: Cumprir os novos termos acordados da dívida pode contribuir para a melhoria do seu score de crédito. Um histórico consistente de pagamentos, mesmo sob novos termos, pode demonstrar responsabilidade financeira e ajudar a recuperar a saúde do seu crédito ao longo do tempo.

 

Negociação de Dívidas: Por Que Encarar a Dívida Como Uma Oportunidade

Reavaliação Financeira

Encarar a dívida pode ser o empurrão que você precisava para reavaliar suas finanças. Quando surge a necessidade de negociar, ela força você a olhar de perto para sua situação financeira atual. É como fazer um check-up completo em suas finanças: desde suas despesas e receitas até seus hábitos de consumo. Essa reavaliação pode revelar áreas onde é possível cortar custos e criar novas estratégias para gerenciar melhor seu dinheiro.

 

Educação Financeira e Crescimento Pessoal

O processo de negociar dívidas também é uma excelente oportunidade para aprender mais sobre educação financeira. À medida que você se envolve mais nesse processo, inevitavelmente adquire conhecimentos sobre como funcionam os créditos, juros e negociações financeiras. Isso não apenas melhora suas habilidades financeiras, mas também contribui para seu desenvolvimento pessoal. Você se torna mais confiante e capacitado para tomar decisões financeiras inteligentes no futuro.

 

Passos para Negociar Dívidas com Sucesso

Preparação

Avaliação das Finanças Pessoais

Antes de começar a negociar suas dívidas, dedique um tempo para revisar suas finanças pessoais. Faça uma lista clara de suas receitas e despesas. Além disso, saber exatamente onde você está financeiramente ajuda a entender quanto você pode pagar realisticamente e quais ajustes precisa fazer no seu orçamento. Como resultado, isso não só facilita a negociação, mas também mostra aos credores que você está sério sobre resolver a situação.

 

Reunião de Informações

Organize todos os documentos importantes relacionados à sua dívida, como extratos bancários, contratos de empréstimos e qualquer outra comunicação com os credores. Ter tudo isso em mãos não apenas agiliza o processo, mas também deixa claro que você está preparado e informado.

 

Estratégias de Negociação

Negociar dívidas com credores pode parecer intimidador, mas com algumas estratégias,  você pode tornar esse processo mais tranquilo. Por isso, acompanhe algumas técnicas de negociação para ter melhores condições de pagamento.

Contatando Credores

Escolha o Momento Certo:

Início do Mês: Em geral, os credores têm mais flexibilidade para discutir termos no começo do mês, pois estão mais focados em identificar problemas potenciais do que no fim do mês, quando o fechamento é prioritário.
Horários Comerciais: Além disso, durante horário comercial (9h às 17h) é quando departamentos de crédito estão plenamente operacionais, garantindo respostas rápidas.

Canais de Comunicação:

Whatsapp: Opte por esse canal caso queira uma interação imediata.
E-mail: Permite uma comunicação formal e registrável, o que pode ser útil para documentação.
Chat Online: Se disponível, oferece uma forma rápida e documentada de iniciar a conversa.
Documentação: Esteja preparado com todos os detalhes da sua conta, incluindo saldo devedor, taxa de juros atual, e histórico de pagamentos recentes.

Dica: Tente montar um roteiro sobre  o que deseja discutir pode ajudar a manter a conversa clara e objetiva.

Técnicas de Negociação:

  • Primeiro apresente-se claramente e explique seu objetivo e  a situação atual que está dificultando os pagamentos regulares, reforçando seu compromisso em resolver o assunto.
  • Peça Especificamente o Que Precisa: No caso de  Redução de Juros, indique que um ajuste na taxa de juros pode tornar os pagamentos mais viáveis.
  • Extensão de Prazos: Solicite mais tempo para pagar, se isso aliviará sua carga financeira.
    Explore Alternativas:

Pergunte sobre possibilidades como consolidação de dívidas, planos de pagamento alternativos, ou períodos de carência.

Negocie de Boa Fé:

Mantenha um tom positivo e colaborativo:  Mostre disposição em cumprir aquilo que for negociado.

Solicite Confirmação Escrita: Sempre peça um documento por escrito que confirme novos termos ou acordos, garantindo segurança e clareza do que foi pactuado.

Monitoramento Contínuo

Depois que o novo acordo entra em vigor, é importante que você acompanhe de perto o seu progresso. Fique de olho nos seus pagamentos, garantindo que tudo esteja conforme combinado. Use lembretes no celular ou aplicativos de finanças para te ajudar a manter tudo organizado. Além disso, é uma boa ideia manter contato regular com seus credores, assegurando que eles também estão cumprindo sua parte. Com essa monitoração contínua, você estará no caminho certo para quitar sua dívida e melhorar suas finanças.

 

 

Tarifas bancárias: guia facilitado

Tarifas bancárias

Nesse post, separamos o que você precisa saber sobre as tarifas bancárias. Desde para que serve esses valores até os principais tipos e a Cesta Bancária. 

Dessa forma, fica mais fácil prestar atenção e sempre conferir o que há no seu extrato, principalmente em relação as cobranças.  Boa leitura! 

O que são e por que existem tarifas bancárias? 

Primeiramente, as tarifas bancárias são os valores que os bancos cobram pela prestação de serviços relacionados às contas e operações financeiras. 

Essas tarifas são estabelecidas pelas instituições financeiras, variando conforme o tipo de conta, serviços utilizados e as políticas de cada banco. Justamente por isso, muitos clientes têm dúvidas ou nem sabem que essas cobranças existem – até precisar pagar por elas. 

As tarifas incluem, por exemplo, a manutenção da conta, emissão de extratos, transferências entre contas, saques, uso de cartões, entre outros. 

Vale dizer que cada banco possui sua própria tabela de tarifas, que deve ser disponibilizada aos clientes para consulta. Geralmente online e em contratos, aqueles que pouquíssimos clientes leem completamente. 

Então, aqui fica a dica: sempre verifique o que os contratos dizem, veja quais são os custos e, na dúvida, pergunte para um agente financeiro. 

Dica: mesmo as cobranças pequenas, aquelas de poucos centavos, acabam por significa um lucro. Imagina um banco cobrando R$ 0,20 a cada conta. Rapidamente, isso significa milhões de lucro sem qualquer gasto direto. 

E por que essas tarifas existem? 

Na prática, as tarifas bancárias servem para cobrir os custos daquilo que o banco oferece. Ou seja, para custear (e lucrar) com todos os serviços que as instituições financeiras disponibilizam para os clientes. 

Essa é uma questão importante, já que muitos brasileiros não entendem como os bancos funcionam, no sentido de oferecer uma vantagem financeira. 

Dessa forma, os bancos oferecem uma variedade de serviços e cobram para cobrir os custos operacionais associados a esses serviços. Geralmente, os serviços mais conhecidos são transferências, saques e emissão de cartões. Porém, também tem a manutenção de conta, avaliação emergencial de crédito e a lista seque. 

Alguns especialistas afirmam que há tarifas que servem como uma forma de desestimular o uso excessivo de alguns serviços. Entretanto, também podemos entender isso como um serviço mais sensível ou “perigoso” para o banco. 

Por exemplo, os juros dos cartões de crédito tendem a ser altos. 

Isso parece não fazer sentido, já que se o cliente não conseguiu pagar a fatura, como pagaria um valor superior? Porém, é isso que costuma acontecer, em uma tentativa de regularizar as finanças e tirar o nome do vermelho. 

É importante ressaltar que as tarifas bancárias são regulamentadas pelo Banco Central e devem ser transparentes. 

Isso significa que os bancos são obrigados a informar claramente quais são as tarifas cobradas e em quais situações elas são aplicadas.

Conheça as principais tarifas bancárias 

Conhecendo as tarifas bancárias, é hora de conhecer as mais comuns, para já entender por que alguns valores tendem a sair da sua conta. Veja: 

  • Manutenção de conta: taxa mensal cobrada pela manutenção da conta bancária; 
  • Tarifa de saque: cobrada quando você faz saques em caixas eletrônicos de outros bancos;
  • Transferências: taxas cobradas por transferências entre contas do mesmo banco ou bancos diferentes, bem como para transferências internacionais;
  • Extrato impresso: algumas instituições cobram por extratos impressos solicitados no banco ou enviados pelo correio;
  • Cheques: taxas relacionadas ao uso de cheques, como emissão, folhas adicionais, sustação de cheque, etc;
  • DOC e TED: taxas para transferências eletrônicas de valores para contas em outros bancos;
  • Cartão de crédito: anuidade, tarifas por atraso no pagamento, taxa de emissão de segunda via, entre outras;
  • Empréstimos e financiamentos: taxas de juros, tarifas de abertura de crédito, seguro prestamista e outras;
  • Investimentos: custódia de títulos, taxas de administração de fundos de investimento, etc. 

Vale dizer que há bancos que cobram uma taxa, mas não cobram outra. Atualmente, por exemplo, a maioria não cobra a taxa de manutenção, principalmente quando pensamos nos bancos digitais. 

Inclusive, os bancos digitais revolucionaram esse campo, oferecendo diversas vantagens para os clientes, com uma “conta mais barata” e acessível. Em todo caso, fique atento ao contrato. 

Atenção, existe a Cesta Bancária

A cesta bancária é um pacote de serviços oferecido pelos bancos incluindo um conjunto de operações bancárias básicas por um preço fixo mensal. Em outras palavras, para os serviços mais usados. 

Porém, essas operações variam conforme o banco, mas costuma incluir serviços limitados, como um volume exato de saques, transferências e extratos. Muitos desses serviços mudaram nos últimos anos, com o surgimento dos apps e Pix. 

Assim, ao aderir a uma cesta bancária, você paga uma tarifa mensal pelo pacote de serviços, o que pode ou não ser interessante para o seu perfil.

Simultaneamente, o Banco Central obriga que os bancos tenham uma Cesta Bancária gratuita, composto por: 

  • Abertura de conta: Os bancos devem oferecer a abertura de conta, conta poupança e conta de pagamento pré-paga gratuitamente.
  • Fornecimento de cartão de débito: O banco deve fornecer pelo menos um cartão de débito por titular da conta, também sem custo.
  • Realização de até quatro saques por mês: Os clientes têm direito a realizar até quatro saques por mês, inclusive por meio de guichê de caixa ou terminal de autoatendimento.
  • Realização de até duas transferências por mês: O banco deve permitir que o cliente realize até duas transferências por mês, para conta de mesma titularidade.
  • Fornecimento de até dois extratos por mês: O cliente tem direito a receber até dois extratos mensais contendo toda a movimentação da conta.
  • Consulta de saldo: O banco deve fornecer meios para que o cliente consulte gratuitamente o saldo da sua conta.
  • Compensação de cheques: Os bancos devem permitir a compensação gratuita de cheques depositados na conta do cliente.

Ou seja, você só paga se ultrapassar esse volume. Então, fique atento aos números. 

Enfim, para saber mais e acompanhar as melhores dicas, curiosidades e segredos de finanças, não deixe de conferir o nosso blog. Aqui você encontra conteúdos atualizados, novidades e mais!