Dicas de finanças de fim de ano: saia ou evite ficar no vermelho

Dicas de finanças de fim de ano: saia ou evite ficar no vermelho

As dicas de finanças de fim de ano englobam uma série de passos que vão te ajudar na quitação de dívidas, a se preparar para gastos que saem do orçamento, bem como evitar a negativação do seu CPF. 

Diante disso, separamos tudo o que você precisa saber do assunto, mesmo com as festas prontas para acontecer. Inclusive, com uma dica especial para janeiro, que chega acabando com muitos planejamentos financeiros. 

Boa leitura! 

1# Seja realista e avalie o que pode ser feito 

Não é segredo que, por diversas vezes, você acaba por planejar uma série de coisas que acabam não sendo cumpridas. 

Isso acontece por não considerar as surpresas ou arrombos que ocorrem no orçamento, gerando gastos superiores e prejudicando a saúde da sua carteira (e sua saúde mental). 

Dessa forma, a regra é ser realista e considerar alguns aspectos, nessa exata ordem: 

  • Quanto de dinheiro você tem agora; 
  • Quanto terá quando receber o que há para ser recebido; 
  • Faça as contas e pague suas contas; 
  • Avalie quando irá receber novamente e qual será o valor; 
  • Defina quanto pode gastar com festas e presentes, definindo um valor máximo. 

A partir desses 5 passos, fica um pouco mais fácil ter algum controle, já que essa época acaba sendo um pouco mais emotiva. Inclusive, na dica abaixo, vamos falar sobre a compra de presentes e escolha das festividades. 

Retomando, aqui é importante manter a ordem no que se refere ao seu dinheiro, evitando surpresas em janeiro ou mesmo que a seu fim de ano acabe sendo ruim. 

2# Dicas de finanças de fim de ano: comprando presentes e escolhendo as festas 

Agora, vamos a questão que, anualmente, envolve um planejamento financeiro que deveria ter começado anteriormente. 

Inclusive, uma dica especial é começar a pensar no assunto desde o começo de ano. Se você começar a fazer listas, comparar preços e comprar os presentes por volta de agosto, irá economizar muito dinheiro. 

Simultaneamente, se combinar com familiares e amigos sobre as festas de fim de ano ou mesmo se escolher viajar, pode organizar a partir de março. Logo, escolhe os melhores pacotes, economiza e mais. 

Porém, como já estamos no final do ano, a dica para a escolha e compra dos presentes é seguir alguns passos práticos, confira: 

  • Faça uma lista de quem quer presentear; 
  • Escolha os presentes considerando o valor máximo que definiu previamente; 
  • Comece a procurar esses presentes e compare os preços; 
  • Considere presentear no início do ano, principalmente se encontrar um bom valor nos presentes online. 

Dica de ouro: uma dica especial é escolher pequenas lembrancinhas, como coisas que você mesmo faz ou compra em quantidade, o que sai mais barato. 

Além disso, considere que o foco não é o presente, mas mostrar o quanto se importa. E você pode fazer isso de outras formas. 

Já no quesito festas, só escolha participar daquelas que realmente cabem no seu orçamento e evite gastos desnecessários. Converse com seus amigos e familiares sobre o assunto para todos economizarem. 

3# Fique de olho nas compras por impulso e “promoções” 

Entre as dicas de finanças de fim de ano, está a atenção quanto a 2 tópicos comuns desse período. 

Em primeiro lugar, as compras por impulso. 

Geralmente, essas compras acontecem por você encontrar objetos incríveis, condições especiais ou itens que não ficam disponíveis fora dessa época. 

Porém, com a internet, você pode comparar rapidamente os valores e encontrar praticamente tudo, em qualquer dia do ano. Para isso, é preciso ficar atento. 

Uma dica é nunca sair pelas lojas sem ter uma ideia do quanto pode ou quer gastar. Sendo assim, comece avaliando os preços online, crie uma tabela e evite os grandes centros comerciais. 

Se você sempre compra por impulso, precisa começar a evitar, sair com pouco dinheiro, limitar tudo aquilo que vê e até buscar auxílio profissional. 

Em contraponto, quando falamos em promoções de fim de ano, você deve redobrar a atenção. 

Acontece que os comerciantes/empresas entendem que o volume de compras aumenta entre novembro a janeiro. Já que as pessoas “precisam comprar”. Ou seja, naturalmente gastam mais. 

Logo, muitos negócios aumentam o valor ao longo dos últimos meses do ano e, com a chegada das festividades, os valores não ficam tão acessíveis assim. 

Então, veja se o valor realmente é bom ou não e compre com consciência. 

4# Outras dicas de finanças de fim de ano na prática 

Por fim, existem algumas dicas práticas que vão lhe ajudar a garantir um fim de ano (e início) mais tranquilo. 

  • Embalagens: reutilize embalagens ou aproveite opções mais baratas; 
  • Amigo oculto/secreto: é algo simbólico, cuidado com os gastos excessivos e economize, salvo quando há pouquíssimos presentes a serem comprados; 
  • Crianças: não as leve nas compras, defina exatamente o que será comprado e crie limites; 
  • Roupas e acessórios: prefira usar aquilo que já tem, customize e evite novas compras. 

+1: dica especial para começar o ano 

Enfim, se você é daqueles que gasta no fim do ano e se esquece que janeiro traz novos gastos, como veículos e material escolar, todo cuidado é pouco. 

Dessa forma, comece agora a considerar esse aspecto agora e garanta uma reserva para o final de ano. A regra é considerar os gastos que virão e pensar no longo prazo. 

Isso significa definir o quanto irá gastar nesse final de ano, o quanto precisa economizar para janeiro e quando irá receber novamente. Tudo isso impacta em como serão as coisas.

Assim, algumas dicas valiosas incluem: 

  • Começar agora o seu planejamento financeiro para o próximo ano; 
  • Finalizar todas as contas que puder: prefira pagar tudo a gastar com o supérfluo; 
  • Lembre-se que é mais importante a sua estabilidade que a opinião de terceiros; 
  • Defina o que quer para o próximo ano, considerando o que realmente é possível; 
  • Zere tudo: aproveite o que aprendeu, deixe o negativo e foque no seu futuro. 

Enfim, agora que você conhece as dicas de finanças de fim de ano, comece a apostar nessa mudança. A nossa recomendação é fazer isso a partir de agora, sem deixar para o próximo dia ou ano e garantir maior estabilidade financeira. 

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Perguntas sobre Financiamento de veículos:um resumo prático do assunto

Perguntas sobre Financiamento de veículos

Nesse post, separamos as principais perguntas sobre financiamento de veículos, reunindo os dados que os brasileiros sempre têm dúvidas. Afinal, é um assunto comum no mercado, mas que ainda levanta alguns tópicos. 

Pensando nisso, essas perguntas e respostas funcionam como um resumo prático para você entender melhor. 

Boa leitura! 

1# O que é financiamento de veículos? 

Financiamento de veículos é um método popular para adquirir um carro sem o pagamento integral no momento da compra. 

Assim, uma instituição financeira empresta o valor total ou parte dele, e você paga mensalmente, com juros, ao longo de um período pré-acordado.

2#Financiamento de veículos: quais são as taxas de juros comuns? 

As taxas de juros variam, mas são influenciadas por fatores como o seu histórico de crédito, prazo do empréstimo e o valor financiado. 

Simultaneamente, ter uma boa pontuação de crédito pode resultar em taxas mais baixas, enquanto prazos mais longos de parcelamento tendem a aumentar o custo total do empréstimo.

3#Qual é a diferença entre financiamento direto e indireto? 

No financiamento direto, você obtém o empréstimo diretamente de uma instituição financeira. 

Já no financiamento indireto, a concessionária age como uma intermediária, conectando você a um financiador. O segundo muitas vezes resulta em negociações mais rápidas.

4# Financiamento de veículos: é melhor comprar ou arrendar um veículo? 

A decisão entre compra e leasing depende de suas necessidades e preferências. 

Então, a compra oferece propriedade do veículo ao final do empréstimo, enquanto o leasing proporciona menor compromisso a longo prazo, com a opção de trocar por um modelo mais recente ao final do contrato.

5# Financiamento de veículos: Como a entrada Afeta o financiamento? 

Um valor de entrada reduz o valor total financiado e, por isso, os pagamentos mensais e os juros. 

Embora algumas concessionárias ofereçam financiamento sem entrada, contribuir com uma é financeiramente mais prudente.

6# Financiamento de veículos: o que é um valor pré-aprovado? 

A pré-aprovação significa que um credor avaliou sua capacidade de obter um empréstimo antes de você escolher um veículo. 

Isso oferece uma vantagem nas negociações, permitindo que você saiba quanto pode gastar com confiança.

7# Posso financiar um veículo com crédito ruim? 

Sim, é possível obter financiamento com crédito ruim, mas as taxas de juros podem ser mais altas. 

Por isso, explore opções com credores especializados em crédito ruim ou melhorar seu crédito antes da compra para ter condições mais favoráveis. 

8# Financiamento de veículos: o que acontece se eu não puder pagar as parcelas? 

Se você enfrentar dificuldades financeiras, entre em contato com seu credor imediatamente. Alguns oferecem opções, como pausa nos pagamentos temporários ou refinanciamento.

Em todo caso, se comunicar com a empresa é indispensável para evitar um processo de busca e apreensão. 

9# Financiamento de veículos: Quais as vantagens e desvantagens do financiamento de veículos? 

 

Vantagens 

  • Acesso imediato ao veículo/ 
  • Pagamentos mensais personalizados; 
  • Você não precisa de todo o dinheiro inicialmente; 
  • Possibilidade de negociar os juros, etc. 

Desvantagens 

  • Custo total tende a ser alto; 
  • O veículo perde valor até o fim dos pagamentos; 
  • Comprometimento mensal de longo prazo; 
  • Possível exigência de uma entrada, etc. 

 

Perguntas sobre financiamento de veículos: principais mitos

 

Taxa de Juros Fixa 

A taxa de juros fixa significa que ela permanecerá a mesma durante todo o empréstimo. 

Porém, a realidade é que as taxas de juros são ajustadas em alguns contratos de financiamento. Por isso, é essencial conferir e entender todos os termos do contrato.

 Entrada Obrigatória 

A realidade é que a entrada é uma opção, não sendo obrigatória. O que acontece é que algumas empresas trabalham com um método e, outras empresas, com outros métodos. 

Sendo assim, oferecer uma boa entrada é mais interessante para o seu bolso, mas existem opções que não exigem isso para que você consiga comprar o seu bem. 

 Dificuldade em financiar com crédito ruim

A verdade é que não é impossível financiar um veículo com um crédito ruim e você até encontra opções para aqueles que estão negativado. 

Dessa forma, existem algumas dificuldades para encontrar o melhor negócio, mas há empresas especializadas nesse tipo de consumidor. Em todo caso, é indispensável ter muito cuidado. 

Frequentemente, nesses casos, os juros podem ser mais altos, é necessário dar um valor de entrada ou colocar outro bem como garantia. 

 Valorização do veículo

Uma das perguntas sobre o financiamento de veículos se refere a valorização ou não daquele bem. O mito é que o veículo perde todo o valor, algo que não é exatamente uma realidade. 

O que acontece é que, em acordos muitos longos, quando você termina de pagar o carro, ele já é um modelo antigo. Com isso, o valor de mercado será diferente. 

Em casos específicos, mesmo veículos mais antigos continuam em alta entre os condutores. Principalmente são aqueles utilitários mais econômicos. 

Logo, é preciso ficar atento a esse detalhe e optar por financiar veículos mais novos. Com isso, ao finalizar, não estará tão distante dos novos. 

A Pré-aprovação como Compromisso

Ao ser pré-aprovado em um financiamento, o que você tem são informações sobre valores e condições de contrato. 

Porém, cabe a você decidir se quer ou não. Por isso, é importante ficar atento a quaisquer documentos que solicitem assinaturas. Geralmente, para esse processo, as empresas não dão qualquer contrato. 

Financiamento Exclusivo em Concessionárias

Entre as questões que os brasileiros levantam acerca das perguntas sobre financiamento de veículos são as opções de contrato: você pode realizar diretamente com a concessionária ou com o banco. 

Sendo assim, sempre que alguém lhe disser que o financiamento é exclusivo com a “garagem”, que só ela realiza tal ação, redobre o cuidado. 

Essa escolha cabe unicamente a você para escolher a mais viável para o seu bolso, com condições financeiras mais interessantes. 

 Seguro Obrigatório da Concessionária

Um mito que causa uma série de problemas para os clientes é aquele que diz que, para financiar um veículo, você deve fazer um seguro. O mesmo acontece com cartões de crédito, empréstimos, telefonias, etc. 

Então, saiba que isso é crime, configurando uma venda casada. 

As concessionárias e bancos podem oferecer quaisquer tipos de serviços, que serão avaliados por você. Logo, você pode escolher ou não adquirir.

 

 

 

Empréstimo com veículo como garantia: perguntas frequentes

Empréstimo com veículo como garantia

O empréstimo com veículo como garantia é uma opção interessante para as instituições financeiras e traz algumas vantagens para o consumidor. Por isso, separamos alguns dos principais tópicos sobre o tema. 

Então, o intuito é explicar como funciona essa modalidade, os prós e contras, bem como as principais perguntas referentes ao assunto. 

Boa leitura! 

Como funciona o empréstimo com veículo como garantia? 

A princípio, todos os empréstimos consistem em um acordo entre cliente e banco no qual um determinado valor é liberado para o último, que paga uma taxa de juros. 

Com isso, o banco lucra com aquele valor emprestado. 

Entretanto, neste serviço, as instituições bancárias buscam maneiras de garantir que receba por aquele valor liberado ao cliente. Então, entre as opções, estão os empréstimos com garantia. 

Assim, são aceitos veículos leves, caminhões, utilitários, motos e ônibus. Inclusive, a média de valores é até 90% do valor do veículo.  

Dessa forma, funciona da seguinte maneira: você vai até o banco, solicita um determinado valor dentro da modalidade com garantia, o seu bem é avaliado e um acordo é definido. 

Então, o valor é liberado para a sua conta e você paga as parcelas conforme o que foi estabelecido com a instituição bancária. 

Aqui, é importante destacar que o veículo não pode ser vendido, já que fica alienado ao banco. Nos casos de veículos financiados, dizemos que o bem é refinanciado. 

Portanto, sempre que um veículo ou imóvel é usado como garantia em um empréstimo, esse bem fica alienado com a instituição financeira, de forma semelhante ao financiamento. 

Quando o acordo é finalizado, ou seja, quando você termina de pagar o empréstimo, essa alienação é finalizada. Logo, se quiser, você consegue fazer a venda do bem. 

Conheça as vantagens 

O empréstimo com veículo como garantia tem como principal vantagem as taxas de juros baixas e as facilidades de pagamento. 

Isso acontece por o banco entender que há uma garantia de pagamento, que é aquele bem. Logo, os bancos ficam mais “tranquilos”, mesmo se você estiver negativado. 

Além disso, essa é uma modalidade interessante para os brasileiros que estão inscritos nos órgãos de crédito, com o nome sujo. Afinal, o veículo é usado para quitação do serviço se você deixar de pagar o empréstimo. 

Simultaneamente, você garante um valor maior, chegando a 120% do valor do bem. Bem diferente do empréstimo pessoal, com uma média mais baixa. 

Agora, para facilitar, separamos as principais vantagens do serviço de forma prática: 

  • A burocracia é menor; 
  • Taxas de juros mais baixas; 
  • Maior valor de empréstimo; 
  • Você continua com o carro normalmente; 
  • Melhores prazos de pagamento; 
  • Prestações menores, etc. 

Existem desvantagens no empréstimo com veículo como garantia? 

Em termos práticos, não existem desvantagens diretamente associadas a essa modalidade de empréstimo. Principalmente por ser uma opção mais interessante, financeiramente, para os clientes do banco. 

Porém, uma questão é o risco de perda do veículo se não conseguir arcar com as parcelas. 

Assim, como fica alienado ao banco, sendo uma garantia de pagamento, se você não pagar, a instituição pode entrar com pedido de busca e apreensão. 

Por isso, considere esse fato no instante de definir as parcelas ou pedir um empréstimo. Caso tenha problemas, busque um acordo o mais rapidamente possível. 

 

Perguntas frequentes 

 

O empréstimo com veículo como garantia envolve avaliação? 

Sim. 

O banco realiza uma análise de crédito do cliente, alémdisso,analisá-se também o veículo. A esse procedimento dá-se o nome de vistoria. 

Na vistoria, verificam- se as informações do veículo, como ano de fabricação, marca, modelo, etc. Além disso,  analisam-se a quilometragem, valor de mercado, estado de conservação, etc. 

Geralmente, um avaliador vai até a sua residência ou é feito via vídeo. 

Diversas questões impactam nessa modalidade de empréstimo

Ainda que seja uma opção interessante, liberada até para negativados, já sim regras e restrições, além de condições específicas, podendo variar conforme o banco. 

Por exemplo, há bancos que só aceitam veículos que tenham até 15 anos, conforme data de fabricação. Além disso, é comum que, quanto mais novo o veículo, melhores as condições, com juros menores. 

Simultaneamente, a partir da vistoria, aspectos alteram o valor ou condição do empréstimo. Como estado de conservação e quilometragem do seu veículo. 

Assim, é importante conversar com o banco e avaliar os critérios de aprovação exigidos. 

O veículo fica no nome do banco? 

Não. 

O empréstimo com veículo como garantia não altera o nome que consta no documento do veículo. Em que você continua com a propriedade e posse. 

Em suma, o banco tem a propriedade indireta. O que significa que apenas quando você não arca com os pagamentos devidos, a instituições pode recorrer a busca/apreensão do veículo. 

Cabe destacar que essa informação consta no documento e retira-se quando você quita o empréstimo. 

Empréstimo com veículo como garantia interveniente quitante 

O interveniente quitante é quando o seu veículo ainda não está quitado, ou seja, aquele bem já está alienado a uma empresa. 

Neste caso, a companhia na qual você solicita o empréstimo quita o veículo, descontando parte do valor solicitado e seguindo as questões internas da instituição. 

Diante disso, o veículo fica alienado a apenas uma instituição. Isso ocorre para evitar que, na falta de pagamento, dois bancos entrem com pedido de busca. 

Qual o melhor banco para solicitar um empréstimo com veículo como garantia? 

Na prática, não há uma resposta exata. Tudo depende de quais as opções que você comparou, onde já tem uma relação financeira, bem como as condições oferecidas a você. 

Portanto, é indispensável analisar cuidadosamente o que você quer e para que precisa desse dinheiro. Ao mesmo tempo, comece a comprar o que o mercado tem a oferecer considerando taxas, tempo de parcelamento e valor. 

Simultaneamente, consulte os valores totais e mensais de cobrança, se há serviços ou vantagens extras que o banco oferece, etc. Tudo entra na balança. 

Há casos em que o cliente que já possui um relacionamento de longa data com o banco conseguem ter mais vantagens, como um juros mais baixo ou mais tempo para começar a pagar. 

Porém, não é uma regra. 

Enfim, tire todas as suas dúvidas, leia o contrato com atenção e, se tiver problemas, converse com o banco ou busque um especialista para revisar o seu contrato

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Tecnologia e finanças pessoais: transforme a sua vida

Tecnologia e finanças pessoais

A ascensão da tecnologia transformou a maneira como gerenciamos nossas contas. Por isso, a tecnologia e finanças pessoais estão entre um dos temas que estão continuamente em alta.  

Dessa forma, as finanças agora se beneficiam de uma série de inovações que simplificaram e ampliaram nossas opções. Por isso, nesse post você confere um pouco sobre essa mudança e as dicas para alavancar suas contas. 

Boa leitura! 

Tecnologia e finanças pessoais: como a internet mudou as coisas 

Primeiramente, o surgimento da internet deu origem ao acesso a informação rápida, bem como alterou as relações entre os seres humanos e as instituições bancárias. 

A ascensão das fintechs, por exemplo, trouxe consigo uma gama de serviços financeiros inovadores. 

Aplicativos como PayPal, Venmo e Cash App simplificaram as transações diárias. Em suma, tudo em poucos cliques, desde o acesso ao saldo até a solicitação de serviços, como cartões de crédito

Simultaneamente, startups financeiras estão oferecendo soluções ágeis para empréstimos, investimentos e gestão de patrimônio. Neste caminho, também surgiram as criptomoedas e um campo gigante de investimentos e cenários. 

Da mesma forma, os robôs consultores e plataformas de assessoria financeira online tornaram a gestão de investimentos mais acessível. 

Você pode criar portfólios diversificados e receber conselhos personalizados com base em uma análise de dados. Algo que, sem a tecnologia, não é tão fácil de ser feito. 

Outro ponto de mudança possível com a tecnologia e finanças pessoais são os rastreadores de despesas e orçamentos. 

Aplicativos de orçamento pessoal tornaram-se aliados essenciais na jornada financeira. Eles ajudam você a criar orçamentos, rastrear despesas e receber alertas sobre seus padrões de gastos. 

Logo, você terá uma visão mais consciente do seu consumo e descobre onde o seu dinheiro vai parar. 

Importante 

A tecnologia também democratizou o acesso à educação financeira, como: 

  • Cursos online; 
  • Webinars;
  • Blogs especializados e canais, etc. 

Tudo com informações que irão ajudar você no seu percurso para a organização financeira. 

Principais desafios da organização financeira 

Aqui, separamos uma série de desafios que os brasileiros ressaltam na hora de manter a vida financeira organizada (e em dia). 

Um dos principais obstáculos é a falta de conhecimento sobre finanças básicas, incluindo orçamento e investimentos. Muitas também enfrentam dificuldades ao tentar controlar impulsos de gastos e adotar hábitos de consumo conscientes.

Da mesma forma, a ausência de uma mentalidade de poupança é outro desafio comum, com muitos indivíduos vivendo de salário em salário, sem uma reserva financeira significativa. 

Além disso, a crescente dificuldade do cenário financeiro, como opções de investimento e produtos bancários, pode ser esmagadora para aqueles que sabem pouco do mercado. 

Enfim, a falta de planejamento para eventos inesperados, como emergências de saúde ou perda de emprego, também contribui para a dificuldade em manter uma organização financeira sólida. 

Para superar esses desafios, você precisa investir na sua educação financeira, na disciplina e a adoção de ferramentas modernas. Ou seja, tecnologia e finanças pessoais andam lado a lado. 

Assim, enfrentar esses desafios não apenas promove uma vida financeira mais saudável, mas também constrói uma base sólida para o seu futuro.

6 dicas para organizar sua vida financeira 

Gerenciar as finanças pessoais pode ser difícil, principalmente se você não é bom com números, mas a tecnologia facilitou muito essa tarefa. 

Com uma variedade de aplicativos disponíveis, a tecnologia e finanças pessoais fica mais fácil e acessível. Aqui, separamos algumas das opções de apps que você pode pesquisar, confira: 

1# Aplicativos de Orçamento

Aplicativos de orçamento, como Mint, é indicado para rastrear contas e despesas. 

Esses apps sincronizam automaticamente com suas contas bancárias, cartões de crédito e até mesmo contas de investimento, fornecendo uma visão abrangente da sua situação financeira. 

Assim, você categoriza transações identificando padrões de gastos e permitindo que você faça ajustes conforme necessário. 

Logo, é importante ter metas para seu orçamento e receber alertas quando se aproximar dos limites estabelecidos. 

2# Tecnologia e finanças pessoais: Aplicativos de Pagamento Digital

Com a popularização de métodos de pagamento digital, como PayPal, a rastreabilidade das transações tornou-se mais fácil do que nunca. 

Esses aplicativos oferecem históricos detalhados de transações, bem como ajuda na categorização eficiente de despesas. Além disso, muitos deles permitem dividir contas com amigos, tornando o processo de dividir despesas mais simples.

3# Plataformas de Investimento Móvel

Se você está interessado em investir, aplicativos como Robinhood e Acorns oferecem uma abordagem acessível e prática para o mercado financeiro. 

Dessa forma, são plataformas que permitem que você invista diretamente do seu smartphone, monitorando seus investimentos em tempo real. A automação de contribuições para contas de investimento, oferecida por alguns apps, facilita a construção de um portfólio diversificado.

4# Aplicativos de Economia na tecnologia e finanças pessoais

Aplicativos de economia utilizam algoritmos para analisar seus padrões de gastos e automaticamente transferir pequenas quantias para contas de poupança. 

Essa abordagem de “poupe sem perceber” é eficaz para poupar dinheiro sem o seu esforço direto. Esses apps oferecem a flexibilidade de personalizar metas de economia de acordo com suas necessidades.

5# Aplicativos de Educação Financeira

Aprimorar seu conhecimento financeiro é essencial para tomar decisões com base na realidade do mercado. 

Dessa forma, há apps que contam com artigos exclusivos, oferecem cursos e conteúdos educativos sobre uma variedade de tópicos. Alguns até ensinam por meio de jogos. 

Ao investir tempo no aprendizado, você se capacita para tomar decisões sólidas e entender melhor os mecanismos e questões de gerenciamento. 

6# Automação de Pagamentos

Configurar pagamentos automáticos para contas mensais por meio de apps bancários permite que você evite atrasos e taxas desnecessárias. 

Algo que pode ocorrer por simples esquecimento, em meio a rotina.

Dessa forma, você mantém suas obrigações financeiras em dia, bem como proporcionando tranquilidade e elimina preocupações. 

Ao utilizar esses aplicativos de forma integrada, você cria uma abordagem para o gerenciamento das suas finanças. Desde o rastreamento de despesas até a criação de hábitos mais saudáveis. 

Lembre-se de que a escolha dos apps deve se alinhar ao seu estilo de vida e objetivos específicos, proporcionando uma solução personalizada para suas necessidades financeiras.

Ao mesmo tempo, existem opções que funcionam em vários cenários, para você usar apenas um deles. Inclusive, uma dica é sempre deixar as notificações ativadas, para não esquecer dessa organização. 

importante 

A escolha de aplicativos é variável, já que você deve escolher aquele que atende as suas necessidades. Sendo assim, compare, opte por interfaces amigáveis, leves e evite aqueles que exigem dados bancários. 

Da mesma forma, os apps dos bancos costumam ter diversas opções de organização que valem a pena. Veja com o banco que usa. 

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Busca e apreensão de veículos financiados e quitados

Busca e apreensão de veículos financiados e quitados

Nesse post, vamos explicar como funciona a busca e apreensão de veículos financiados e quitados, e como se proteger contra essa prática ilegal.

A busca e apreensão é um procedimento judicial que permite a apreensão de bens de uma pessoa, em virtude de dívidas ou outros motivos legais.

O banco BMG foi condenado em 2013 por ação negligente na busca de apreensão de veículos financiados e quitados.

Desde então, uma série de discussões e ações sobre o tema circularam na internet e atraíram a atenção dos brasileiros.

Inclusive, mesmo com essa notícia “antiga”, podemos encontrar uma série de outras mais recentes, envolvendo instituições financeiras famosas no mercado.

Diante disso, é indispensável conhecer os seus direitos, entender realmente quando essa ação pode acontecer, mas o que fazer quando for uma má conduta. Confira!

Busca e apreensão de veículos financiados e quitados: quando pode acorrer?

Primeiramente, vamos estabelecer algumas regras básicas para que essa ação aconteça. Inclusive, cabe destacar que o processo de busca e apreensão é legal, ou seja, está amparada pela legislação.

Dessa forma, para isso acontecer, há alguns requisitos básicos a serem cumpridos, dentre eles:

⦁ Dívida em aberto, independentemente do número de parcelas;
⦁ Notificação extrajudicial por parte do credor.
A partir dessa notificação, o processo tem andamento com ajuizamento e um oficial realiza essa busca do veículo a ser apreendido.

É importante dizer que não há normas referente ao número de parcelas ou valores. A partir de um mês de atraso, o credor já tem o direito de entrar com essa ação.

Porém, se não for um oficial realizar tal busca, nunca entregue o veículo. Peça para ele se identificar devidamente.

Como fazer a consulta do seu veículo?

Em síntese, sempre que você atrasa um pagamento, o ideal é entrar em contato com o banco para regularizar toda a dívida.

Porém, de qualquer maneira, o ideal é que você fiscalize os documentos do seu veículo, para saber quando há multas ou pagamentos em aberto. Principalmente se fez a compra agora: veja tudo, de multas e impostos.

Enfim, para fazer essa verificação, basta entrar no site o Tribunal de Justiça, sempre do estado onde o veículo está registrado. Em seguida, busca a aba de “Acompanhamento Processual, Consultas de Processos ou algo semelhante.

Simultaneamente, nos sites do Detran de cada estado, você verifica débitos e outras informações.

 

Busca e apreensão de veículos financiados e quitados: ações ilegais

Agora, chegamos a um tópico de atenção desse post: quando as instituições financeiras atuam de má fé.
Portanto, a busca e apreensão de veículos financiados é legal desde que cumpra os requisitos básicos. Ou seja, pagamentos em atraso.

Se você estiver pagando corretamente as parcelas, o banco não tem o direito de realizar a busca/apreensão. Nesses casos, além de reverter toda a situação, o banco deverá arcar com todos os custos e até com uma indenização para você.

Ao mesmo tempo, não se  pode apreender carros  já quitados. Uma vez que a relação com a instituição financeira finalizou-se.

Na prática, quando você termina de pagar, atualizam-se os documentos do veículos, passando a propriedade para você. Logo, não há mais uma situação em que o mesmo possa ser recolhido.

É por isso que alguns bancos vêm passando por ações processuais de danos materiais e morais. Mas como isso acontece?

O que acontece é que alguns bancos não atualizam o sistema  ou passam por problemas internos em que um pagamento não é compensado.

Imagine, por exemplo, que você dividiu o veículo em 48 vezes e vem pagando normalmente. Finaliza-se  o contrato, notifica-se extrajudicialmente que o seu veículo vai ser apreendido pelo não pagamento até a parcela de número 46.

Você pagou, e pode comprovar, mas a empresa diz que o mesmo o sitema não identificou opagamento.
Nesses casos, a melhor alternativa é: registrar um Boletim de Ocorrência, apresentando todos os comprovantes de pagamento. Isso dará uma seguridade para você.

Simultaneamente, informe a empresa que realizou o pagamento, faça o envio das informações solicitadas. Se continuar, procure um profissional e ajuíze uma ação, principalmente se tiver o seu CPF negativado ou o carro apreendido.

Nesses casos, cabe ação por danos morais e materiais + pagamentos de taxas e impostos cobrados indevidamente.

Conheça seus direitos

Por fim, a busca e apreensão de veículos financiados e quitados traz a importância de conhecer os seus direitos, dentre eles:

Acesso a informação clara e direta

A princípio, uma das regas básicas é que todos os consumidores têm o direito à informação clara e direta sobre os negócios que realiza.

Em outras, palavras, você pode ligar a qualquer momento no banco ou instituição financeira e pedir mais informações sobre o financiamento, juros, impostos, funcionamento e mais. Inclusive, você deve ter um contrato.

Caso o seu contrato tenha cláusulas abusivas, solicite uma ação revisional para regularizar o documento. Isso poderá evitar que você pague valores excessivos.

Por isso, se a instituição financeira se recusar a fornecer os dados que você precisa, incluindo comprovantes de pagamento, faça uma reclamação e busque seus direitos.

Indenização em ações indevidas

Todas as ações indevidas, desde uma cobrança em dobro até busca/apreensão de veículos indevidas cabem ação e indenização.

Em suma, a lei diz que antes de uma busca, deve-se emitir uma notificação extrajudicial que será entregue no endereço de registro. Além disso, somente um oficial devidamente identificado pode recolher  o veículo.

Caso isso ocorra de modo indevido, se você já quitou o veículo, por exemplo, você tem o direito de entrar com uma ação para indenizá-lo.

Então, guarde todos os documentos, fique a par das novidades e busque os seus direitos. Empresas que atuam de má fé devem indenizar seus clientes.

Direito a defesa e reversão

A busca e apreensão de veículos financiados e quitados garante o direito do consumidor em se defender e tentar reverter tal ação.

Em síntese, depois de apreendido o veículo, você tem até 5 dias para se defender, apresentando comprovantes e outros documentos, realizando um acordo e assim por diante.

Ao mesmo tempo, há casos em que você pode reverter esse processo tomando todas as medidas junto de um advogado.

Essa reversão acontece, frequentemente, quando a ação é indevida ou o banco/instituição toma  as medidas  financeira não seguindo as normas legais.

Enfim, se atende aos contratos, documentos, guarde comprovantes, grave ligações e sempre tenha os números dos protocolos para usar como medida de proteção ao consumidor.

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Dicas para ação revisional – O que saber para resolver

Dicas para ação revisional – O que saber para resolver

As dicas para ação revisional vêm como uma medida para evitar a negativação do seu nome, regularizar um contrato abusivo, evitar cobranças ilegais, bem como garantir a justiça financeira. 

Não à toa, recomeda-se que você procure um profissional especializado no assunto, otimizando o tempo e evitando que o processo fique “parado”. 

A partir disso, separamos o que você precisa saber para resolver essa pendência financeira e atingir resultados melhores nas suas contas. Confira! 

1# Prazo para solicitação 

Frequentemente, algumas empresas dizem que há um prazo para que se solicite a revisão de um contrato, o que é mentira. 

Aqui, o mais importante é considerar que o mais importante é ter provas e conversar com um profissional especializado. Afinal, todo o contrato deve ser avaliado. 

Inclusive, aqui cabe uma dica: antes de assinar qualquer contrato, peça para um advogado avaliar o seu contrato. Com isso, as cláusulas são revistas, evitando que você precise acionar o judiciário. 

Além disso, o STJ vem mudando alguns aspectos importantes que, nem sempre, chegam até o brasileiro comum. 

Segundo a jurisprudência, na Prescrição da Ação Revisional, salvo quando há legalmente um prazo menor fixado, a prescrição acontece em dez anos. 

2# Dicas para ação revisional: conheça a impugnação do banco 

A impugnação é o ato de contestar. Judicialmente, é um pedido ou sentença em relação as alegações da parte contrária para anular um efeito. Com isso, protege os interesses do impugnante. 

Na prática, é importante que sinalizem o  juiz  para que aplique uma “pena de confissão”. 

Essa impugnação não ocorre em todos os casos, mas quando o ocorre, é postulada na produção da prova pericial causando a anulação ou resolução em cima dos cálculos a seu favor. 

3# Dicas para ação revisional: Quesitos levantados para perícia 

Agora, chegamos aos quesitos levantados (e essenciais) para a perícia. Dessa forma, o básico inclui: 

  • Confirmação da taxa de juros que o contrato pratica. Considera-se  o valor total financiado e valor de cada parcela; 
  • Identificação do formato de cobrança dos juros, principalmente capitalização (se houver) e a periodicidade; 
  • Cálculo do saldo que ainda há a ser pago, considerando alegações e valores já pagos para corrigir a parcela. 

Vale dizer que a perícia costuma ser um investimento pago por aquele que a solicita. Porém, já situações em que há a “inversão do ônus da prova” a favor do cliente. 

Diante disso, acontece a gratuidade, sendo pago pelo poder público. 

4# Dicas para ação revisional: O que você pode alegar na justiça 

Entre as dicas para ação revisional está alegar os juros abusivos e outras medidas. Apresentando outros artifícios protegidos e vedados nas leis, mas que alguns bancos praticam. 

Dentre as mais comuns está a tarifa de avaliação, serviços de terceiros, seguros, cadastro, etc. A maioria delas se configura como “venda casada”. 

A partir disso, a avaliação do contrato afasta essas cobranças e reduz o valor total da dívida. Dependendo do caso e da parcela na qual está, o juiz pode solicitar a devolução do saldo que ficou faltando. 

Portanto, é importante não cair em armadilhas e ficar atento a falsas prometas ou questões absurdas/fantasiosas. 

Frequentemente os profissionais avaliam tarifas indevidas, cláusula com previsão de capitalização de juros não expressa, juros abusivos e encargos de mora cumulativos. 

5# Dicas para ação revisional: documentos 

Qualquer pessoa pode ajuizar uma ação revisional. Claro que o ideal é sempre ter um advogado especialista ao seu lado. Considerando esse aspecto, uma das etapas essenciais é a separação de todos os documentos. 

Inclusive, a recomendação é ter cópias de tudo. 

Dessa forma, além do contrato, separe os seus documentos pessoais, comprovantes de residência, boletos de cobrança e comprovantes de pagamento, comprovante de renda, etc. 

Como a maioria dos consumidores solicitam ação por não conseguir arcar com os custos das parcelas, a dica é apresentar seus custos mensais, como pagamentos de aluguel, escola, etc. 

Em alguns casos, é necessário anexar documentos mais específicos, sendo que o profissional irá lhe avisar. 

Cabe destacar que não é necessário realizar depósitos para entrar com uma ação, fique atento aos golpes. 

Dúvidas comuns: dicas para uma ação revisional 

 

O veículo pode ser vendido enquanto a ação corre? 

Não, no geral, o veículo funciona como uma garantia no financiamento. Por isso, você tem a posse, mas não a propriedade. 

Quando isso acontece, salvo quando há liberação bancária, o bem não pode ser vendido/transferido até o fim do pagamento. Quando há uma ação, esse veículo fica “intransferível”. 

O que pode acontecer é o banco realizar algum tipo de acordo, que pode ou não ser interessante. 

Como funciona a petição inicial? 

Um dos passos básicos da ação é a petição inicial, enviada para o juiz. 

Nessa petição há todas as informações para que o poder judiciário não extingue o seu pedido, reforçando a sua solicitação. Sendo assim, é avaliado se o seu pedido é válido ou foi prescrito, objetivo, proibição da inserção do seu CPF nos órgãos de crédito e mais. 

Além disso, é nesse momento que você (seu advogado) solicita o depósito judicial. Em outras parcelas, você deixa de pagar as parcelas para o banco, mas as paga nessa conta especial. Uma ação de boa-fé. 

Quais contratos podem ser revisados? 

Na prática, qualquer contrato bancário pode sofrer uma ação revisional. 

Seja um financiamento de veículos ou imóveis, cartões de crédito, cheque especial, dívidas de capital de giro e mais. 

Dicas para ação revisional: quando é indicado? 

No geral, é preciso revisar todos os contratos quando há cláusulas abusivas.. Entretanto, existem algumas situações em que é mais essencial, como: 

  • Consumidor em ciclo de endividamentos crescente devido ao contrato; 
  • Ameaças de bens devido a esse financiamento/serviço; 
  • Impedimentos do pagamento das parcelas; 
  • Desequilíbrio contratual (cláusulas extremamente abusivas, bem como nenhum dever por parte do banco); 
  • Não possibilidade de ingressar com ação extrajudicial. 

O banco pode fazer a busca e apreensão do veículo? 

Frequentemente, quando o consumidor solicita uma ação revisional, é comum que os advogados solicitem uma liminar para proteger o bem para proteção do bem. 

Entretanto, alguns bancos agem de má-fé ajuizando um pedido de busca e apreensão em uma comarca diferente. 

Quando isso acontece, é indispensável notificar o juiz que cuida do caso, pedindo a devolução do bem, bem como uma ação de indenização por danos materiais e morais. Já que apreendeu-se o veículo de forma irregular. 

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Venda Casada e Taxas indevidas: identifique e evite prejuízos

Venda Casada e Taxas indevidas: identifique e evite prejuízos

No post, venda casada e taxas indevidas: identifique e evite prejuízos. É para você que já se deparou com situações em que se sentiu pressionado a adquirir produtos ou serviços indesejados, ou notou que suas finanças foram prejudicadas por taxas injustas e ocultas.

A seguir, abordaremos detalhadamente como identificar essas práticas e, o mais importante, como evitá-las para proteger seu bolso e seus direitos como consumidor.

Portanto, continue lendo para obter dicas  valiosas sobre como manter seu dinheiro seguro e fazer escolhas financeiras mais conscientes.

 

Afinal, o que é venda casada? 

Primeiramente, conforme a legislação brasileira, venda casada é toda compra condicionada imposta para o consumidor. Como resultado, trata-se de uma prática abusiva, violando o Código de Defesa do Consumidor

Em suma, sempre que uma empresa apresenta algum tipo de compra obrigatória, de produto ou serviço, para adquirir aquele que é do seu interesse. 

Logo, viola a liberdade de direito e escolha. 

Assim, essas compras condicionadas impõem uma obrigação abusiva onde não consideram o seu interesse, Geralmente, é comum na compra de serviços de assinatura, como para TVS e smartphones, mas pode ocorrer em financiamentos e compras em geral. 

Venda Casada e Taxas indevidas:Principais exemplos 

Sabendo se tratar de uma taxa abusiva, fica a dúvida de quanto essa venda casada acontece no dia-a-dia. Sendo algo mais comum do que pode imaginar. Então, os principais exemplos são: 

  • Consumação mínima: quando o estabelecimento define o mínimo para gastar ali dentro; 
  • Viagens: quando você só consegue comprar um passeio x se comprar o passeio y junto, valendo para hospedagens; 
  • Seguros: comum nos financiamentos veiculares, quando a empresa obriga a contratação de um seguro; 
  • Telecomunicação: sempre que empresa obriga a contratação de um plano/serviço para instalações ou compras de outros; 
  • Espaços de locação: quando um buffet, por exemplo, obriga que você contrate um fotógrafo x, espaço ou outro serviço;
  • Garantia estendida:  Embutem na sua compra sem você querer, etc.

Cabe destacar que existem diversas maneiras de incentivar a compra sem que isso seja uma prática ilegal. 

Diante disso, a regra é que o consumidor deve ter acesso a informação de forma clara, sem qualquer camuflagem, bem como a opção de escolha, sem que seja uma obrigação. 

Por exemplo, há empresas que oferecem um segundo produto por um preço mais barato se for comprado junto de outro. 

Isso é comum no oferecimento de produtos/serviços complementares, chamado “cross-selling”. Como oferecer meias para o cliente que compra tênis, toalhas para aquele que busca itens de higiene, lençóis para aquele que compra cama, etc. Sendo tudo opcional. 

Importante 

Nos últimos anos, as empresas de cinema cessaram a prática de obrigar os clientes a consumirem apenas os produtos vendidos nas bombonieres.

Atualmente, você tem o direito de escolher onde vai comprar o que comer/beber e levar para o recinto. 

Visando a proteção dos usuários, há algumas regras a serem cumpridas. 

Por exemplo, não levar garrafas e itens de vidro, sempre recolher o próprio lixo e evitar quaisquer bebidas/comidas que incomodem os demais.  

Venda Casada e Taxas indevidas: Taxa de instalação e frete são taxas abusivas? 

Pensado nas taxas abusivas e venda casada, as cobranças de frete e instalação são dúvidas comuns no mercado. 

Assim, esses serviços são considerados adicionais, gerando um custo para a empresa, logo, podem ser cobrados. Assim como a empresa pode oferecer gratuitamente, como um presente para o cliente. 

Entretanto, em qualquer cenário, cabe a informação clara. 

É fundamental que a e empresa informe se oferece ou não esses serviços, e se ela cobra algum valor a parte  (inclusive).

Por exemplo, imagine que você vá comprar um guarda-roupas e, no momento de finalizar a compra, o vendedor oferece o serviço de entrega e montagem.

Você aceita, pois acredita que recebeu um bônus, e só depois nota que foi acrescentou-se um valor na sua empresa, geralmente nota-se quando a nota chega, junto com o produto. Neste caso, trata-se de uma venda casada. 

Identifique e evite prejuízos

Agora, chegamos à etapa de ensinar você a reconhecer quando se trata de uma venda casada. Dessa forma, é possível evitar um gasto excessivo e desnecessário. Em seguros veiculares, por exemplo, há casos de contratos que acrescem em mais de R$2 mil. 

Neste aspecto, as taxas abusivas e venda casada tem uma premissa básica: a obrigatoriedade. 

Sempre que a empresa/loja determina que é preciso comprar um produto/serviço x junto daquele que tem interesse, trata-se de uma prática abusiva. 

Ao mesmo tempo, é importante que você fique atento aos contratos e à forma como te apresentam.

Muitas vezes, as empresas/vendedores falam daquele produto/serviço como se o mesmo fosse gratuito. Em outros casos, não falam, apenas colocam o item em contrato. Como resultado, você só descobre mais tarde. 

Na prática, é preciso conversar de forma clara, observar todos os documentos e questionar sempre. Se oferecerem algo, pergunte o valor, na emissão de notas ou comprovantes, veja antes de sair do lugar e confirme se o mesmo está correto. 

Você identifica uma venda casada, e te dizem que se trata de uma obrigação. Diga ao vendedor que é uma obrigação, que é crime e, por fim, chame a polícia ou vá até uma delegacia e faça um Boletim de Ocorrência.

Notei taxas abusivas e venda casada em um contrato: o que fazer? 

Por fim, se descobriu uma taxa abusiva ou uma venda casa em algum contrato antigo, o primeiro passo é busca a empresa para um acerto. 

Nesses casos, é comum uma negativa, afirmando se tratar de um documento antigo ou mesmo que você havia concordado com aquilo. Se isso acontecer, faça um boletim de ocorrência. 

Em seguida, faça uma denúncia no Procon. Se não der resultado, ingresse com um processo na justiça. 

Frequentemente, os advogados do consumidor pedem a inversão do ônus da prova. Ou seja, cabe a empresa provar que você estava ciente e concordou com a compra.

Uma empresa que age de má fé deve devolver o valor pago e pode ser obrigada a ressarcer o dobro por danos, caso a prática seja comprovada.

No entanto, se o contrato estiver em vigor, a avaliação e a alteração dos valores contratuais são realizadas.

Enfim, você ainda tem alguma dúvida ou gostaria de saber mais? Então, siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook, LinkedInInstagram, Twitter e YouTube!

Financiamento Veicular em 2023: Vale a Pena Investir Agora?

Financiamento Veicular em 2023: Vale a Pena Investir Agora?

No texto “Financiamento Veicular em 2023: Deve Investir Agora?”, analisaremos cuidadosamente as oportunidades e desafios que os investidores podem enfrentar ao considerar o financiamento veicular este ano.

Com as mudanças nas tendências econômicas e no mercado automotivo, é vital estar atento às influências que podem afetar suas decisões de investimento.

Vamos explorar as principais razões que mantêm o financiamento veicular em destaque para os investidores e avaliar se este é realmente o momento certo para alocar recursos nesse setor.

Para uma compreensão completa dos possíveis benefícios e riscos, examinaremos dados recentes, estratégias de investimento e perspectivas de mercado.

Financiamento veicular 2023: vale a pena investir agora? 

Primeiramente, pensando em comprar um carro, moto, caminhão ou qualquer outro veículo, é essencial considerar uma série de fatores distintos. Como juros, manutenção, gastos gerais (como IPVA e combustível), etc. 

Na maioria das vezes, o Banco Central fala sobre um custo elevado de crédito que ficam em torno de 25% nos principais bancos. 

Não à toa, uma pesquisa do Instituto IPSOS mostra que a maior parte dos consumidores veem as taxas de juros como principal desafio para financiamentos. Sendo este um obstáculo passível de ser superado. 

Então, seja para veículos novos ou usados, o financiamento veicular 2023 ainda vale a pena, mas você deve escolher o seu com sabedoria. 

Dessa forma, especialistas apontam a importância de começar um planejamento financeiro efetivo, colocando tudo na ponta do lápis, incluindo variáveis. Por meio disso, alguns problemas podem ser evitados, mas ainda haverá surpresas. 

Sendo assim, existem alguns cuidados imprescindíveis que vão lhe auxiliar na escolha do melhor financiamento. 

De olho na Taxa Selic 

A Taxa Selic funciona como base para os preços subirem ou abaixarem, isso inclui valores de veículos, impostos e contratos (reajustes). 

Neste aspecto, verifique quais são as taxas e como a Selic está disposta no seu contrato, para acompanhar as mudanças do mercado e ficar preparado para possíveis questões que poderão surgir. 

Importante: se você não sabe de taxas e não entende do tema, converse com alguém que domine o tema e nunca assine um contrato sem ter 100% de certeza do que está escrito ali. 

Custos gerais dos carros 

Antes de escolher um veículo, verifique quais são os custos extras que irão aparecer no seu orçamento. 

Por exemplo, a média de combustível que gastará no mês, manutenção, revisão, troca de óleo, estacionamentos, lavagens, etc. Mesmo que não seja um gasto mensal, quando esses custos surgem no horizonte, desestabilizam alguns consumidores. 

Logo, veja a média de quanto aquele carro irá custar, além, do financiamento veicular 2023. Uma dica é considerar esses gastos mensalmente, dividindo aqueles que ocorrem apenas uma vez ao ano. 

Portanto, você consegue “poupar” e estar preparado. 

Custo-benefício no financiamento veicular 2023 

Ao findar esse tópico, você precisa comparar os custos e considerar se as parcelas e demais gastos cabem no seu orçamento e trazem vantagens. Ou seja, o custo-benefício. 

Na maioria das vezes, o veículo vem para suprir uma necessidade, reduzir gastos com apps de transporte, táxis e ônibus, possibilitar independência e mais. 

Então, coloque essas questões no papel, ou na tela do seu celular, verifique qual será o gasto comparado com o que tem agora, facilidades e dificuldades que podem surgir e mais. Aqui, comece a procurar bons profissionais, como um mecânico para fazer toda a verificação e reparos. 

A busca por um carro popular: quanto custa? 

Os carros populares são aqueles que marcam presença nas ruas e estradas. 

Dessa forma, são veículos que atingem o público em geral, a classe trabalhadora, que busca um veículo mais barato, com taxas e manutenção mais baixas e que não “gastam” tanto, os chamados econômicos. 

Com o aumento das taxas em 2023, um carro popular de R$50 mil acaba com algo em torno de R$7 mil de juros, para um financiamento de dois anos. 

Para ficar mais simples de compreender o cenário atual, vamos a um exemplo usando um simulador considerando o valor de R$50 mil e a taxa média mensal de 2,03%.  

Se conseguir pagar em 12 meses, o valor total do carro será em tono de R$ 56.840. Já para pagar em 48 meses, o valor passa a ser R$78.723. neste último exemplo, dando R$ 5 mil de entrada, o valor do financiamento cai para R$70.850. 

Importante: todos os exemplos apresentados são superficiais/gerais, funcionando apenas como demonstrativos. 

 

Guia do financiamento veicular 2023: cuidados para não errar 

Por fim, separamos alguns cuidados práticos que irão te ajudar a conquistar o sonho do veículo próprio sem surpresas. 

Conheça os tipos de consórcio 

No geral, são três: CDC, leasing e consórcio. 

Cada modalidade tem seus prós e contras, sendo essencial avaliar a partir do seu cenário atual, necessidade, empresa e mais. Deve-se avlaiar tudo isso cuidadosamente. 

Por exemplo, o consórcio é uma medida para quem não tem urgência. Já que você pode ser contemplado no primeiro mês ou só no último. 

Todo contrato deve ser avaliado 

O contrato é um documento de extrema importância em todas as relações. 

Dessa forma, não basta esperar que o vendedor explique o contrato, você deve ler e entender tudo o que está ali, previamente. Assim, pegue o contrato, leve para casa e leia com calma. 

Caso tenha dúvidas, peça para alguém lhe ajudar neste processo e, só depois, assine. 

Analise documentação e o carro 

Nos carros novos, há uma “redução” de problemas. Afinal, não são opções que já passaram por algum tipo de sinistro. Em todo caso, também devem ser analisados. 

Principalmente nos carros usados ou seminovos, é importante levar o seu mecânico para avaliar todo o veículo, veja a documentação, solicite comprovantes e o que mais for. 

Além disso, verifique a credibilidade da empresa e nunca faça o pagamento sem um documento assinado. Isso poderá evitar uma série de dores de cabeça no futuro. 

Conheça o processo 

De maneira geral, o processo de financiamento é sempre o mesmo: 

  • Na agência/empresa, escolhe-se o valor médio ou veículo; 
  • Verifica as opções disponíveis; 
  • Faz a simulação; 
  • Apresenta toda a documentação necessária; 
  • faz-se o contrato, avalia-se e assina;
  • Você recebe as chaves e iniciam-se os pagamentos conforme o que dispor em contrato. 

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5 Dicas de finanças que funcionam: fuja dos erros

5 Dicas de finanças que funcionam: fuja dos erros

Nesse post, separamos as  5 dicas de finanças que funcionam. Isso significa sair daquelas ideias comuns, que parecem ser segredos ou grandes pilares, mas que nem sempre se adaptam a todas as rotinas. 

Então, veja quais são os formatos mais básicos e funcionais, fugindo dos erros que impactam as finanças, o autoconhecimento e até mesmo a realização de alguns planos. Vamos começar! 

1# Tudo se resume em orçamento 

Na prática, o orçamento é um conceito de avaliar ou calcular um custo, ainda que não exato, de forma aproximada. Com isso, temos uma estimativa de alguma coisa. Seja uma obra, serviço, produtos, empreendimento, etc.  

Dessa forma, quando falamos que tudo se resume em orçamento, é que esse conceito cabe em diversos aspectos da vida. 

Assim, você fará orçamentos para as coisas que tem e para aquelas que deseja. 

Por exemplo, faça orçamentos quanto aos gastos com mercado (e onde dá para economizar ou comprar mais com menos), do quanto precisa para determinada realização futura, etc. 

Esses orçamentos funcionam como um norte, uma bússola, para saber quando é hora de deixar um hábito de lado, o que precisa para ocupar um novo espaço ou chegar a algum plano e mais. 

Importante: aqui você pode realizar uma avaliação dos seus gastos, reduzir compras, definir suas prioridades, acompanhar gastos, etc. 

2# 5 Dicas de finanças que funcionam: a importância de reconhecer hábitos positivos e negativos 

Hábito é qualquer comportamento que faz parte da sua vida, executados de maneira fácil e até automática. Esses podem ser conscientes ou inconscientes, sempre repetidos em determinadas situações. 

Por exemplo, dirigir se torna um hábito consciente, mas determinadas ações no volante são quase inconscientes, onde você não precisa pensar para fazer.

Logo, os positivos são aqueles bons, que permitem o alcance de objetivos, torna a sua vida melhor e mais efetiva, fazem bem de maneira geral. 

Em contraponto, hábitos negativos são aqueles que prejudicam você de alguma maneira, seja emocional, física, mental, etc. Portanto, são hábitos que devem ser substituídos. 

Se você tem o hábito de fumar ou comer compulsivamente quando fica ansioso, deve tratar essa ansiedade. Mas pode substituir por práticas físicas, meditação, treino respiratório e assim por diante. 

Quando pensamos nas finanças, os principais hábitos negativos incluem: 

  • Procrastinação; 
  • Gastos desnecessários; 
  • Inveja e soberba; 
  • Relações tóxicas; 
  • Negligência da própria saúde/estabilidade; 
  • Distrações em excesso; 
  • Não assumir a responsabilidade e consequências pelas próprias ações. 

Enfim, é preciso avaliar a sua vida, verificar quais são os hábitos negativos e começar um processo de substituição. E isso começa gradualmente, até que um novo hábito (positivo) seja natural. 

3# Definir metas e objetivos diários nem sempre funciona, descubra o seu funcionamento  

É provável que você já tenha escutado sobre a importância ter metas claras e diretas, bem como objetivos diários a serem cumpridos. 

No quadro geral, isso pode funcionar para alguns. Entretanto, com a rotina atribulada e uma série de tarefas que vão “aparecendo”, isso pode ser um problema e gerar frustração. 

Por isso, uma das dicas de finanças que funcionam é pensar no médio e longo prazo. 

Suponha que você tenha um trabalho para terminar em 15 dias. Logo, você tem diversas opções de como cumprir isso: 

  • Fazer tudo em poucos dias para “se livrar” logo; 
  • Dividir essa tarefa em vários dias, deixando uma “brecha”; 
  • Terminar o que está em aberto para depois definir isso, etc. 

Se pensarmos em objetivos fixos e surgir algo, todo o seu plano diário será comprometido. Então, a dica é ver o que pode ser possível agora, nesse instante. 

Assim, é importante descobrir como você funciona e focar nisso. Sendo natural que, em alguns dias esteja mais focado e, em outros, mais distraído ou sem “energia”. 

5 Dicas de finanças que funcionam:4# Deixe suas reservas fora de alcance 

Uma das dicas de finanças que funcionam, mas que não é aplicada pela maioria das pessoas, se refere as reservas. Como aquele dinheiro para emergências ou poupado para realizar determinada ação/sonho.

Na prática, se você tem alguma dificuldade em poupar ou sempre acaba gastando com alguma coisa que não deveria, a melhor alternativa é deixar fora de qualquer clique. 

Com isso em mente, existem algumas dicas de como fazer isso. Alguns optam por deixar em uma conta sem opção de retirada ou até em uma conta que não tem acesso diariamente (sem cartão e sem app). 

Os bancos criam ainda outras alternativas, como as “Caixinhas”, em que  de resgate de valores e feito  com dificuldade, conta poupança ou mesmo com terceiros (super confiáveis).

Neste tópico, o foco não é investimento ou retorno financeiro, mas realmente guardar aquele valor, sem gastar de forma inconsequente. 

5# Dicas de finanças que funcionam: comece agora, recomece sempre e aceite as consequências dos erros 

Por fim, nesse post não poderia faltar uma tríade essencial que nem sempre é citada: 

A princípio, você deve começar agora, sem deixar para depois, segunda ou para o mês seguinte. Faça agora, o que pode ser feito e dê sequência nisso. 

No segundo plano, recomece sempre que notar que algo está errado, faça reajustes, teste se for necessário e evolua. Esse processo das finanças é evolutivo e gradativo. 

Enfim, os erros acontecem, mesmo quando se estabelecem um plano claro. Diante disso, aceite as consequências pelos erros, veja o que pode ser feito, como ser melhor e, principalmente, como não errar novamente. 

Justamente por isso, é importante avaliar de forma criteriosa as decisões que irá tomar, uma medida para reduzir “arrependimentos e erros”. Ainda assim, imprevistos são inevitáveis. 

Um erro bastante comum no mundo das finanças é definir como meta um corte de despesas. O resultado é que, com o primeiro café fora do orçamento, sentirá que tudo já está “fora de controle”. Como resultado, muitos acabam gastando ainda mais. 

Não considere um erro desse processo como uma perda total. Reorganize-se e tente evitar novos erros a partir de um deslize ou má decisão. 

Ao final, busque adaptar a sua rotina e as suas finanças conforme o que pode fazer agora e vá realizando mudanças, evolua e tenha em mente um caminho que não é linear. 

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Busca e apreensão de veículos financiados: Saiba como acontece

Busca e apreensão de veículos financiados: Saiba como acontece

Nesse post, vamos falar da busca e apreensão de veículos financiados, sendo este um tema que muitos brasileiros não entendem bem na prática. 

Com isso em mente, vamos falar do processo, de como isso acontece, quais os cuidados que deve ter e se é crime ou não esconder o carro. Confira! 

Como acontece a busca e apreensão de veículos financiados 

A princípio, uma das melhores maneiras de entender o financiamento é considerando dois termos: posse e propriedade. 

Então, posse é o direito de uso de um veículo/imóvel enquanto o mesmo é pago. Propriedade é quando você detém o direito jurídico/real de um bem, tanto de usar, fruis, dispor e reivindicar. 

Dessa forma, quando você financia um veículo, o banco tem a propriedade e você a posse. Ao terminar o pagamento de todas as parcelas, a propriedade passa a ser sua. 

Com isso em mente, todas as instituições financeiras firmam um tipo de contrato de posse-propriedade estabelecendo direitos e deveres para cada uma das partes. 

Na maioria das vezes, o que acontece é que o consumidor não cumpre com o pagamento das parcelas, sendo essa uma quebra do contrato previamente estabelecido. Quando isso acontece, o banco tem o direito de solicitar a busca e apreensão de veículos financiados. 

Isso acontece porque o banco entende que corre o risco de perder o valor investido. Então, o apreende para tentar um acordo ou mesmo para realizar uma venda daquele bem (que ocorre nos leilões). 

Como acontece na prática? 

Agora, vamos entender na prática como isso acontece. 

Imagine que você financia um veículo com o custo total de R$90 mil, com parcelas de R$1875 por mês, divididas em  em 48 meses. Você paga as parcelas normalmente.

Chegando na metade desse tempo, você começa a ter dificuldades para pagar o financiamento, atrasa por dois meses, mas arca com o valor. Então, no 27º mês, você não consegue realizar o pagamento e o banco começa a entrar em contato com você. 

Lembrando que isso pode acontecer após o  atraso de  uma parcela ou mais. Alguns bancos aguardam algum tempo, tentando negociar, outros não. 

Diante disso, quando o pagamento e nenhum acordo acontece entre as partes, o banco ajuíza uma ação de busca e apreensão, comprovando que o devedor não realizou o pagamento(s). 

Em seguida, é feito o envio de uma carta registrada expedida pelo Cartório de Títulos e Documento ou por meio do protesto do título. Assim que recebe essa carta, você entende a situação, atrasos e consequências. Recebendo ou não, se destinam a carta para o endereço, juridicamente você já está “ciente”. 

Se ainda assim você nãopagar,  um juiz expede o mandado de busca e apreensão de forma liminar. 

Logo, um oficial de justiça irá até o endereço para realizar a busca/apreensão. Se necessário, com reforço policial. 

Busca e apreensão de veículos financiados: e agora? 

Antes do veículo ser apreendido, ao receber a carta, você poderá apresentar uma defesa. Neste caso, você tem a oportunidade de apresentar uma defesa antes da busca. 

Em um cenário geral, isso não acontece. 

Dessa forma, após o veículo ser apreendido, você tem 5 dias para fazer o pagamento da dívida, o que geralmente significa pagar todo o valor faltante. Outra opção é defender-se em ação ou as duas coisas juntas. O prazo para apresentar uma defesa é de 15 dias. 

Se escolher pagar a dívida e defesa, deve pagar o valor e entrar com a ação. Mas, se não fizer nada, os fatos alegados pelo banco são considerados verdadeiros. Logo, você terá de arcar com honorários e custas processuais. 

Uma dica é que, se não conseguir arcar com os valores, solicite uma revisão de contrato com um profissional. Isso pode ajudar a reduzir o valor total do veículo, caso tenha cláusulas/taxas abusivas. 

Quando você não  paga o veículo, a empresa o coloca para leilão. Neste caso, se houver uma perda por parte da empresa, você pode ser responsabilizado a pagar o valor “faltante”. 

Cuidados ao financiar veículo 

Se você está pensando em financiar um veículo e quer evitar a busca e apreensão de veículos financiados, há 3 pilares básicos que irão lhe ajudar: 

Organização das finanças 

Organizar as finanças significa regularizar sua situação, ter um score alto e nenhuma dívida em aberto. Além disso, ter um valor poupado, como uma reserva de emergência, vai evitar surpresas. 

Simultaneamente, faça isso continuamente, conforme pagar as contas, novas contas surgirem e assim por diante. 

Cuidado com os contratos 

Antes de assinar qualquer contrato, esteja certo de tudo o que está descrito ali, se nada é abusivo. 

Porém, se já assinou, peça para um especialista para que realize uma revisão contratual e avalie se há clausulas abusivas, que possam reduzir o valor total do financiamento. 

Se problemas surgirem, fale com o banco 

Imprevistos surgem a todo instante. Quando isso acontece, é importante que você fale o quanto antes com a empresa, na tentativa de regularizar a situação,envitando  a busca e apreensão. 

Sendo assim, atrasando um pagamento, converse e tente renegociar. 

Busca e apreensão de veículos financiados: é crime esconder o seu? 

“Uma questão comum que os donos de veículos financiados levantam é sobre o que acontece quando não encontram o o bem.” Em geral, isso  ocorre por uma mudança de endereço ou porque alguns tentam esconder o mesmo.

Porém, existe um problema aqui. Conforme a lei, você está infringindo-a, já que o oficial está ali para cumprir um documento expedido judicialmente. 

Além disso,é possível que a  empresa use  outros bens, sanando a dívida, caso não encontrem o seu veículo após um período de busca. A empresa pode usar um imóvel e até dinheiro no banco para sanar a dívida, caso a ‘briga ‘entre as partes durante algumas semanas e nada seja resolvido.

Na realidade, mesmo que não encontrem o veículo, a instituição que o financiou buscará outras formas de reaver o valor investido naquele bem. 

Uma medida para tal é a negativação no CPF. Ou seja, o seu nome passa a constar nos órgãos de crédito, popularmente conhecido como “nome sujo”. 

Então, nessa situação converse com a empresa o quanto antes, e evite a busca e apreensão. Mas, se acontecer, dê o veículo e tente fazer um acordo. 

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