3 Segredos do financiamento de veículo – 7 dicas para escolher o seu

Segredos do financiamento de veículo

Nesse post, separamos os segredos do financiamento de veículos que as empresas não te contam e as melhores dicas para escolher o seu. Inclusive, aqui o foco é ensinar mais sobre negociação e taxas. 

Afinal, são temas que sempre aparecem em conteúdos sobre o assunto, mas que raramente entram em pauta como o principal fator de interesse

Neste aspecto, você pode ou não evitar uma série de cobranças abusivas, contratos com “problemas” e mensalidades impossíveis de serem pagas no longo prazo. 

Vamos lá! 

3 Segredos do financiamento de veículo 

Primeiramente, vamos conhecer alguns dos principais segredos do financiamento de veículo que nem sempre o comprador conhece. Inclusive, há situações em que você só descobre isso após ter assinado o contrato. 

1# Negociando o preço do veículo 

Você sabia que o preço do veículo faz toda a diferença no financiamento? 

Isso por ser baseado nesse número o quanto você irá pagar no total, as parcelas, juros e assim por diante. Lembre-se que um carro no valor de R$70 mil, não sairá por este montante no financiamento, já que você irá pagar taxas e mais taxas. 

Dessa forma, é importante tentar negociar o valor daquele bem, reduzindo o total que será pago nesse negócio. 

Na prática, é tudo proporcional: quanto menor o valor do veículo, menor o valor financiado e menor o custo total. 

Aqui, separamos algumas dicas para você negociar o valor que será pago: 

  • Pesquise o valor de mercado: antes de negociar, pesquise o valor de mercado do veículo que você está interessado. Prefira usar sites especializados, como Tabela FIPE e Webmotors, que fornecem uma base de preço para veículos similares, levando em consideração ano, modelo, quilometragem e condição.
  • Esteja preparado para negociar: tenha em mente o preço máximo que está disposto a pagar pelo veículo, conforme a pesquisa que realizou. Assim, você será capaz de argumentar de forma educada e firme, mostrando que você conhece o valor do carro e está disposto a negociar.
  • Destaque pontos de negociação: em uma negociação, você deve destacar pontos importantes. Como a necessidade de pequenos reparos no veículo, a necessidade de troca de pneus, ou qualquer outro aspecto que possa justificar uma redução no preço.

2# Segredos do financiamento de veículos: prazo de pagamento 

O prazo de financiamento é um assunto que merece toda a sua atenção. 

No geral, o que vemos no mercado é que, quanto menor o tempo de pagamento, menor as taxas e melhores são as condições para você. Ou seja, é mais vantajoso. 

Claro que existem algumas situações em que isso não é possível, sendo indispensável analisar com cuidado o valor da parcela e o quanto o custo total do veículo aumenta

Por exemplo, imagine que você foi pesquisar o financiamento de um determinado veículo e uma empresa tenha apresentado duas opções: 

  • 48 parcelas de R$2 mil – Totalizando R$96 mil 
  • 112 parcelas de R$1 mil – Totalizando R$112 mil 

Claro que este é um exemplo bem “absurdo”, mas serve para notar o quanto a mais irá pagar pelo mesmo veículo, decorrente do tempo. Entretanto, você sabe que não consegue arcar com uma parcela de R$2mil, restando a outra opção. 

Sendo assim, a dica é sempre analisar o tempo de pagamento sob diversas perspectivas: 

  • Avalie os meses cuidadosamente, quanto aquilo é em anos da sua vida; 
  • Veja o custo total do veículo em cada uma das opções que lhe forem oferecidas – faça as contas com cuidado; 
  • Sempre considere mais de uma empresa, pesquise o mercado. 

3# Segredos do financiamento de veículos: Taxas, juros, descontos e abatimentos 

Por fim, um dos segredos do financiamento de veículos é ficar de olho em todo o seu contrato com muita atenção. Aqui, pode ser interessante pedir ajuda a um profissional, caso não entenda o que está dizendo. 

Inclusive, nunca confie 100% apenas naquilo que o vendedor está dizendo. Afinal, o objetivo dele é fazer você comprar. 

Assim, pesquise as taxas cobradas em cada uma das instituições, compare o que o vendedor diz com aquilo que está no contrato e veja as taxas adicionais. Como seguros, custos gerais de serviço, administrativas, etc. 

Lembre-se que você não é obrigado a contratar nenhum tipo de serviço para fazer o financiamento. Isso é uma venda casada e uma cláusula abusiva. 

Ao mesmo tempo, veja se os descontos realmente são interessantes para o seu bolso. Muitas vezes, empresas oferecem supostos abatimentos que, no custo total, não são realmente um diferencial. 

Por exemplo, há aqueles que dão o “desconto da entrada”, mas cobram isso ao longo do contrato. 

Enfim, veja os abatimentos. Estes são os descontos que você recebe por dar um valor de entrada ou “pagar adiantado”. Muitos brasileiros vão pagando as últimas parcelas quando sobra algum dinheiro e, com isso, tem descontos dos juros. 

Além disso, há diversas empresas que refazem o contrato, reduzindo as taxas. Essa opção é interessante para financiamentos muitos longos. 

7 dicas para escolher o seu 

Por fim, vamos a algumas dicas práticas para você escolher o melhor  financiamento conforme o seu perfil e necessidade. É para anotar e não esquecer. 

  1. Taxa de juros: compare as taxas de juros oferecidas por diferentes instituições financeiras. Geralmente, quanto menor a taxa de juros, melhor será o financiamento – é uma regra
  2. Prazo de pagamento: veja qual o prazo máximo para pagamento do financiamento. Um prazo mais longo pode resultar em parcelas menores, mas também pode aumentar o custo total do financiamento devido aos juros. E vice-versa.
  3. Entrada: avalie a possibilidade de oferecer uma entrada. Quanto maior for a entrada, menor será o valor financiado e, consequentemente, menores serão as parcelas e os juros pagos.
  4. Flexibilidade: veja se o financiamento tem flexibilidade para antecipar parcelas ou quitar o saldo devedor antes do prazo sem cobrança de multa.
  5. Seguros e garantias: considere a necessidade de contratar seguros, como seguro de vida e seguro de veículo, que geralmente são exigidos pelos bancos para a concessão do financiamento. Fique atento a todas as cláusulas contratuais. 
  6. Reputação da instituição financeira: avalie a reputação da instituição financeira junto aos órgãos reguladores e aos consumidores para garantir que você está lidando com uma empresa confiável. o ReclameAqui é uma boa base. 
  7. Custo total do financiamento: Compare o Custo Efetivo Total (CET) de diferentes financiamentos. O CET engloba todos os custos envolvidos no financiamento, incluindo juros, taxas e seguros.

Ademais, sempre avalie sua situação financeira, faça um planejamento, tenha uma reserva para emergências e considere se este é o melhor momento para financiar. Por fim, aproveite os demais posts para aprender tudo sobre diversos assuntos e alcance a estabilidade financeira!

5 Dicas de finanças para negativados

5 Dicas de finanças para negativados

Ficou no vermelho? Então, conheça as melhores dicas de finanças para negativados e mude sua vida financeira agora mesmo, começando com passos fáceis de serem seguidos. 

Aqui, o objetivo é ensinar e mostrar que é possível realizar alterações na rotina que realmente causam um grande impacto. Inclusive, para aqueles que já estão negativados, é importante ir além do básico, já que há restrições quando pensamos em serviços de crédito. 

Vamos começar! 

1# Não faça novas dívidas 

Antes de mais nada, uma regra indispensável para aqueles que já estão no vermelho é fugir de novas dívidas. Afinal, isso pode causar um problema cada vez maior na sua vida pessoal, profissional e no seu estado emocional. 

Geralmente, aqueles que tem uma dívida tem a sensação de que, se realizarem um empréstimo, as coisas podem ser resolver. 

O problema é que, empréstimos para negativados, geralmente, tem juros altíssimos. Com isso, você paga o dobro ou mais daquele montante que emprestou do banco. 

Além disso, há a questão dos cartões de crédito

Claro que, em casos de emergência, esses serviços são uma alternativa eficiente, mas você deve lembrar que, no mês seguinte, há uma fatura a ser paga. 

Dessa forma, tenha muito cuidado ao realizar compras com esse cartão, já que os juros em casos de atraso são altos. O ideal, é evitar usar e cancelar, caso tenha taxas de anuidade. 

2# Dicas de finanças para negativados: organize e faça cortes 

Na segunda dica desse post, temos uma regra composta de dois passos. 

Assim, primeiro você deve organizar todas as suas finanças, contas e dívidas. Para isso, o ideal é colocar em uma planilha, caderno ou até na parede, em cartolinas. Isso facilita a visualização. 

Veja quais são suas contas mensais, as dívidas em aberto e anote tudo. Aqui vale até os pequenos custos diários, como aqueles momentos de lazer, café, pão e assim por diante. 

Segundamente, vem o corte dos custos desnecessários. 

Sendo assim, veja tudo o que não é essencial e realmente corte. Vale para serviços de assinatura que não usa ou usa pouco, compras impulsivas, excessos no mercado e a lista segue. 

Nesse momento, o foco é regularizar suas finanças, sendo assim, tenha em mente que é algo temporário. Porém, isso também vai ensinar você a ter um estilo que combinem melhor com o seu perfil. 

3# É hora de priorizar o pagamento das suas dívidas 

Dar prioridade para o pagamento da sua dívida é indispensável para ela deixar de existir. Afinal, sempre irão existir imprevistos, desejos, comemorações e emergências. 

Isso significa cortar gastos desnecessários e realmente começar um processo de negociação. Seja uma quitação ou pagamentos parcelados. 

Dessa forma, veja quais são as opções disponíveis para pagamento e qual delas se encaixa melhor no seu orçamento. Nunca faça um acordo que não poderá pagar, já que isso pode agravar a sua situação com a empresa. 

Além disso, consulte opções em outras plataformas. O Serasa, por exemplo, tem parceria com diversas empresas, oferecendo bons descontos em dívidas. 

Você pode estabelecer um plano de pagamento para suas dívidas, definindo quanto você pode pagar por mês para cada uma delas. Mantenha-se disciplinado em seguir esse plano.

Simultaneamente, considere a possibilidade de buscar formas de aumentar sua renda. Seja por meio de um trabalho extra, freelancer, venda de itens que não usa mais, entre outros.

4# Dicas de finanças para negativados: tudo se resume a disciplina e novos hábitos 

Uma informação pouco discutida quando o assunto é mudar sua vida financeira, é o quanto isso pode exigir de você. 

No dia-a-dia, realizamos uma série de coisas que, nem sempre, parecem um problema. Como aquele cafezinho ao sair do trabalho, um lanche a noite por ser mais “rápido” ou até aqueles docinhos extras nos dias difíceis. 

O problema é que, ao longo do mês, esses custos representam um valor alto no seu orçamento e é facilmente esquecido. Quem nunca pensou: “onde meu dinheiro foi parar?” 

Portanto, é indispensável aderir a novos hábitos e desenvolver disciplina com eles. 

Uma forma eficaz de resolver alguns desses problemas, por exemplo, é ter uma rotina organizada. Em outras palavras, saiba o que vai comer e já deixe preparado. Isso evita a compra de alimentos. 

Além disso, troque de caminho, para não passar nos lugares que sempre gasta. Como aquela padaria ou lojinha. Acredite, isso ajuda. 

Porém, mais importante ainda é a disciplina, tendo consciência dos seus gastos. Então, se questione sobre suas compras, tenha listas de compras com o que realmente precisa (e as siga) e mantenha seu orçamento anotado. 

5# Você precisa aprender a dizer não – para os outros e para si 

Entre as dicas de finanças para negativados, uma realidade é que, nem sempre, esse processo é fácil. Pelo contrário, para alguns, costuma ser difícil e demorado. 

Por isso, é importante manter-se motivado e ter muita paciência

Sair das dívidas pode levar tempo e exigir sacrifícios, mas lembre-se de que é um passo importante para alcançar estabilidade financeira e uma vida sem preocupações com dívidas. Mantenha-se focado em seu objetivo e celebre cada pequena conquista ao longo do caminho.

A questão é, como exatamente fazer isso? 

Bom, para começar, entenda quais são seus objetivos a longo prazo. Começando com a quitação das dívidas, saindo do vermelho, e seguindo para realizações. 

Você pode definir que só irá comprar um item que quer muito quando tiver o seu nome limpo. Como uma grande compra de roupas, um artigo para casa, novos livros, um celular mais moderno, etc. 

Assim, surge um aprendizado importante aqui: aprender a dizer não

Se você está no vermelho, não significa que outros estão. Logo, muitas pessoas podem te convidar para diversos eventos, nos quais o custo é alto. 

Claro que você não precisa deixar de fazer tudo o que gosta, mas precisa colocar limites em si e nos demais para arcar com suas necessidades e responsabilidades. 

Em outras palavras, terá de dizer “não” em algumas situações. 

Aqui, vale a regra de estabelecer regras. Por exemplo, você pode sair uma vez ao mês e gastar um valor X ou mesmo procurar opções que sejam mais baratas (e até gratuitas).

Não consegui realizar ação revisional de contrato, e agora?

realizar ação revisional de contrato

Não conseguir realizar a ação revisional de contrato é um medo comum entre os leitores, que não sabem o que fazer caso isso aconteça. 

Primeiramente, essa ação tem como objetivo revisar todo o seu contrato com o intuito de reduzir ou eliminar taxas e cláusulas abusivas, bem como acabar com o saldo devedor. Além disso, há situações em que cabe devolução do valor que foi pago indevidamente. 

Neste cenário, o valor das parcelas pode ser alterado, o prazo de pagamento muda e assim por diante. 

Então, saiba o que fazer diante desse acontecimento. Confira! 

Dificuldades em fazer uma ação revisional: conheça os motivos 

A princípio, existem uma série de motivos que levam um consumidor a enfrentar dificuldades em fazer uma ação revisional de contrato. Inclusive, problemas para dar os primeiros passos. 

Ou seja, você nem sempre consegue ingressar juridicamente neste processo. Dessa forma, as causas para isso incluem: 

  • Falta de base jurídica: toda ação revisional depende de fundamentos jurídicos. Logo, se não já algo sólido, isso não acontece. Por isso, o seu contrato deve ter irregularidades ou abusos para começar tudo isso; 
  • Falta de provas ou documentos: a base de uma ação revisional envolve documentos e provas da abusividade. Isso serve para sustentar toda a alegação, seja o contrato, comprovantes de pagamento, extratos, etc. Por isso é importante que você guarde tudo; 
  • Prescrição: todo contrato tem um prazo de prescrição, ou seja, deixa de valer qualquer tipo de ação. Assim, converse com um advogado e veja se o prazo ainda não expirou – no caso de contratos já finalizados; 
  • Problemas financeiros: a ação revisional pode envolver custos, caso não busque as vias gratuitas. Dessa forma, a nossa dica é buscar a Defensoria Pública, mesmo sendo um pouco mais lento, em alguns casos, evita esse problema. 

Enfim, sempre que tiver problemas com um contrato, a primeira coisa a ser feita é conversar com a empresa, esclarecendo todas as questões relacionadas ao documento. 

Porém, se não houver uma solução efetiva, siga para os meios legais. 

Por que meu nome ficou no vermelho? 

Um risco da ação revisional é que o contrato revisado pode ser considerado como inadimplente, isso até o processo ser concluído. 

Dessa forma, quando a ação for ajuizada, essa é uma consequência do processo. 

Tenha em mente que essa não é uma regra, mas uma possibilidade. 

Simultaneamente, muitos consumidores têm o CPF negativado antes da ação, decorrente da inadimplência, atrasos, problemas na comunicação e assim por diante. 

Portanto, uma dica importante é continuar pagando as parcelas durante o processo de revisão. Se isso não for possível, converse com um advogado para entender a sua situação e regularizar tudo isso. 

A negativação causa uma série de desafios, como dificuldade para conseguir crédito, redução do seu score de crédito, entre outras restrições. Logo, busque uma solução. 

Não consegui realizar ação revisional de contrato, e agora? 

Agora, chegamos à temática principal desse post. Portanto, se você não conseguir realizar ação revisional de contrato, há outras alternativas que devem ser exploradas. Vamos lá! 

Negociação direta

A primeira alternativa é fazer uma negociação direta com a instituição financeira

Na prática, explique toda sua situação e veja quais são os acordos possíveis, renegociando as condições daquele contrato. Geralmente, o foco é reduzir os custos, juros ou mudar o prazo de pagamento. 

Caso tenha dívidas em aberto, converse sobre renegociação total da conta, prazos para pagamentos do atrasado, eliminação de juros para quitação e assim por diante. 

Procurar ajuda especializada

Se possível, contrate um advogado especializado em direito do consumidor e em questões financeiras para obter orientação sobre outras opções legais disponíveis para você. 

Esses profissionais podem sugerir opções ou estratégias que ainda não foram consideradas. Além de realizarem mais facilmente acordos diretos com a empresa. 

Busca por programas de renegociação

Diversas instituições financeiras oferecem programas de renegociação de dívidas para clientes com dificuldades financeiras. 

Verifique se a sua instituição oferece essa opção e como você pode participar.

Mediação ou conciliação

Uma alternativa é conversar com a empresa por meio de uma mediação ou conciliação. Esse processo é uma alternativa eficiente que reúne as partes envolvidas no processo para discutir as soluções. 

Geralmente, a mediação envolve a apresentação de uma proposta, por você, e uma contraproposta, pela empresa. 

Busque informações sobre suas dívidas

Por fim, você deve buscar informações completas sobre a sua dívida, para realmente avaliar sua situação financeira. 

Dessa forma, veja os valores da dívida, o que está em contrato, taxas de juros e multas, bem como as opções de soluções. 

Uma dica para isso é ir até os órgãos de deseja do consumidor, como o Procon, para ter uma orientação mais clara sobre o assunto. Mesmo que não seja realizada uma ação revisional, esses locais contam com profissionais que oferecem um melhor direcionamento.  

Se você não conseguiu realizar ação revisional de contrato, siga essas dicas para tentar um novo acordo com a instituição financeira/empresa. 

Entretanto, se fez a ação e a resposta não foi a esperada, que seria vantajosa para você, há quatro opções que podem ser exploradas, como: 

  1. Revisão do processo: é importante revisar o processo e verificar se houve algum erro processual ou mesmo de fundamentação que possa ser corrigido. 
  2. Recorrer da decisão: se você acredita que a decisão judicial foi injusta, uma opção é recorrer da decisão para instâncias superiores, como o Tribunal de Justiça. 
  3. Negociar com a instituição financeira: mesmo após o resultado da ação revisional, você deve tentar negociar com a instituição financeira para buscar um acordo que seja favorável para ambas as partes. Uma renegociação da dívida pode ser uma opção viável, mais fácil e barata. 
  4. Buscar outras vias legais: conforme o caso, é possível ingressar com outras ações judiciais, como ação declaratória de nulidade de cláusulas abusivas ou uma ação indenizatória por danos materiais e morais.

Em todos os casos, é indispensável que você busque um advogado especializado, já que ele será capaz de avaliar e buscar as melhores opções. Enfim, busque uma alternativa viável para o seu problema e regularize suas finanças.

Dicas para resolver o problema de taxas abusivas

Dicas para resolver o problema de taxas abusivas

As dicas para resolver o problema de taxas abusivas vem para permitir que você saiba exatamente o que fazer e como se proteger das instituições financeiras que atuam de má-fé. 

Dessa forma, separamos nesse post o que você precisa saber sobre o assunto de forma prática e simples. Vamos lá! 

 

O que são taxas abusivas? 

Primeiramente, vamos entender melhor o assunto. 

De forma resumida, taxas, em termos financeiros, são valores cobrados em formato de troca. Ou seja, uma empresa, instituição financeira ou prestador de serviços cobra para fornecer um serviço ou pela realização de uma operação financeira. 

Essas taxas podem ser cobradas de diversas formas, como uma taxa única, uma taxa mensal, anual, entre outras.

Por exemplo, em um empréstimo, além do valor principal emprestado, você terá de pagar uma taxa de juros pelo uso do dinheiro, bem como outras taxas relacionadas à análise de crédito, administração do contrato, entre outras.

Assim, as taxas são uma forma legítima de remunerar os serviços prestados, mas podem se tornar abusivas quando são cobradas de forma excessiva ou desproporcional em relação aos serviços prestados. 

Nesses casos, considera-se as taxas como abusivas de acordo com a legislação vigente e o consumidor pode ter o direito de contestá-las e buscar a sua redução ou eliminação.

Dessa forma, as taxas abusivas são aquelas que são cobradas de forma excessiva ou injustificada, prejudicando o consumidor de maneira desproporcional

Essas taxas podem estar presentes em diversos tipos de contratos, como empréstimos, financiamentos, cartões de crédito, entre outros.

Alguns exemplos que podem ser considerados abusivos incluem:

  • Taxas de administração: Cobradas para cobrir os custos de administração do contrato. Quando muito altas, as taxas podem ser consideradas abusivas;
  • Análise de crédito: Cobradas para avaliar o perfil de crédito do consumidor. Devem ser proporcionais aos custos efetivamente incorridos pela empresa;
  • Renovação: Cobradas para renovar o contrato. É fundamental que as informações sejam claras e devidamente justificadas;
  • Manutenção: Cobradas para manter o contrato ativo. Devem ser razoáveis e proporcionais aos serviços prestados;
  • Encerramento contratual: Cobradas ao encerrar o contrato. É fundamental que as informações sejam claras e devidamente justificadas.

Para determinar se uma taxa é abusiva, considere se ela está de acordo com a legislação vigente e se é justificada pelos serviços prestados pela empresa. Em caso de dúvida, busque a orientação de um advogado especializado em direito do consumidor.

Dicas para resolver o problema de taxas abusivas 

Agora, vamos as melhores dicas para resolver o problema de taxas abusivas desde o primeiro momento. Aqui, o foco é ensinar você a compreender e buscar uma solução. 

Entenda o contrato

A princípio, a regra básica é ler e entender o seu contrato. Sem isso, tudo fica mais complicado. 

Dessa forma, tenha o documento em mãos e comece a ler cada uma das cláusulas e fazer anotações sobre o que elas significam. Se tiver dúvidas, pesquise, veja vídeos e confira o que profissionais falam sobre o assunto. 

Neste momento, você começa a descobrir quais são as taxas e encargos presentes no seu contrato, condições especiais e as responsabilidades de cada uma das partes. 

 Verifique a legalidade 

Sabendo quais os números do seu contrato, é hora de conferir se há legalidade ali ou não. Inclusive a legalidade das cláusulas.  

Para isso, compare com contratos de outras instituições financeiras, bem como com os dados apresentados pelo Banco Central. Entretanto, nem sempre isso é muito prático. 

Geralmente, a recomendação é solicitar suporte profissional, com um pedido de ação revisional. 

Negocie com a empresa

Sabendo que há algo errado com o seu contrato, reúna essas “provas” e tente conversar com a empresa

Em muitos casos, a empresa aceita uma negociação, reduzindo parte das taxas abusivas ou anulando algumas cláusulas para evitar ações judiciais. 

Entre em contato com a empresa ou instituição financeira responsável pelo contrato e inicie essa conversa. 

Registre uma reclamação é uma das dicas para resolver o problema de taxas abusivas 

Quando a empresa não aceita nenhuma alteração naquele contrato, isso significa que é necessário ir para a próxima etapa. Vale lembrar que, muitas vezes, as empresas tentam justificar aquelas cláusulas, daí a importância de ter um profissional ao seu lado. 

Dessa forma, se não conseguir resolver o problema diretamente com a empresa, registre uma reclamação nos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e apresente todas as evidências que comprovem as taxas abusivas.

Considere uma ação judicial 

Ao registrar a sua reclamação, algumas empresas passam a tentar um contato para resolver a situação. 

Inclusive, diversas ações têm sido efetivas ao usar a internet. Porém, tenha cuidado ao fazer isso, para não dar “espaço” para a empresa agir contra você. 

Se todas as tentativas de negociação falharem, considere entrar com uma ação judicial contra a empresa para contestar as taxas abusivas e buscar uma reparação adequada.

Dicas para resolver o problema de taxas abusivas: Evite o endividamento

Até que o problema desse contrato abusivo não se resolva, nãso contraia contrair mais dívidas com a empresa ou instituição financeira para  que a sitação não  se agrave ainda mais.

Assim, organize suas finanças pessoais, não deixe de pagar o seu contrato, guarde todos os comprovantes e use isso para “montar” o seu caso. 

Por fim, a recomendação é buscar suporte profissional para a ação revisional judicial, ou mesmo um consultor especializado, para definir os próximos passos. 

Tenha em mente que agir de forma tranquila, consciente e legal é a melhor solução.  

Enfim, seguindo cada uma dessas dicas, fica mais fácil garantir seus direitos como consumidor, proteger seu patrimônio, bem como garantir o melhor aproveitamento do seu dinheiro. 

 

 

Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Nesse post, você confere as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano, sendo esse um dos períodos que merece atenção para que os demais meses sejam tranquilos. 

Em resumo, saber como colocar tudo em perspectiva facilita a rotina e evita que você passe o ano todo “correndo atrás do prejuízo”. 

Vamos começar! 

1# Avalie tudo o que aconteceu no ano anterior 

Para começar, uma das principais formas de conseguir reestruturar a vida financeira é avaliando os erros e acertos que você já cometeu. Portanto, considere o que acontece no ano anterior. 

Geralmente, é dessa forma que notamos os obstáculos e as dificuldades, bem como as formas mais efetivas de evitar que tudo aquilo se repita

Por exemplo, considere que você ficou com uma conta enorme com o cartão de crédito devido as compras realizadas ao longo do último ano. Logo, você entende que aquilo não deve ocorrer novamente. 

Neste cenário, é importante definir limites e metas para o uso do cartão

Em resumo, faça uma retrospectiva, anote seus erros e acertos, mudanças mais valiosas e assim por diante. 

2# Melhores dicas para organizar as finanças no início do ano: faça uma lista de prioridades 

A segunda dica desse post envolve criar uma lista daquilo que é importante, em uma ordem que faça sentido para este ano. Ou seja, saiba onde suas prioridades deve estar

Essa lista de prioridades funciona como uma bússola, para você seguir um caminho bacana, reduzindo erros durante os meses do ano. 

Dessa forma, defina quais são as coisas que quer realizar este ano, as dificuldades de cada processo e outros pontos importantes. Por exemplo, se você tem uma dívida e quer quitar, coloque isso na lista e um “passo-a-passo” de como fazer isso acontecer. 

Cabe dizer que essa lista de prioridades é indispensável para eliminar gastos. Afinal, quando você sabe o que quer, fica mais fácil controlar o impulso pelas compras

No geral, a ordem de prioridade envolve, respectivamente: contas com juros mais altos, dívidas comuns no início do ano, contas mensais, reservas e outros – como viagens, presentes, etc. 

3# Reveja seus hábitos e comportamentos diários 

Entre as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano, as que não podemos deixar de citar se refere aos seus hábitos e comportamentos diários. Afinal, é no dia-a-dia que muitas contas começam. 

Na prática, a maioria dos brasileiros acaba se comprometendo nos primeiros meses do ano por gastar com coisas superficiais, levando esse problema para restante do ano.

Assim, comece a avaliar quais são seus comportamentos de compra, os hábitos diários que, muitas vezes, passam desapercebidos. 

Como comprar algo para comer todos os dias, ficar navegando por lojas e conferindo promoções (que nem estão na sua lista de prioridades). 

Além disso, há os gastos exagerados com coisas em geral (como aquela TV por assinatura com 400 canais – e você assiste há dez) deliverys, serviços de streaming que não usa, juros por pagamentos de cartões e atrasados, viagens fora do orçamento, presentes e mais. 

Sendo assim, identifique quais são seus comportamentos problema ou hábitos que impede que o seu planejamento financeiro funcione e comece a mudança agora

4# Centralize suas contas: melhores dicas para organizar as finanças no início do ano

Se você tem conta em mais de um banco ou usa várias contas, um erro comum é manter tudo isso separado. Geralmente, isso acontece quando você tem preferência por uma conta, recebe o salário em outra e tem um cartão de crédito em outro banco. 

Ou seja, envolve diferentes instituições financeiras

Dessa forma, opte por centralizar todas as suas contas, facilitando a avaliação das movimentações e melhorando o seu planejamento. Tanto para os gastos quanto para recebimentos. 

Quando isso não for possível, tenha uma planilha em que as duas contas são anotadas, sem esquecer nenhuma informação. 

Isso permite que você saiba onde gasta e quanto gasta, dívidas em aberto, possibilidades de economias e assim por diante. 

Importante

Se há mais pessoas na casa, como cônjuges e filhos, é importante fazer um alinhamento financeiro que envolve todas essas pessoas

Como as dicas incluem mudanças no estilo de vida, é importante que todos estejam em acordo e façam parte desse processo. 

5# A tecnologia vai te ajudar: aproveite 

Uma das melhores dicas para organizar as finanças no início do ano envolve usar a tecnologia disponível para você. Como os apps de bancos, carteiras digitais e assim por diante. 

Assim, tenha um app de anotação/organização, investimentos e simuladores, dicas e aprendizado, etc. Pesquise as opções (sempre gratuitas) e vá aos poucos escolhendo os melhores para a sua rotina. 

Alguns dos mais conhecidos incluem o Orçamento Fácil, Money Lover, Gestor de Orçamento – Gastos, Organizze, Fortuno, Minhas Economias, etc. 

Resumão para colocar em prática 

Por fim, separamos as melhores dicas para organizar as finanças no início do ano considerando o que você pode começar a fazer agora mesmo. Ou seja, vamos a prática real para mudar o curso da sua vida. 

  • Defina prioridades: tudo começa quando você sabe o que quer, então, faça uma lista considerando o que é mais valioso; 
  • Planejamento financeiro: saiba quanto você ganha e onde gasta o seu dinheiro; 
  • Comece a desenvolver o controle: isso significa começar a cortas gastos, pagar suas dívidas e abandonar o cartão de crédito; 
  • Crie um passo-a-passo: de como organizar aos poucos as suas contas, mudanças de rotina a longo prazo e criação de uma reserva de emergência; 
  • Padrão de vida: o ideal é seguir um padrão abaixo do que recebe, para conseguir poupar dinheiro/fazer uma reserva de emergência. 

Ano novo, tudo de novo

Mesmo que as coisas tenham sido difíceis no último ano, a regra é não desistir, fazer mais mudanças e focar no seu crescimento e desenvolvimento pessoal. 

Dessa forma, comece tudo novamente e faça melhor dessa vez, para realmente adotar práticas que sejam funcionais e que otimizem suas contas. 

Como não ficar refém do Cartão de crédito

Como não ficar refém do Cartão de crédito

Entender como não ficar refém do cartão de crédito é um segredo da vida adulto que, infelizmente, não é ensinado junto com o recebimento desse “ajudante”. 

Pensando nisso, separamos nesse post, como fazer esse aprendizado ser simples e prático. Valendo para quem ainda não usa cartão, bem como para aqueles que já usaram e tiveram algum tipo de problema. 

É importante ter em mente que o cartão de crédito foi criado com o intuito de facilitar a vida do cliente, aumentando o poder de compra. Principalmente para adquirir um bem de alto valor, que não faz parte do dia-a-dia. Além disso, é ideal para surpresas, quando aparecem custos fora do orçamento. 

Então, veja como resolver esse assunto! 

1# Como não ficar refém do Cartão de crédito: acompanhe a fatura 

Aqui, tem um meme da internet que resume bastante tal condição: 

Na prática, a maioria dos usuários de cartão de crédito cometem o mesmo erro: fazem as compras e não anotam esse custo nas planilhas de gastos. 

Como resultado, quando a fatura fecha e chega o dia de pagamento, o problema acontece. Além disso, se não pagar o valor total, há mais uma surpresa: os juros

Assim, é indispensável que você avalie cuidadosamente o quanto gasta, fazendo cada uma das suas compras serem anotadas na planilha, desse modo, defina um valor máximo para ser gasto no cartão e subtraia desse total a cada compra.

Recomendação: sempre tenha um teto de gastos mensais e prefira um limite mais baixo. 

2# Como não ficar refém do cartão de crédito: entenda na prática o funcionamento das parcelas 

Um passo importante para ter e usar cartão é  que você entenda  exatamente como o parcelamento de compras funciona. Ou seja, é fundamental que  você não apenas entenda o quanto tirou do limite

Em resumo, é provável que você tenha uma ideia de que o parcelamento significa que, ao longo de vários meses, você terá um compromisso de pagamento

Porém, você avaliou o quanto esse valor compromete das suas finanças neste momento e no futuro? 

Então, para não ficar refém do cartão de crédito, você precisa organizar esses pagamentos. Geralmente, uma dica é colocar essas mensalidades no seu planejamento financeiro

Suponha que você parcelou uma compra em 3 vezes. Isso significa que, por três meses, terá uma conta “a mais” no orçamento. 

Toda atenção nos parcelamentos, principalmente quando usa regularmente o cartão. 

3#“Amigos, amigos – negócios, à parte 

Há um ditado popular que diz que, mesmo conhecendo nossos amigos, não sabemos quais são os costumes que eles têm. Simultaneamente,  é comum que ocultem alguns problemas financeiros.

O que acontece é que você pode ter amigos, colegas ou familiares que peçam para usar o seu cartão. 

Claro que isso nem sempre é um problema, tem milhares de pessoas que pagam tudo certinho. Entretanto, é um risco que você está aceitando. 

Dessa forma, o ideal é que você não empreste o seu cartão de crédito para terceiros e, se possível, nem fale que tem um cartão ou o limite que possui. Isso já evita o pedido. 

Dica: se você tem problemas com pessoas que pegam suas coisas sem pedir, incluindo dinheiro, a regra é manter o cartão bloqueado para compras, sempre na sua posse. Inclusive, certifique-se de que todos os dados foram excluídos da plataforma, se usou em algum site.

4# Como não ficar refém do cartão de crédito: dificulte o seu acesso 

Esse segredo parece um pouco estranho em um primeiro momento, mas calma que explicaremos tudo. 

O que vemos em milhares de clientes que usam cartão de crédito são as compras por impulso ou aqueles que parecem inofensivas. Como promoções que “aparecem”, aquele lanchinho no final do dia e assim por diante. 

Assim, são valores baixos que, quando somados, fazem a fatura ser um verdadeiro problema. 

Diante desse cenário, existem duas regras básicas a serem seguidas: evite o uso do cartão de crédito no dia-a-dia – prefira para compras especiais e quando há uma necessidade. Ao mesmo tempo, tenha uma lista das coisas que quer e precisa comprar, evitando que promoções superficiais acabem com o seu limite. 

5# Escolha um cartão que esteja alinhado ao seu perfil 

Um dos erros mais comuns e que você deve corrigir é ter um cartão que realmente faça sentido para a sua vida. 

Neste cenário, o cartão de crédito deve ser avaliado cuidadosamente, para alinhar aos seus objetivos e dentro da sua realidade financeira

Assim, escolha um cartão de crédito dentro do seu perfil e nível de renda, considere um reajuste de limite, veja quais as taxas cobradas e para que usa o cartão. A dica é sempre escolher aqueles sem anuidade e com juros rotativos mais baixos. 

Inclusive, se você tem um cartão, reavalie se este é interessante e considere outras opções. 

Alguns bancos oferecem uma série de benefícios, que podem sim ser bacanas, mas só servem se farão alguma diferença na sua vida pessoal/financeira. 

6# Como não ficar refém do cartão de crédito: atrasos, juros e parcelamentos 

A maioria dos brasileiros acaba refém do cartão devido as dívidas acumuladas, ou seja, quando os pagamentos ficam difíceis ou atrasam e tudo acaba por virar uma bola de neve. 

Conforme pesquisa publicada na InfoMoney, mais de 75% dos lares brasileiros tem alguma dívida que envolve cartões de crédito. Nesse tópico, a sua atenção deve estar voltada para: 

  • Pagamento mínimo: ainda que seja uma opção para não pagar nada, os juros quando faz isso são bem altos; 
  • Juros: entenda quais são os juros atrelados ao seu cartão e, se possível negocie ou troque de banco; 
  • Atrasos: se você atrasou o pagamento da fatura, converse rapidamente com o banco e tente renegociar o valor com o mínimo de juros, não espere os dias passarem e tudo ficar ainda pior; 
  • Parcelamento: parcelar a fatura é uma opção quando você não tem outra saída, mas isso acarreta juros. Portanto, avalie o quanto é interessante. 

Enfim, todo cuidado é pouco quando consideramos como não ficar refém do cartão de crédito. Portanto, fique atento a sua fatura, siga cada uma dessas dicas e regularize suas finanças com um planejamento que realmente funciona. 

 

 

5 Segredos de Finanças Pessoais para Mudar sua Vida

5 Segredos de Finanças Pessoais para Mudar sua Vida

No post de hoje, você confere os segredos de finanças pessoais para mudar sua vida baseados em organização financeira, ações práticas, desenvolvimento de hábitos e mais. 

Inclusive, separamos algumas leituras que podem lhe ajudar neste processo, para ocupar a sua mente ou mesmo para trazer insights poderosos. Confira! 

1# Qual a desculpa que você dá? 

A princípio, uma das questões mais comuns que surgem quando o assunto são as finanças pessoais são as desculpas que aparecem no percurso. 

Geralmente, as “respostas” mais comuns incluem: 

  • Não preciso, consigo fazer todos os cálculos de cabeça mesmo; 
  • Não consigo ter disciplina
  • Está muito difícil – aqui entra a desculpa de faltar tempo ou mesmo de preguiça. 

Além disso, surgem desculpas relacionadas as dificuldades familiares. Como fazer um plano e os demais não “colaborarem”. 

Neste ponto, é importante ter em mente que, mesmo que essas coisas pareçam concretas, não passam de desculpas. 

Existem diversos estudos e especialistas que falam sobre como o cérebro humano tenta evitar mudanças, principalmente aquelas que causam algum gasto de energia. 

Portanto, sempre que você quer mudar algo que faz no “automático”, isso significa que há um sofrimento ali e a sua mente vai buscar maneiras de “boicotar” isso. 

Então, pense nesses aspectos e no fato de sempre desistir quando as coisas parecem ficar difíceis ou complicadas. 

2#5 Segredos de Finanças Pessoais: aprenda sobre monitoramento de gastos 

O monitoramento de gastos é um processo amplo e prático. 

Em síntese, se refere a organizar as suas contas para saber quando e seu dinheiro é gasto, seja com moradia, contas de casa, mercado, compras extras e assim por diante.  

Portanto, é importante anotar os seus gastos, para facilitar esse monitoramento. Afinal, sem ver, fica difícil saber o que está acontecendo. 

Quando identificar suas contas, você entende formas melhores de controlar os gastos, como organizar as finanças e, claro, as possibilidades. 

Um exemplo prático, suponha que você assine uma TV com 400 canais. Independentemente do valor, quanto exatamente você assiste? A realidade é que a maioria dos usuários assiste em torno de, no máximo, 10 canais. 

Logo, pode ser mais interessante cancelar e pagar um outro plano, mais barato. 

A regra é que todos os gastos podem ser revisados, monitorados e alterados

3# Regra básica: ou você corta gastos (gastando menos do que ganha) ou encontra uma segunda fonte de renda 

Um dos grandes segredos do sucesso quando pensamos em finanças pessoais estão em garantir um equilíbrio funcional no qual você consiga pagar suas contas e poupar dinheiro. 

Esse ato de poupar é indispensável para realizar planos ou planejar o seu futuro. Seja uma viagem, uma construção, investir em cursos ou estudos, etc. 

Neste cenário, existem duas alternativas para que isso aconteça: 

  • Você deve organizar as finanças e gastar menos do que ganha, para uma parte do dinheiro sempre sobrar; 
  • Se não tiver como cortar gastos, você precisa de uma nova fonte de renda, para o dinheiro ser o suficiente para as contas, bem como para criar reservas. 

Atenção, para isso acontecer de forma efetiva, você deve conhecer seus gastos, para realmente entender onde o seu dinheiro vai parar, se dá para poupar ou não, onde dá para economizar e assim por diante. Logo, invista em uma boa organização das suas contas

4# Considere os segredos de finanças pessoais para mudar sua vida mais básicos 

Os segredos mais básicos são aqueles que você lê ou escuta em vídeos, posts e em diversas plataformas. Ou seja, são temas comuns, que realmente são válidos, mas que todos apontam em algum momento. 

Aqui, falaremos brevemente sobre esses assuntos e você pode conferir outras dicas de finanças nos demais posts do blog. Vamos a um checklist: 

  • Reserva de emergência: ideal para garantir que você tenha o dinheiro que precisa quando acontecem surpresas; 
  • Planilha de gastos: basicamente, anote todos os seus ganhos e gastos, organize e saiba onde mudar; 
  • Planejamento financeiro: principalmente para você saber quais são suas metas e como alcançá-las; 
  • Renegocie suas dívidas: é importante organizar tudo e sair do vermelho, seja parcelando ou pagando suas dívidas à vista; 
  • Cuidado com o cartão de crédito: claro que os cartões podem facilitar a sua vida, mas você deve aprender a usar com sabedoria antes de continuar usando; 
  • Use a tecnologia: aqui é importante considerar que existem diversas plataformas e apps para facilitar a sua vida, ou seja, use-os. 

5# 5 Segredos de Finanças Pessoais: Vá além daquilo que já sabe 

Na última dica, é importante que você vá além daquilo que já ouvir. Isso pode significar (também) parar de apenas pesquisar o assunto e começar a colocar em prática. 

Dessa forma, considere buscar uma consultoria, planejar-se para o futuro, investir nas suas habilidades, mudar de carreira, etc. 

Por exemplo, há milhares de pessoas que começaram a mudar a forma de organizar as finanças. Neste cenário, separam uma porcentagem do dinheiro como um “salário pessoal”. 

Com isso, ao invés de gastar o valor total do seu salário para compras, você dedica unicamente aquela parte. 

Simultaneamente, desenvolva sua mentalidade, descubra suas crenças limitantes e como corrigi-las, trabalhe no autoconhecimento e mais. 

Conhecimento é poder: Melhores leituras 

Por fim, se você é do time dos leitores, confira essa lista para aprender mais sobre organização de contas e educação financeira. 

  • O homem mais rico da Babilônia: que fala sobre princípios financeiros, economias, investimentos e dívidas; 
  • Os segredos da mente milionária: obra indispensável sobre atitudes e mentalidade, construção da riqueza, crenças limitantes e mais; 
  • O milionário mora ao lado: livro que traz hábitos e comportamentos que podem ser aplicados na sua jornada; 
  • Pescando tolos: escrito por Akerlof e Shiller, conheça as armadilhas do mercado, táticas de publicidade, uso do cartão, fraquezas psicológicas e muito mais; 
  • O jeito Harvard de ser feliz: livro de Achor que fala da relação entre dinheiro, sucesso e felicidade; 
  • O valor do amanhã: um livro incrível sobre o valor do tempo, consumo e longo prazo, etc. 

Além desses, você pode conferir uma série de obras já renomadas no mercado. Vale a pena conferir, fazer anotações e aplicar na sua vida. Enfim, faça isso tudo acontecer gradualmente e mude a sua vida. 

 

 

Taxas abusivas escondidas: quais são as menos conhecidas?

Taxas abusivas escondidas: quais são as menos conhecidas?

Conhecer as taxas abusivas escondidas presentes nas relações de mercado é indispensável para considerar como o universo financeiro funciona. 

Dessa forma, existem milhares de consumidores pegos de surpresa quando percebem um valor excedente nas contas, como nos contratos de financiamento e nos serviços bancários. 

Aqui, vamos falar um pouco mais sobre o tema para entender como isso impacta negativamente no seu orçamento. Inclusive, é através desse conhecimento que as suas finanças e hábitos mudam para melhor. 

Boa leitura! 

Quais as taxas abusivas escondidas no mercado? 

Primeira, quando pensamos em taxas que ficam escondidas, tenha em mente que são aquelas que, muitas vezes, ficam disfarçadas. Ou seja, você não percebe que paga ou os contratam utilizam um tipo de “maquiagem”. 

Como um novo nome ou sigla. 

Dessa maneira, é interessante conhecer a questão teórica, o que realmente aquela taxa significa naquela relação estabelecida com o banco ou instituição financeira. 

1# Taxas bancárias (e o preço para ter uma conta corrente) 

As taxas bancárias estão entre as principais queixas entre os consumidores e isso ocorre por uma série de motivos. 

Entre as causas está a facilidade de cobrança, as taxas “pequenas demais” para serem notadas, falta de atenção e até os contratos. Muitos consumidores têm a ideia de que, por terem assinado um documento, nada mais poderá ser feito. 

Isso não é verdade! 

Todo contrato pode ser revisado e, sempre que houver uma cláusula abusiva, aquilo deve ser eliminado e a instituição pode ser penalizada.

Neste cenário, diversas instituições impõem taxas de “manutenção ou administração” de contas correntes. Ao longo do tempo, esses valores podem acumular. 

Também há as taxas de extrato e outros custos, que podem ser de centavos. Acontece que, pouco a pouco, tudo isso acumula. 

Aqui, vale lembrar que existe a cesta bancária definida pelo Banco Central, em que uma série de serviços devem ser liberados gratuitamente. 

2# Cartões de crédito além da anuidade: onde ficam as taxas abusivas escondidas 

A anuidade é uma taxa conhecida, mas há outras que muitos clientes desconhecem e capazes de causar um arrombo no orçamento. Entre elas podemos citar as taxas de: 

  • Saque em dinheiro; 
  • Atraso no pagamento; 
  • Encargos por limite excedido; 
  • Reavaliação de limite; 
  • Cartões adicionais, etc. 

Muitas dessas taxas são legais, mas os bancos as cobram de forma excessiva/abusiva. Portanto, é válido acompanhar os números, questionar o banco e garantir os seus direitos. 

3# O custo real do dinheiro emprestado 

Os empréstimos e financiamentos são importantes para o cenário brasileiro, movimentando a economia e levando mais pessoas a alcançarem sonhos. 

Entretanto, um erro comum do consumidor é não entender qual o real custo daquele dinheiro que você pegou. 

Na prática, sempre que você faz um empréstimo ou financiamento, você pede um valor X e, para isso, paga um valor Y, sendo o valor solicitado + os juros e taxas. 

Frequentemente, esses custos extras são vistos como normais, mas nem sempre o são. Então, é preciso observar as taxas da contratação, seguros (que não devem ser obrigatórios) e demais encargos. 

Então, você precisa analisar o contrato com cuidado antes de assinar e, se já tiver assinado, faça uma revisão. 

4# Taxas abusivas escondidas: tarifas de serviços são mais do que você vê 

As empresas de serviços em geral, podem impor diversas taxas de serviços, desde que sejam legais. Porém, devido a ilegalidade, cabe ao consumidor ficar atento as letras pequenas. 

Geralmente, essas taxas escapam da sua atenção. Logo, é indispensável investigar as tarifas relacionadas a entrega, conveniência e quaisquer outras. 

Esse tipo de taxa extorsiva aumenta o valor que você irá pagar por aquele serviço, seja no financiamento de bens, casas e automóveis, em bancos e empréstimos. Como: 

  • Tarifa de emissão de carnê ou boleto; 
  • Tarifa para liquidação antecipada; 
  • Taxa para realização de orçamento, etc. 

5# Os problemas da taxa nos investimentos 

Mesmo quando investe, você está sujeito a uma série de taxas abusivas escondidas que acabam por reduzir seus ganhos. Como as altas taxas de administração de fundos de investimento, taxa de performance e outras. 

Na maioria das vezes, as taxas abusivas relacionadas aos investimentos estão ligadas a movimentação de dinheiro. 

Ou seja, são aquelas cobranças para depositar ou transferir, para investir ou sacar e assim por diante. Lembrando que o Banco Central estipula quais as máximas que as instituições podem cobrar. 

Taxas abusivas mais praticadas do mercado 

Agora, vamos destacar quais as taxas abusivas escondidas mais praticadas do mercado. Dessa forma, fica mais fácil você observar os seus contratos e considerar o que deve ser revisto. 

É importante dizer que, em alguns casos, ao conversar com a instituição financeira sobre as taxas, você pode reduzir ou eliminar algumas delas, mesmo que a instituição diga que elas são legais

Entretanto, muitos consumidores têm dificuldades até para conversar com a empresa, quanto mais para negociar qualquer contrato. Fique atento! 

  • Bancos e instituições financeiras: taxas de manutenção de contracorrente, saques e transferências, inatividade, etc; 
  • Cartões de crédito: anuidade elevada, saque em dinheiro, altos juros para parcelamento, por pagamento mínimo, etc; 
  • Empréstimos e financiamentos: contratação, seguros, análise de crédito, antecipação de parcelas, quitação, etc; 
  • Telecomunicação: rescisão de contrato, instalação ou ativação, desbloqueio de aparelhos, etc; 
  • Energia elétrica: religação, excedente ao consumo, atrasos no pagamento, etc; 
  • Streaming e TVs por assinatura: cancelamento, equipamento, aumento contínuo nas mensalidades, etc;
  • Planos de saúde:  reajustes abusivos, taxas adicionais sem explicação, cobranças indevidas por procedimentos, etc; 
  • Investimentos: corretagem e custódia, taxas de performance não claras, administração em fundos elevadas, etc. 

Enfim, lembre-se que existem as vendas casadas, aquelas em que a empresa/instituição diz que você só pode adquirir um produto ou serviço se comprar/contratar outro. Como os financiamentos que obrigam a contratação de seguros. 

Nesses casos, é indispensável solicitar a exclusão dessas taxas e reaver o valor pago ou abatimento nas parcelas. 

Ademais, sempre revise o contrato com cuidado e peça auxílio profissional para tal. Investir em um advogado é a chance de evitar pagamentos exorbitantes no futuro. 

Práticas inteligentes para financiamento e renegociação de veículos

Práticas inteligentes para financiamento e renegociação de veículos

Conhecer as práticas inteligentes para financiamento e renegociação de veículos significa garantir maior estabilidade e segurança financeira para a sua vida. 

Cabe destacar que o financiamento veicular é uma das opções mais populares do mercado, mas nem sempre traz certa estabilidade e, no longo prazo, exige um bom gerenciamento das contas. 

Simultaneamente, isso resulta na necessidade de buscar acordos financeiros, ações revisionais de contrato e procurar formas mais eficientes para não perder essa oportunidade. 

Dessa forma, aqui traremos alguns dos aspectos mais valiosos para tomar decisões conscientes e favoráveis para a sua carteira. 

Boa leitura! 

1# Escolha um financiamento adequado para o seu caso 

Antes de mais nada, você deve saber que existem diversos tipos de financiamentos e contratos, sendo que cada um deles é destinado a um tipo de pessoa/grupo. 

Logo, é indispensável fazer uma boa pesquisa de mercado, diferentes orçamentos e simulações, considerando como cada opção afeta suas finanças.

Assim, compare as taxas de juros, valor mensal e valor total do financiamento, prazos, condições especiais e assim por diante. Tudo é importante. 

Simultaneamente, você precisa de um orçamento realista. 

Um erro comum entre os brasileiros é considerar o valor a ser pago mensalmente apenas no cenário atual ou mesmo em um cenário “ideal”. Ou seja, a ideia de que consegue pagar até o valor X. 

Porém, no dia-a-dia, ocorrem um série de imprevistos que afetam a sua vida e as suas finanças. Logo, um orçamento irreal pode afetar sua estabilidade financeira e trazer prejuízos significativos. 

Desde atrasos no pagamento até uma busca e apreensão

Portanto, garanta que o valor das parcelas se encaixa nas suas contas e não aceite um “acordo melhor” que torna todas as suas contas muito apertadas. O futuro não é algo certo. 

2# Termos de contrato: práticas inteligentes para financiamento e renegociação 

Entender o contrato é diferente de ler aquele documento e assinar. 

Milhares de pessoas leem um contrato, não entendem nada direito e assinam, ou até entendem parte do que está ali. 

Diante disso, surgem diversos desafios. Como cobranças que não sabia que poderiam acontecer, reajustes de parcelas, taxações, etc. Logo, existem 2 tópicos principais aqui. 

O primeiro ponto são as taxas de juros. 

Frequentemente, os contratos têm mais de uma taxa, como aquela de atraso, diária, reajustes anuais e assim por diante. Então, você precisa entender essas taxas, como elas afetam o valor que irá pagar e como renegociar isso. 

Aqui, é importante ter várias simulações, para conversar com o banco sobre mudanças de contrato. 

O segundo ponto é o prazo. Com isso, os prazos de financiamento devem ser avaliados em duas perspectivas: tempo e financeiro. Na maioria das vezes, quanto maior o tempo de pagamento, maiores os juros (e o valor que você irá pagar). 

Neste cenário, a recomendação é ter um profissional ao seu lado, fazer todas as contas, colocar em uma planilha e avaliar o que cabe no seu bolso. 

3# Renegociação inteligente 

Entre as práticas inteligentes para financiamento e renegociação, temos a definição de um novo acordo, mais interessante e inteligente. 

Bom, a renegociação inteligente começa com uma avaliação da sua situação financeira. E isso deve ser feito de maneira clara. 

Então, veja quais são seus gastos, principais dificuldades financeiras, questões novas que entraram no orçamento, etc. 

Quando isso acontecer, tente entrar em contato com a instituição financeira, veja opções de novos acordos, negocie os termos de contrato e mais. Na maioria das vezes, a recomendação é ter um advogado ao seu lado, facilitando a conversa com o banco. 

Aqui é onde entra a questão de refinanciamento, que pode ou não ser válida para reduzir encargos. 

Porém, avalie com cuidado as taxas de juros, como reduzi-las, se há cláusulas que podem ser eliminadas e assim por diante. 

4# Práticas inteligentes para financiamento e renegociação nos pagamentos adicionais 

Os pagamentos adicionais incluem acréscimos, como reajustes, bem como pagamentos antecipados. 

De modo geral, milhares de pessoas optam por pagamentos antecipados para eliminação de juros. Em outras palavras, você paga as últimas parcelas e consegue um bom desconto. Além de terminar mais rapidamente aquela relação com o banco. 

Geralmente, uma dica de finanças é criar uma reserva e manter o valor de duas parcelas sempre: uma para emergência e uma para pagamento antecipado. 

Da mesma forma, uma prática comum é usar os recursos extras para o pagamento do financiamento, evitando atrasos, para adiantar parcelas, bem como para uma reserva emergencial. 

Geralmente, os brasileiros usam parte do décimo terceiro, bônus, pagamento das férias, etc. 

Em suma, as práticas inteligentes para financiamento e renegociação envolvem uma abordagem mais consciente em relação as suas finanças. Com isso, você evita armadilhas, usa o seu dinheiro de forma mais interessante. Tudo isso torna a compra do seu veículo mais positiva. 

5# Outras práticas para você adotar

Entre as práticas inteligentes para financiamento e renegociação, separamos outros passos que irão lhe ajudar a conversar efetivamente com a instituição financeira, confira: 

  • Valor real da dívida: converse com o banco e saiba qual o valor da dívida, dos juros, outros encargos e assim por diante; 
  • Condições de renegociação: saiba as regras, prazos, taxas extras e tudo o mais que tiver em contrato. Leia com atenção; 
  • Faça outra proposta: depois de avaliar, considere alternativas e converse com o banco, fazendo uma contraproposta; 
  • Cuidado com novas dívidas: muitos acabam realizando empréstimos para pagar a dívida, mas isso precisa de cuidado para evitar uma nova conta (com mais juros); 
  • Seja realista: mesmo antes de assinar um contrato, seja realista sobre os valores a serem pagos e considere surpresas que podem afetar suas finanças; 
  • Nunca deixe para última hora: se você está com dificuldades financeiras, não espere tudo ficar pior, converse com o banco o quanto antes. 

Se ainda tiver problemas, refaça as contas, veja se consegue economizar, faça um novo acordo e procure um advogado, principalmente se seu contrato tiver cláusulas abusivas. 

Enfim, para saber mais, conferir tendências e dicas, acompanhe o blog e fique por dentro de tudo para alcançar a sua estabilidade financeira. 

Medidas para evitar busca e apreensão- Confira!

Medidas para evitar busca e apreensão- Confira!

Nesse post, separamos as principais medidas para evitar busca e apreensão do seu veículo. É importante destacar que esse processo é legal e ocorre, frequentemente, quando o indivíduo não cumpre um contrato. Como a falta de pagamento de um veículo financiado. 

Diante disso, é importante conhecer as leis que envolvem essa medida, quais são os seus direitos (e deveres). Simultaneamente, o foco é trazer uma transparência em relação ao tema.

Inclusive, talvez você não saiba, mas essa busca e apreensão de bens (imóveis ou veículos), permite a procura daquelas que estão ilegais ou relacionadas em atividades criminosas. 

Por exemplo, se você tiver o seu veículo roubado, uma medida de segurança é realizar um Boletim de Ocorrência e solicitar a busca. Com isso,  você evita que, se o veículo envolva-se em um roubo, te declarem culpado. 

Assim, é essencial compreender como isso acontece e quais as medidas para proteger os seus bens. 

Confira!  

1# Conheça seus direitos

Antes de tudo, é crucial entender seus direitos constitucionais. 

Na Quarta Emenda da Constituição Federal, por exemplo, protege os cidadãos contra buscas e apreensões injustificadas. Com isso, exige que os credores tenham um mandado judicial baseado na causa. Além disso, tem os avisos que são enviados (que você pode ou não ver). 

Judicialmente, a lei que garante o processo é o Decreto 911/69, uma garantia para que os bancos e financeiras em tentar recuperar o imóvel/veículos nos casos de inadimplência. 

Em resumo, trata-se de uma medida legal, que pode realizar-se mesmo com uma única parcela em atraso.

Porém, é seu direito ter formas de recorrer, se defender e, em casos de buscas ilegais, eliminar aquele processo. 

2# Medidas para evitar busca e apreensão: exija um mandado adequado

O mandado de busca e apreensão de veículos deve ser legal e suportado por uma autoridade competente. 

Sendo assim, as autoridades devem ter esse documento, com uma causa provável, onde específica os locais que serão vasculhados e qual item será apreendido. 

Inclusive, é um direito seu exigir a apresentação desse documento, bem como a identificação da autoridade. Isso antes de qualquer entrada na sua residência, garagem ou comércio. 

Se o indivíduo não estiver devidamente identificado ou não tiver um documento legal, você deve recusar a busca e apreensão. 

Cabe destacar a importância de seguir esse cuidado para evitar golpes e fraudes. Acontece que muitos criminosos descobrem que um indivíduo está devendo e pega esse veículo de forma ilegal. Como resultado, conseguir provar isso e encontrar o veículo, será um desafio. 

3# Exerça o direito de permanecer em silêncio 

Você provavelmente já ouviu um programa policial em que dizem que o sujeito tem “o direito de permanecer calado”. 

Esse direito está descrito na Constituição Federal de 1988, artigo 5º. 

Na prática, esse artigo diz que você tem o direito de não se autoincriminar e, para isso, pode ficar em silêncio ao ser questionado. 

Assim, ao ser abordado por autoridades, a recomendação geral é ficar em silêncio, seguindo apenas as normas de respeito as leis e pessoa. Isso porque todas as  informações que você dá, podem ser usadas contra você.

Logo, fique em silêncio e procure um advogado e só responda qualquer pergunta depois da devida orientação profissional. 

Importante 

O Desacato a Autoridade está presente no Código Penal Brasileiro, artigo 331, considerado crime e passível de punição. Este é direciona-se  para quaisquer funcionários públicos. 

Logo, ficar calado é uma das medidas para evitar busca e apreensão com outros problemas associados.  

Uma dica é filmar a atuação daqueles agentes públicos, apenas durante o exercício da função, podendo ser usado a seu favor. 

4# Medidas para evitar busca e apreensão: mantenha a calma e respeite os procedimentos

Manter a calma e respeitar os procedimentos é essencial. Afinal, é um meio legal. 

Dessa forma, a resistência não violenta é um direito, mas você deve evitar confrontos físicos que possam prejudicar sua situação. Então, registre qualquer violação de direitos e reporte-as posteriormente a um advogado.

Lembre-se de verificar os documentos e identificações. Se algo estiver incorreto, resista pacificamente e chame um advogado. 

Uma dica é sempre tentar negociar com a financeira, algo mais interessante que um processo para os dois bolsos. 

5# Consulte um advogado rapidamente

Caso se encontre diante de uma situação de busca e apreensão, é fundamental consultar um advogado o mais rápido possível. Inclusive, a recomendação é procurar um profissional quando for atrasar o pagamento.

Dessa forma, é possível revisar o seu contrato, reavaliar toda a relação com o banco/instituição e fazer um acordo mais interessante financeiramente. 

Um profissional legal poderá orientá-lo sobre seus direitos específicos, revisar a legalidade do mandado e ajudá-lo a tomar as medidas apropriadas para proteger seus interesses.

Medidas para evitar a busca e apreensão: quando esse processo não pode acontecer? 

Por fim, para que  o  processo de busca e apreensão de veículos ocorra na legalidade deve -se respeitar os prazos. Da mesma maneira, existem casos em que é possível reverter isso. 

Então, se você está em dívida, converse com um advogado e veja se há irregularidades naquela notificação de busca, revertendo o processo. 

Em contraponto, se você tiver pago 80% ou mais do veículo, a busca/apreensão se torna ilegal. 

Lembre-se que você deve ter recebido uma notificação de ajuizamento daquele processo, mas nem todos veem efetivamente esse documento. 

Portanto, mantenha suas informações atualizadas, confira os documentos recebidos, converse com o banco, leia as notificações que recebe e assim por diante. 

Enfim, a busca e apreensão é uma ferramenta poderosa nas mãos das autoridades, mas os cidadãos têm direitos que precisam ser protegidos. 

Portanto, conhecer esses direitos, exigir mandados adequados, permanecer em silêncio e buscar assistência legal são etapas indispensáveis para garantir que a busca e apreensão ocorra dentro dos limites legais. 

Agindo com conhecimento e assertividade, você protege seus direitos fundamentais e garante um processo legal justo.

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